A corrida para excelência não tem linha de chegada.
David Rye

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Vendas tendem a crescer 15%

PREVIDÊNCIA E VIDA - Ritmo de expansão em 2011 será determinado pela adesão da nova classe média e das pequenas e médias empresas aos produtos do setor, além do microsseguro


O presidente da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi), Marco Antonio Rossi, crê na continuidade do crescimento das vendas de planos de aposentadoria e de seguros de pessoas em 2011, embora em ritmo mais lento do que o contabilizado no exercício passado, quando a receita superior a R$ 61 bilhões subiu perto de 20% sobre 2009. Para o ano em curso, ele projeta faturamento 15% acima do registrado em 2010. Se a estimativa se realizar, as empresas do segmento chegarão a 31 de dezembro movimentando algo perto de R$ 71 bilhões.


Marco Antonio Rossi, que também preside a Bradesco Seguros e Previdência, avalia que três fatores vão influir decisivamente no desempenho projetado. Ele cita a crescente adesão da nova classe média a planos de previdência ou seguros de vida, as vendas para pequenas e médias empresas e o avanço do microsseguro.


Para ele, a demanda existente entre as pequenas e médias empresas é equivalente à proporcionada pela adesão da nova classe média.


"As pequenas e médias empresas, que já compram seguro de vida, estão fortalecidas e são capazes agora de incorporar o benefício da previdência complementar aos empregados como mecanismo de retenção. Nos próximos anos, nós teremos avanço gradual, mas consistente", estima o executivo.


Outra aposta do setor está relacionada ao desenvolvimento de novos produtos, como observado nos debates do 4º Encontro Nacional da Fenaprevi, recém-encerrado em Salvador, Bahia. Para Marco Antonio Rossi, é animador o potencial de duas novas modalidades de planos de previdência (VGBL Saúde e VGBL Educação), cuja criação está em estudo no governo. No caso do VGBL Saúde, a ideia é oferecer um produto que acopla coberturas de saúde e de previdência ao mesmo tempo, baseado em modelos existentes no mercado norteamericano.


NOVOS PRODUTOS. Esse tipo de plano já conta com o aval da Superintendência de Seguros Privados (Susep) e agora a Fenaprevi, ao lado Federação Nacional de Saúde Suplementar (Fenasaúde), busca o apoio da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). "Estou otimista quanto à possibilidade da regulamentação sair ainda este ano", aposta Rossi.


Além disso, a Fenaprevi formou grupo de trabalho para apresentar sugestões visando ao desenvolvimento de produtos da linha universal life, que englobam coberturas de riscos e de acumulação de reservas.


Na opinião do presidente da entidade, o produto será fundamental para o mercado alcançar uma nova faixa de consumidores.


Os dados da Fenaprevi mostram que o crescimento da economia e do poder de compra da população também se reflete no setor. Prova disso é que, em 2010, os planos de previdência privada individuais cresceram 27,3%, para R$ 39,1 bilhões. Já os planos empresariais tiveram alta de 16,4%, atingindo R$ 5,4 bilhões.

Fonte: Jornal do Commercio

Saúde PME da Allianz Seguros cresce 16% em faturamento

O produto Saúde PME da Allianz Seguros cresceu cerca de 16% em faturamento, em 2010. De acordo com a companhia, o resultado se deve à aceitação da Allianz Saúde, em decorrência da  estratégia focada em pequenas e médias empresas, com até 99 vidas.


“O resultado positivo é fruto de um trabalho baseado em uma pesquisa comparativa de mercado que realizamos com os corretores para chegar ao produto final com alto valor agregado. Entre os diferenciais de destaque estão foco em gestão médica e elevado nível de serviço. Além disso, tomamos o cuidado de criar um produto que facilitasse a vida de corretores e segurados”, explica o diretor da Allianz Saúde, Mauricio Lopes.


Cotação online


A Allianz  criou um sistema de cotação via internet e apostou em uma remodelagem dos materiais impressos que permitem ao corretor calcular os preços na ponta, ou seja, junto ao cliente. “Adotamos também um novo modelo de remuneração dos corretores e campanhas de venda”, completa o executivo.


Em paralelo, o atendimento ao cliente também mereceu atenção especial da companhia no novo Saúde PME. Com uma interface que permite inclusive contato com a equipe médica em casos considerados crônicos, os contatos telefônicos são feitos por meio de uma central própria da Allianz Saúde, com profissionais preparados para tirar dúvidas, passar informações e atender individualmente o segurado.


Fonte: CQCS | Pedro Duarte

Seguradora Axa tem interesse em se instalar no Brasil

A francesa Axa, segunda maior seguradora da Europa, tem interesse em se implantar no Brasil e na Colômbia, no seu plano futuro de expansão. “Olhamos isso com muita atenção. Pode ser que um dia ou outro tenha uma oportunidade e idealmente gostaríamos de aumentar nossa presença”, disse o presidente, Henri de Castries, à imprensa francesa.


Fonte: Valor Online

Contrato do seguro deve ser revisado, diz Idec

Região - Você sabe qual é o valor da cobertura do seguro do seu carro contra terceiros? Essa pergunta fez parte de uma pesquisa feita com motoristas em vários cantos do país e divulgada no início desta semana pelo Idec (Instituo de Defesa do Consumidor). O levantamento apontou que 43% dos condutores não conhecem a abrangência do seguro que contrataram. Para evitar susto e principalmente prejuízo, o órgão de defesa do consumidor orienta as pessoas a ficarem atentas ao contrato antes de assinar.


O Idec esclareceu que existem três formas básicas de coberturas de seguro automotivo. O motorista deve analisar cada uma delas para verificar qual a mais vantajosa. Uma das coberturas é específica contra terceiros (cobre danos causados pelo segurado em acidente no qual ele assume a culpa pelos danos). Outra opção é o seguro contra terceiros, fogo e roubo (cobre prejuízos por furtos, roubos, incêndios e danos, seja veículo do segurado ou no de terceiros). E existe também o seguro abrangente (cobre todos os itens descritos acima, além dos objetos que estão dentro do automóvel como sistema de áudio e para-brisa).


"O seguro abrangente é também o mais caro e o motorista deve verificar a necessidade de ter uma cobertura como essa", reforçou o Idec.


ORIENTAÇÃO


Uma dica do instituto é conhecer o valor total coberto pela seguradora em caso de danos a terceiros. "Se o conserto do outro automóvel for muito caro e o valor do seguro não for suficiente para pagar todas as despesas com os reparos, quem terá de arcar com o restante é segurado", alertou o órgão.


Para evitar golpes, o consumidor deve verificar se a corretora e a seguradora possuem a devida autorização emitida pela Susep (Superintendência de Seguros Privados), órgão fiscalizador das operações de seguros.


No mercado de seguro de automóveis os preços variam, por isso, outra dica é pesquisar. Cada seguradora fixa os valores a serem cobertos, estabelecendo os prêmios ao segurado. O Idec destacou ainda que o preço final do seguro é calculado com base nas coberturas incluídas no contrato e também no perfil do motorista.


A idade do condutor, o local onde ele guarda o carro durante a noite e o bairro onde ele reside são dados que alteram o valor do seguro. As mulheres são consideradas mais cuidadosas e podem obter vantagens no momento de fazer o seguro. "Caso o corretor faça o preenchimento da ficha cadastral é importante a revisão por parte do motorista, que deve conferir se consta, por exemplo, que o carro fica em estacionamento quando na realidade você o deixa na rua".


O fornecimento de dados forjados à seguradora pode gerar problemas no momento de definir quem vai arcar com o prejuízo.

Fonte: O Liberal - Leslie Cia Silveira

Capitalização em alta.

O mercado de títulos de capitalização cresceu 16,6% em 2010, para R$ 11781 bilhões, segundo dados da Fenacap. Já as reservas técnicas, da ordem de R$ 17,254 bilhões, a alta foi de 15,5%. Para 2011, a Fenacap prevê a expansão mantendo-se na casa dos dois dígitos, em torno de 12%. Se confirmada, elevará a receita para R$ 13,194 bilhões.


Fonte: Seguros Dia-a-dia

ANS quer estender portabilidade em planos

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) anunciou que pretende ampliar as regras de portabilidade para permitir a troca de planos também por beneficiários demitidos e aposentados dos seguros coletivos por adesão. A decisão se dá em função da portabilidade de carências. Atualmente, só podem optar pela portabilidade clientes de planos individuais a partir de 1999. Se aprovada, proposta deve seguir para consulta pública.


Fonte: Monitor Mercantil

Corretores e Corretoras de seguros devem ficar atentos

Como constantemente comunicado a categoria, O Recadastramento Obrigatório determinado pela SUSEP, acontece de três em três anos, ou seja, a partir de 2011, iniciando-se o primeiro vencimento em 22/09/2011, para os que se recadastram no ano de 2008. Dentro dos prazos estabelecidos que tomam por base a emissão das Identidades Profissionais-(Corretor Pessoa Física) e Títulos de Habilitação Profissional-(Pessoa Jurídica). Informamos que os procedimentos até as datas previstas e que estamos informando, são gratuitos, devendo os Corretores apresentar junto aos documentos que serão solicitados, A GUIA DE RECOLHIMENTO DO IMPOSTO SINDICAL devidamente quitada.

Findo o prazo estabelecido, o Corretor terá suspenso o registro, ficando impedido de efetuar qualquer atividade inerente a Corretagem, além de arcar com os custos de Recadastramento fora do prazo. Voltamos a frisar que o recolhimento do Imposto Sindical é obrigatório, evite aumentar seus gastos, quite agora mesmo suas guias entre 2008 a 2011, e desta forma evite o acréscimo de juros e multa.


Como nem todos os Corretores e Corretoras recebem o jornal eletrônico do Sincor-ES-(Sincor Online)- estamos disponibilizando a listagem dos profissionais-Pessoa Física às Seguradoras, para que alertem os profissionais ali relacionados e que com elas tenham registro do risco que estão correndo pelo não cumprimento das normas.


Voltamos a frisar que o Recadastramento Obrigatório ocorre a cada três anos, tomando por base a data de emissão da Identidade Profissional-(Pessoa Física) e do Titulo de Habilitação-(Pessoa Jurídica). Tal informação pende-se ao fato de grande parte dos citados documentos não terem sido retirados junto ao Setor competente do Sindicato, além do que não é nossa obrigação prestar as informações e alertas aos Profissionais sobre o cumprimento das regras estabelecidas pela SUSEP.


Fonte: Sincor-ES

Susep quer alterar regras de seguros comercializados por meio de bilhetes

A Susep (Superintendência de Seguros Privados) quer alterar as regras dos seguros padronizados de pessoas individuais, comercializados por meio de bilhetes.


A Superintendência colocou em audiência pública a minuta de circular que regulamenta as regras de funcionamento e os critérios de operação destes produtos, sendo que os interessados poderão encaminhar até 29 de março sugestões e comentários.


As contribuições, que devem utilizar o quadro padronizado específico disponível na página da Susep, podem ser enviadas ao endereço dirat.rj@susep.gov.br.


Cobertura


Dentre as mudanças propostas pela Susep, está a de que o seguro comercializado por meio de bilhete seja ofertado somente pelas sociedades seguradoras autorizadas a operar com o seguro de pessoas, com as coberturas de morte de qualquer causa, morte acidental e reembolso das despesas com funeral.


As sociedades que operam seguro de danos também estão autorizadas a comercializar esta apólice, com a condição de que ofereçam somente a cobertura por morte acidental.


Contratação


No que diz respeito à contratação, ela ocorrerá mediante a emissão de bilhete, em duas vias, ficando uma com o segurado e a outra com a sociedade seguradora responsável pelo seguro.


O prazo de vigência do seguro será obrigatoriamente de um ano, começando a valer a partir das 24 horas da data de pagamento do prêmio, sendo proibida a renovação. Vale lembrar, entretanto, que contratações sucessivas não são consideradas renovações, já que são totalmente independente das anteriores.


O valor do capital segurado de cada cobertura contratada individualmente ou o somatório das coberturas oferecidas no bilhete não poderá ultrapassar R$ 10 mil, não estando o capital segurado sujeito a qualquer tipo de atualização.


O prazo para o pagamento da indenização ou reembolso será de, no máximo, cinco dias úteis, contados da apresentação da documentação necessária pelos beneficiários à sociedade seguradora ou representante.


Fonte: InfoMoney

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Sulamérica na rádio e no esporte

A SulAmérica é patrocinadora master do 1º Mundial de Futevôlei 4X4, que acontece no Rio de Janeiro de 31 de março a 3 de abril. Os jogos serão realizados em uma arena montada na praia de Ipanema, com capacidade para 2 mil pessoas. O campeonato é organizado pela confederação brasileira (CBFV) e pela federação internacional (FIFV) desse esporte.


Em São Paulo, a seguradora está comemorando 4 anos de fundação da Rádio Trânsito, cujo aniversário é neste sábado, 12. Na data haverá programação especial.


Fonte: Seguros dia-a-dia

Segurança e Lei Seca derrubam preços de seguros de automóveis no Rio de Janeiro

Sindicato das Seguradoras registrou queda no valor médio de 15,7% em 2010.


Além de garantir a paz para o Estado do Rio de Janeiro, a atual política de segurança do governo Sérgio Cabral também trouxe alívio para o bolso do cidadão, especialmente para aquele que paga seguro de automóvel. Levantamento feito pelo Sindicato das Seguradoras do Rio de Janeiro registrou queda no valor médio das apólices de 15,7% em 2010. O estudo foi feito em seis regiões: Madureira, Copacabana, Nova Iguaçu, Niterói, Petrópolis e Campos. O resultado é similar ao do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que, no cálculo do Índice de Preços ao Consumidor (IPCA), aferiu queda de 12,6% no Estado, bem acima da média nacional, cujo recuo foi de apenas 3,53%.


O vice-presidente do sindicato, Roberto Santos, credita a baixa nos preços a três fatores: efeito UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora), rigor na aplicação da Lei Seca e ações da Secretaria de Segurança no combate aos desmanches ilegais e aos roubos e furtos de veículos.


- Houve, sim, uma influência forte das UPPs que resultou na queda do preço médio dos seguros de veículos. Mas não foi só isso. As operações de segurança no combate aos desmanches ilegais, que comercializavam peças roubadas, além do aumento de blitzen em áreas com altos índices de roubos e furtos de automóveis também contribuíram. Outro fator muito importante foi a aplicação rigorosa da Lei Seca, diminuindo os acidentes de carro. O Rio é o único estado do Brasil onde a lei realmente funciona – explicou Santos.


Segundo o coordenador da Operação Lei Seca, major Marco Andrade, o grande diferencial do Estado do Rio está no caráter permanente das fiscalizações. Desde que o projeto teve início, em 2009, sete equipes com 20 fiscais cada passaram a atuar todos os dias da semana, em diversas regiões do Estado. Com isso, no período de 23 meses, 5.240 pessoas tiveram suas vidas preservadas ou deixaram de se machucar em acidentes de carro. E, de quebra, passaram a pagar menos pelo seguro de seu automóvel.


- O sucesso da operação no Rio se deve ao caráter permanente com que é executada. Realizamos 35 ações por semana. Em outros estados, as fiscalizações são feitas de forma esporádica. Assim não funciona – afirmou Andrade.


Segundo o major, em 2011, o orçamento destinado à Operação Lei Seca é de R$ 9,6 milhões, em convênio com o Detran. Andrade informou que, assim que a verba for liberada, as 21 viaturas que atuam na operação serão trocadas por outras mais modernas, além de mais duas que serão compradas para atuarem como uma equipe volante.


- Essa equipe volante vai atuar como um braço da fiscalização nas rotas de fuga. O objetivo é dar mais qualidade à operação – informou o coordenador.


Dados da Secretaria de Segurança Pública mostram que houve queda de 27% no número de roubos de veículos em janeiro deste ano em relação ao mesmo período de 2010. Foram registradas 1.335 ocorrências, contra 1.820 do último ano. Já sobre o combate ao desmanche ilegal, foram realizadas 30 operações desde 19 de setembro do ano passado, que resultaram na apreensão de 6 mil peças de veículos roubados. Esse material será destruído em março.


Segundo o delegado da Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis (DRFA), Márcio Dubugras, cerca de 20% dos carros roubados ou furtados são desmontados para ser revendidos a ferros-velhos. Para ele, o combate à comercialização de peças de origem ilícita é fundamental para diminuir os índices dos delitos. Em dois anos, 350 estabelecimentos foram interditados e cerca de 120 donos de ferros-velhos presos.


Fonte: Revista Fator | Secom

Corretores de seguros utilizam iPad no relacionamento com seguradoras

Um dos diversos benefícios oferecidos pelo Sincor-SP (Sindicato dos Corretores de Seguros de São Paulo) a seus associados é a assistência tecnológica gratuita fornecida pela empresa Central de Funcionamento - CDF. “Com ela, os corretores de seguros podem resolver problemas e dúvidas para utilização de equipamentos de informática e periféricos, smartphones e demais celulares, GPS, câmeras fotográficas e filmadoras, games etc”, afirma Adevaldo Calegari, diretor de Benefícios do Sindicato.


Lançado no ano passado pela Apple, o iPad é o mais famoso tablet – dispositivo pessoal em formato de prancheta, com tela touchscreen, que pode ser usado para acesso à Internet, organização profissional e pessoal, visualização de fotos, vídeos, jogos, leitura de livros, jornais e revistas.


A venda do produto esgota estoques de lojas e deve, em pouco tempo, revolucionar o comportamento das pessoas com mobilidade de informações e ações online. Algumas importantes seguradoras já lançaram softwares de relacionamento com os corretores de seguros via iPad. “Porém, corretores de seguros menos envolvidos com tecnologia precisam de assistência para entender como funcionam os softwares disponíveis”, pondera Cássia Del Papa, 1ª vice-presidente do Sincor-SP.


Fonte: Sincor-SP | Thais Ruco

Allianz Saúde registra avanço de 16%

O Allianz Saúde, produto da linha empresarial para pequenas e médias empresas com até 99 vidas, registrou avanço de 16% em faturamento no ano passado. "O resultado positivo é fruto de um trabalho baseado em uma pesquisa comparativa de mercado que realizamos com os corretores para chegar ao produto final com alto valor agregado. Entre os diferenciais de destaque estão o foco em gestão médica e o elevado nível de serviço. Além disso, tomamos o cuidado de criar um produto que facilitasse a vida de corretores e segurados", explica Mauricio Lopes, diretor da Allianz Saúde.


Para simplificar as operação dos corretores, a Allianz criou um sistema de cotação via Internet e apostou em uma remodelagem dos materiais impressos que permitem ao profissional calcular os preços na ponta, ou seja, junto ao cliente.


O atendimento ao cliente também mereceu atenção especial da companhia no novo Saúde PME. Os contatos telefônicos são feitos de forma 100% ao vivo, por meio de uma central própria da Allianz Saúde, com profissionais preparados para tirar dúvidas, passar informações e atender individualmente o segurado, inclusive, permitindo sua interface com a equipe médica em casos considerados crônicos.


Fonte: Monitor Mercantil

Qual estado teve o maior crescimento percentual na venda de seguros em 2010?

Responda rápido: qual estado teve maior crescimento percentual das vendas de seguros gerais, vida e acidentes em 2010? São Paulo? Rio de Janeiro? Só para aumentar o mistério, vale lembrar que em São Paulo as vendas subiram 20% (R$ 43,4 bi) e no Rio de Janeiro, 5% (R$ 9,7 bi). Na Região Sudeste, aliás, o crescimento foi de 17%, totalizando 60,7 bilhões. Porém, o estado que liderou a expansão em termos percentuais foi mesmo Rondônia, na Região Norte, com robustos 35%. Um ponto percentual a mais que Roraima, o vice-líder em crescimento percentual. O primeiro, com seus 35% de alta, totalizou R$ 196 milhões, ao passo que Roraima, R$ 28 milhões.


A região Norte teve expansão de 22%, passando para R$ 1,6 bilhão. Apesar das fortes taxas de expansão dos estados do norte, a região continua na lanterna, superada pelo Centro-Oeste, com receita de R$6,1 bilhões, Nordeste (R$ 7,4 bilhões), Sul (R$ 14 bilhões) e Sudeste (R$ 60,7 bilhões). Os dados são da Siscorp, empresa encarregada de atualizar os números do mercado de seguros (fora saúde), disponibilizando-os no portal ViverSeguro.


O levantamento mostra que, dos R$ 37,6 bilhões arrecadados em seguros gerais, o destaque foi o ramo de automóvel, com receita de R$ 19,9 bilhões, cifra que representou 53% do total das apólices voltadas para propriedades. O seguro de carro teve crescimento de 15% em 2010, comparando-se a 2009. Nos ramos pessoais, dos R$ 52,4 bilhões entre vida e acidentes, a maior arrecadação foi gerada pelo VGBL, com R$ 36,7 bilhões, participação de 70% e crescimento anual de 22%.


Fonte: Viver Seguro

Microsseguro em estudo

Já está disponível para download no sítio www.funenseg.org.br o 3º volume da série de pesquisas sobre microsseguro, intitulado Microsseguros no Brasil – Buscando uma Estratégia para Desenvolvimento do Mercado.

O estudo foi encomendado ao Center for Financial Regulation and Inclusion (Cenfri) e realizado em 2009, quando especialistas da instituição estiveram no Brasil.

O estudo indica que mercado potencial do produto é de 23 a 33 milhões de pessoas, tendo como mercado-alvo 128 milhões de brasileiros das classes C e D.


Fonte: Seguros dia-a-dia

Simples: Vergilio não crê em perda tributária

Armando Vergilio dos Santos Júnior não crê em perda tributária, tanto na esfera federal quanto na municipal, caso o sistema simplificação de pagamento de impostos seja estendido às corretoras de seguros, como prevê o projeto de lei complementar que apresentou recentemente na Câmara Federal.

O deputado sustenta que o mercado da corretagem é concentrado e tem baixa empregabilidade formal. Ele revela que 33% da receita estão em poder de apenas 24,6% das empresas. Grande parte, portanto, estaria fora do Simples – defende.

Também presidente da Fenacor, Armando Vergilio garante que pelo menos metade do faturamento girado no segmento não poderia migrar para o Simples, considerando os valores limites estabelecidos na definição de micro e pequenas empresas.

A inclusão da categoria no Simples, para ele, teria efeito direto na empregabilidade, estimulada pela redução da pesada carga tributária que recai sobre o setor. Para justificar a tese, ele diz que várias atividades econômicas contempladas pelo Simples aumentaram em 20,1% a geração de postos de trabalho, de 2006 para 2008. Armando Vergilio manifesta-se convicto de que o mesmo impacto positivo na formalização de empregos ocorreria na corretagem.


Fonte: Seguros dia-a-dia

Corretagem no Simples não reduz arrecadação tributária

PROJETO
A inclusão de corretoras de seguros no sistema simplificado de pagamento de impostos (Simples) não resultará em queda de arrecadação tributária, tanto federal quanto municipal, na avaliação do deputado Armando Vergilio dos Santos Júnior (PMN-GO). No início dos trabalhos legislativos, o parlamentar apresentou projeto de lei complementar nesse sentido na Câmara Federal.
Ao justificar a tese, Armando Vergilio, que preside a federação nacional da categoria (Fenacor), revelou que "o setor tem elevada concentração, com o faturamento em poder de poucas corretoras, e baixa empregabilidade formal". A maior parte das empresas (75,43%), segundo ele, responde por apenas 33% da receita total. "Praticamente metade da receita gerada no segmento não poderá migrar para o Simples, caso a categoria possa optar por esse regime especial de tributação", estima.
O parlamentar argumentou que a tributação federal incidente sobre a corretagem de seguros é "extremamente injusta", pois desde setembro de 2003, o segmento paga Cofins de 4% sobre o faturamento, sendo a única atividade de profissão regulamentada que recolhe esse percentual, ao contrário das demais, que têm alíquota de 3%. "Como as seguradoras permanecem no regime cumulativo da Cofins, também recolhendo 4%, não há a possibilidade de compensação de créditos, a qual é exclusiva do regime não-cumulativo", disse.
 
MAIS EMPREGOS.
A inclusão da categoria no Simples, para ele, representaria importante redução de carga tributária das empresas, permitindo maior empregabilidade.
Ele lembrou que as atividades econômicas contempladas pelo Simples Nacional aumentaram os postos de trabalho. Segundo ele, em áreas como autoescolas, contabilidade, correio e atividades de serviços de complementação diagnóstica e terapêutica, a geração de empregos avançou 20,1% de 2006 para 2008. "Tal qual os outros segmentos que foram autorizados a ingressar no Simples, haverá sensível aumento na formalização do emprego nas corretoras e agentes de seguros", concluiu Armando Vergilio.

Fonte: Jornal do Commercio RJ | Seguros | RJ

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Governo eleva teto de enquadramento de imóveis do 'Minha Casa, Minha Vida'

A pedido de lideres da construção civil, o governo federal elevou os valores máximos dos imóveis enquadrados no programa "Minha Casa, Minha Vida". Com isso, o teto das moradias para imóveis situados nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal foi elevado de R$ 130 mil para R$ 170 mil, informou a assessoria do Ministério do Trabalho e Emprego. Nas demais capitais, o teto passa de R$ 100 mil para R$ 150 mil.
Nos municípios com população a partir de 250 mil habitantes ou integrantes das demais regiões metropolitanas, o valor máximo avança de R$ 80 mil para R$ 130 mil. O governo também aprovou alteração do valor máximo para cidades a partir de 50 mil habitantes, de R$ 80 mil para R$ 100 mil. Para o restante dos municípios, o valor segue em R$ 80 mil. As decisões foram tomadas pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), que libera recursos para subsidiar o programa, composto por entidades que representam trabalhadores, empregadores e governo federal, incluindo-se o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi.
O "Minha Casa, Minha Vida", voltado a famílias com renda de até 10 salários mínimos- foi lançado pelo governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no final de março de 2009, com subsídios da ordem de R$ 34 bilhões.
Em março de 2010, ainda com a primeira etapa em curso, o governo anunciou o "Minha Casa, Minha Vida 2", com previsão de 2 milhões de moradias contratadas até 2014 e subsídios do governo acima de R$ 70 bilhões.


Fonte: Viver Seguro

Egito: seguro cobre investimentos de empresas brasileiras em outros países

A mudança repentina e inesperada no cenário político do Egito, bem como suas conseqüências para a economia do País, mostram de forma clara os riscos que empresas brasileiras estão expostas ao investir no exterior. Os empresários brasileiros devem proteger seus interesses sob pena de sofrer perdas financeiras significativas, seja pela interrupção de negócios causada por comoções populares, seja por outros fatos de natureza política que afetem seus interesses comerciais, explica o diretor da área de Riscos Financeiros da Zurich, Eduardo Pitombeira.
Para gerenciar este risco, a Zurich, multinacional de origem suíça, oferece no Brasil o Seguro de Risco Político, que cobre, em linhas gerais, os investimentos (sejam eles patrimônio físico ou ativos financeiros) de multinacionais brasileiras em outros países. A Zurich já foi eleita por oito vezes consecutivas como o melhor provedor privado de seguros de Risco Político pela Revista Trade Finance.
No produto da Zurich, a empresa segurada pode contratar uma única apólice protegendo seus bens, instalações e suas transações em diferentes países. A apólice oferece cobertura para os riscos de expropriação, que ocorre quando o governo do país estrangeiro se apropria dos bens da empresa segurada; violência política, inclusive danos aos bens da empresa segurada provocados por mobilizações civis de caráter político; e inconvertibilidade de moeda, quando a empresa segurada se vê impossibilitada em realizar remessas financeiras ao país de origem por restrições impostas pela autoridade estrangeira.
O Seguro de Risco Político é um instrumento indispensável para garantir os investimentos feitos pelas companhias brasileiras no exterior. “Estamos vivenciando mudanças relevantes no cenário político mundial que não poderiam ter sido previstas há alguns meses. É fundamental que as empresas que realizam investimentos fora do país percebam a importância de preservar seus interesses diante desses novos riscos trazidos pela internacionalização dos negócios das multinacionais brasileiras”, declara Eduardo Pitombeira.


Fonte: Viver Seguro

Lucro da ACE avança 22%, para US$ 3,1 bilhões

A ACE divulgou lucro líquido de US$ 3,1 bilhões em 2010, alta de 22% em relação ao ano anterior. O faturamento, no entanto, se manteve praticamente estável em US$ 19,5 bilhões em prêmios brutos. Desse valor, US$ 9,7 bilhões foram gerados nos EUA, US$ 6,9 bilhões com operações internacionais, US$ 1,1 bilhão com resseguro e US$ 1,5 bilhão com as operações de vida.
O índice combinado do ano ficou em 90,2% e o retorno sobre o capital em 13%, mesmo com as provisões para perdas de US$ 30 milhões com as enchentes na Austrália desde final de dezembro. Em 2010, foram reservados US$ 401 milhões para catástrofes, muito acima dos US$ 136 milhões de 2009.
Even Greenberg, CEO mundial e que esteve recentemente no Brasil, informou em nota que o bom desempenho do grupo se deu tanto pela melhor na receita de investimentos como também pela disciplina na subscrição dos riscos.


Fonte: Viver Seguro

Chubb promove 4º Encontro Nacional das Centrais de Negócios

A Chubb Seguros promoveu durante três dias, o 4º Encontro Nacional das Centrais de Negócios da Chubb Seguros, que aconteceu no Hotel Villa Rossa, em São Roque (SP).
O evento foi dedicado à integração com as Centrais de Negócios e ao planejamento estratégico. As Centrais de Negócios são responsáveis por promover o relacionamento entre a Chubb e corretoras pelo território nacional e possuem papel essencial na estratégia de ampliação da seguradora. Por meio destes grandes parceiros, a companhia consegue ganhar escala de atendimento, desafio para muitas empresas em um país de dimensões continentais como o Brasil. Para que esta dinâmica funcione, é fundamental haver sempre um perfeito entrosamento em termos de metas e valores da companhia, e, como forma de estimular tal integração, a Chubb reúne, anualmente, profissionais de suas Centrais de Negócios para atualizar e ampliar as estratégias, em ocasiões como esta.
Durante o evento, os principais executivos junto ao Presidente & CEO da Cia., Acacio Queiroz, apresentaram, por meio de atividades interativas, os desafios para 2011, cenário do mercado segurador e novidades da Chubb. Para Acacio, os encontros com as assessorias são muito importantes, uma vez que possibilitam aproximação entre as Centrais e a seguradora, resultando em um pleno alinhamento dos objetivos e solidificando o compromisso com as necessidades do corretor.
“Estes encontros têm muito valor para a Chubb, pois são maneiras de reconhecer e agradecer a nossa parceria que se solidifica a cada ano, ao mesmo tempo em que permitem que representantes das centrais de negócios absorvam o máximo de informações, agreguem conhecimento e captem a essência e principais conceitos da companhia” explica Acacio Queiroz.
Ainda no encontro, foram apresentadas duas campanhas de incentivo para o ano de 2011 direcionadas às Centrais de Negócios e aos Corretores.


Fonte: Viver Seguro

Brasilprev é uma das 10 melhores fornecedoras para RH

A Brasilprev Seguros e Previdência obteve mais um reconhecimento, desta vez junto às empresas brasileiras, ficando entre as 10 melhores na categoria "Benefícios - Previdência Privada" e também entre os "10 Melhores Fornecedores para RH 2011" do tradicional prêmio "100 Melhores Fornecedores para RH", concedido pela Gestão & RH Editora e que está na 5ª edição.
"Para a Brasilprev, ser reconhecida entre os 10 melhores fornecedores para RH pelos gestores das maiores companhias brasileiras é muito importante. Por um lado, demonstra que estamos no caminho certo ao oferecermos planos de previdência adequados às necessidades das empresas brasileiras para que elas possam apoiar seus funcionários a acumularem recursos para projetos futuros. Por outro, reforça que o produto previdência é uma ferramenta reconhecida e utilizada pelas empresas para a atração e retenção de talentos", comenta o superintendente comercial da Brasilprev, Mauro Guadagnoli.

Fonte: Monitor Mercantil

Mutuário luta contra seguradora para receber indenização

De acordo com a Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências (Amspa), na hora da compra da casa própria, o mutuário não se atenta aos detalhes importantes do contrato, como, por exemplo, a proteção do imóvel. Já os acordos firmados pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH) são obrigados a ter a cobertura dos seguros contra Danos Físicos ao Imóvel (DFI) e para Morte e Invalidez Permanente (MIP). "É de suma importância que o dono do imóvel esteja bem ciente dos seus direitos. Pois, no momento de ocorrências prejudiciais a sua propriedade, principalmente nesta época do ano de chuvas, ele pode recorrer para repor prejuízos", explica Marco Aurélio Luz, presidente da Amspa. "Também é essencial que o mutuário saiba o prazo de reclamação junto ao banco, que é de um ano, a contar o dia da assinatura do sinistro", acrescenta.
O seguro de Danos Físicos ao Imóvel (DFI) cobre os prejuízos causados por incêndio, queda de raio, explosão, inundação e alagamento, destelhamento, desmoronamento total e parcial e a sua ameaça, ou seja, todos os danos causados ao imóvel por fatores externos. "Este seguro não cobre os pertences dentro da propriedade", alerta Marco Aurélio Luz.
Também não há cobertura do seguro nos casos de desgastes, má conservação ou falta de manutenção, problemas na casa antes do seguro e vícios de construção, como erro de cálculo no projeto ou execução da obra.
A indenização do DFI cobre o valor necessário para reposição dos prejuízos. Já o seguro de Morte e Invalidez Permanente (MIP) é a proteção ao mutuário, ocasionada pelo seu falecimento ou incapacidade de trabalhar. Nesses casos, o MIP quita o financiamento, desde que haja apenas um responsável pelo seu pagamento. A cobertura por acidentes ou doença será aceito apenas após a assinatura do contrato. "Algumas apólices, contudo, prevêem carência de 13 meses, a contar da assinatura do contrato, para cobertura do risco de morte por lesões ou doenças preexistentes", esclarece Luz. "Em geral, os seguros habitacionais (MIP e DFI) costumam representar em torno de 3% do valor total da prestação", acrescenta.

Fonte: Monitor Mercantil

Caixa Capitalização anuncia recorde de premiados

A Caixa Capitalização anunciou ter premiado 6.489 clientes que, juntos, receberam R$ 47,9 milhões, média de 540 premiados por mês ou 18 premiados por dia. Com os resultados, a empresa bateu, simultaneamente, dois importantes recordes: em 13 anos de história, registrou o maior número de clientes premiados e o mais alto valor em prêmios distribuídos - R$ 4,4 milhões a mais do que no ano anterior.
O número de sortudos de 2010 superou em mais de 27% os 5.105 premiados do ano anterior. Prova de que a chance de ganhar prêmios na capitalização da Caixa aumenta a cada ano.
"O número de brasileiros com títulos de capitalização cresceu bastante", destaca o diretor da Caixa Capitalização, Maurício Maciel da Rocha. O executivo atribui esse bom desempenho ao trabalho conjunto do setor e da Caixa de conscientizar o público sobre as vantagens da capitalização.
"Cada vez mais os brasileiros reconhecem o sistema de capitalização como uma maneira inteligente de economizar dinheiro e ainda concorrer a prêmios", completa.


Fonte: Monitor Mercantil

Zurich lança seguro de risco político

A mudança repentina e inesperada no cenário político do Egito, bem como suas conseqüências para a economia do país, mostram de forma clara os riscos que empresas brasileiras estão expostas ao investir no exterior. Os empresários brasileiros devem proteger seus interesses sob pena de sofrer perdas financeiras significativas, seja pela interrupção de negócios causada por comoções populares, seja por outros fatos de natureza política que afetem seus interesses comerciais, explica o diretor da área de Riscos Financeiros da Zurich, Eduardo Pitombeira. "Estamos vivenciando mudanças relevantes no cenário político mundial que não poderiam ter sido previstas há alguns meses. É fundamental que as empresas que realizam investimentos fora do país percebam a importância de preservar seus interesses diante desses novos riscos trazidos pela internacionalização dos negócios das multinacionais brasileiras", declara.
Para gerenciar este risco, a Zurich oferece no Brasil o Seguro de Risco Político, que cobre, em linhas gerais, os investimentos (sejam eles patrimônio físico ou ativos financeiros) de multinacionais brasileiras em outros países. No produto da Zurich, a empresa segurada pode contratar uma única apólice protegendo seus bens, instalações e suas transações em diferentes países. A apólice oferece cobertura para os riscos de expropriação, que ocorre quando o governo do país estrangeiro se apropria dos bens da empresa segurada; violência política, inclusive danos aos bens da empresa segurada provocados por mobilizações civis de caráter político; e inconvertibilidade de moeda, quando a empresa segurada se vê impossibilitada em realizar remessas financeiras ao país de origem por restrições impostas pela autoridade estrangeira.

Fonte: Monitor mercantil

Feira rural contrata apólice de R$ 1 milhão

A feira Show Rural, que acontecerá entre os dias 7 e 11 de fevereiro, e, Cascavel, no Paraná, conta com uma apólice e seguro de R$ 1 milhão. A iniciativa visa proteger os participantes no momento em que estiverem assistindo aos eventos.


A cobertura de Responsabilidade Civil de Eventos foi elaborada pela Unificado Corretora Seguros em parceria com a ACE Seguros.


Segundo Charles de Barros Silva, superintendente técnico da corretora, a modalidade foi escolhida pois nesse tipo de seguro os visitantes estão cobertos em todo o período da feira, desde o momento que acessam as áreas dos eventos.


"Escolhemos a ACE porque na estrutura da sua apólice foi possível uma ampliação da garantia para danos morais que pode atingir até R$ 1 milhão de cobertura. Essa necessidade é justificada pela presença de um grande número de empresários do agronegócio além de outras autoridades no local", afirma Silva.


A Show Rural receberá cerca de 160 mil pessoas e estará localizada numa área de 70 hectares, com 4 mil experimentos e apresentações técnicas em 5 dias de feira.



Fonte: Revista Apólice

Dono de carro tem um ano para recorrer quando cobertura é negada

Muitas pessoas contratam seguros de automóveis para evitar problemas em caso de roubos e acidentes, mas no final o problema pode ser o próprio seguro. Há casos em que a seguradora nega-se a arcar com o valor estipulado na apólice ou se negar a dar continuidade ao seguro contratado e pago por muitos anos.


De acordo com o advogado especialista em direito securitário, Luís Nigro, a negativa abusiva de cobertura pode ser questionada na Justiça e o segurado tem um ano para fazer isso.


"Caso não exerça seus direitos em tal prazo, será impossível tomar as medidas cabíveis, devido à decorrência da prescrição", afirmou Nigro.


Como contar o prazo?


Em caso de negativa de pagamento pela seguradora, em virtude de roubo, furto, colisão com perda total ou parcial do carro, o prazo começa a ser contado a partir do momento em que o segurado recebeu a negativa, que geralmente vem em forma de carta. Muitas seguradoras afirmam que o prazo deve ser contado a partir do sinistro, mas essa não é a forma correta.


"Caso o segurado questione tal decisão uma ou mais vezes perante a seguradora visando obter uma mudança de posicionamento, o entendimento predominante é que o prazo de um ano ocorrerá a partir da primeira negativa da seguradora", explicou Nigri.


O prazo de um ano também deve ser contado a partir da citação, quando o segurado, em caso de responsabilidade civil, é acionado para responder à ação de indenização proposta por uma outra pessoa prejudicada.


Fonte: InfoMoney

Documento de carros terá mais informações sobre o Dpvat

A partir desta segunda-feira, o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) terá mais informações referentes ao Seguro Dpvat.


Esta alteração, estabelecida pela Circular SUSEP nº 393, de 16/10/2009, determina a abertura dos valores relativos ao prêmio tarifário, bem como a discriminação dos valores referentes ao custo do bilhete, IOF e prêmio total.


O Seguro DPVAT, que é obrigatório para todos os proprietários de veículos, tem por finalidade prover cobertura aos danos pessoais causados por veículos automotores de via terrestre, ou por sua carga, a pessoas transportadas ou não.


Fonte: O Globo

Previdência: plano da SulAmérica administra, poupança, herança ou FGTS

A SulAmérica criou mais uma solução para os clientes que se preocupam com a aposentadoria. Trata-se do Renda Imediata, produto que se destina a assumir a administração de recursos poupados pelas pessoas ao longo da vida ou recebidos de fundo de garantia ou herança.


Seu propósito é transformar esse dinheiro em benefícios mensais para o cliente. Para isso, adota o sistema de contribuição única e dispensa o período de acumulação de reservas.


Com essa finalidade, o novo plano foi desenvolvido sob medida para as pessoas que têm economias guardadas e querem garantir uma renda mensal sem a necessidade de administrar o seu dinheiro na aposentadoria. Pode ser utilizado também pelas empresas que desejam transferir a responsabilidade e os riscos da administração do plano de aposentadoria de seus empregados.


“É um plano desenhado para atender a demanda de um segmento que até então não explorávamos”, diz o vice-presidente de Seguro de Vida e Previdência da seguradora, Renato Russo, explicando que a renda mensal é depositada na conta bancária do cliente a partir do trigésimo dia da data do investimento.


Entre as principais vantagens do novo produto, formatado em cinco opções de renda mensal, está a ausência de carência e cobrança de taxa de administração sobre a renda mensal. A taxa de carregamento varia de 0% a 1%, de acordo com o valor investido.


Fonte: Seguros dia-a-dia

Seguro ameniza prejuízo com enchente

Enchentes e alagamentos são sinônimos de dor de cabeça durante o período de chuvas no verão. Diante dos danos causados em residências, comércio e carros, a primeira reação é procurar a seguradora para cobrir os prejuízos. O reembolso, no entanto, acontece apenas se o tipo de cobertura constar no contrato.


Segundo o presidente do Clube dos Corretores de Seguros do ABC, Marcelino Odlevati, nem todo segurado de automóvel tem o veículo protegido de danos causados por enchentes. Isso somente ocorre com quem tem a chamada cobertura compreensiva. “Antes de assinar o contrato é importante ter atenção se o seguro é completo. A mais comum é a modalidade contra incêndio e roubo, já a cobertura compreensiva cobre raios, quedas de árvores, ressacas, vendavais e outras catástrofes naturais”, afirma.


Para quem possui a cobertura compreensiva, o procedimento depois do prejuízo é agendar vistoria com a seguradora para avaliação dos danos causados. Em caso de perda total, mais de 75% do valor do automóvel, a indenização é feita de acordo com o valor referenciado na apólice.


De acordo com Odlevati, alguns fatores podem causar a exclusão da indenização dos bens. “É o princípio da máxima boa fé. Se o proprietário retira o carro do local seguro e se arrisca a enfrentar uma enchente, pode haver a recusa de pagamento de sinistro”, explica. É importante lembrar que, como em qualquer sinistro, o proprietário do carro deve arcar com o valor da franquia, e esta não pode ser cobrada novamente se o veículo retornar à oficina em razão de novos defeitos por conta do ocorrido. (Colaborou Carolina Neves)


Residência em área de risco é recusada


Para moradores de áreas de risco, o seguro residencial é importante. Muitas vezes compensa pagar um pouco mais para ter cobertura. O presidente do Clube dos Corretores de Seguros do ABC conta que é comum as seguradoras recusarem firmar contrato em áreas propícias a enchentes. “Infelizmente não há por parte do governo cláusula que obrigue as empresas a concederem seguro em área de risco, por isso para algumas pessoas é tão difícil firmar o tipo de contrato e, quando encontram, descobrem que é mais caro”, afirma. No caso de eletrodomésticos e móveis, os seguros não são obrigados a ressarcir o cliente. No entanto, em alguns casos o valor da indenização pode ser suficiente para cobrir os gastos para a reposição dos eletroeletrônicos e móveis perdidos por conta do alagamento.


Fonte: Reporter Diário

Mudanças vão aumentar custos dos planos de saúde, adverte Instituto do Direito de Saúde Suplementar

De acordo com o presidente do Instituto Brasileiro do Direito da Saúde Suplementar (IBDSS), José Luiz Toro da Silva, a consulta da ANS contém medidas que podem aumentar os custos dos planos de saúde e que deverão ser repassados para os beneficiários. Para tanto, ele lembra que a minuta de resolução da consulta pública estabelece os prazos máximos de atendimentos que devem ser observados pelas operadoras, bem como a obrigatoriedade da disponibilização de prestador credenciado em todos os municípios pertencentes à área geográfica de abrangência do plano.


- Apesar de ainda se tratar de uma consulta pública, chamamos especial atenção das operadoras, com referência a eventual redimensionamento de sua rede credenciada, a fim de atender os prazos descritos, causando-nos profunda preocupação a necessidade de prestadores credenciados em todos os municípios da área geográfica de abrangência. Esclareça-se que este último critério altera as instruções normativas da Dipro que estavam em vigor no momento do registro dos planos - diz Toro da Silva, advogado também titular do Toro Advogados.


Ele também acrescenta que como muitos municípios não possuem profissionais habilitados para procederem o atendimento de todas as especialidades previstas na regulamentação dos planos de saúde, a ANS quer transferir para os planos a responsabilidade pelo deslocamento (ida e volta) dos beneficiários até outro município que possua tal especialidade ou serviço:


- Ora, considerando que estamos em um país de proporções continentais, tal atribuição extrapola os limites da lei dos planos de saúde e irá onerar excessivamente os planos de saúde, que poderão transferir tais custos para todos os beneficiários.


Fonte: Monitor Mercantil

Faturamento de seguradoras cresceu 17% em 2010

As seguradoras faturaram pouco mais de R$ 90 bilhões em 2010, crescimento de 17,6% em relação ao exercício anterior, sem computar o seguro saúde, que está sob a alçada da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Entre as principais carteiras, destaque para o ramo de automóveis. No acumulado de janeiro a dezembro, a receita apurada nesse ramo (excluindo o Dpvat) somou R$ 20,05 bilhões, 15,2% a mais que no mesmo período do ano passado.


O VGBL manteve o posto de maior carteira do mercado, gerando R$ 36,7 bilhões em prêmios, crescimento de 21,8% em relação ao exercício anterior. Entre as carteiras de porte médio, a receita apurada com a venda do seguro viagem voltou a impressionar, com um incremento de 117,5%. A soma apurada de janeiro a dezembro chegou a R$ 33,5 milhões. O seguro prestamista também registrou desempenho bastante positivo, com um volume de prêmios da ordem de R$ 3,4 bilhões, alta de 25%.


O excelente desempenho do mercado foi favorecido ainda pela queda da taxa média de sinistralidade, de 52% para 50%, entre os dois períodos comparados, embora os sinistros retidos pelas seguradoras tenham apresentado alta de 8,1%, para R$ 22,6 bilhões. Isso significa que, em 2010, o mercado devolveu para a sociedade, na forma de indenizações, benefícios e resgates, algo em torno de R$ 65,5 milhões por dia, incluindo finais de semana e feriados; ou ainda, R$ 2,7 milhões a cada hora.


Fonte: Monitor Mercantil

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Seguro de automóvel: saiba quais as principais coberturas e proteções disponíveis

Na hora de escolher um seguro de automóvel, o consumidor é exposto a diversas opções. Poder escolher é positivo, entretanto, o futuro segurado deve se informar direito sobre as coberturas e proteções incluídas em seu contrato para garantir que escolheu a melhor alternativa para o seu perfil.


De acordo com o especialista em seguros da Seguralta, Nilton Pereira, entre os itens que mais geram dúvidas no consumidor, estão aqueles que envolvem indenização por danos morais, materiais e corporais a terceiros, utilização de carro reserva e casos de perda total. Abaixo, saiba um pouco mais sobre cada um deles:


Indenizações


Danos materiais – nesta cobertura, a seguradora paga o conserto do veículo de uma outra pessoa, caso o segurado venha a bater no carro dela e seja o culpado pelo acidente. Segundo o especialista, contudo, a cobertura contratada não deve ser só para carros, já que o motorista pode bater o carro no muro de uma residência ou mesmo em um poste de iluminação.


Danos pessoais – a seguradora para uma indenização à vítima ou a seus herdeiros, caso o segurado, com o próprio veículo, venha ferir ou matar alguém.


Danos morais – é uma cobertura que tem como objetivo garantir indenizações judiciais ou extrajudiciais a que o segurado venha a ser condenado, por danos morais ou estéticos causados a terceiros. De acordo com o especialista, a cobertura por danos morais é complementar à de danos pessoais.


Ainda no que diz respeito aos valores das indenizações, o valor determinado na apólice é o máximo que a seguradora pagará pelo dano. Assim, se o valor a ser indenizado for maior do que o previsto na apólice, caberá ao segurado arcar com a diferença.


No caso da indenização por dano moral, o valor a ser indenizado é normalmente calculado como 10% do valor dos danos materiais e corporais.


Carro reserva


A disponibilidade de carro reserva é válida somente para veículo de passeio e só se o automóvel sofrer danos parciais, com pagamento da franquia, ou perda total.


Geralmente, diz o especialista, o tempo que o carro reserva fica com o cliente é de sete, 15 ou 30 dias, sendo que este período é válido para a vigência total do seguro. Isso significa que, se a pessoa tem direito a 30 dias e usar o reserva por 15 dias em um sinistro, caso ocorra outro, ela só poderá utilizar por mais 15 dias.


Perda total


É considerada perda total quando o valor do conserto for superior a 75% do valor do carro. Nesse caso, assim como no de roubo, o segurado é indenizado no valor especificado na apólice, que pode ser feita em duas modalidades.


A primeira, e mais comum, é chamada de valor de mercado referenciado. Ela determina uma porcentagem sobre uma tabela de referência, geralmente a Fipe, e a porcentagem é escolhida pelo segurado, podendo ser de 100% do valor da tabela ou mais. Este percentual varia conforme o estado de conservação do carro, os opcionais, entre outros fatores.


Já a segunda, batizada de valor determinado, consiste em determinar um valor que constará na apólice, o qual será pago ao segurado, se o carro for roubado ou sofrer perda total. Por determinação da Justiça, em Goiás, por exemplo, todos os seguros têm de ser na modalidade valor determinado.


Fonte: Infomoney

DPVAT paga mais de 252 mil idenizações em 2010

No ano de 2010, o Seguro DPVAT pagou mais de 252 mil indenizações a vítimas de acidentes de trânsito em todo o Brasil. Desse total, foram pagas 50.780 indenizações por morte, 151.558  indenizações por invalidez permanente e 50.013 reembolsos de despesas médico-hospitalares. O Seguro DPVAT é administrado pela Seguradora Líder DPVAT e, em 2010, destinou recursos da ordem de R$ 2,296 bilhões com despesas de pagamentos de indenizações. O valor superou em R$ 261,6 milhões o total pago no ano de 2009.

Mais de 60% das indenizações foram pagas a vitimas de acidentes envolvendo motocicletas . O mais alarmante é que as motos representam apenas 26,38% da frota nacional. Os motoristas de motocicletas  lideram também as estatísticas de invalidez permanente e de reembolso de despesas de assistência médica-hospitalar.  Mais de 68% das pessoas que receberam indenização por invalidez permanente estavam envolvidas em acidentes com motocicletas e 65,63% dos que receberam reembolso de despesas médico-hospitalares foram vítimas de acidente com moto.  Os números revelam ainda que em 69,10% dos acidentes em veículos de duas rodas, a vítima é o próprio motorista.

Do total arrecadado pelo Seguro DPVAT, 44% são destinados ao pagamento de indenizações e à constituição de suas reservas técnicas; 4% são destinados ao custeio das despesas gerais de operação, tais como processamento de dados, pagamento de pessoal, etc; 2% é a margem de resultado das seguradoras; 45% são destinados ao Sistema Único de Saúde – SUS, para o custeio da assistência médico-hospitalar de vítimas de acidentes de trânsito em todo o País e 5% ao Departamento Nacional de Trânsito - DENATRAN, para aplica­ção em programas destinados à prevenção de acidentes  e de educação no trânsito. No ano de 2010,  o valor destinado aos dois órgãos  superou a casa dos  R$ 2,899 bilhões. 

Para o equilíbrio financeiro do Seguro DPVAT, é necessário ter recursos arrecadados suficientes para efetuar o pagamento das indenizações já solicitadas e ainda fazer uma projeção para os pedidos de indenização de vítimas de trânsito que serão efetuados nos próximos três anos, já que esse é o prazo para entrar com o pedido de recebimento. Para tanto, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) desenvolve estudos estatísticos e atuariais, anualmente, com a finalidade de avaliação da necessidade de revisão do valor do Seguro DPVAT e envia proposta ao Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), que decide pela aplicação ou não do ajuste técnico proposto.

O Diretor Presidente da Seguradora Líder DPVAT, Ricardo Xavier, explica que o procedimento para o recebimento do seguro pelas vítimas de trânsito é simples e alerta para o fato de que não é necessário intermediário para dar entrada no pedido de indenização. “Ninguém melhor que o próprio cidadão para preservar seus direitos. Há seguradoras em todo o Brasil para receber as vítimas de trânsito. Basta apresentar os documentos na seguradora escolhida no prazo de três anos a contar da data da ocorrência do acidente,” afirma.  Assegura também que o pagamento das indenizações é feito, diretamente na conta corrente ou de poupança da vítima ou de seus beneficiários, em até 30 dias da apresentação de toda a documentação necessária. O valor da indenização é de R$ 13.500 no caso de morte e de até R$ 13.500 nos casos de invalidez permanente, variando conforme o grau da invalidez, e de até R$ 2.700 em reembolso de despesas médicas e hospitalares comprovadas.

A Seguradora Líder DPVAT procura cumprir a missão de atender a toda população vítima de acidentes de trânsito com transparên­cia, da forma mais abrangente possível. No site da seguradora (www.seguradoralider.com.br) estão disponíveis todos as informações estatísticas do Seguro DPVAT nos últimos anos.

Mais sobre o DPVAT

O DPVAT é um seguro de caráter social que indeniza vítimas de acidentes de trânsito, sem apuração de culpa. Estão cobertos pelo Seguro DPVAT todos os cidadãos, em qualquer parte do território nacional, esteja ele na condição de motorista, passageiro ou pedestre. O Seguro DPVAT oferece coberturas para três naturezas de danos: morte, invalidez permanente e reembolso de despesas médicas e hospitalares (DAMS).

Como solicitar a indenização

Para dar entrada no pedido de indenização é simples: basta se dirigir à seguradora consorciada mais próxima e entregar a documentação necessária. É importante lembrar que não é preciso intermediários para pedir a indenização. O prazo para o pedido da indenização é de 3 anos, a contar da data do acidente. O pagamento das indenizações é feito através de crédito em conta corrente ou conta poupança, ficando a critério do beneficiário.

Do total arrecadado pelo DPVAT:

- 45% são repassados ao Sistema Único de Saúde (SUS), para custeio do atendimento médico-hospitalar às vítimas de acidentes de trânsito em todo país.

- 5% são repassados ao Departamento Nacional de Trânsito (DENATRAN), para aplicação exclusiva em programas destinados à prevenção de acidentes de trânsito.

Serviço

Para esclarecer as dúvidas, basta entrar em contato com:

- Central DPVAT – 0800 022 12 04 - Horário de funcionamento: Todos os dias 

- Site DPVAT :  www.dpvatseguro.com.br


Fonte: Approach

Allianz e Mercedes GP Petronas juntas na Fórmula 1™ pela segurança automotiva

Allianz Seguros anunciou parceria  com a equipe de Fórmula 1™  Mercedes GP Petronas, reforçando o compromisso da companhia com a segurança automotiva e indústria automobilística.
O trabalho em conjunto com a Mercedes GP Petronas vai envolver diversas questões ligadas à segurança. Desde o primeiro teste da pré-temporada em Valência, em 1º de fevereiro, o logo Allianz está nos dois principais itens de segurança dos carros: o sistema de Suporte para Cabeça e Pescoço (Hans, do inglês Head and Neck Support) e nos cintos de segurança. Além disso, os parceiros planejam trabalhar num programa informativo sobre segurança automotiva que será transmitido em todo o mundo.   

“Maior conscientização significa uma direção mais segura, que por sua vez representa menos acidentes e, por fim, menos danos”, afirma Joseph K. Gross, Head Global de Gestão de Mercado da Allianz SE.

“Diariamente, três mil pessoas morrem em acidentes de trânsito no mundo e cerca de 30 mil pessoas ficam seriamente feridas. Como seguradora de mais de 50 milhões de veículos, a Allianz tem especial interesse na redução da frequência e da gravidade dos acidentes. Com o patrocínio à Fórmula 1™, pretendemos criar associações entre a segurança dos pilotos da categoria e dos motoristas no mundo todo”, completa.

As duas marcas já estavam associadas visualmente em corridas no mundo todo por meio da ação de branding da Allianz com o Safety Car e o Medical Car oficiais da Fórmula 1™, ambos fornecidos pela Mercedes-Benz.  

“Antes da Allianz, ninguém havia patrocinado o Safety Car e o Medical Car,” afirma Gross. “Esse compromisso com a segurança nas estradas é muito importante para nós e um sinal positivo para os nossos 75 milhões de clientes no mundo todo”.

Já no final de 2009, a Allianz tinha criado uma nova área de negócios, a Global Automotive, especializada na colaboração com fabricantes de automóveis, fornecedores e concessionárias.

“A parceria entre a Allianz SE e a Mercedes GP Petronas amplia a cooperação entre o Grupo Allianz e a indústria automobilística”, afirma Karsten Crede, Head da Global Automotive da Allianz.

Boas vindas dos parceiros

Ross Brawn, líder da equipe Mercedes GP Petronas, comenta que é um prazer dar as boas vindas à parceira Allianz neste início do programa de testes da pré-temporada.

“A Allianz está envolvida com a Fórmula 1™ há anos e já fez um excelente trabalho com a divulgação da causa de segurança automotiva em suas campanhas de marketing. A segurança é absolutamente fundamental em nosso esporte e cada inovação que melhora a segurança na Fórmula 1™ traz a possibilidade de aumentar a segurança automotiva para os motoristas de todo o mundo”, ressalta.

Já o vice-presidente da Mercedes-Benz Motorsport, Norbert Haug, destaca que, desde a invenção do automóvel, a empresa foi pioneira em diversos aspectos de seguranças dentro e fora dos carros.

“Temos incentivado decisivamente o progresso no que diz respeito à segurança e assim continuaremos a fazer. Essa ambição está alinhada com os compromissos da Allianz e nós queremos enfatizá-la em conjunto com a nossa parceria na Fórmula 1™”, finaliza Haug.


Fonte: CQCS | Pedro Duarte

Pottencial comemora marca das 10 mil apólices emitidas

Com uma operação que ainda não completou um ano – foram sete meses, mais precisamente – a Pottencial Seguradora alcançou a expressiva marca das 10 mil apólices emitidas. O número é ainda mais significativo quando se verifica que a companhia, por enquanto, mantém atividades em apenas sete estados (Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Goiás, Tocantins, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul), além do Distrito Federal.

“Colocamos nossa ‘linha de produção’ de apólices para funcionar inicialmente nas regiões definidas como 5 e 6 pela SUSEP e foi um sucesso! Conseguimos atender nossos parceiros na velocidade que precisavam e proporcionamos também um atendimento diferenciado. Esta combinação despertou a atenção dos corretores que trabalham com Seguro Garantia. Eles passaram a contar com uma ferramenta que tornou-se um diferencial competitivo: simples, rápida e eficiente. Em breve expandiremos nossa atuação para o restante do país”, analisa o executivo Fabio Carvalho.

Ele reforça a importância dos corretores na conquista. “Agradecemos muito aos corretores que estão prestigiando a Pottencial Seguradora. Para eles, trabalhamos incansavelmente, buscando agilizar o processo e procurando soluções para seus problemas. Como foi o caso da tecnologia para solicitação de emissão de apólice via telefone celular, que disponibilizamos recentemente”, complementa.

Rapidez e qualidade

A Pottencial Seguradora trabalha exclusivamente com o Seguro Garantia e se estruturou para ter na velocidade e qualidade do atendimento seu grande diferencial. “Estamos de portas abertas para receber e analisar idéias e propostas dos parceiros corretores que possam contribuir para a evolução do Seguro Garantia, em todos os seus processos”, comenta Fabio.

O executivo ressalta também a baixa sinistralidade da Pottencial. “Temos orgulho de dizer que não houve uma só reclamação de sinistro desde que começamos a operar. Temos uma subscrição rigorosa que analisa com muito critério cada risco, fazendo uma pré-seleção qualitativa do tomador, de forma que o segurado que recebe nossa apólice tem a certeza de que não terá problemas com as empresas tomadoras que estão sendo garantidas por nossas apólices”, avalia.

Vale ressaltar ainda que a Pottencial Seguradora tem sede em Belo Horizonte e está em processo de seleção de corretores parceiros.


Fonte: CQCS | Pedro Duarte

Bradesco Auto/ RE cresce 17,6%

A Bradesco Auto/RE Companhia de Seguros obteve faturamento de R$ 3,7 bilhões em 2010, representando evolução de 17,6%  em relação 2009. Em número de clientes, a Bradesco Auto/RE atingiu a marca de 3,3 milhões em todo o país, crescimento de 28,7% sobre 2009.


Fonte: Bradesco Seguros