A corrida para excelência não tem linha de chegada.
David Rye

domingo, 13 de maio de 2012

Preço e marca são os principais requisitos para o brasileiro contratar o seguro

Na hora de contratar um seguro o preço e a marca do provedor são os principais requisitos para os brasileiros na escolha da seguradora, revela pesquisa da Ernst & Young, líder global em serviços de auditoria, impostos, transações corporativas e assessoria.

A importância da marca no Brasil é maior que em qualquer outro país pesquisado. No país, 58% dos brasileiros disseram que a marca e o preço são os mais importantes na hora de escolher a seguradora,já outros 44% disseram que os serviços da empresa é o principal fator na hora da decisão.

Ainda no Brasil, 38% disseram que a reputação é um fator influente na escolha da seguradora, enquanto que para 32% o que importa é o produto oferecido.

Em países como o Canadá (59%), Polônia (59%), Turquia (59%), Estados Unidos (58%), México (57%), Malásia (57%) e Cingapura (55%) o preço é o que mais importa na hora de contratar o seguro.

Produtos mais simples

A pesquisa ainda mostrou que a maioria dos entrevistados acham que os produtos que estão no mercado são muito complicados. Na opinião dos consumidores, as ofertas de produtos deveriam ser mais simples e transparentes.

Mais de um quarto dos entrevistados, em cada região, disseram que reconsiderariam a troca de administradora de seguro se elas pudessem garantir que teriam mais transparências nos produtos e uma comunicação mais aberta.

Data: 11.05.2012 - Fonte: InfoMoney

Apólice disponibiliza serviços preventivos e de manutenção do domicílio

A SulAmérica oferece o Check-up SulAmérica Residencial, serviço que auxilia nos cuidados preventivos da residência. Ele está disponível para clientes do seguro residencial da seguradora. Por meio de uma visita, feita por um profissional indicado pela SulAmérica, serão aplicados determinados procedimentos preventivos e de manutenção do lar. O serviço está disponível no plano Especial da Assistência 24 Horas*. Para ter acesso ao Check-up SulAmérica Residencial é necessário ligar para a Central de Atendimento 24 horas (4004 41 00) e agendar a visita do prestador que efetuará até cinco serviços por vez, em até quatro horas. Durante a vigência do contrato, é possível solicitar o serviço por duas vezes.

Confira a lista de serviços disponíveis:

Revisão da instalação elétrica

Troca de lâmpada, tomadas e interruptores

Verificação de possíveis vazamentos hidráulicos

Instalação de olho mágico em porta de madeira

Lubrificação de fechaduras e dobradiças (até dez unidades)

Mudança de móveis de um cômodo para outro (móveis não fixados)

Fixação de quadros, prateleiras, persianas, varal de teto e cortinas

Limpeza de ralos e sifões (até quatro ralos e ou sifões)

Serviço de rejuntamento (até dez unidades)

Troca de resistência de chuveiro elétrico

Limpeza de caixa d´água (até 2,5 mil litros)

Data: 11.05.2012 - Fonte: Revista Apólice

Porto Seguro desenvolve produto só para idosos

A Porto Seguro desenvolveu um seguro de automóvel para atender as necessidades específicas de motoristas com idade a partir de 60 anos. Uma das vantagens é o desconto de 20% no valor da franquia. Mas não só. Segundo o diretor de Automóvel da seguradora, Marcelo Sebastião, a apólice oferece assistência automotiva, serviços e benefícios para facilitar o dia a dia do idoso.

Além das assistências já oferecidas pelo Porto Seguro Auto (que incluem guincho e socorro sem limite de quilometragem, em caso de falhas mecânica, elétrica e pane seca, chaveiro, troca de pneus e todo o apoio em sinistros ou acidentes), o novo produto reúne uma série de atendimentos, serviços e benefícios no pacote 'Porto Socorro Auto Sênior'.

Dentro do pacote, o segurado conta com serviços de assistência ao condutor e a terceiros, na impossibilidade de locomoção do veículo, e carro extra por tempo indeterminado, na ocorrência de sinistros de perda parcial. Batizado de Auto Sênior, o seguro oferece ainda serviço de leva e traz para a primeira revisão de veículo zero quilômetro, transporte para consultas médicas e exames, além de atendimento para evitar problemas com a Lei Seca.

O pacote também garante ao segurado atendimento em residências de terceiros, em serviços como desentupimentos, chaveiro, conserto de forno micro-ondas e freezer, entre outros, desde que o cliente esteja no local da ocorrência.

No dia a dia, o cliente conta com vários serviços, como de entrega e retirada de documentos e objetos, mudança de mobiliário, instalações diversas na residência (varal de teto, olho mágico, ferrolhos, trilhos, entre outros) e atendimento para conexão de cabos e programação de aparelhos de áudio, vídeo e informática.


Data: 11.05.2012 - Fonte: Jornal do Commercio RJ | Seguros | RJ

Vai contratar seguro? Entenda como funciona

O seguro é um contrato em que o cliente paga uma quantia em dinheiro ao contratado (seguradora) para que, em caso de incidentes envolvendo o bem segurado, os custos sejam arcados total ou parcialmente pela empresa contratada.

Parece simples, mas não é. Por isso, o iCarros esclarece o que é preciso saber na hora contratar o seguro. Marcelo Sebastião, diretor de Seguros de Automóveis da Porto Seguro, separou os três fatores que mais influenciam no valor da apólice. Confira.

O que é o quê?

Perfil

Para a seguradora, o perfil é o tipo de utilização que o cliente dá ao veículo. Tudo pode influenciar no perfil do condutor: idade, sexo, tempo de habilitação, quilometragem rodada por ano ou mês, quantas pessoas se utilizam do veículo etc. “Há dez anos, o questionário de perfil assustava o consumidor com tantas perguntas. De uns três anos para cá, o sistema se aperfeiçoou”, explica Sebastião. “Sabendo exatamente o uso do carro, podemos fazer um ‘justiça tarifária’. Quem apresenta menos risco, paga menos”, completa.

Veículo

É o bem segurado propriamente dito. O que conta, neste caso, é a incidência de roubos e furtos do modelo e o tipo de proposta do veículo. Esportivos ou com grande índice de roubos ou furto são os que pagam mais.

“Antigamente, ouvíamos que o carro X ou Y era mais roubado, mas hoje todos têm seu índice”, diz Sebastião. A proporção de vendas por roubo é o que explica o fato de o VW Gol ser figurinha carimbada nas listas dos mais roubados. Há anos como o carro mais vendido do Brasil, acumulou uma grande frota circulante. Com tantos carros na rua, é fácil entender o porquê. Rouba-se mais porque há muitos carros.

E se os esportivos ou aventureiros pagam mais não é por sua proposta de se expor ao risco. A justificativa está nos acessórios, como explica Marcelo Sebastião: “se o ladrão vê um carro convencional e o mesmo carro com rodas de liga leve e faróis de neblina, a tendência é que ele leve o mais equipado e o que chama mais a atenção”.

Região de circulação

O local onde o carro fica também influencia no valor do seguro, mas não pelo histórico de violência. É o comportamento dos motoristas daquela região que é determinante. Assim como o fato de o carro ter ou não uma garagem fechada, seja na residência, no local de trabalho ou no de estudo.

Sem meios termos

Confira alguns termos utilizados pelos corretores e seguradoras para entender o que cada um deles significa.

Roubo: É a situação em que o segurado é subtraído de seu bem – o automóvel, no caso – quando ele está à sua vista.

Furto: É o mesmo que o roubo, mas o proprietário não está presente na hora que o fato acontece.

Sinistro: É o termo usado quando a seguradora é acionada, seja em caso de acidente ou furto/roubo.

Perda total: É a situação em que a seguradora avalia que o custo de reparo no caso de um acidente, incêndio ou alagamento por água doce (água salgada não é coberta pelo seguro) ultrapassa 75% do valor pelo qual o carro foi segurado. Também é considerada perda total quando um veículo roubado ou furtado é encontrado, mas já foi muito danificado pelos ladrões.

Perda parcial: Quando o custo do conserto não ultrapassa 75% do valor do carro.

Franquia: “É a participação do segurado no momento do sinistro”, como explica Marcelo Sebastião. Por exemplo: se sua apólice tem franquia de R$ 1.000 e o conserto custar R$ 3.000, a seguradora arcará com R$ 2 mil, cabendo ao segurado completar o valor. Esse termo é utilizado apenas em casos de perda parcial.

Danos a terceiros: É uma cobertura cobrada a parte na apólice de seguro que garante o pagamentos de consertos a terceiros que foram vítimas de acidentes causados pelos segurados.

Os tipos de seguros

São dois os tipos de seguros mais comuns. O primeiro é o de “incêndio e roubo”. Como o nome diz, cobre apenas roubos e furtos e as situações em que o carro pega fogo. O outro é chamado “cobertura compreensiva”, que inclui os itens do primeiro e adiciona a cobertura em caso de acidentes. Atenção: se a batida envolver outros carros, a cobertura deste terceiro é cobrada à parte.

O que fazer em caso de sinistro

Em caso de roubo ou furto, o diretor Marcelo Sebastião recomenda: “O primeiro passo é acionar a seguradora ou o corretor de seguros, pois eles podem comunicar a Polícia”. Se for comprovado que o cliente não fraudou o roubo, ele recebe o dinheiro referente ao valor pelo qual o carro foi segurado. Bem mais cômodo que torcer para que o carro seja encontrado.

O tempo entre a comunicação do roubo e o ressarcimento do valo por levar apenas três dias úteis, desde que o cliente leve a documentação necessária. Isso inclui o Boletim de Ocorrência e os documentos do carro, que precisam ser transferidos para o nome da seguradora. Depois disso, mesmo que o carros seja encontrado, é propriedade da empresa, não mais do cliente.

No caso de acidentes que não envolvam terceiros, acionar a seguradora é tudo que é preciso, mas Sebastião salienta que é sempre recomendável que o cliente faça o Boletim de Ocorrência, para ter uma segurança maior, mas, neste caso, não é obrigatório. “Se o acidente envolver mais pessoas, o famoso “B.O.” é necessário, pois nele é descrito o que aconteceu e constam os nomes e dados dos envolvidos”.

Não minta

Fraudes contra o seguro são o caminho mais rápido para se perder o dinheiro da apólice: “Se o cliente fala uma inverdade, muda o local do sinistro ou mente sobre algum aspecto, a seguradora não cobre os prejuízos”, conta Sebastião. Ele ainda acrescenta que a tentativa fraude é bem comum: “Apesar de difícil de comprovar, trabalhamos com uma estatística de que 20% a 25% dos sinistros são fraudados”.

O seguro foi feito para cobrir acidentes ou imprevistos, não atos planejados ou deliberado. Atos de hostilidade também não são cobertos, nem se o motorista tenta ir além do limite do carro. O diretor de seguros explica: “se o segurado parou no trânsito e houve uma enchente, ele pode ser ressarcido. Agora, se ele tentou passar por uma área já alagada e sem condições de trânsito, não há cobertura”.

Serviços agregados

Na hora de fazer uma apólice procure seguradoras que ofereçam outras vantagens além do seguro, pode sair um pouco mais caro, mas oferece serviços como guincho, carro reserva e até auxílio na manutenção da casa do segurado. Outras coberturas adicionais incluem seguro para os vidros e acessórios do carro como o rádio, por exemplo. Itens que são comumente alvos dos ladrões e que não são cobertos pela apólice convencional.

Como pagar menos pelo seguro?

- Sistemas de Segurança: alarme e sistemas de rastreamento dificultam a vida dos ladrões. Como a chance de o carro ser roubado é menor quando equipado com estes dispositivos, a apólice pode ficar mais barata, já que o risco de furto é menor.

- Local para deixar o carro: Se a sua casa não tem portão automático, o fato de você precisar sair do carro para abrir a porta aumenta o risco. Invista também em estacionamentos: quanto menos tempo o carro ficar “dando sopa” na rua, melhor.

Data: 11.05.2012 - Fonte: ICarros

Autarquia cria área no site para cumprir Lei de Acesso à Informação

Antes da data de vigência da Lei de Acesso à Informação (12.527), que passará a valer no próximo dia 16 de maio, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) já criou uma área específica no site (www.susep.gov.br) para a divulgação proativa de dados e informações de interesse coletivo ou geral contidos na autarquia. A lei foi sancionada pela presidente Dilma Roussef em 18 de novembro do ano passado. Segundo texto encaminhado pela Presidência da República, a divulgação espontânea do maior número possível de informações, além de facilitar o acesso à informação, é vantajosa para os próprios órgãos e entidades públicas, pois tende a reduzir a demanda, minimizando significativamente o trabalho e os custos de processamento e gerenciamento dos pedidos de acesso.


Data: 11.05.2012 - Fonte: Viver Seguro

Seguro Auto cuida do carro, do bem-estar e do dia a dia das mães

O Porto Seguro Auto Mulher (www.portoseguro.com.br/automulher), seguro de automóvel “feminino” desenvolvido pela Porto Seguro, conta com serviços e benefícios que facilitam o dia a dia das mulheres, inclusive as que são mães. Junto com a proteção para o veículo segurado, a apólice garante, por exemplo: transporte de familiares em compromissos aos quais a cliente não possa comparecer, como levar ou buscar os filhos na escola; desconto em academias, para oferecer condições mais vantajosas nos cuidados com o bem-estar; e serviços que “acompanham” a cliente, no qual a assistência que ela tem para sua casa ou veículo pode ser estendida para a casa ou automóvel de um amigo ou familiar, desde que a segurada esteja presente.

Por meio das assistências que acompanham a segurada, a cliente que estiver a caminho da comemoração do Dia das Mães no carro do filho, por exemplo, pode solicitar reparos para o automóvel, caso seja necessário. “Mais que um seguro para o veículo, desenvolvemos um produto que é ‘aliado’ da segurada no dia a dia, considerando os diferentes cuidados que ela precisa ter com a família, o trabalho e consigo mesma”, comenta Marcelo Sebastião, diretor de Auto da Porto Seguro.

A contratação do seguro é flexível, com várias opções de coberturas e de franquias. O Porto Seguro Auto Mulher reúne uma série de serviços e benefícios para a principal condutora indicada no seguro, bem como para seu veículo e residência.

Vantagens e Benefícios

Para a principal condutora: ‘Transporte Amigo1’, que oferece atendimento em situações como levar e trazer os filhos na escola (sempre com o acompanhamento de um familiar), quando a segurada não puder; ‘Leva-e-traz1’ de veículo, para realizar a primeira revisão na concessionária (em caso de veículo zero quilômetro) ou serviços de manutenção; ‘Serviços especiais’ em residências ou veículos de pessoas conhecidas, como reparo em fogão durante um almoço familiar ou guincho para o veículo da amiga, desde que a segurada esteja presente; e descontos na compra de ingressos para peças de teatro, restaurantes e na rede de academias Countours, que atende somente mulheres.

Ao solicitar o cartão de crédito da Porto Seguro como forma de pagamento do seguro, a segurada conta com 5% de desconto no prêmio do seguro. Ao usar o cartão para as compras do dia a dia, contará com pontos no Programa de Relacionamento, cujos pontos podem ser trocados por descontos no seguro (dependendo da pontuação, o seguro pode sair até de graça) ou trocar por serviços do Centro Automotivo Porto Seguro. A pontuação também pode gerar desconto extra na franquia de 10 a 25%, sem a perda de pontos. Possui uma Central de Conveniência que permite contratar uma série de serviços com 30% de desconto, como manutenção para a casa e entrega de documentos.

Para o carro: Desconto na compra de cadeirinhas infantis e cobertura para o acessório, caso a cliente contrate a cláusula Porto Socorro Mais Mulher; Assistência 24 horas de guincho, para pronto atendimento em ocorrências como troca de pneus e falta de combustível; Estacionamento com desconto nas unidades da Rede Estapar, nas modalidades mensalista e avulsa; auxílio de profissional para providências de documentação e despachante, em caso de roubo/furto do veículo ou acidente com perda total.

Para realizar serviços de manutenção veicular com qualidade, a segurada conta ainda com as unidades dos Centros Automotivos Porto Seguro, feitos “sob medida” para as clientes. O conceito a partir do qual foram desenvolvidos os Centros Automotivos atende, de forma personalizada, a diversos atributos apreciados pelas seguradas: ambiente ‘clean’ e organizado; estrutura concebida para favorecer o conforto da cliente, com sala de espera climatizada para aguardar serviços rápidos; e até ‘Espaço Kids’, um local especial para deixar as crianças durante o atendimento e que já está disponível em algumas unidades dos Centros Automotivos.

Nas unidades, a segurada pode realizar Check-ups gratuitos, com revisão completa dos itens de segurança do veículo, e uma série de outros serviços, executados por profissionais especializados e com condições especiais de pagamento – em até 4 vezes com o Cartão Porto Seguro.

Para a Casa: Serviços gratuitos¹, que abrangem de encanadores, eletricistas e chaveiros até consertos de eletrodomésticos diversos; Help Desk em Informática, que oferece atendimento profissional gratuito (via telefone ou pessoalmente, conforme condições estabelecidas na apólice) para esclarecer dúvidas e solucionar problemas em computadores; e consultas veterinárias gratuitas e descontos em serviços como banho e tosa, exames, diagnósticos e outros atendimentos para cães e gatos, por meio do benefício Pet.

¹ Obs: Benefícios vinculados à contratação da cláusula Porto Socorro Mais Mulher, com limites e regras de aceitação. Consulte seu corretor ou o hotsite para mais informações.
² Desde que o domicílio esteja localizado na cidade em que a segurada reside.

Data: 11.05.2012 - Fonte: RAF Comunicação

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Sabedoria popular é foco de nova campanha da Allianz Seguros

A sabedoria popular está presente no novo filme publicitário da Allianz Seguros, lançado esta semana. O conceito “Bons conselhos inspiram vidas e um bom seguro ajuda a cuidar do que é importante para você” visa mostrar que a seguradora está presente no dia a dia das pessoas, reforçando a prevenção de riscos.


Nos depoimentos, personagens reais contam suas histórias de vida, como no primeiro relato que parte do ditado popular “uma mulher prevenida vale por duas”. Em 30 segundos, a jornalista paulistana Patrícia Polak foi a escolhida para contar que ter praticamente tudo dentro do porta-malas salvou a sua família em um dia de chuva torrencial. Graças às capas de chuva e galochas que a jornalista carregava em seu carro, ela, o marido e as filhas, que foram daminhas, conseguiram chegar secos a um casamento, sem o visual comprometido. A história completa, com 90 segundos, pode ser acessada pelo site www.allianz.com.br/umconselho.


Além do relato de Patrícia, a Allianz, ao longo do ano, compartilhará com o público uma série de situações reais. Mais duas peças serão veiculados na mídia e as demais histórias ficarão disponíveis no endereço virtual da campanha.


Os filmes, assinados pela Ogilvy, são versões 2012 da campanha mundial “Um Conselho”, lançada no ano passado, que ampliou em 46% o conhecimento da marca Allianz no Brasil, em comparação a 2010. “Esperamos que as pessoas se reconheçam nos relatos e enxerguem a Allianz como uma marca que entende o seu cotidiano”, explica Felipe Gomes, diretor de gestão estratégica da companhia. Nesse ano, ao compartilhar experiências da vida real a partir da sabedoria popular, a seguradora reforça a atuação junto ao público brasileiro, aproximando uma campanha global do Grupo Allianz à realidade local.


As inserções do novo filme estão previstas em TV aberta, canais por assinatura e rádios, tanto em âmbito nacional como em mídias regionais, que atingem 3 mil cidades. Na internet, a marca amplia exposição em grandes portais, como também expande as ações que já existiam nas redes sociais, já que esses canais são especialmente estratégicos para a campanha.

Data: 09.05.2012 - Fonte: Viver Seguro

Susep aprova aumento de capital social da Porto Seguro

Portaria publicada pela Susep na edição de hoje do Diário Oficial da União autoriza o aumento do capital social da Porto Seguro Companhia de Seguros Gerais. A injeção de capital social será de R$ 50.000.000,00, passando-o de R$ 680.000.000,00 para R$ 730.000.000,00, dividido em 427.921.459 ações ordinárias nominativas, sem valor nominal.


Data: 09.05.2012 - Fonte: Viver Seguro

Programa de Estágio 2012 da SulAmérica Seguros abre inscrições

Já podem ser feita as inscrições para o Programa de Estágio 2012 da SulAmérica Seguros, Previdência e Investimentos, com início em agosto. Os estudantes podem se inscrever para cerca de 40 vagas previstas para as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, pelo site www.sulamerica.com.br, até a primeira semana de junho. A oportunidade está aberta para todos os cursos. Para se candidatar, o estudante deve ter previsão de formatura de dezembro de 2013 a dezembro de 2014. Durante o período do programa a SulAmérica oferecerá uma bolsa auxílio compatível com o mercado, vale transporte e vale refeição.


A SulAmérica busca, por meio do Programa de Estágio,desenvolver estudantes universitários via vivência prática corporativa e inseridos em um ambiente de desenvolvimento e crescimento profissional. “É no dia a dia de trabalho que as dúvidas surgem e que podemos realmente aplicar o que aprendemos no mundo acadêmico. Com esse projeto queremos descobrir universitários interessados em evoluir profissionalmente e principalmente construir carreira numa empresa com 116 anos de história”, comenta a diretora de Capital Humano e Administração, Vanessa Pina.



Data: 09.05.2012 - Fonte: Viver Seguro

Brasil é o destaque no resultado do primeiro trimestre do grupo Mapfre

Novamente, o Brasil tem um grande destaque no balanço financeiro da Mapfre, maior grupo segurador da Espanha e quinto maior da Europa. De acordo com nota divulgada hoje, o faturamento no primeiro trimestre do ano alcançou 6,8 bilhões de euros, 11% acima do resultado do mesmo período do ano anterior, devido ao crescimento das operações internacionais.


O lucro líquido ficou em 271 milhões de euros, queda de 12,5%, e o lucro antes dos impostos em 498 milhões de euros, recuou de 1,7%. Segundo a nota, os prêmios totalizaram 5,8 bilhões de euros, 15% acima do resultado obtido no primeiro trimestre de 2011. Boa parte, 4,3 bilhões de euros, resulta da venda de seguros gerais. Vida responde por 1,5 bilhão de euros. Na Espanha, apesar da difícil situação econômica, a seguradora conseguiu avançar nas vendas de seguro residencial e aumentar a participação em automóvel. O país sede representa 38,2% das vendas do grupo, com 2,3 bilhões de euros, redução de 3,7%, um percentual menor do que a média de 11% registrada pelos concorrentes no país. Os seguros gerais totalizaram 1,6 bilhão de euros e vida 763 milhões de euros.


A divisão de seguros internacionais apresentou vendas de 2,6 bilhões de euros, avanço de 41%. Na América Latina, os prêmios totalizaram 2 bilhões de euros, um expressivo crescimento de 51% nos trimestre comparados. No Brasil, avanço de 95,4%, informa a nota. Para prêmios de 1,1 bilhão de euros, o que faz o País representar 55% dos prêmios da região. Por isso, a primeira viagem internacional de Antonio Huertas, que assumiu o comando mundial do grupo neste ano, será para o Brasil. No próximo dia 16, Huertas se reúne com jornalistas para divulgar investimentos e resultados.


Mas não é só o Brasil que tem apresentado bons resultados para a Mapfre. No Chile, o grupo registrou crescimento de 32% no primeiro trimestre de 2012, comparado ao mesmo período do ano anterior. Na Argentina, avanço de 28%, na Colômbia de 25%, no Equador e na Venezuela de 18%, na América Central e no México o crescimento foi de 16%. O grupo também tem operações em outros países, como Estados Unidos, Filipinas, Malta, Portugal e Turqui´a, com prêmios de 559 milhões de euros, avanço de 14% no trimestre.


Além de seguros, o grupo também destacou na nota o bom desempenho das divisões de gerenciamento de riscos, resseguro e assistência, que juntas apresentaram avanço de 12,6%, para 1,2 bilhão de euros. Em resseguros, os prêmios totalizaram 738 milhões de euros, avanço de 12,5%. Em riscos globais, a alta foi de 11,3%, para 293 milhões de euros. Em assistência, incremento de 15%, para 214 milhões, impulsionado pela venda de seguro de assistência em viagem para o Reino Unido e França.

Data: 09.05.2012 - Fonte: Viver Seguro

Planos de saúde serão obrigados a fornecer número do Cartão SUS a seus clientes

Os clientes de planos de saúde também vão ter o Cartão Nacional de Saúde, utilizado para monitorar o histórico de quem passa pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Isso será feito com a inclusão do número do SUS na carteira do plano de saúde. Com a inclusão, vai ficar mais fácil para o governo federal cobrar as despesas do SUS com atendimentos de segurados de planos privados.


Uma triagem do Ministério da Saúde identificou que cerca de 30 milhões de clientes de planos de saúde têm um número no SUS. As informações serão repassadas à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) que montará um cronograma com as operadoras para a inclusão desse número na carteira de seu plano de saúde. A partir de junho, os planos serão obrigados a fornecer o número aos seus clientes.


“Vai ser mais rápido pegar informação [sobre o histórico clínico do paciente] e o ressarcimento com o plano de saúde”, disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, após participar hoje (8) de audiência pública na Câmara dos Deputados.


Padilha esclareceu que o usuário não precisa buscar uma unidade pública de saúde para conseguir o cartão do SUS, que será fornecido pelas operadoras. Mesmo sem o documento, o atendimento na rede pública será garantido aos clientes de planos privados. Não existe prazo para que todos os clientes de planos, que somam mais de 47 milhões de pessoas, tenham o documento.


Desde março, os hospitais e clínicas que atendem pela rede pública são obrigados a registrar o número do cartão SUS dos pacientes nos formulários de atendimentos considerados complexos, como internação, sessão de quimioterapia, hemodiálise e transplantes.


Em 2011, o ressarcimento de planos de saúde ao SUS bateu recorde, com marca de R$ 82, 8 milhões, cinco vezes maior em comparação à arrecadação do ano anterior, de R$ 15,4 milhões. O ministro atribuiu o aumento a uma nova metodologia que possibilita checar com precisão os atendimentos a clientes de planos privados no sistema público de saúde.

Data: 09.05.2012 - Fonte: Agência Brasil

A importância da tecnologia no Seguro

O responsável pela área de tecnologia da Academia Nacional de Seguros e Previdência, Flávio Faggion, em entrevista à Revista Apólice, falou sobre a importância da tecnologia no mercado segurador e como esta pode colaborar tanto com os corretores de seguros quanto com as seguradoras, agilizando processos e possibilitando a troca de informações. Ele também é sócio-diretor da Siscorp, empresa prestadora de serviços de informática para o mercado de seguros

Apólice: Qual é a importância da tecnologia, do custo e do relacionamento dentro do processo de informatização do mercado de seguro? Como esses itens devem atuar?

Flávio Faggion: Quando você compara a importância da tecnologia dentro do mercado segurador com, por exemplo, um banco, existe uma diferença fundamental. O banco tem uma necessidade tecnológica voltada à operação on-line, onde o fator mais importante é a velocidade.

No caso das seguradoras, uma grande parte delas não precisa manter-se em operação on-line. Se uma delas ficar fora do ar durante um dia, não será traumático. Talvez seja trabalhoso, mas isso não acarretará em nenhum dano mais sério. A seguradora não deixará de aceitar um risco, de emitir apólices. Já em um banco, 15 minutos parados são o suficiente para gerar um grande transtorno, uma vez que muitas operações financeiras deixarão de ser realizadas.

Apólice: O que é mais importante para as seguradoras?

Faggion: Para as seguradoras, a tecnologia está muito voltada aos processos, à melhoria deles. Quando falamos de relacionamento com pessoas, ela está mais direcionada ao público interno das empresas. Em um banco a tecnologia está dentro do processo, voltada direta e fundamentalmente ao cliente.

A tecnologia colocada à disposição dos canais de venda, como o corretor de seguros, por exemplo, ou do segurado, ainda é incipiente. Ela necessita se desenvolver muito ainda.

Apólice: Muitos corretores de seguros vêm reclamando do excesso de tarefas adicionais repassadas a eles pelas companhias seguradoras, como a questão da emissão de apólices. A tecnologia, nesse caso, não seria capaz de amenizar esse problema?

Faggion: Na verdade, a idéia da seguradora não é atolar o corretor de serviço. A idéia é de, com o auxílio da tecnologia, dar autonomia suficiente ao corretor, de maneira que ele passasse a ter acesso a uma série de informações que colaborariam para a administração de seu negócio. Informações não apenas relacionadas à comissão, mas também sobre o segurado, dados da apólice.

Apólice: Isso facilitaria a emissão de apólice caso o corretor tivesse à sua disposição toda a tecnologia necessária. Mas não poderia ser considerado como uma transferência de responsabilidade?

Faggion: Eu não encaro dessa forma. Ao meu ver, isso aumenta a qualificação desse corretor frente ao segurado, de modo que o segurado passe a ver naquele corretor um profissional com uma dimensão muito maior do que um simples vendedor de seguros, que é a idéia que muitas vezes ele passa. Esse corretor passa a ser diferenciado.

Apólice: Qual o motivo de o corretor ver isso como ‘mais um serviço’?

Faggion: Porque, até o momento, não se aplicou muita tecnologia nesse processo. Houve apenas a transferência desse serviço. Se tivesse o apoio da tecnologia, o corretor faria com que a relevância dele frente ao cliente fosse destacada, pois suas atividades seriam realizadas com agilidade.

Além disso, esse corretor teria mais tempo de prospectar novos negócios e para se dedicar aos clientes já conquistados. Com a ajuda da tecnologia, você dá a ele mais tempo para se dedicar à venda.

Apólice: E o que seria esse ‘processo inicial’ da utilização da tecnologia?

Faggion: Existem empresas que já estão se relacionando com alguns corretores por meio da Intranet, disponibilizando as informações necessárias a esse profissional. Mas ainda não se chega a tal ponto, como dito anteriormente, com essa velocidade de se fazer a emissão de uma apólice no momento do contato com o cliente.

Tem um processo que é a aceitação, que ainda preserva para a seguradora o poder de decisão sobre o que será ou não aceito. O corretor não pode fazer essa aceitação. Ele apenas indica, mas a palavra final fica por conta da seguradora. Até agora esse processo permanece assim. Já com a tecnologia, com a utilização de sistemas próprios para esse fim, o corretor poderia fazer a aceitação, agilizando o processo.

Apólice: A iniciativa de investir para melhorar o relacionamento com o corretor, por meio de troca de informações, tem que partir da seguradora?

Faggion: Na verdade, tem que partir dos dois lados. Tanto da seguradora quanto do corretor. Os corretores têm que brigar pelo que eles precisam, e eles estão brigando. A força que o corretor tem é a força da classe. Mas o corretor sabe que ele é o grande canal de distribuição. Comparando com os bancos, estes possuem uma estrutura de distribuição montada, que são as agências. Eles estão em qualquer ponto. Já as seguradoras não têm condição de ter isso. Quem é que vai fazer a distribuição? O corretor. Ele tem que exigir, fazer certas pressões.

Apólice: Onde as seguradoras buscaram soluções?

Faggion: Do ponto de vista tecnológico, podemos dividir as seguradoras em dois grupos. As companhias de maior porte desenvolveram internamente suas ferramentas tecnológicas. As seguradoras de menor porte, principalmente aquelas de capital estrangeiro, que não têm grandes aspirações de se tornarem os principais competidores do mercado, foram buscar soluções disponíveis no mercado. Ou ainda receberam sistemas de suas matrizes e enfrentaram problemas para a integração de dados.

Apólice: Elas ainda têm dificuldade?

Faggion: Ainda têm. Eu não saberia dizer em que grau. Mas posso te garantir que é uma boa parte. E isso é relevante. Nesse caso, a solução Web se encaixa muito bem para integrar as informações, porque uma de suas características é que ela consegue integrar informações de várias origens. Consegue buscar informações em vários locais, que podem ser internos ou externos, e publicar esses dados em um brownser, para que o usuário, seja ele interno ou externo, possa acessá-la. Pode, também, promover inter-relações.

Temos hoje, por exemplo, as vistorias prévias. As empresas que realizam esse serviço já conseguiram se relacionar com as seguradoras passando informações eletronicamente. Mas esse processo de disponibilizar informações para o corretor, no modelo de um portal do corretor, onde ele poderá encontrar todas as informações das quais necessita, ainda não está pronto. Mas a Web possibilita isso.

Apólice: O que é uma solução para um bom padrão de qualidade?

Faggion: É uma solução que processa todo o seguro, desde a emissão até a regulação do sinistro. Algumas empresas da Argentina, por exemplo, já encontraram soluções deste tipo. O problema é que elas não contemplam todas as necessidades brasileiras e, portanto, não deveriam ser importadas. Quando uma companhia apenas adquire uma solução deste tipo, que possui um número de processos infinitamente menor do que o necessário, ela passa boa parte de seu tempo fazendo a adaptação do programa.

Apólice: E a solução para as companhias é o ambiente Web?

Faggion: Na verdade, a Web se aplica a todas elas. Assim como para os bancos, a Web é uma solução importante, pois ela está mudando, mexendo com a política de custo e produto. Eu acredito que esse seja o caminho para as seguradoras. Mas, além do fator tecnológico, existe ainda um outro item, também fundamental: o fator humano. Infelizmente, o que a gente observa nesses últimos anos nas seguradoras, com a necessidade de redução de gastos administrativos, também foi reduzida a qualidade do pessoal de seguros.

Apólice: É necessário ter pessoal minimamente treinado para utilizar estas tecnologias nas empresas?

Faggion: Até um certo tempo atrás, as pessoas eram processadoras de informações. Eram pessoas que se dedicavam a preparar a informação a ser processada. Era um trabalho de processo. Hoje em dia, não. Hoje, se faz uma análise das informações. São funções que objetivam agregar valor ao negócio. Mas tem que ter pessoas que possam agregar valor. Pessoas que possam tomar algum tipo de decisão. Essa é a característica principal do fator humano. Quando se fala que as seguradoras não têm investido no mercado, quer dizer também que elas não têm investido na valorização do profissional, na preparação do profissional.

Apólice: Não adianta resolver um problema ficando com outro.

Faggion: Não adianta você ter um belo sistema se não tiver pessoas. A verdade é que, sem pessoas, não se tem um belo sistema. É a mesma coisa que contratar uma empresa de consultoria e achar que ela encontrará uma solução mágica para você. Isso não existe.

Apólice: Para onde estamos caminhando, em termos de tecnologia? Tudo está migrando para o ambiente Web?

Faggion: A Web é um fator importante no desenvolvimento. Quando falamos em Web, não é venda de seguros pela internet. Isso é uma coisa que ainda está incipiente. Eu entendo que a Web seja, em termos tecnológicos, um caminho que as seguradoras têm que olhar com muito carinho. E essa é uma das soluções para promover e estreitar esse relacionamento, tanto para os canais de vendas quanto para seus clientes. Esse é um caminho que eu acredito que se deva buscar.

Apólice: O que você está percebendo que eles precisam com mais rapidez e que ainda não está desenvolvido?

Faggion: É atendimento. O que é que nós temos que atender no corretor? O que ele precisa? Ele precisa de um processo de atendimento que tire a carga administrativa dele, permitindo que ele possa se dedicar ao conhecimento de seu cliente, para prestar uma boa assessoria ao segurado, garantindo que este esteja bem amparado com relação às suas necessidades de seguros. Essa é a grande necessidade do corretor. A tecnologia, nesse caso, é fundamental.

Apólice: E por parte das seguradoras?

Faggion: Do lado da seguradora, elas querem ter um relacionamento com seu corretor para que ele possa vender mais para elas. Elas buscam eficiência. Hoje, você não vai diferenciar um corretor com essa fachada apenas pela comissão que é paga. Às vezes, você paga uma comissão alta porque você ainda não tem a necessária competência para isso. É um fato que já ficou em segundo plano. Você, como segurador, tem que buscar a qualidade do seu serviço. Se obtiver um serviço eficiente, fará com que o corretor prefira a sua empresa.

Apólice: Isso a gente ouve há muito tempo. Por que ainda não foi feito?

Faggion: Por limitações culturais, o mercado de seguros tem uma grande diferença, que é a padronização. Os bancos viabilizaram esse desempenho que hoje, há quem diga, é o melhor do mundo. Se não for, no mínimo, ele é muito avançado. Mas o que é que viabilizou isso? A padronização. Em qualquer banco, desde o talão de cheques, os caixas eletrônicos, até a mais complexa movimentação financeira, a operação é praticamente igual em todos os lugares. Logicamente varia um serviço no banco X, um produto no banco Y. Mas, basicamente, as operações são todas iguais. Com a padronização eles conseguiram avançar, dividiram custos. A padronização em seguros é muito baixa, muito pequena. Você não vê nada padronizado em seguradora. Esse é um fator complicado, porque encarece. Esse é um processo cultural. As seguradoras não se sentam, verdadeiramente, para conversar sobre o assunto. Cada uma acha que tem que ‘preservar’ seus dados, seus clientes, sobre o pretexto de não querer que o concorrente fique sabendo de nada.

Apólice: Com a padronização, as seguradoras precisariam abrir seus dados aos demais?

Faggion: Não, muito pelo contrário. Não tem nada a ver uma coisa com a outra. Esse medo é uma coisa puramente cultural. Trata-se de medo de uma coisa que não existe. E as seguradoras estão pagando caro por isso. A cada necessidade que você tiver, a seguradora tratará de um jeito. Isso encarece os processos. Com a padronização, esse atendimento será mais fácil.

Apólice: Há como se mudar a cultura em curto prazo?

Faggion: Claro. Estando do lado de fora, nós temos a obrigação de fazer isso. Não só os corretores e seguradoras, mas quem está no mercado, como um todo, tem que se mobilizar para que isso aconteça. Quando falamos em padronização, já se pensa em todos os segurados tendo o mesmo tipo de apólice. Não é isso. Padronização diz respeito apenas ao processo. Agora, a identidade, a imagem da seguradora, cada uma tem a sua. Cada uma vai se destacar, sem problema nenhum, seja oferecendo um serviço, seja de qualquer outra forma que a companhia julgar interessante a ela e aos seus segurados. A idéia da padronização não é deixar todo mundo igual. A idéia é apenas simplificar os processos.

Apólice: A concentração de mercado não dificulta muito esse processo de padronização? Se uma empresa detém 40, 50% do mercado, isso não é interessante para ela.

Faggion: Com certeza. Mas essa é uma visão curta porque, ao se preservar tanto, você está fadado à extinção. Tudo o que preserva tende à extinção. Você não evolui. Vai contra a evolução natural das coisas. Nada que evoluiu até hoje foi porque teve reserva de mercado. Até na natureza. Só sobrevive quem encara os desafios.

Apólice: As empresas de pequeno e médio porte também resistem tanto à padronização?

Faggion: Elas não resistem, mas infelizmente precisam acompanhar a maré. Devido à concentração de mercado, elas acabam ficando sem força. Vai saber se elas, estando no mesmo lugar das grandes, não fariam o mesmo jogo. Mas, hoje, elas têm que seguir as ondas do mercado. E qual é o papel delas? Acho que é contribuir, batalhar junto. Esse é um processo de unir forças.


Data: 09.05.2012 - Fonte: Revista Apólice

Seguro também cobre festas de formatura e casamento não realizadas

Casamentos e formaturas são eventos sujeitos a falhas de organização, que podem provocar até a não realização da festa. Uma maneira dos contratantes (noivos e comissões de formatura, por exemplo) reduzirem perdas financeiras nesse tipo de situação é exigir da empresa organizadora (buffets, empresas de formatura, assessoras de casamento, entre outras) a contratação de uma apólice de seguro para eventos.


A Porto Seguro (www.portoseguro.com.br) conta com coberturas específicas para esses riscos no Porto Seguro Eventos, seguro de eventos da Companhia. A garantia abrange as mais variadas causas que podem resultar no cancelamento prévio ou repentino de um evento.


Segundo Edson Frizzarim, diretor de Ramos Elementares da Porto Seguro, “organizar um evento envolve responsabilidades diversas, tanto de seus idealizadores quanto de terceiros, como fornecedores de equipamentos, comestíveis, espaços, artistas ou atrações contratadas, entre outros”. Ele destaca a importância de que os organizadores contem com esse tipo de garantia, pois, “quando os compromissos firmados por uma ou mais partes envolvidas são descumpridos, geram transtornos para quem organiza e, principalmente, para o público do evento que deixou de ser realizado”.


O Porto Seguro Eventos pode ser contratado por Pessoas Físicas ou Jurídicas, prestadoras de serviços (organização, promoção ou exposição) nessas ocasiões. O produto possui abrangência em todo o território nacional e cobre eventos de diferentes categorias: formaturas, festas, eventos empresariais, técnicos, esportivos, promocionais, sociais, religiosos, shows, apresentações, convenções e congressos; realizados ao ar livre, em espaços semiabertos ou fechados; abertos ou não ao público.


Além da garantia básica, que assegura os prejuízos decorrentes de danos materiais ou corporais causados a terceiros ou aos próprios funcionários, o cliente pode incluir coberturas que abrangem da montagem à desmontagem de estrutura, despesas com honorários e outros custos relativos a processos pelos quais o segurado venha a ser responsabilizado civilmente, devido a ocorrências relacionadas ao evento, como por exemplo: fornecimento de alimentos e bebidas, guarda de veículos, entre outras.


A apólice conta ainda com cobertura de Acidentes Pessoais, que oferece indenizações em casos de morte acidental, invalidez permanente por acidente (total ou parcial) e despesas médico-hospitalares e odontológicas. O segurado pode contratar a cobertura com indenizações de R$ 5 mil a R$ 100 mil (por vida). Para a garantia de Despesas Médico-Hospitalares e Odontológicas (DMHO), o limite para contratação é de até 10% do capital do seguro, até o valor de R$ 10 mil.


A vigência do Porto Seguro Eventos inclui todo o período de duração do evento e, quando contratada, a cobertura de instalação, montagem e desmontagem, estende-se do primeiro ao último dia dessas operações (desde que contratadas antes do início das mesmas).


Mercado de Festas no Brasil


Um levantamento conjunto da Associação Brasileira de Festas (Abrafesta), do Instituto Data Popular e do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) estima que o mercado de Festas (de casamento, bailes de debutantes, bodas, formaturas, entre outras) no Brasil deve encerrar 2012 com faturamento de R$ 14 bilhões.


O resultado positivo é impulsionado, sobretudo, pelo aumento do número de casamentos realizados no País na primeira década dos anos 2000. Em 2001, foram contabilizados mais de 731 mil registros. Já em 2010, o total de matrimônios chegou a mais de 977 mil, uma evolução de 33% em dez anos.

Data: 09.05.2012 - Fonte: RAF Comunicação

Porto Seguro Eventos apresenta nova cobertura e palestra em Feira do setor

Inclusão da cobertura de Acidentes Pessoais no seguro para Eventos da Porto Seguro é destaque da Companhia na Eventos Business Show 2012, que também terá palestra com um consultor do produto.


Nos dias 23 e 24 de maio, a Porto Seguro (www.portoseguro.com.br) marca presença na 10ª edição da Evento Business Show (EBS), feira dedicada aos profissionais que atuam no mercado de Eventos e que será realizada no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo. Na ocasião, a companhia apresenta o Porto Seguro Eventos, seguro desenvolvido para atender às necessidades específicas do setor e que agora conta com uma nova cobertura para Acidentes Pessoais.


A garantia oferece indenizações em casos de morte acidental, invalidez permanente por acidente (total ou parcial) e despesas médico-hospitalares e odontológicas. A inclusão no seguro de Eventos atende à crescente demanda por esse tipo de cobertura. Na Porto Seguro, entre 2010 e 2011, o número de apólices de seguros de Acidentes Pessoais emitidas evoluiu 29,19%.


Outro objetivo é proporcionar mais segurança ao público e aos organizadores dos eventos cobertos, em um mercado que apresenta expressivas projeções de crescimento no Brasil. De acordo com dados da Ubrafe (União Brasileira dos Promotores de Feiras), o número de grandes feiras de negócios no País deve atingir crescimento recorde em 2012, com 201 eventos, ante 180 em 2011 (evolução de 11,6%).


O segurado pode contratar a nova cobertura de Acidentes Pessoais com indenizações de R$ 5 mil a R$ 100 mil (por vida). Para a garantia de Despesas Médico-Hospitalares e Odontológicas (DMHO), o limite para contratação é de até 10% do capital do seguro, até o valor de R$ 10 mil.


"Com a inclusão da cobertura para acidentes pessoais, queremos ampliar as garantias já oferecidas aos clientes e assegurar o devido respaldo em uma eventual necessidade, prezando sempre pela segurança de organizadores, funcionários e frequentadores dos eventos segurados", explica Edson Frizzarim, diretor de Ramos Elementares da Porto Seguro.


Palestra


Na EBS 2012, a Companhia também promove a palestra "A importância da contratação de seguro para Eventos", que será apresentada por Renato Cruz, consultor do Porto Seguro Eventos. A apresentação ocorre no dia 23 de maio e é direcionada a organizadores e promotores de eventos de todos os portes, que terão detalhes a respeito de coberturas, relevância e vantagens de se contar com esse tipo de proteção.


Serviço:


Porto Seguro Eventos na EBS 2012
Quando: 23 e 24 maio (quarta e quinta-feira)
Onde: Centro de Convenções Frei Caneca
Endereço: Rua Frei Caneca, 569 (5º Pavimento) - São Paulo (SP)
Horário: das 13h30 às 20h
Mais informações: www.feiraebs.com.br


Seguro para Eventos


A garantia básica do 'Porto Seguro Eventos' assegura os prejuízos decorrentes de danos materiais ou corporais causados a terceiros ou aos próprios funcionários do segurado, devido a riscos como cancelamentos ou acidentes. O cliente também pode incluir coberturas que abrangem da montagem à desmontagem de estrutura, até o não comparecimento de artista ou contratado - todas válidas para atrações de diferentes portes e tipos, realizadas em locais variados.


O Porto Seguro Eventos pode ser contratado por Pessoas Físicas ou Jurídicas, prestadoras de serviços (organização, promoção ou exposição) nessas ocasiões. O produto possui abrangência em todo o território nacional e cobre eventos de diferentes categorias (empresarial, técnico, esportivo, promocional, social, religioso, shows, apresentações, convenções, congressos, entre outros), realizados ao ar livre, em espaços semiabertos ou fechados; abertos ou não ao público.


A apólice também cobre despesas com honorários e outros custos relativos a processos pelos quais o segurado venha a ser responsabilizado civilmente, devido a ocorrências relacionadas ao evento. O produto se destaca ainda, pela agilidade e facilidade na contratação. A vigência inclui todo o período de duração do evento e, quando contratadas as coberturas de instalação, montagem e desmontagem, estende-se do primeiro ao último dia dessas operações (desde que contratadas antes do início das mesmas).


Sobre a EBS 2012


A Feira do Profissional de Eventos (EBS) reúne responsáveis pela organização de destinos, espaços e fornecedores para eventos nacionais e internacionais, sejam de pequeno, médio ou grande porte. Para a edição deste ano, a expectativa é atrair mais de quatro mil profissionais, entre gestores e especialistas nas áreas de Eventos, Marketing, Recursos Humanos, Treinamento e Compras.


A EBS se destaca por apresentar diversas novidades voltadas ao setor de eventos, com opções variadas de expositores, produtos e serviços. Nas palestras, são oferecidas amplas informações a respeito das oportunidades, tendências e novidades de mercado, apresentadas por profissionais especialistas no segmento.

Data: 09.05.2012 - Fonte: Raf Comunicação

terça-feira, 8 de maio de 2012

HDI e Express Glass oferecem reparos gratuitos em para-brisas

A HDI promove, amanhã (9) e quinta-feira (10), das 9 às 12 horas e das 13 às 17 horas, o Dia do Reparo Gratuito em Belo Horizonte. Quem comparecer a unidade de BH (Rua São Paulo, 1531 – Centro) terá direito ao reparo gratuito do para-brisa de seu veículo, independentemente de ser um segurado da HDI.

O reparo — que obedece às especificações técnicas e às normas internacionais de segurança automotiva — será feito em cerca de 20 minutos e manterá a originalidade da instalação do para-brisa, evitando a troca. Ao todo, serão feitos 60 atendimentos.

De acordo com Angelo Vargas Garcia, diretor regional da HDI Seguros em Minas Gerias e região Centro-Oeste, o Dia do Reparo Gratuito é resultado da parceria entre a HDI Seguros e a Express Glass (empresa especializada na troca e reparo de vidros automotivos). “No ano passado, a ação foi desenvolvida em Porto Alegre e seu sucesso entre os segurados motivou a realização aqui em Minas, desta vez”, afirma Garcia.

Data: 08.05.2012 - Fonte: Revista Apólice

VW Gol é o mais roubado do Brasil. Lista traz carros curiosos

Chevrolet Monza e VW Fusca já não estão mais entre nós, mas aparecem na lista dos 10 mais roubados até hoje!


Quem tem um Gol ou um Uno sofre na hora de contratar ou renovar o seguro. Os carros populares são os mais vendidos e também os mais roubados do Brasil - o que joga o valor do seguro para as alturas. A mais recente lista da CNseg - Confederação Nacional das Empresas de Seguros - aponta novamente que o VW e o Fiat são os carros preferidos pela bandidagem.


Na lista chamam a atenção outros carros bem roubados e que já não estão mais entre nós há algum tempo - pelo menos 0km. Na sétima posição dos mais afanados está o Monza, seguido do VW Fusca. Em 12º aparece o Chevette e em 20º o Kadett. A lista traz outros carros curiosos, como a VW Kombi em 14º lugar e o Mercedes-Benz Classe L como o 27º carro mais roubado do Brasil.


O VW Gol é muito roubado porque tem muitas unidades na rua - é o líder de vendas há décadas. É a lógica. E qual seria o carro proporcionalmente mais roubado? Nós te respondemos.


Veja a lista completa:



Data: 08.05.2012 - Fonte: UOL

Cursos técnicos e campanha com foco em automóveis

A Escola Nacional de Seguros está com matrículas abertas para os cursos Vistoria Prévia de Automóveis e Vistoriador de Sinistro de Automóveis, ambos oferecidos em São Paulo. Enquanto o primeiro capacita o profissional para atuar na vistoria prévia, fundamental na subscrição do seguro, o outro qualifica para a vistoria do sinistro, necessária para a posterior regulação e liquidação.


Vistoria Prévia de Automóveis terá duração aproximada de três semanas e incluirá as disciplinas Introdução e Objetivo, Inspeção de Avarias, Identificação Visual de Veículos - Nacionais e Importados e Localização do VIN. O início das aulas está marcado para 21 de maio e o investimento é de R$ 540,00.


Vistoriador de Sinistro de Automóveis compreende as disciplinas Conceitos Básicos de Seguros, Noções de Seguro de Automóveis, Identificação Visual de Veículos Nacionais e Importados, Vistoria de Sinistro de Automóveis e Processo de Vistoria de Sinistro: Investimentos, Relatórios e Encerramento. A duração é de cerca de um mês e as aulas começarão no dia 21 de maio. O investimento é de R$ 790,00.


As inscrições podem ser feitas na secretaria da Unidade Regional São Paulo, na Rua São Vicente, 181, Bela Vista. Outras informações podem ser obtidas no www.funenseg.org.br, pelo telefone (11) 5212-2100 ou e-mail secretariasp@funenseg.org.br.


Grupo BB Mapfre lança campanha de conscientização para motoristas


A nova campanha do Seguro Auto Mapfre, do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre, também é focada no segmento e tem o intuito de alertar sobre os riscos de dirigir e enviar mensagens de texto ao mesmo tempo. A ação multiplataforma, elaborada pela QG Propaganda, traz à tona um perigo muitas vezes esquecido nas campanhas de segurança no trânsito, já que a maioria delas é voltada para os efeitos do álcool na direção.


O filme mostra um celular atingindo o rosto de uma mulher, que se deforma com o impacto enquanto os estilhaços do visor do aparelho se espalham, num paralelo com o que seria o choque do rosto de um motorista com o vidro dianteiro de um carro. “Conscientizar sobre as consequências causadas pela falta de atenção ao volante foi o caminho escolhido para colaborar com a segurança de motoristas e pedestres. Colocamos em prática a filosofia da empresa, que é gente cuidando de gente”, afirma o diretor geral de Marketing do Grupo BB e Mapfre, Benedito Luiz Alves da Silva.


Segundo uma pesquisa divulgada pelo National Highway Traffic Safety Administration (NHTSA - departamento do governo americano que trata da segurança no trânsito), dirigir usando celular é mais perigoso do que o consumo de bebidas alcoólicas, aumentando em 23 vezes a probabilidade de ocorrência de acidentes.


A campanha traz, ainda, como destaque uma ação que será realizada em estacionamentos conveniados da seguradora. Uma tag com as imagens dos anúncios e a mensagem “Não mande SMS enquanto dirige” será colocada por manobristas no retrovisor dos veículos. A estratégia conta também com a fanpage facebook.com/MAPFREbr, que será o portal oficial do movimento e terá a missão de mobilizar o maior número de pessoas.

Data: 08.05.2012 - Fonte: Escola Nacional de Seguros

Saiba quais cuidados devem ser tomados ao contratar um seguro

É direito da empresa levar em conta o perfil do segurado para definir preço.


Acerto de benefícios por e-mail serve de garantia para o segurado.


As apólices de seguro deveriam cobrir o prejuízo em casos de roubo, acidente, invalidez, mas isso nem sempre acontece. O carro da promotora de vendas Dinah dos Santos foi furtado e ela não conseguiu recuperar o prejuízo.

Para pagar a indenização, a seguradora exige o que é praticamente impossível. "Eles querem que transfira o carro para o nome da empresa. Só que não tem como fazer isso, porque não foi encontrado o carro e o Detran precisa que seja feita a vistoria", explica. O caso está na justiça.

É direito da empresa levar em conta o perfil do segurado. Idade, a cidade onde mora, se já bateu o carro ou não. Tudo isso influencia no preço do seguro. O que não pode ser feito é negar o benefício em caso de atraso da prestação. "O benefício pode não ser integral, mas é proporcional, tendo em vista o seu número de contribuições", diz Têmis Limberger, promotora.


O empresário Tiago Resende vai receber o que tem direito porque processou a seguradora. O corretor avaliou o carro acima do preço de mercado. "Infelizmente ele não soube responder o motivo dos 10 mil de diferença no valor do carro", declara. Quando ele sofreu um acidente, a empresa não quis pagar o que estava na apólice.


A escolha do corretor é o primeiro cuidado que o segurado deve ter. É ele que faz a intermediação entre o consumidor e a empresa seguradora. Por isso é importante conhecer bem o profissional, de preferência que seja indicado por alguém. Não esqueça também de guardar tudo o que foi negociado com ele.

Desconto na renovação, serviços como carro reserva, chaveiro, encanador. Acertar estes benefícios também por e-mail é uma garantia a mais. "A seguradora acredita que todas as negativas que ela dá, apenas 10 a 15% dos consumidores, dos segurados vão ir atrás de uma indenização judicialmente, então eles contam com essa margem de lucro para eles", declara Leonardo Maldonado Rodrigues, advogado.

A promotora de vendas Josiane Kesseler foi atrás dos direitos da mãe, que não recebeu o seguro por invalidez. A empresa alegou que ela já estava incapacitada, antes de fazer o seguro, mas não fez a perícia para comprovar a doença. Isso é obrigação da seguradora. . “Eles acabam iludindo a gente com uma coisa que não é realmente o que eles tão falando", diz.

Em caso de problemas com a sua apólice, a Federação Nacional de Seguros orienta o consumidor a entrar em contato com a ouvidoria da corretora.



Data: 08.05.2012 - Fonte: G1

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Como os cinquentões devem se preparar para a aposentadoria

Linda Stern | Reuters, de Washington

Não raro, quando as pessoas falam que alguém está passando por uma fase, elas se referem a uma criança de poucos anos ou a um adolescente. Mas há outra idade em que as pessoas passam por um importante período de transição, também marcado por ansiedade e revolta: essa fase pode ser chamada de pré-aposentadoria.
Ela começa quando os trabalhadores alcançam o fim da casa dos 50 anos, embora lhes seja dito que eles precisam trabalhar por pelo menos mais uma década para maximizar sua aposentadoria. É o período que a Prudential Financial chama de a zona vermelha e outra companhia de seguros, a Allianz Life Insurance Company, classifica de fase de transição.
As duas companhias tratam do período da pré-aposentadoria no contexto da venda de anuidades - produtos que oferecem benefícios fiscais e renda vitalícia em troca de grandes somas de dinheiro. Mas comprar um seguro ou algum outro produto financeiro é a parte fácil do planejamento de aposentadoria. O trabalho duro deve acontecer antes.
Eis alguns procedimentos para que a fase da pré-aposentadoria seja superada com o mínimo de tensão e nervosismo:
- Seja específico no planejamento de sua vida - Essa pode ser a parte mais difícil do exercício; o resto são apenas números. Quais são as atividades que realmente importam para você? Para onde você quer - ou necessita - viajar? Que tipo de estilo de vida você acha que terá? Há maneiras de ajudar nisso. Uma variedade de livros e sites da internet alega poder ajudar com o planejamento de estilo de vida. A companhia de fundos mútuos T. Rowe Price tem um novo exercício interativo on-line chamado Ready 2 Retire (Pronto para a Aposentadoria) que guia trabalhadores mais idosos em algumas dessas dúvidas. Faz sentido conseguir uma pessoa boa com números ou um contador que entenda disso para ajudá-lo a perceber qual é a estratégia mais adequada para o seu caso. Consulte pelo menos uma companhia especializada em aconselhamento financeiro.
- Faça um inventário de todos os seus ativos - Contas de aposentadoria, poupança, planos de aposentadoria da empresa, o valor de sua residência, entre outros. Tome como parâmetro o tempo que há de hoje até a aposentadoria de fato para decidir, por conta própria ou com a ajuda de um especialista, quais desses ativos vão bancar a aposentadoria antecipada e quais vão custear sua aposentadoria mais tardia - e quanto eles permitirão que você gaste.
- Estude também os impostos - Informe-se sobre as características de impostos dessas várias cestas de dinheiro. Quais delas provocarão eventos passíveis de recolhimento de impostos quando você sacar dinheiro? Seu estado e município oferecem isenções fiscais sobre propriedades ou renda para aposentados? Quanto você pode economizar com impostos se mudar a aposentadoria? Os impostos são apenas um item do orçamento familiar, mas os aposentados têm muitas opções para administrar seus gastos tributários.
- Organize suas dívidas - Pode parecer bom se aposentar com dívidas, especialmente quando se trata de algo como uma hipoteca de juros muito baixos. Mas esse não é o caso se você precisa sacar dinheiro de impostos diferidos para fazer pagamentos de empréstimos com juros altos. Além do mais, uma vez que você se aposenta, pode ser mais difícil obter uma linha crédito imobiliário residencial. Portanto, prepare-se para pagar os empréstimos que você não quer manter e defina os que você quer manter.
- Pense em conseguir ajuda - A decisão mais cara e perigosa que você pode tomar a essa altura é escolher o consultor financeiro errado e entregar todo o seu dinheiro para ele. Não se apresse em consolidar todo o seu dinheiro em apenas uma pessoa, mesmo que eventualmente você caminhe nessa direção. Descubra em quais aspectos do planejamento financeiro de aposentadoria você precisa ou não de ajuda. Informe-se sobre os diferentes tipos de consultores financeiros e no que eles são especializados. Converse com vários antes de escolher seu preferido.
- Pesquise os serviços de aposentadoria - Grandes corretoras de descontos e companhias de fundos mútuos poderão fazer muita coisa em troca de pouco dinheiro em termos de organização e retiradas automáticas de aposentadoria para você. Organizações sem fins lucrativos locais e governos oferecem muitos serviços e atividades para aposentados gratuitamente ou a custos reduzidos.
- Prepare-se para sua próxima ocupação - Você quer parar com tudo, trabalhar a toda um dia e aposentar-se totalmente no outro? Em caso negativo, use os seus últimos três ou quatro anos antes da aposentadoria para se preparar para a próxima fase. Faça cursos, estabeleça um negócio paralelo ou comece a preparar o terreno para a Fase II, de modo que, quando a aposentadoria vier, você esteja pronto. Também ajuda gastar dinheiro enquanto você ainda está ganhando. Equipe sua marcenaria ou estúdio de artes antes de você parar de trabalhar; assim será mais fácil arcar com as despesas.
- Comece a fazer experiência com o estilo de vida - Se você pretende mudar dramaticamente de vida na aposentadoria, use suas férias entre o momento presente e a chegada da aposentadoria para viver um pouco. Viaje para lugares onde você pretende passar algum tempo quando se aposentar. Envolva-se em atividades de fim de semana como aquelas que você acha que estará fazendo quando parar de trabalhar. Você poderá até mesmo mudar de ideia a respeito da aposentadoria, mas terá se divertido ao longo do caminho. (Tradução Mario Zamarian)


Fonte: Valor Econômico | Finanças | BR

Bradesco Seguros lança aplicativo para IPAD

O Grupo Bradesco Seguros lança ferramenta que unifica as informações das empresas que compõem o grupo - Bradesco Auto/RE, Bradesco Capitalização, Bradesco Saúde e Bradesco Vida e Previdência - em apenas um ambiente. Por meio do aplicativo, gratuito para iPad, o cliente poderá verificar suas movimentações e adquirir produtos.
"Trabalhamos para oferecer aos clientes todas as informações em um só lugar. Para isso criamos um aplicativo que unifica a visão do segurado e facilita o seu dia a dia", explica o diretor de Tecnologia da Informação e Soluções Digitais do grupo, Enrique Adan.


Fonte: Jornal do Commercio RJ | Empresas | RJ

Dilma sanciona lei da previdência do funcionalismo

A presidente Dilma Rousseff sancionou com três vetos a lei que institui as Fundações de Previdência Complementar do Servidor Público (Funpresp). O novo regime é uma tentativa para reduzir o deficit da Previdência do funcionalismo federal, em torno de R$ 60 bilhões por ano.
O Ministério da Previdência calcula que as fundações poderão contabilizar R$ 160 bilhões nos próximos 25 anos, valor semelhante ao registrado pela Previ, fundo dos funcionários do Banco do Brasil.
"Considero um passo importante para reforma da Previdência e para tranquilidade daqueles que viam a sangria dos recursos da Previdência", disse o ministro da Previdência, Garibaldi Alves.
A lei modifica o regime de contribuição somente para futuros servidores federais, que forem nomeados após a aprovação da criação dos fundos pela Previc, órgão que regula o setor de fundos de pensão no Brasil. O Funpresp não atingirá servidores antigos.
Os servidores só terão aposentadoria garantida até o teto de R$ 3.916,20 mensais aplicado hoje pelo INSS, que atende os trabalhadores da iniciativa privada. Para receber mais, eles terão de contribuir para as fundações. O governo também contribuirá para os fundos, empatando o índice aplicado pelo funcionário até o limite de 8,5%.
Segundo o Ministério da Previdência, o governo planeja um aporte inicial de R$ 100 milhões para as três fundações: R$ 50 milhões para a entidade do servidores do Executivo, R$ 25 milhões para o Legislativo e os outros R$ 25 milhões para o Judiciário.
Dilma vetou três pontos do texto aprovado: dois tratam da composição e do mandato da diretoria-executiva dos fundos, que deverão ser definidos no estatuto de cada entidade. O terceiro veto trata do Funpresp do Judiciário. O governo extinguiu a necessidade de aprovação do Conselho Nacional de Justiça para a aprovação do estatuto e de adesão de patrocinadores.


Fonte: Folha de S. Paulo | Poder | BR

Pesquisa indica: consumidor brasileiro pretende gastar mais

Os consumidores brasileiros estão com mais vontade de ir às compras. É o que aponta o Índice Nacional de Confiança do Consumidor (INEC) de abril, divulgado nesta sexta-feira pela Confederação Nacional da Indústria (CNI)
O indicador de compras de bens de maior valor subiu 1,5% em abril, na comparação com março. Em abril, o INEC ficou em 113 pontos, ante 113,2 pontos em março e 112 pontos em abril do ano passado.
A pesquisa foi feita entre os dias 12 e 16.04, pouco depois do primeiro ciclo de anúncio de redução das taxas de juros pelas instituições financeiras.

Por outro lado, o endividamento do brasileiro aumentou. Segundo a entidade, houve queda de 1,7% nesse indicador, uma piora no endividamento, na comparação com o mês anterior, com aumento de 0,7% na comparação com abril de 2011.
Fonte: CNI

Governo federal lança Plano Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho

Os ministérios do Trabalho e Emprego, Previdência Social e Saúde lançam, nesta sexta-feira, em Brasília, o Plano Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho. O projeto faz parte da programação do Dia Mundial de Segurança e Saúde no Trabalho, celebrado em 28,04.
Composto por oito objetivos, o plano é dividido em tarefas de curto, médio e longo prazo e outras de caráter permanente. Entre as metas, constam a harmonização das legislações trabalhista, sanitária e previdenciária sobre a saúde e segurança do trabalho; a integração das ações governamentais para o setor; adoção de medidas especiais para atividades com alto risco de doença e acidentes e a criação de uma agenda integrada de estudos em saúde e segurança do trabalho.
Os três ministérios irão compartilhar informações para fomentar as práticas pertinentes à área. De acordo com o Ministério do Trabalho, o Plano Nacional visa padronizar os critérios que caracterizam os riscos e agravos relacionados aos processos trabalhistas e construir um banco de dados relativo aos indicadores de gestão.
Outro item é a educação continuada, com a inclusão de conhecimentos básicos em prevenção de acidentes e SST no currículo do ensino fundamental e médio da rede pública e privada, bem como a revisão de referências curriculares para a formação de profissionais em saúde e segurança no trabalho, de nível técnico, superior e pós-graduação.
A elaboração do plano ficou a cargo de uma comissão com representantes do governo, órgãos de trabalhadores e de empregadores.

Fonte: Ministério do Trabalho

Concurso premia empresas com projetos ambientais

A oitava edição do Prêmio Brasil Ambiental já está com inscrições abertas. O objetivo do concurso é reconhecer as melhores práticas ambientais desenvolvidas por empresas que atuam no país.
A iniciativa vai premiar projetos já concluídos ou em fase final de implantação em seis categorias: responsabilidade socioambiental, preservação e manejo de ecossistemas, inovação ambiental, uso racional de recursos hídricos, inventário de emissões e resíduos sólidos.
Organizado pela Câmara de Comércio Americana do Rio de Janeiro, o tema central do prêmio de 2012 é “resíduos sólidos”. As inscrições devem ser feitas no site www.premiobrasilambiental.com até 06.07. Os projetos vencedores serão anunciados no início de agosto.
Segundo dados do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), o Brasil movimenta cerca de US$ 2 milhões por ano com reciclagem, o que impede a emissão de 10 milhões de toneladas de gases na atmosfera.
 
 
Fonte: Agência Brasil

Lei da transparência vai preservar estatais

O decreto que será baixado pela presidente Dilma Rousseff, nos próximos dias, com o objetivo de regulamentar a Lei de Acesso à Informação (LAI), vai preservar as empresas públicas e de economia mista da divulgação de informações que possam comprometer a atuação no mercado ou dar vantagens a competidores.
Para estabelecer os limites no acesso às informações dessas estatais, o governo vai se basear no princípio constitucional que garante que as informações relacionadas com a atuação competitiva entre as empresas sejam preservadas, explicou a diretora de Prevenção à Corrupção da Controladoria Geral da União (CGU), Vânia Vieira. "A Lei de Acesso à Informação não revogou os outros sigilos, como o fiscal e o bancário", argumentou Vânia, uma das responsáveis pela implementação da lei no Executivo federal. "Vamos analisar cada caso concreto", observou.
As empresas de economia mista e as empresas públicas também se subordinam ao regime da Lei de Acesso à Informação, que não estabeleceu que tipo de informação elas estão obrigadas a prestar. Os dirigentes dessas estatais já fizeram chegar ao Palácio do Planalto suas preocupações com a divulgação de informações que possam revelar planos ou estratégias de suas empresas e, assim, beneficiar os seus competidores.
O fornecimento de informações, solicitadas por um cidadão, sobre uma simples viagem de negócios feita por um alto executivo de uma estatal poderá ajudar outra empresa a entender a estratégia que está sendo adotada, observou fonte do governo. A ideia é submeter todos os pedidos feitos sobre as empresas de economia mista e públicas, que incluem bancos, à análise do Departamento de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (DEST), órgão do Ministério do Planejamento.
O governo admite, no entanto, que pode ocorrer a judicialização de alguns casos. O cidadão, que solicitou informações sobre uma empresa de economia mista que lhe foram negadas poderá ingressar com ação na Justiça questionando a decisão.
A LAI entrará em vigor dia 16 de maio e poderá provocar uma grande transformação na administração pública, acabando com a cultura do sigilo que sempre predominou no Brasil. O sigilo passará a ser a exceção. Qualquer cidadão poderá pedir informações, sem apresentar qualquer motivo, sobre dados, documentos, atividades exercidas por órgãos públicos, inclusive aquelas relativas à sua política, organização e serviços, e dados sobre a aplicações de recursos públicos. Os documentos estão sendo classificados para definir aqueles que serão considerados ultrassecretos, secretos e reservados - categorias previstas na Lei de Acesso à Informação.
O Brasil chega a essa lei com atraso, pois ela já existe em cerca de 90 países. Apenas na América Latina são 19 países. A lei de acesso à informação do México está completando dez anos e foi utilizada como principal referência para a brasileira. Há, no entanto, uma diferença importante. Lá, foi criado um instituto independente que supervisiona a execução da lei. No Brasil, é a CGU que terá essa atribuição.
Cada órgão público terá que criar um Serviço de Informações ao Cidadão (SIC). A CGU já treinou mais de 300 servidores para responder às solicitações feitas pelas pessoas. Cada ministério terá também uma página na internet, com um conjunto mínimo de informações que serão prestadas aos cidadãos. O servidor que se recusar a prestar a informação solicitada ou fornecê-la de forma incorreta poderá ser punido com advertência, suspensão e até mesmo com demissão.
No Brasil, a lei vem sendo apresentada como um novo e importante instrumento na luta da sociedade contra a corrupção. Mas a experiência do México mostrou um dado importante. Lá, as pessoas que mais solicitam informações aos órgãos públicos são os empresários. "A informação faz parte do processo de tomada de decisões estratégicas por parte dos empresários, por isso quanto mais eles tiverem dados disponíveis sobre os seus negócios, melhor para eles", explicou Enid Rocha, coordenadora do Comitê de Implementação da lei no âmbito do Ministério do Planejamento.
Os empresários poderão, portanto, solicitar dados sobre contratos, execução de projetos, editais, concessões, entre outras informações que deverão ser prestadas pelo governo de forma rápida, objetiva e clara. Na verdade, boa parte dessas informações hoje já são públicas, mas são difíceis de serem encontradas nos sites do governo na internet. Vânia Vieira, da CGU, acredita que a lei de acesso à informação será de fundamental importância para a melhoria da gestão tanto na administração pública, quanto na iniciativa privada.
Algumas questões relacionadas com a implementação da LAI ainda estão nebulosas. O decreto da presidente Dilma somente se aplicará ao Executivo federal. Cada um dos poderes e entes federados, no entanto, deverá adotar regulamentos próprios que detalhem e assegurem a aplicação da lei. Fontes do governo garantem que a presidente Dilma determinará que os órgãos do governo federal divulguem, em suas páginas na internet, os salários de todos os seus servidores.
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Carlos Ayres Brito, portanto, terá de baixar um regulamento determinando que o mesmo seja feito no âmbito do Judiciário, assim como os presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), e do Senado, José Sarney (PMDB-AP). Recentemente, servidores do Legislativo ingressaram na Justiça contra um órgão de comunicação que divulgou a lista de servidores que ganham mais do que o teto salarial do servidor público. Pela lei de acesso à informação, o cidadão tem direito a esse tipo de informação.



FONTE: VALOR ECONÔMICO

Grupo BB Mapfre conscientiza motorista sobre risco de enviar SMS ao dirigir

O seguro Mapfre Auto, do Grupo BB Mapfre, lança campanha de conscientização com o intuito de alertar sobre os riscos de dirigir e enviar mensagens de texto ao mesmo tempo. A ação multiplataforma, elaborada pela QG Propaganda, tem como objetivo causar impacto e trazer à tona um perigo muitas vezes esquecido nas campanhas de segurança no trânsito, já que a maioria é voltada para os efeitos do álcool na direção.


Com versões de 30” e 45”, o filme mostra um celular atingindo o rosto de uma mulher, que se deforma com o impacto enquanto os estilhaços do visor do aparelho se espalham, em um paralelo com o que seria o choque do rosto de um motorista com o vidro dianteiro de um carro. As cenas foram gravadas com uma câmera especial, que roda 2.500 quadros por segundo (contra 30 quadros por segundo das convencionais), trazendo mais realismo à peça. O ritmo em câmera lenta ao som da trilha gravada e composta pela cellista Adriana Holtz, da Osesp, conferem maior dramaticidade ao filme.

A produção será veiculada na TV aberta e paga, na internet e nos cinemas das redes Kinoplex e Cinemark. O conceito da campanha também norteia os anúncios de mídia impressa em quatro execuções que circularão em publicações como a revista Veja SP edição Luxo, os jornais Metro e Destak e em versão para iPad da revistas 4 Rodas.

“Conscientizar sobre as consequências causadas pela falta de atenção ao volante foi o caminho escolhido para colaborar com a segurança de motoristas e pedestres. Colocamos em prática a filosofia da empresa, que é gente cuidando de gente”, afirma Benedito Luiz Alves da Silva, diretor geral de Marketing do Grupo BB Mapfre.

“Abordar o tema explicitamente é a melhor forma de alertar as pessoas sobre um problema que vem se repetindo diariamente no país. Digitar no celular é algo automático, por isso muita gente não percebe os perigos da utilização do telefone enquanto dirige”, completa Marcello Droopy, diretor de criação da QG.”

Segundo uma pesquisa divulgada pelo National Highway Traffic Safety Administration (NHTSA, departamento do governo americano que trata da segurança no trânsito), dirigir usando celular é mais perigoso do que o consumo de bebidas alcoólicas, aumentando em 23 vezes a probabilidade de ocorrência de acidentes, além de ser infração média, que ocasiona multa de R$ 85 e mais quatro pontos na carteira de habilitação.

A campanha traz como destaque uma ação inovadora que será realizada em estacionamentos conveniados da seguradora. Uma tag com as imagens dos anúncios e a mensagem “Não mande SMS enquanto dirige”, além de um QR Code do filme da campanha, será colocada por manobristas no retrovisor dos veículos. A estratégia conta também com mídia out of home, como pôsteres que trazem informações sobre o perigo do uso do celular ao volante que serão utilizados nos Centros Automotivos, e a fan page facebook.com/Mapfrebr, que se transformará no portal oficial do movimento e terá a missão de mobilizar o maior número de pessoas (iniciativa criada pela agência R18 em parceria com a QG).

Data: 02.05.2012 - Fonte: Revista Apólice

Seguradoras são obrigadas a refazer serviço de oficinas credenciadas

Se o conserto do veículo não ficar bom, consumidor deve reunir provas.


Diretor do Procon de Rio Claro disse que segurado pode ser ressarcido.

Muitas corretoras de seguros de carros oferecem aos clientes opções de oficinas credenciadas. O consumidor pode até ganhar desconto na franquia se consertar o veículo nesses locais. Só que, se o carro não ficar bom, o segurado pode exigir que o serviço seja refeito.

A publicitária Caroline Alves foi vítima de um acidente de carro que deixou a traseira do veículo amassada. Ela foi até a funilaria indicada pela seguradora e, quando o carro ficou pronto, ela percebeu que as novas peças foram trocadas por outras, já usadas.

"Quando eu fui ver, uma das peças estava toda 'machucada' eu pensei, 'o que é isso?'. Colocaram uma peça velha no meu carro", lamentou a publicitária.

O diretor da Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) de Rio Claro (SP), Sérgio Santoro, explicou que isso também vale para quem foi vítima, ou seja, quem teve o carro consertado pelo seguro de quem provocou o acidente. Para provar que o serviço não foi bem feito, é preciso procurar outras oficinas.

"É preciso três orçamentos, que a gente trata de laudos, fotos, principalmente, que comprovam que o serviço não ficou bom, que tem falhas e defeitos. E ele tem o direito de ser ressarcido e também de entrar com uma ação judicial de danos materiais neste caso", explicou o representante do Procon.

O Sindicato dos Corretores de Seguros (Sincor) informou ainda que devem ser usadas peças novas e o consumidor que se sentir insatisfeito com o serviço deve entrar em contato com a seguradora e pedir a análise de um perito.

Data: 02.05.2012 - Fonte: G1

Você sabe o que é o seguro residencial e quais são seus benefícios?

Encerrou essa semana mais uma enquete do portal SindsegSC


Encerrou nesta segunda-feira, dia 30 de abril, a enquete do portal SindsegSC sobre seguro residencial. A pergunta feita aos internautas foi “Você sabe o que é o seguro residencial e quais são seus benefícios?”. O resultado final para a pergunta foi de 64.29% Sim e 35.71% Não.


Abaixo, uma explicação sobre este importante seguro.


“O seguro residencial é um produto com coberturas multirriscos, isto é, oferece um conjunto de seguros conjugados ou agrupados numa única apólice. Este tipo de seguro é destinado a residências individuais, como casas e/ou apartamentos utilizados como moradia habitual ou de veraneio. Todo seguro residencial possui uma garantia básica (cobertura), que cobre os prejuízos provocados por incêndio, queda de raio e explosão. A partir da garantia básica, existem outras adicionais que também podem ser contratadas, visando a complementar o seguro e proteger o imóvel contra outros riscos. Dentre estas, temos: roubo, desmoronamento, impacto de veículos, queda de aeronaves, vendaval, furacão, ciclone, chuva de granizo, danos elétricos, etc. Além dessas garantias (coberturas) adicionais, também há uma enorme variedade de serviços que podem ser concedidos ou contratados, dependendo da seguradora. Você pode contratar, também, ressarcimento de prejuízos causados a outras pessoas involuntariamente, por você e por quem morar ou trabalhar na sua casa. Isso inclui danos que animais de estimação podem provocar, como aquele cãozinho que você acha maravilhoso, mas que tem a ideia fixa de um dia pegar o carteiro. Esta cobertura, por exemplo, faz parte do seguro de responsabilidade civil e pode ser contratada na apólice multirriscos. A propriedade segurada está sujeita a diversos riscos e para cada um existe uma cobertura (garantia) específica, como pagamento do aluguel, para o proprietário ou para o inquilino, no caso de incêndio. As opções oferecidas pelas seguradoras são muitas. Entre elas, a associação do seguro residencial ao de vida e ao de acidentes pessoais. Este último se destina à prevenção de acidentes domésticos sofridos por quem estiver na sua casa.” (portal www.tudosobreseguros.org.br)


Para o Sr. Jean Carlo de Borba, coordenador da comissão de Ramos Diversos do SindsegSC, responsável pela enquete, é de extrema importância que o resultado da enquete tenha sido positivo, mostrando que a sociedade conhece um seguro tão essencial quanto o residencial. “O seguro residencial ainda possui mitos que precisam ser apagados. Muitas pessoas acreditam que ele é caro, porém o benefício que ele propõe e gera acaba sendo muito maior do que o investimento" comenta o coordenador.


As enquetes do portal SindsegSC são uma importante maneira do sindicato aproximar a sua relação com a sociedade, descobrindo as dúvidas de quem acessa o portal. Participe das enquetes e ajude o SindsegSC à trabalhar cada vez mais na disseminação da cultura do seguro em Santa Catarina!

Data: 02.05.2012 - Fonte: SindsegSC