A corrida para excelência não tem linha de chegada.
David Rye

sábado, 21 de maio de 2011

Seguro de vida popular fica mais simples

Porto Seguro Vida Mais Simples protege a família a partir de R$ 4,00 ao mês.


Lançado em fevereiro de 2002, o “Vida Mais Simples” possui condições de preço e indenização vantajosas, em comparação a seguros semelhantes. A contratação do seguro é facilitada, pois não há preenchimento de questionários. Além disso, o produto conta com benefícios exclusivos, como capital adicional para pagamento de Despesas Imediatas e Assistência Funeral Individual. O segurado também concorre em sorteios mensais ao valor de 12 mil reais e tem desconto de acordo com seu perfil.


O Vida Mais Simples da Porto Seguro [www.portoseguro.com.br] pode ser contratado por qualquer pessoa física com idade entre 16 anos e 64 anos em condições satisfatórias de saúde. Garante o pagamento de uma indenização ao segurado em caso de invalidez permanente total ou parcial por acidente ou seu(s) beneficiário(s) em caso de morte natural ou acidental. E já contempla a cobertura de morte acidental em dobro. Além da proteção, os segurados contam com programas de descontos e outras facilidades para o dia-a-dia.


Coberturas: • Morte Natural ou Morte Acidental – É a garantia do pagamento de uma indenização ao(s) beneficiário(s), quando ocorrer a morte do segurado, desde que coberta pelo seguro. | • Morte Acidental em Dobro – Consiste no pagamento de um capital adicional, limitado a 100% (cem por cento) do valor da garantia de Morte Natural ou Acidental ao(s) beneficiário(s), em caso de morte do segurado causada por acidente pessoal devidamente coberto. | • Invalidez Permanente Total ou Parcial por Acidente – Consiste no pagamento do capital segurado ao próprio segurado, quando ocorrer a invalidez permanente, por motivo de acidente pessoal, devidamente coberto. *Obs.: Desconto de acordo com o perfil (desconto que valoriza o perfil do segurado, ou seja, há descontos para mulheres e para não fumantes-homens e mulheres).


Coberturas Adicionais:• Opção para Contratação da Assistência Funeral Familiar – Cobertura para o segurado e cônjuge até 64 anos e filho(s) menor(es) de 18 anos. Esta garantia prevê cobertura de morte do segurado e/ou familiares (se contratado plano familiar). O serviço de assistência funeral garante todos os procedimentos necessários para realização do funeral.


Benefícios: • Cartão de Benefícios Vida e Previdência – com ele o segurado tem acesso ao exclusivo programa Bem Viver, que garante descontos em farmácias, academias, clínicas de estética, entre outros serviços voltados para qualidade de vida (rede parceira em] [www.portoseguro.com.br] |• Eventos Culturais – Clientes Porto Seguro possuem descontos e vantagens em peças teatrais, espetáculos e diversos eventos culturais.


A programação está no site [www.portoseguro.com.br ]• Título de Capitalização – Sorteio mensal de um título de capitalização no valor de R$ 12.000,00 (valor bruto sem desconto de impostos). O sorteio é realizado pela Loteria Federal no último sábado de cada mês. |• Despesas Imediatas – Em caso de morte do segurado, a família contará com o valor de R$ 1.000,00 (pagamento único) para auxiliar no pagamento de despesas como água, luz, alimentação, etc. (Este valor será pago no momento da indenização). |• Assistência Funeral – Assistência Funeral Individual Gratuita garante que, na falta do segurado, sua família estará amparada nos procedimentos necessários para a realização do funeral.


Data: 20.05.2011 - Fonte: Portal Fator

Zurich convoca corretores para conhecer diferenciais da companhia

O superintendente Comercial Regional São Paulo, Rogério Gebin, começou como office-boy há 23 anos, na Minas Brasil e, após aquisição pela Zurich, alcançou posto de grande importância na hierarquia da empresa. Mesmo destacando a satisfação e o “orgulho pessoal” em trabalhar em uma companhia com projeção mundial e presente em 170 países, Gebin conta que os desafios do cargo têm como foco principal uma maior aproximação com os corretores de seguros.


“A Zurich quer ser uma das maiores do Brasil e possui um corpo técnico de primeira linha, capaz de personalizar e desenvolver produtos. Então, como estamos em fase de expansão, pedimos aos corretores que venham conhecer nossos produtos, equipe, atendimento e diferenciais para que possamos fazer muitos negócios daqui para frente”, diz Gebin.


Nesse contexto, o executivo ressalta que a Zurich, que sempre esteve voltada para o universo corporativo, agora ambiciona também obter grandes resultados no varejo. “Tenho a responsabilidade de cuidar de todas as áreas, como Transportes, Property, Responsabilidade Civil, Seguros Financeiros e Massificados, mas sem dúvida o Seguro de Automóvel ainda traz grandes oportunidades e dá abertura para trabalhar outras carteiras”, avalia.


A Zurich vai, portanto, intensificar os treinamentos, palestras e reuniões para que os corretores se familiarizem com o portfólio da seguradora. “Nossa intenção é fazer que os corretores comprem a idéia de nossos produtos, a fim de alavancar o volume de negócios”, ressalta Gebin.


A melhor estruturação da rede de ZACs (Zurich Atendimento ao Corretor) está incluída no planejamento estratégico. “Estamos inaugurando mais uma unidade em Sorocaba e depois será a vez de Mogi Guaçu, mas já temos ZACs em Campinas, região do ABC, Tatuapé e Pinheiros”. Além dos ZACs, São Paulo conta ainda com quatro filiais nas cidades de Ribeirão Preto, Campinas, Santos e na própria capital.


Vale lembrar que a promoção de Rogério Gebin faz parte de uma reorganização interna que a Zurich promoveu na área Comercial. De acordo com o vice-presidente de Seguros Pessoais, Marcus Vinícius Martins, a nova estrutura permite maior eficiência e agilidade na gestão comercial, “o que é fundamental para atingirmos a meta de crescer de forma acelerada, por meio da parceria com corretores de todo os portes e de todo o Brasil”.


Data: 20.05.2011 - Fonte: CQCS|Jorge Clapp

Fenacor cria incubadora para estimular inovação

Os profissionais de seguros, em particular corretores e corretoras, que tiverem ideias inovadoras ou focadas na construção de um diferencial poderão desenvolvê-las com apoio da Incubadora de Negócios de Seguros (Incubaseg), que estará em operação em setembro. O projeto está ganhando forma através da Diretoria de Relações Institucionais da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor), que tem o comando de Amilcar Vianna.


Com isso, a entidade e também a Escola Nacional de Seguros (Funenseg) tornaram-se as primeiras mantenedoras da incubadora, cuja criação foi defendida por Amilcar Vianna quando saiu candidato às eleições do sindicato fluminense da categoria (Sincor-RJ), realizadas em novembro do ano passado.


Em linhas gerais, a incubadora funcionará como um laboratório dando suporte à geração e ao desenvolvimento de produtos, negócios e serviços de seguros que incorporem inovação e diversificação no tecido empresarial hoje existente.


De olho em novas possibilidades de produtos e serviços, grandes seguradoras gradativamente estão assumindo compromisso de adesão ao projeto.


"Eu acredito tanto nessa ideia, que me comprometi com o Carlos Alberto Oliveira, o coordenador da Incubaseg, a abraçá-la e viabilizá-la mesmo não sendo eleito para o SincorRJ", diz Amilcar Vianna, que também preside o Clube dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro (CCS-RJ).


Para ele, todos os corretores empreendedores do Brasil serão beneficiados. "O profissional que deseja inovar na busca de um diferencial competitivo será muito bem recebido, aportado e orientado", explica, mencionando que esse suporte nos primeiros passos visa a transformar o negócio em um grande empreendimento.


Em campo


Na outra ponta, no comando operacional de todo o processo, Carlos Alberto Oliveira já deu início a um giro pelas principais capitais do País para explicar o projeto, angariar novos mantenedores e prospectar participantes.


"O objetivo é fomentar a inovação e a criatividade dos corretores de seguros em todo o Brasil e identificar profissionais empreendedores e fornecer-lhes competências empreendedoras", conta o coordenador da incubadora, que busca ainda detectar projetos, negócios, produtos, processos e serviços inovadores capazes de se materializarem e se converterem em negócios viáveis.


Ele acredita também que um novo perfil profissional entrará em cena após o lançamento da Incubaseg. "Vai surgir um corretor consultor de seguros na essência, que levará para as seguradoras os desejos dos clientes, estimulando o desenvolvimento não só de um novo produto, mas de um relacionamento sério e duradouro", valoriza Carlos Alberto Oliveira.

Data: 20.05.2011 - Fonte: Jornal do Commercio - RJ

Corretores repudiam Seguro Pirata e pedem mobilização da categoria

O Seguro Pirata é uma concorrência desleal, não tem regulamentação e tira do “segurado” os direitos de consumidor, já que ele se torna participante de um grupo de rateio, com despesas que podem ser maiores, dependendo do valor e tipo de sinistro. Mas, a julgar pela repercussão da matéria “Seguro Pirata chega a todos os pontos do país”, publicada ontem pelo CQCS, é preciso que os corretores “acordem” e possam contar com as autoridades e entidades representativas de classe, em todas as esferas administrativas: federal, estadual e municipal.


A corretora Rosimeire Garcia, da RGarcia Seguros (Pinhalzinho/SP) pergunta pelos órgãos fiscalizadores e denuncia que colegas comercializam o Seguro Pirata. “Cadê a Susep, cadê o Sincor? Onde está a união da classe? Adoro meu trabalho, mas infelizmente há corretores que se aproveitam dessa sujeira toda e por eles também somos acusados. Os bons pagam pelos maus. Está na hora, aliás passou da hora, de fortalecermos a união entre os corretores dignos e honestos. Vamos à luta!”.


Já o corretor Fabio Caiado Costa dos Santos, da Caiado Corretora (Vitória/ES) declara que causa estranheza a paralisia das seguradoras, porque são prejudicados tanto os corretores, quanto as companhias que operam com o Seguro de Automóvel. “Essas associações não pagam impostos e não têm reserva técnica Nós, corretores, temos que exigir mais rigidez dos governos, da Polícia e do Ministério Público para que os responsáveis respondam pelos crimes praticados”.


Também o corretor Antonio Vesú, da Vesú Seguros (Tupã/SP) aponta que essa devia ser uma preocupação das seguradoras, além da Susep, Fenarcor e Sincor. “Todos estão de braços cruzados. Dá a impressão que não somos nada e que as seguradoras lucram com isso, ou melhor, algumas delas, como já foi mostrado aqui, fazem parte da picaretagem, dando cobertura de Responsabilidade Civil”.


O corretor Celio Sanz, do Rio de Janeiro, vai ainda mais longe e alerta sobre a atuação das associações e cooperativas de proteção veicular que, segundo ele, já estão até convocando corretores para treinamento. “Já contei mais de 50 entidades vendendo o Seguro Pirata. Conheço inclusive corretor que está operando ou montando uma praga dessas. Se nós, corretores, temos mais fiscalização que essas entidades, porque os ‘órgãos competentes’ não atuam para combatê-las? Queremos uma campanha pública de esclarecimento, enfatizando que proteção automotiva não é seguro”.

Data: 19.05.2011 - Fonte: CQCS

quarta-feira, 18 de maio de 2011

ANS prorroga prazo para consulta pública sobre planos para demitidos e aposentados

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) informou nesta terça-feira, 17 de maio, que prorrogou por 15 dias a consulta pública sobre manutenção de planos de saúde para aposentados e demitidos sem justa causa. As contribuições, que começaram a ser enviadas em 19 de abril, podem ser encaminhadas à Autarquia até 2 de junho.

Data: 18.05.2011 - Fonte: Revista Apólice | Aline Bronzati

Pottencial destaca vantagens do Seguro Garantia para construtores e fornecedores

O Seguro Garantia do Construtor, do Fornecedor e do Prestador de Serviços é uma modalidade tradicional que vem crescendo bastante, como informa o diretor Técnico da Pottencial Seguradora, Fábio Carvalho.


“Esta modalidade de garantia é muito utilizada por empresas que possuem contratos com a administração pública, por exigência da lei 8.666/93, mas o setor privado também vem se rendendo às vantagens do seguro e passando a solicitar muito este tipo de garantia em seus contratos, ressalta Fábio.


Ele explica que o produto garante a indenização, até o valor máximo fixado na apólice, pelos prejuízos decorrentes da inadimplência das obrigações assumidas pelo tomador, em contrato de construção, fornecimento ou prestação.


“Na prática, o seguro garante à empresa que está contratando (contratante) cumprir o acordado no contrato. Desta forma, a seguradora atua na análise da contratada garantindo que ela tem plenas condições de cumprir aquele contrato até o final. Se não cumprir, a seguradora indeniza a empresa contratante”, acrescenta Fábio.


O executivo destaca que “a apólice de seguros funciona como uma espécie de atestado de qualidade da empresa que vai ser garantida, pois, quando é emitida, significa que a empresa passou pelo crivo da seguradora que verificou sua saúde financeira, capacidade técnica e seu histórico no mercado, além de suas restrições, etc”.


Oportunidade para prospecção


Na visão do diretor da Pottencial, o Seguro Garantia do Construtor, do Fornecedor e do Prestador de Serviços pode ser encarado como uma “bela oportunidade” para os corretores prospectarem novos clientes.


“Basta imaginar a quantidade de empresas, de todos os segmentos, que possuem contratos com órgãos públicos, por exemplo. São construtoras, empresas de engenharia, prestadoras de serviços, fornecedoras de materiais e equipamentos, uma infinidade de empresas que ainda não trabalham com o Seguro Garantia, às vezes por desconhecimento. Há também os contratos entre empresas privadas que podem passar a solicitar este tipo de garantia, se forem orientadas e assessoradas pelo corretor”, enfatiza Fabio.

Data: 18.05.2011 - Fonte: CQCS|Pedro Duarte

Seguro para o trigo

O governo do Paraná liberou R$ 2,6 milhões para execução do Programa de Subvenção ao Prêmio de Seguro Rural para o trigo que está sendo plantado este ano. Segundo a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Paraná, pelo plano, o governo federal arca com 70% do valor do prêmio, o estadual com 15% e o produtor com os demais 15%. A expectativa é que 1 mil produtores sejam beneficiados.


Data: 18.05.2011 - Fonte: Revista Cobertura

Demanda de seguros tem crescimento no Estado

Faturamento registra alta de 8%.


MARA BIANCHETTI.


FILÓ ALVES/ARQUIVO DC


O segmento de seguros automotivos é responsável por 44% do mercado de seguros em Minas Gerais


Estimulado pelo crescimento de diversos setores econômicos, como a construção civil e o segmento automotivo, o mercado de seguros em Minas Gerais segue aquecido desde o início do ano. Somente no acumulado do primeiro trimestre, o faturamento do setor aumentou 8% em relação a igual período de 2010. A expectativa é de que esse índice seja ainda maior a partir da segunda metade do ano, já que, tradicionalmente, a demanda do segundo semestre é maior.


De acordo com o vice-presidente do Sindicato das Seguradoras de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Distrito Federal (Sindseg MG/GO/MT/DF), Luiz Carlos Ferreira Gomes, em âmbito nacional, o incremento do setor foi ainda maior e chegou a 17% na mesma base de comparação. Minas Gerais aparece em terceiro lugar entre os estados que mais contribuíram para esse resultado, ficando com 7,8% de participação. Em primeiro e segundo lugares estão São Paulo e Rio de Janeiro, com 46% e 11,4%, respectivamente.


"A participação das seguradoras mineiras no segmento sempre foi bastante expressiva. Contribuem para esse resultado o perfil econômico do Estado, munido de várias indústrias que realizam obras a todo o momento e necessitam estar asseguradas, bem como a frota automotiva, que cresce cada vez mais", explicou.


Conforme os dados do Sindseg MG/GO/MT/DF, entre os segmentos do mercado de seguros que registraram as maiores altas no primeiro trimestre deste exercício frente a igual época do ano passado estão o de responsabilidade civil (27%), o habitacional (23%) e o de seguros patrimoniais (18%).


Concorrência - Já em relação aos seguros automotivos, o vice-presidente informou que apesar de a carteira ainda possuir grande importância para as seguradoras, neste período, ela foi ultrapassada pelas demais, e obteve crescimento de 5,6%. "Hoje o segmento de seguros automotivos representa 44% do mercado de seguros em Minas. Mas em função da concorrência acirrada, acabou não crescendo muito no primeiro trimestre. O mesmo ocorreu no Brasil, já que o setor obteve alta de 8,3% em âmbito nacional", explicou.


Da mesma forma, os negócios das corretoras que operam no Estado estão sendo beneficiados pelo aquecimento da economia. Esse é o caso da Solutions Gestão de Seguros, corretora sediada em Belo Horizonte, que deve encerrar este ano com crescimento de 35% no faturamento em relação ao resultado obtido no exercício anterior.


Segundo o diretor da corretora, Sérgio Frade, o mercado de seguros tem um comportamento semelhante ao quadro geral da economia. "Se a economia vai bem, o setor de seguros acompanha. Prova disso é que encerramos o primeiro trimestre com incremento de 25% nos negócios em relação ao mesmo período do ano passado", disse.


Conforme Frade, o aquecimento em diversos segmentos da economia tem contribuído com o mercado de seguros, com destaque para o setor de construção civil. "O grande número de empreendimentos lançados provoca uma demanda por seguros com cobertura para os riscos de engenharia da obra e sobre a responsabilidade civil. E esse número tende a aumentar, já que muitas obras ainda serão realizadas no próximo semestre", ressaltou.


Atualmente, a carteira patrimonial, que agrega, por exemplo, os seguros contra incêndio, concentra cerca de 40% das operações da Solutions Gestão de Seguros. Já a carteira de benefícios, onde são computados os seguros de saúde e de vida, respondem por 30% do total. As apólices que preveem a cobertura de riscos envolvendo automóveis, seguro de cargas e responsabilidade civil (danos a terceiros) representam 10% cada uma.

Data: 18.05.2011 - Fonte: Diário do Comércio - MG

Preços de seguros de carro variam até 210% e motoristas buscam alternativas

Os altos preços dos seguros de carros em algumas regiões da cidade estão levando diversos motoristas a buscar caminhos alternativos para manter seus veículos protegidos contra roubos e acidentes sem gastar tanto. A diferença entre os valores das apólices entre as seguradoras pode chegar a 210%, variando apenas o bairro em que o proprietário mora. É o caso do seguro de um Gol City 1.0 quatro portas 2010/2011 quatro portas pela SulAmerica, que fica em R$ 1.807,97, em Ipanema, e em R$ 5.606,64, na Vila da Penha.


Segundo Julio Avellar, superintendente da Central de Seguros da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNSeg), as diferenças existem por causa dos índices de roubos de veículos em cada área:


Na Baixada Fluminense é mais caro do que na Zona Norte, que é mais caro do que na Zona Sul.


Segundo o Instituto de Segurança Pública (ISP), o índice de roubos e furtos caiu 22,75% no estado, entre março deste ano e o mesmo período do ano passado. Na área de segurança que inclui Ipanema, houve 21 ocorrências no mês retrasado, contra 301 registradas na da Vila da Penha.


Associações são uma opção


Uma das opções mais procuradas pelos motoristas são as associações de proteção automotiva. O militar Edimário Mota da Silva, de 51 anos, trocou a seguradora pela associação há cerca de seis meses:


Estou pagando R$ 1.860 por ano, em vez de R$ 2.900 cobrados pela seguradora.


As associações oferecem ressarcimento contra roubos, acidentes e danos de terceiros. O motorista paga, mensalmente, uma taxa média de R$ 80 de adesão. Se algum carro do grupo no qual ele faz parte tiver algum sinistro, o prejuízo é dividido por todos os integrantes, e a quantia sobe. Em caso de roubo, o pagamento do prêmio leva cerca de 45 dias para ser feito pela associação. As seguradoras pagam em 20 dias.


Representação


O deputado Pedro Fernandes (PMDB) entrou com uma representação no Ministério Público pedindo uma investigação sobre a prática de discriminação por parte das seguradoras. Apesar da queda nos índices, os preços não estariam caindo como deveriam.


Entenda como funcionam as associações


Valores


Segundo a Confederação Nacional das Associações de Benefícios Mútuos (Conabem), o valor médio da mensalidade é de R$ 80, desde que não tenha havido sinistros no grupo em que o motorista estiver.


Coberturas


A cobertura mínima previne contra roubo e acidente, mas há planos mais completos, com reboque e assistência 24 horas.


Divisão


Os motoristas são incluídos nos grupos de acordo com o valor de mercado do carro. As associações costumam dividir os veículos por faixas de R$ 10 mil. No caso de sinsistro, quanto mais caro o carro for, maior será o valor do rateio.

Data: 18.05.2011 - Fonte: EXTRA | Globo.com

Mais de 30 processos contra o seguro pirata no MP

A Susep já instaurou processos e julgou 33 casos de representações ou denúncias contra associações de classes, cooperativas ou entidades que comercializam a chamada “proteção veicular”.


Desse total, 29 foram considerados procedentes ou subsistentes, sendo aplicadas multas de até R$ 72,8 milhões, como no processo envolvendo uma associação de caminhoneiros de Minas Gerais, julgado em julho do ano passado.


A autarquia depende de denúncias ou representações de consumidores ou corretores para poder agir e, se for o caso, enviar o caso para o Ministério Público.


A atividade exercida por essas associações e cooperativas cresce tanto que já há até uma entidade defendendo o segmento. Em matéria publicada nesta quarta-feira no jornal Extra, das Organizações Globo, a Confederação Nacional das Associações de Benefícios Mútuos (Conabem) informou que o preço médio cobrado pelas aquelas associações para fornecerem a “proteção veicular” é de R$ 80,00, “desde que não tenha havido sinistros no grupo em que o motorista estiver”.


A reportagem compara seguro com proteção veicular e é claramente simpática a esse último setor. É revelado, inclusive, que o deputado estadual Pedro Fernandes (PMDB), do Rio de Janeiro, teria entrado com uma representação no Ministério Público pedindo uma investigação sobre “a prática de discriminação por parte das seguradoras”. De acordo com a reportagem, apesar da queda nos índices, os preços não estariam caindo como deveriam, no Rio.


O jornal Extra conclui que “os altos preços dos seguros de carros em algumas regiões da cidade (do Rio de Janeiro) estão levando diversos motoristas a buscar caminhos alternativos para manter seus veículos protegidos contra roubos e acidentes sem gastar tanto”. A diferença entre os valores das apólices entre as seguradoras pode chegar a 210%, variando apenas o bairro em que o proprietário mora, segundo o autor da matéria.


No caso das associações que vendem “proteção veicular”, os motoristas são incluídos nos grupos de acordo com o valor de mercado do carro. Essas associações costumam dividir os veículos por faixas de R$ 10 mil. No caso de sinistro, quanto mais caro o carro for, maior será o valor do rateio.


Data: 18.05.2011 - Fonte: CQCS|Jorge Clapp

Economista aponta tendência de aumento na rentabilidade das companhias

Análise elaborada pela Rating de Seguros indica uma ‘leve tendência de aumento’ na rentabilidade média das seguradoras brasileiras. O estudo ‘Perfil Rentabilidade Seguradoras Brasileiras’, que integra a série “Comentários Econômicos”, levou em consideração o lucro e o patrimônio líquidos de 110 seguradoras, exceto empresas de saúde, obtidos de 1994 a 2010.


“Em 2010, quando calculamos a rentabilidade agregada dos números do setor, encontramos um patamar aproximado de 18%. Já quando levamos em conta a mediana das rentabilidades individuais, este patamar passa para uns 10%. Esta diferença de valores se deve ao fato da concentração de rentabilidade em empresas de maior porte”, comenta o economista Francisco Galiza, autor da análise e consultor do Prêmio Cobertura-Performance.


Data: 18.05.2011 - Fonte: Revista Cobertura

Ser gentil no trânsito dá desconto no seguro

Trânsito mais Gentil Comercial TV Casal Gentil


Trânsito menos agressivo também ajuda o mercado de seguros, que reduz gastos. Imagem: HELDER TAVARES/DP/D.A PRESS - 19/4/11


Se um motorista sem noção buzina enlouquecidamente atrás de você assim que o sinal fica verde, o que você faz? Respira fundo, conta até dez, engata a primeira e segue em frente? E se outro motorista ainda mais sem noção invade a faixa na sua frente sem nem ligar a seta? Se a sua reação, mais uma vez, for a de deixar para lá (mesmo que, em pensamento, você xingue o sujeito até a quinta geração), parabéns. Você é um motorista gentil. E pode até sair no lucro por isso.


Dentro da campanha Trânsito Gentil, iniciada dois anos atrás no estado de São Paulo, a seguradora Porto Seguro Auto lança agora no mercado pernambucano o benefício Zero Ponto. Clientes sem pontos na carteira de motorista ganham automaticamente 5% na contratação do seguro ou na renovação dele. O desconto, que foi iniciado em 1º de maio, vale para contratos de automóveis de passeio, pick-up"s, esportivos, motocicletas e táxis.


Segundo a direção da Porto Seguro, nos nove primeiros dias úteis de campanha, 9% dos segurados em Pernambuco se beneficiaram com o desconto. "A média do seguro hoje em Pernambuco fica entre R$ 800 e R$ 1.000. O desconto acaba sendo bom para o cliente, que pode economizar. A campanha Trânsito Gentil ajuda a melhorar a educação dos nossos motoristas", diz Rinaldo Lima, gerente da sucursal Pernambuco da Porto Seguro.


As apólices podem ser diferentes - para mulheres, homens casados com filhos, homens solteiros sem filhos. Mas todos têm direito ao desconto. Desde que não tenham pontos na carteira. O benefício vale por todo o contrato. Se durante este período o motorista for multado, perde o desconto na renovação. Mas pode voltar a ter o benefício quando a carteira fica zerada outra vez (lembrando que os pontos são zerados após 12 meses da data da infração).


Ao menos na teoria, não é tão difícil se controlar, ficar sem levar multas e se tornar um motorista mais gentil e educado. De acordo com o Detran-PE, a principal causa de infrações é dirigir acima da velocidade permitida. Só entre janeiro e março deste ano, foram mais de 33 mil autuações. Atravessar o sinal vermelho ocupa o segundo lugar, com mais de 11 mil multas. A medalha de bronze foi para o uso do celular ao volante, com mais de 7 mil registros no primeiro trimestre.


Além de São Paulo e Pernambuco, o benefício Zero Ponto já é oferecido pela Porto Seguro nos estados do Paraná, Rio de Janeiro e Minas Gerais. "A expectativa da empresa é a de chegar a todos os estados brasileiros até o fim do ano", afirma Rinaldo Lima. O trânsito menos agressivo também ajuda o mercado de seguros. Com menos colisões, a quantidade de sinistros diminui (e o gasto das seguradoras). Segundo Lima, a empresa ocupa atualmente a quarta colocação no mercado pernambucano, com 12%. Pretende crescer entre 15% e 20% até o fim do ano.


A campanha Trânsito Gentil ajuda a melhorar a educação dos nossos motoristas"


Rinaldo Lima, gerente da sucursal Pernambuco da Porto Seguro.

Data: 18.05.2011 - Fonte: Diário de Pernambuco

Renda maior e nova classe média puxam crescimento de 16,62% previdência privada até março

A trajetória de forte aceleração nas vendas continua na indústria de previdência privada aberta. Nos três primeiros meses do ano, a arrecadação foi de R$ 11,7 bilhões, crescimento de 16,62% na comparação com o mesmo período do ano anterior. O número de contatos de planos de previdência avançou 2% no primeiro trimestre, de 10,3 milhões para 10,5 milhões. O sistema contabiliza atualmente 96,8 mil participantes já recebendo benefícios. Os dados são da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida(FenaPrevi), que reúne 64 sociedades seguradoras e 15 entidades abertas de previdência complementar no País.


Na avaliação do presidente da FenaPrevi, Marco Antônio Rossi, o aumento da renda do brasileiro e a chegada de novos consumidores na classe C são fatores que têm garantido a ascensão da previdência privada aberta. "A transformação cultural que está acontecendo no Brasil não ocorre somente nos hábitos de consumo. Com o aumento da renda média da população cresce também o número de pessoas com condições de experimentar e buscar nos planos de previdência formação de uma poupança de longo prazo. Ao mesmo tempo as seguradoras estão desenvolvendo produtos flexíveis para atender esta nova demanda”, analisa.


No primeiro trimestre, o produto VGBL arrecadou R$ 9,3 bilhões, obtendo crescimento de 18,91%. O produto é indicado ao investidor que não declara Imposto de Renda pessoa física pelo modelo completo de declaração anual de ajustes. A arrecadação dos planos PGBL’s cresceu 20,66% no período e movimentou R$ 1,5 bilhão. Estes planos são voltados para quem utiliza o modelo completo da declaração anual de ajustes do imposto de renda pessoa física. Já os planos tradicionais totalizaram aportes no valor R$ 799,5 milhões no período. Outros produtos de previdência (FAPI, PGRP e VGRP) arrecadaram R$ 3,6 milhões.



Os dados da Fenaprevi mostram que, no trimestre, em planos individuais foram efetuados aportes no valor de R$ 9,9 bilhões, apresentando crescimento de 19,33% na comparação aos R$ 8,3 bilhões arrecadados no trimestre de 2010. Os planos para menores, por sua vez, tiveram alta de 18,12% e arrecadação de R$ 394,5 milhões. Já os aportes para os planos empresariais registraram R$ 1,4 bilhão, alta de 0,61%.



Em março, o mercado de previdência privada aberta arrecadou R$ 4 bilhões, alta de 3,25% na comparação aos R$ 3,9 bilhões no mesmo mês do ano anterior. No resultado mensal por segmento, o destaque ficou por conta dos planos para menores, que cresceram 10,10% e arrecadaram R$ 138,1 milhões em relação ao mesmo mês de 2010. Já os planos individuais tiveram alta de 7,15%, com aportes de R$ 3,4 bilhões. Os planos empresariais arrecadaram R$ 470,2 milhões no período.


Já o produto VGBL obteve arrecadação de R$ 3,2 bilhões com crescimento de 5,23% no período. E o volume de contribuições do PGBL registrou R$ 543,2 milhões no mês, alta de 8,07%. Os aportes aos planos tradicionais registraram R$ 277,2 milhões no período. Os outros produtos de previdência (FAPI, PGRP e VGRP) arrecadaram R$ 1,3 milhão no período, com inflexão de 6,62%.



A Bradesco Vida e Previdência liderou o ranking de arrecadação no primeiro trimestre de 2011, com 28,23% do total arrecadado; a BrasilPrev (27,73%); Itaú Vida e Previdência (21,86%); Caixa Vida & Previdência (7,35%); Santander Seguros (5,22%); HSBC Vida e Prev (3,96%); Icatu Seguros (0,86%); Sul América Seg e Prev (0,86%); Porto Seguro Vida e Previdência (0,57%); e Safra Vida e Prev. (0,54%). As demais entidades somam, no total, 2,83% da arrecadação.



As provisões – recursos acumulados pelos titulares dos planos do sistema de previdência complementar aberta – apresentaram saldo de R$ 224,6 bilhões e alta de 21,77% no trimestre de 2011. No mesmo período do ano anterior, as provisões totalizaram R$ 184,4 bilhões. As provisões do VGBL tiveram o crescimento mais expressivo no trimestre, 27,69%, passando de R$ 102,3 bilhões para R$ 130,6 bilhões.


O PGBL cresceu 16,28% no período e as reservas do produto passaram de R$ 49,7 bilhões para R$ 57,8 bilhões. As reservas de planos tradicionais passaram de R$ 31,8 bilhões para R$ 35,5 bilhões no período, alta de 11,71%.


Com relação a market share, os planos VGBL mantiveram a liderança no volume de depósitos no sistema de previdência complementar, com 58,16% do total, seguidos pelos PGBL, com 25,77% do volume total de provisões, enquanto os planos tradicionais contaram com 15,85% do volume total de provisões. Outros produtos – incluindo os Fapi - completam a equação, com 0,23%.


Em relação à carteira de investimentos – diversas modalidades de ativos que garantem as obrigações corporificadas nas provisões – o mercado de previdência complementar cresceu 21,76% em relação no trimestre de 2011. Com isso, a carteira do setor totalizou R$ 233,2 bilhões.


De acordo com o balanço da Fenaprevi, a carteira do VGBL obteve alta de 29,13%, passando de R$ 101,9 bilhões para R$ 131,7 bilhões. Já o PGBL cresceu 16,45% no período. A carteira do produto passou de R$ 50 bilhões para R$ 58,2 bilhões. Por fim, a carteira de planos tradicionais passou de R$ 39 bilhões para R$ 42,7 bilhões, alta de 9,56%. Os demais produtos, FAPI, PRGP, VRGP, alcançaram R$ 485,7 milhões, alta de 0,08%.

Data: 18.05.2011 - Fonte: Viver Seguro

Livro gratuito levanta causas dos acidentes de trânsito

Lançado pela Escola Nacional de Seguros e pela Seguradora Líder dos Consórcios DPVAT durante a cerimônia de Instalação da Frente Parlamentar em Defesa do Trânsito Seguro, em abril, o livro "Acidentes Não Acontecem" agora pode ser adquirido gratuitamente. A obra, do economista e advogado Rodolfo Rizzotto, explica as causas das alarmantes estatísticas de acidentes de trânsito.


O autor cruzou diferentes dados para fazer um retrato preciso dos problemas que impedem uma maior conscientização e o envolvimento da sociedade para evitar os acidentes de trânsito. Ele mostra que não são eventos casuais, mas previsíveis, e podem ser evitados, principalmente com ações do poder público e mobilização da sociedade.


Rodolfo Rizzotto, que também é fundador e coordenador do programa SOS Estradas, aborda, ainda, assuntos como inspeção veicular, recall, condições das estradas e omissão da legislação brasileira, além de destacar os benefícios da Lei Seca e a importância do Seguro DPVAT para as vítimas de trânsito.


O livro foi lançado no ano que antecede o início da "Década de Ações para a Segurança Viária 2011/2020", declarada pelas Nações Unidas como uma forma de colaborar para a redução das estatísticas de acidentes. Para receber o exemplar basta enviar nome e endereço completos para o e-mail rodrigo.deonel@seguradoralider.com.br.

Data: 18.05.2011 - Fonte: Escola Nacional de Seguros

Brasileiros dominam Organização Internacional de Seguros

O mercado brasileiro de seguros é a “bola da vez” quando se trata de investimentos externos das grandes companhias, fusões de operação entre seguradoras internacionais nacionais e a exportação da inteligência e know how made in Brazil por meio da participação de nossos executivos em encontros de grande importância da indústria de seguros mundial.
O último exemplo aconteceu durante a PASA (Panamerican Surety Association ou Associação Mundial das Seguradoras de Garantia e Crédito), que se realizou de 8 a 11 de maio, em Lima, no Peru. O evento reuniu mais de 300 pessoas de 35 países e a delegação brasileira teve destacada participação, totalizando a participação de 50 brasileiros, tanto na extensa lista de executivos presentes, quanto na grade de programação das palestras.

Começando pelo atual presidente da Associação, Alexandre Malucelli, em entrevista exclusiva ao CQCS, ele confirmou que sua gestão será de dois anos. Sua eleição ocorreu no ano passado, em Pequim, quando ele já tinha a experiência anterior como vice-presidente da mesma Associação.

Alem de ser o dirigente máximo da PASA, que é uma das mais atuantes associações mundiais de seguros, congregando companhias ligadas aos ramos de Crédito e Fiança, Alexandre – que é ainda vice-presidente da seguradora J. Malucelli e presidente da J. Malucelli Re – liderou o time de sua empresa, composto ainda por João Gilberto Possiede, Eduardo Nóbrega e Gustavo Henrich, que acrescentou comentários sobre a presença brasileira no evento.

“Estamos com a maior delegação brasileira da história da PASA, o que nos deixa bastante orgulhosos, principalmente porque havia muito tempo que não contávamos com um brasileiro na presidência da Associação”, enfatiza Henrich , lembrando que em 40 anos de história o Brasil alcançou apenas pela segunda vez o cargo, fato que não acontecia havia 30 anos.

Além dos representantes da J. Malucelli, a Assembleia da PASA reuniu executivos de destaque nacional como Diego Moreira Soares e Daniel Veiga (IRB Brasil Re), Tania Amaral (Munich Re), Andre Gregori, Stephan Vieira e Thiago Leão de Moura (Fator Seguradora), José Marcelino Risden e José Bailone Junior (Berkley), Renata Munhoz (Allianz Seguros), Rogério Vergara (MAPFRE Seguros), Marcio Lossurdo (Zurich), José Américo Peón de Sá, Enrique Asenjo, Cristina Salazar e Paula Maria Rivian (CesceBrasil), e Maurício Luiz de Carvalho (XL Re Bermuda), entre outros.

Nível operacional

Mas não é só no nível executivo que o Brasil tem seus representantes em eventos internacionais. O presidente da PASA e da J. Malucelli Re, Alexandre Malucelli, ressalta que existe, há cinco anos, outro evento da Associação, só que voltado para a área técnica.

“Neste ano, a reunião aconteceu em Montevidéu, no Uruguai, com 240 pessoas e a J. Malucelli enviou 14 colaboradores. O próximo encontro será em Cali, na Colômbia, e, no ano que vem, na Costa Rica”, conclui Alexandre.

Data: 18.05.2011 - Fonte: CQCS|Pedro Duarte

terça-feira, 17 de maio de 2011

HDI Seguros aumenta capital em R$ 22 milhões

A Susep autorizou a HDI Seguros a elevar seu capital social. O aumento, de R$ 22,720 milhões, expandiu o capital social da empresa de R$ 411.458.941,80 para R$ 434.178.941,80.


A portaria nº 1.207, com a autorização, foi publicada ontem, 16 de maio, no Diário Oficial da União.

Data: 17.05.2011 - Fonte: Revista Apólice | Jamille Niero

Mercado dobrou de tamanho em cinco anos

O mercado de seguros dobrou de tamanho em apenas cinco anos. É o que apontam as mais recentes estatísticas da Susep, segundo as quais o faturamento do setor apurado no primeiro trimestre deste ano – da ordem de R$ 24,3 bilhões - foi 111% maior que as soma registrada nos três primeiros meses de 2006.


Vale lembrar que tais valores não englobam o desempenho do seguro saúde, que está sob a jurisdição da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).

Data: 17.05.2011 - Fonte: seguros.inf.br

Setor de seguros cresceu 14,1% em 2010.

O setor de Seguros segue em alta. Estudo que acaba de ser concluído pelo Sincor-SP, elaborado pelo consultor Francisco Galiza, revela que o faturamento das seguradoras em 2010 alcançou o valor de R$ 70,3 bilhões, uma variação positiva de 14,1% em relação a 2009 - que, por sua vez, havia registrado um crescimento de 11% em comparação a 2008. Desconsiderando o seguro obrigatório (DPVAT), o montante foi de R$ 64,5 bilhões, com um taxa de crescimento de 14,8%.


Para Mário Sérgio de Almeida Santos, presidente do Sindicato, um conjunto de fatores pode explicar esse bom desempenho. A estabilidade monetária, o controle da inflação e o maior acesso ao crédito, na avaliação do presidente do Sincor-SP, vêm permitindo a aquisição de mais bens duráveis pela população e, consequentemente, o setor de seguros acaba sendo beneficiado. "Como resultado desse bom cenário econômico e da maior aquisição de bens, as pessoas passam a se preocupar mais em proteger seu patrimônio e assegurar o futuro de sua família. A isso se soma também a competência, a eficiência e o profissionalismo do setor" ressalta.


Com um faturamento de R$ 12,4 bilhões, a Bradesco Seguros repetiu a performance dos últimas anos, mantendo-se na liderança do mercado, com uma fatia de 19,4%, praticamente a mesma do ano anterior.


No segundo lugar, porém, houve uma significativa alteração. Com um faturamento de R$ 8,3 bilhões e 12,8% de participação no mercado, o Banco do Brasil-Mapfre passou à frente da SulAmérica, cujo faturamento foi de R$ 8,1 bilhões 12,6% de participação. Em 2009, antes da parceria entre a Mapfre e o Banco do Brasil ocupavam a quinta e sexta posições, respectivamente. Em quarto lugar, logo atrás da SulAmérica, ficou a Porto Seguro com faturamento de R$ 7,4 bilhões e participação de 11,5%.


O seguro de automóvel segue como o ramo com maior faturamento: R$ 20,1 bilhões (descontado o DPVAT) - uma variação 15,3% em relação a 2009. Contabilizando o DPVAT, o faturamento em 2010 ultrapassou os R$ 25,8 bilhões - 13,4% mais que no ano anterior. A liderança, nesse segmento, pertence à Porto Seguro com 27,1% de toda a receita do setor.


No ramo Pessoas (sem VGBL), o faturamento em 2010 foi de R$ 15,7 bilhões (variação positiva de 14,6% em relação a 2009). A liderança praticamente se divide entre os grupos Banco do Brasil-Mapfre e Bradesco, com participações de 18,2% e 17,3%, respectivamente.


Duas companhias concentram a receita no segmento de Saúde: a Bradesco Seguros com 43,3% do mercado (R$ 6,1 bilhões em faturamento) e a SulAmérica com 37,4% de participação (faturamento de R$ 5,2 bilhões). A receita total nesse setor em 2010 foi de R$ 14 bilhões - cerca de 15% mais que em 2009.


Data: 17.05.2011 - Fonte: JCS - Jornal do Corretor de Seguros

Previdência Privada Aberta arrecada R$ 11,7 bilhões no primeiro trimestre de 2011

Volume de depósitos cresce 16,62% no período e consolida a forte tendência de expansão do setor verificada desde o inicio do ano. O produto VGBL impulsionou a expansão da arrecadação com captação de R$ 9,3 bilhões


O mercado de previdência privada fechou o primeiro trimestre de 2011 com arrecadação de R$ 11,7 bilhões, consolidando crescimento de 16,62% na comparação com o mesmo período do ano anterior. O número de contatos de planos de previdência privada aberta cresceu 2% no primeiro trimestre e saltou de 10,3 milhões para 10,5 milhões. O sistema contabiliza atualmente 96,8 mil participantes já recebendo benefícios. Os dados são da Fenaprevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), que reúne 64 sociedades seguradoras e 15 entidades abertas de previdência complementar no país.


Segundo Marco Antônio Rossi, presidente da entidade, o aumento da renda do brasileiro e a chegada de novos consumidores na classe C são fatores que têm garantido a ascensão da previdência privada aberta. "A transformação cultural que está acontecendo no Brasil não ocorre somente nos hábitos de consumo. Com o aumento da renda média da população cresce também o número de pessoas com condições de experimentar e buscar nos planos de previdência formação de uma poupança de longo prazo. Ao mesmo tempo as seguradoras estão desenvolvendo produtos flexíveis para atender esta nova demanda”, analisa.


No primeiro trimestre, o produto VGBL arrecadou R$ 9,3 bilhões com crescimento de 18,91%. O produto é indicado ao investidor que não declara imposto de renda pessoa física pelo modelo completo de declaração anual de ajustes.


A arrecadação dos planos PGBL’s cresceu 20,66% no período e movimentou R$ 1,5 bilhão. Estes planos são voltados para quem utiliza o modelo completo da declaração anual de ajustes do imposto de renda pessoa física. Já os planos tradicionais totalizaram aportes no valor R$ 799,5 milhões no período. Outros produtos de previdência (FAPI, PGRP e VGRP) arrecadaram R$ 3,6 milhões.


Desempenho por segmento — Planos Individuais crescem 19,33%


Os dados da Fenaprevi mostram que, no trimestre, em planos individuais foram efetuados aportes no valor de R$ 9,9 bilhões, apresentando um crescimento de 19,33% na comparação aos R$ 8,3 bilhões arrecadados no trimestre de 2010. Os planos para menores, por sua vez, tiveram alta de 18,12% e arrecadação de R$ 394,5 milhões. Já os aportes para os planos empresariais registraram R$ 1,4 bilhão, alta de 0,61%.


Resultado mensal – Março 2011


No mês de março de 2011, o mercado de previdência privada aberta arrecadou R$ 4 bilhões, alta de 3,25% na comparação aos R$ 3,9 bilhões no mesmo mês do ano anterior. No resultado mensal por segmento o destaque ficou por conta dos planos para menores que cresceram 10,10% e arrecadaram R$ 138,1 milhões em relação ao mesmo mês de 2010. Os planos individuais, por sua vez tiveram alta de 7,15% com aportes de R$ 3,4 bilhões. Os planos empresariais arrecadaram R$ 470,2 milhões no período.


Já o produto VGBL obteve arrecadação de R$ 3,2 bilhões com crescimento de 5,23% no período. E o volume de contribuições do PGBL registrou R$ 543,2 milhões no mês, alta de 8,07%. Os aportes aos planos tradicionais registraram R$ 277,2 milhões no período. Os outros produtos de previdência (FAPI, PGRP e VGRP) arrecadaram R$ 1,3 milhão no período, com inflexão de - 6,62%.


Ranking – Resultado Trimestre


A Bradesco Vida e Previdência liderou o ranking de arrecadação no primeiro trimestre de 2011, com 28,23% do total arrecadado; a BrasilPrev (27,73%); Itaú Vida e Previdência (21,86%); Caixa Vida & Previdência (7,35%); Santander Seguros (5,22%); HSBC Vida e Prev (3,96%); Icatu Seguros (0,86%); Sul América Seg e Prev (0,86%); Porto Seguro Vida e Previdência (0,57%); e Safra Vida e Prev. (0,54%). As demais entidades somam, no total, 2,83% da arrecadação.


Provisões


As provisões – recursos acumulados pelos titulares dos planos do sistema de previdência complementar aberta – apresentaram saldo de R$ 224,6 bilhões e alta de 21,77% no trimestre de 2011. No mesmo período do ano anterior, as provisões totalizaram R$ 184,4 bilhões. As provisões do VGBL tiveram o crescimento mais expressivo no trimestre, 27,69%, passando de R$ 102,3 bilhões para R$ 130,6 bilhões.


O PGBL cresceu 16,28% no período e as reservas do produto passaram de R$ 49,7 bilhões para R$ 57,8 bilhões. As reservas de planos tradicionais, por sua vez, passaram de R$ 31,8 bilhões para R$ 35,5 bilhões no período, alta de 11,71%.


Com relação a market share, os planos VGBL mantiveram a liderança no volume de depósitos no sistema de previdência complementar, com 58,16% do total, seguidos pelos PGBL, com 25,77% do volume total de provisões, enquanto os planos tradicionais contaram com 15,85% do volume total de provisões. Outros produtos – incluindo os Fapi - completam a equação, com 0,23%.


Carteira


Em relação à carteira de investimentos – diversas modalidades de ativos que garantem as obrigações corporificadas nas provisões – o mercado de previdência complementar cresceu 21,76% em relação no trimestre de 2011. Com isso, a carteira do setor totalizou R$ 233,2 bilhões.


De acordo com o balanço da Fenaprevi, a carteira do VGBL obteve alta de 29,13%, passando de R$ 101,9 bilhões para R$ 131,7 bilhões. Já o PGBL cresceu 16,45% no período. A carteira do produto passou de R$ 50 bilhões para R$ 58,2 bilhões. Por fim, a carteira de planos tradicionais passou de R$ 39 bilhões para R$ 42,7 bilhões, alta de 9,56%. Os demais produtos, FAPI, PRGP, VRGP, alcançaram R$ 485,7 milhões, alta de 0,08%.


Data: 17.05.2011 - Fonte: Revista Cobertura

Roubo de carro na região da Paulista cresce 76% em abril

O Estado de São Paulo de hoje, 17 de maio, destaca no caderno Cidades/Metrópole, o aumento do número de roubo de carros na região da Avenida Paulista.

O entorno da Avenida Paulista e Ermelino Matarazzo, no lado leste da capital paulista, registraram em abril o maior crescimento de roubo de carros em relação à média mensal do primeiro trimestre deste ano. O avanço foi de 76,5% e 95%, respectivamente.

Segundo os dados de abril divulgados ontem pela Secretaria de Segurança Pública, o roubo e o furto de veículos seguem entre os crimes que mais preocupam as autoridades.

Data: 17.05.2011 - Fonte: Revista Cobertura

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Contratar seguros é assunto sério

Antes de contratar o seguro, é indispensável que o segurado saiba exatamente qual é o objeto que pretende ver protegido e contra que riscos deseja ter a proteção


O contrato de seguro é um contrato de adesão relativa, ao qual o segurado adere, mas com capacidade de modificar as condições gerais da apólice para adaptá-la às suas necessidades de proteção. Ou seja, há imposições irrecorríveis por parte da seguradora, mas há também determinações impostas pelo segurado, que a seguradora acata, nos termos que lhe são passados na proposta de seguro, limitadas às condições comerciais oferecidas por ela.


Mas se a regra acima vale para todos os contratos de seguros, não quer dizer que todas as apólices são iguais, ou mesmo semelhantes; que o clausulado é sempre o mesmo e que as regras aplicáveis são imutáveis, tanto faz o tipo de seguro e a garantia contratada.


Cada risco tem um tipo de garantia específico. E a forma de protegê-lo pode variar de companhia para companhia, ou de segurado para segurado, além de ser possível a contratação da proteção desejada por meio de mais de um modelo de apólice, ou seja, nem sempre a cobertura de dois riscos semelhantes é feita da mesma forma, com clausulados padrões, aceitos por todo o mercado. Assim, antes de contratar um seguro, é indispensável que o segurado saiba exatamente qual é o objeto que pretende ver protegido e contra que riscos deseja ter a proteção.


Pode parecer óbvio, mas nem sempre o risco contra o qual o segurado deseja se proteger está claro para ele, o que, evidentemente, faz com que a cobertura pretendida também não fique clara. E isso pode ter consequências dramáticas na hora de receber ou não uma indenização. A seguradora sempre paga a indenização num momento de tensão para o segurado. O que gera a indenização é uma perda decorrente de um sinistro. Sem sinistro não há que se falar na obrigação da seguradora indenizar. Mais que isto, sem sinistro coberto, não há indenização.


E nem sempre a contratação do seguro, que depende de informações do segurado, contempla na apólice a garantia para o risco que o atinge.


Quando isso ocorre, a seguradora encerra o processo de regulação do sinistro negando o pagamento da indenização. E o segurado, já abalado pelo sinistro e pela perda, sofre novo abalo ao ser informado que o seguro não vai indenizá-lo porque a apólice contratada não tem garantia para aquele determinado tipo de sinistro.


Dadas as características do contrato de seguro, com exceção de contratos para riscos com coberturas extremamente simples, não é recomendável o segurado contratar suas apólices sem o auxílio de um especialista.


Por exemplo, o seguro mais conhecido no Brasil, que é o seguro de automóvel, ao contrário do que se pensa, é um contrato complexo, com características que o fazem único e diferente, mesmo de outros tipos de seguros parecidos.


O seguro de automóvel não é apenas um seguro, mas três, completamente diferentes, comercializados num único pacote. Nele estão embutidos um seguro de risco patrimonial, um seguro de responsabilidade civil e um seguro de acidentes pessoais.


Cada um deles oferece um rol de garantias próprias, que são diferentes das demais coberturas. Quer dizer, o risco de prejuízo do veículo é diferente do risco de causar danos a terceiros, que também é diferente do risco da ocorrência de acidentes pessoais com o motorista e os passageiros do próprio veículo.


Além disso, as apólices oferecem diferentes tipos de garantias para cada um deles e isso exige do segurado um mínimo de conhecimento para que ele possa determinar a opção que melhor se encaixa nas suas necessidades. O veículo justifica a cobertura compreensiva? Será que o segurado sabe que sem essa cobertura ele não terá indenização em caso de danos causados pela água da chuva ou pela queda de uma árvore? Será que alguém já disse que o seguro de danos a terceiros não indeniza o motorista e os passageiros do veículo segurado? É por essas e outras que a melhor forma de se contratar um seguro é ter a assessoria de um corretor de seguros realmente profissional.


Um especialista que conheça o assunto, o mercado e as melhores alternativas para cada segurado.


SÓCIO DA PENTEADO MENDONÇA ADVOCACIA, PRESIDENTE DA ACADEMIA PAULISTA DE LETRAS E COMENTARISTA DA RÁDIO ESTADÃO ESPN

Data: 16.05.2011 - Fonte: O Estado de S. Paulo | Antonio Penteado Mendonça

Qual o melhor regime de tributação na previdência privada?

Minha empresa oferece a seus funcionários um plano de previdência privada complementar, com diferentes regimes de tributação: regressiva e progressiva. Gostaria de saber as vantagens e desvantagens de cada um, para poder tomar a melhor decisão. (L.C.)


Prezada leitora, para quem não está tão inserido no mercado financeiro, a previdência privada pode parecer complicada. Porém, vamos esclarecer os principais aspectos para que você tome a decisão mais adequada.


O conceito de previdência, para muitos, ainda significa acumular riqueza para a aposentadoria. Mas a previdência pode ser utilizada para outros objetivos, tais como: planejamento fiscal, sucessório ou até mesmo como um simples investimento, o que o torna um produto bastante atrativo.


Podemos encontrar no mercado dois principais tipos de planos: PGBL e VGBL, que não podem ser alterados após a contratação. Para cada um deles, é possível escolher dois tipos de regime de tributação: regressiva ou progressiva. Nesse caso, quando o regime escolhido for o progressivo, é possível ser revisto e alterado para regressivo durante o período de contribuição para o plano.


Na opção PGBL, o regime de tributação definido pelo investidor incidirá sobre todo o montante acumulado, isto é, aporte mais rendimentos. Entretanto, existe a possibilidade de descontar da base de cálculo do Imposto de Renda (IR) anual em até 12% de sua renda bruta tributável, quando feita a declaração pelo formulário completo. Dessa forma, o recurso que deveria ser tributado no momento da declaração do IR será investido ao longo do tempo e tributado apenas no resgate.


Para os investidores que fazem declaração pelo formulário simplificado ou já contribuíram com o montante de 12% da renda tributável, normalmente o plano mais indicado é o VGBL, em que o regime tributário escolhido incide apenas sobre os rendimentos.


Na tributação progressiva, o pagamento de IR é feito em duas etapas: no momento do resgate é debitado 15% na fonte, independentemente do valor, e na segunda etapa o investidor deverá realizar eventuais acertos na declaração anual de ajuste do IR sobre as diferenças entre o valor pago e o valor devido.


Na opção de tributação regressiva, o IR será cobrado exclusivamente na fonte e não poderá ser compensado ou restituído em sua declaração de ajuste anual. Nessa opção, a alíquota inicia-se com 35% e será decrescente conforme o prazo de aplicação. A cada dois anos decresce 5%. Com isso, após dez anos de permanência, a alíquota chegará ao mínimo de 10%. Portanto, esse regime torna-se mais indicado para investimentos de longo prazo.


Conforme falamos no início, os planos de previdência possuem características que os tornam atraentes para diversos objetivos, como um simples investimento, por exemplo. Quando selecionamos os produtos que farão parte de um portfólio, os planos de previdência não devem ser esquecidos por dois motivos principais. Primeiro, entre os produtos tributados esse pode obter a menor alíquota de IR, 10% após dez anos de investimento no regime regressivo.


Segundo, quando comparado a um fundo de investimento de renda fixa ou multimercado, possui a vantagem de não ser tributado durante o período de investimento, mas apenas quando acontecer o resgate. Isso porque, nos fundos tradicionais, a cada seis meses calcula-se o rendimento obtido e, sobre esse montante, será deduzido 15% de IR.


Outro objetivo para a contratação de um plano é o planejamento sucessório. Ocorrendo o óbito do participante durante o período de investimento, os recursos aplicados na previdência privada não farão parte do processo de inventário, dando aos beneficiários agilidade no recebimento dos recursos e reduzindo despesas processuais e tributárias.


Portanto, para definir o regime tributário mais adequado é importante verificar qual é o principal objetivo para a contratação do plano e qual o prazo pretendido para manter o recurso aplicado.


Fernando Rosenzweig é Planejador Financeiro Pessoal e possui a Certificação CFP (Certified Financial Planner) concedida pelo Instituto Brasileiro de Certificação de Profissionais Financeiros (IBCPF) E-mail: fernandoweig@gmail.com


As respostas refletem as opiniões do autor, e não do jornal Valor Econômico ou do IBCPF. O jornal e o IBCPF não se responsabilizam pelas informações acima ou por prejuízos de qualquer natureza em decorrência do uso destas informações. Perguntas devem ser encaminhadas para: consultoriofinanceiro@ibcpf.org.br

Data: 16.05.2011 - Fonte: Revista Cobertura|Fernando Rosenzweig

Porto Seguro Consórcio amplia opções de crédito para compra de imóveis

Para melhor atender o aumento da demanda pelo consórcio imobiliário, a Companhia passa a oferecer cartas de crédito com valores entre R$ 200 mil e R$ 400 mil.

A Porto Seguro Consórcio (
www.portoseguro.com.br) lança novas opções de crédito para o seu consórcio imobiliário. A Companhia passa a comercializar cartas com valores entre R$ 200 mil e R$ 400 mil, com taxa de administração de 15%. O objetivo é ampliar as alternativas disponíveis aos clientes que, cada vez mais, optam pelo consórcio para a compra de imóveis. As receitas com prestação de serviços de Consórcio da Porto Seguro totalizaram R$ 35 milhões no 1º trimestre de 2011, com aumento de 14,8% em
relação aos R$ 30,5 milhões registrados no 1º trimestre de 2010, decorrente principalmente do aumento de 11,6% no número de consorciados ativos, que atingiu 63,4 mil no 1º trimestre de 2011.


“Por possuir encargos baixos, parcelas com valor reduzido e amplos prazos de pagamento, o consórcio continua a ser uma opção acessível para as pessoas que pretendem adquirir imóveis residenciais ou comercias com planejamento adequado”, afirma Fábio Braga, gerente do Porto Seguro Consórcio. Ele também explica que o consórcio pode e já é utilizado como opção para aqueles que buscam um rendimento seguro para aumentar o seu patrimônio ou investir. “Atualmente, alguns clientes adotam o consórcio como poupança programada e investimento imobiliário futuro”, comenta.


As novas opções de crédito do Porto Seguro Consórcio Imóvel estão disponíveis em todos os Estados onde o produto é comercializado: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Goiás, Mato Grosso, Ceará e Bahia, além do Distrito Federal. Confira alguns exemplos:


Créditos: Parcelas de:
R$ 200 mil R$ 1.354,94
R$ 250 mil R$ 1.693,68
R$ 300 mil R$ 2.032,42
R$ 350 mil R$ 2.371,15
R$ 400 mil R$ 2.709,89


Para facilitar a contemplação, a Companhia oferece as seguintes opções de lance aos consorciados:

Lance Embutido: permite o uso de até 30% do próprio crédito para a oferta de lances;


Lance Diluído: ao ser contemplado por lance, o consorciado pode reduzir o valor das parcelas e pagá-las pelo mesmo prazo contratado;


Lance Fixo: nessa opção, o cliente pode fazer um lance de 40% e participar de outro sorteio entre consorciados que ofertaram o mesmo percentual.


Condições

No Porto Seguro Consórcio de Imóveis, os consorciados podem obter créditos entre R$ 50 mil e R$ 400 mil, com prazo de até 180 meses para contemplação. As parcelas são atualizadas uma vez por ano pelo INCC-FGV (Índice Nacional do Custo da Construção – Fundação Getúlio Vargas).


O Porto Seguro Consórcio de Imóveis permite ao consorciado antecipar o pagamento de parcelas e quitar o consórcio quando quiser. O cliente conta também, com isenção do resíduo gerado nos financiamentos tradicionais, além de Assessoria Jurídica, que auxilia o consorciado a escolher melhor, solucionar pendências e fechar o negócio.


Em todos os planos do consórcio de imóveis é possível utilizar o FGTS* (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para ofertar lances, complementar a carta de crédito ou ainda, amortizar o saldo devedor: a empresa possui parceria com agentes financeiros que viabilizam o saque do Fundo em prazos e custos mais vantajosos.


*De acordo com as normas da CEF (Caixa Econômica Federal).

Data: 16.05.2011 - Fonte: Raf Comunicação

Estacionamentos sofrem onda de roubos

Dos 20 estabelecimentos visitados pela reportagem, na região central de SP, sete já foram assaltados neste ano


Polícia Militar sugere que os estacionamentos reforcem segurança; na Barra Funda, PMs foram contratados para bico


O maior susto que o manobrista André levou em seus 30 anos de vida foi há dez dias, quando se deparou com seis homens usando máscaras cirúrgicas no estacionamento em que trabalha, em Santa Cecília (centro).


Em princípio, não sabia se eram médicos ou amigos vestidos para uma festa à fantasia. Só teve certeza do assalto quando dois deles sacaram seus revólveres.


Ao todo, os ladrões levaram quase R$ 100 em dinheiro e cinco carros de clientes. A reportagem percorreu 20 estacionamentos de Santa Cecília, Higienópolis, Barra Funda e Campos Elíseos. Sete já foram assaltados neste ano. Um deles, três vezes.


Os casos que mais chamaram a atenção dos proprietários foram os de assaltantes que se misturam à multidão. Um estacionamento próximo a uma boate e outro do lado de uma faculdade foram vítimas desse tipo de roubo.


O ladrão aproveita a intensa movimentação de pessoas e, discretamente, mostra a arma e manda que o dinheiro seja entregue. Para fugir, sai caminhando em meio às pessoas que estão nas calçadas.


O problema, segundo os proprietários e funcionários, é que faltam policiais nas ruas. Mas, para a Polícia Militar, só o policiamento preventivo não basta.


"Precisamos da ajuda dos donos. Estamos nos reunindo e pedindo que eles reforcem sua segurança também", disse o comandante da PM na região central, o coronel Renato Cerqueira.


Só 2 dos 20 estacionamentos visitados tinham câmeras. Quatro deles tinham cofres e todos funcionam com apenas um trabalhador à noite. São detalhes que, segundo a PM, facilitam a ação dos criminosos.


BICO


Dois estacionamentos e uma boate da Barra Funda (zona oeste) já estão reforçando a segurança aos finais de semana, conforme orienta a PM. Só que resolveram contratar os próprios policiais. O bico de segurança feito por policiais, porém, é irregular.


"Não temos problema de roubo porque pagamos uns PMs para serem nossos seguranças", afirmou um empresário que pediu para não ser identificado. Ele não disse qual é o valor pago para os policiais nem quantos profissionais trabalham lá.


O comandante da PM na capital, coronel Marcos Roberto Chaves, afirmou que desconhecia a ação dos policiais como segurança nos estacionamentos e na boate, mas vai investigá-los.


"É ilegal e não permitimos que isso ocorra. Dependendo da situação, o policial pode ser suspenso, repreendido ou até demitido."

Data: 16.05.2011 - Fonte: Revista Cobertura|Afonso Benites

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Concessionárias de motocicletas aderem à DNA Security

As concessionárias de motocicletas estão apostando no serviço DNA Security, do grupo Dekra e uma das líderes de mercado em gravação de peças, para oferecer aos seus consumidores mais um recurso eficaz contra roubo. As mais recentes parceiras da Dekra em São Paulo são: Akta Motors, Moto Fly, AMG Motos, Motobox, HT Motos, W.E. Motos, Mão na Honda, Guru Moto (Yamaha) e Indiana Motos.

Diversas redes do setor duas rodas, em parceria com a Dekra, oferecem no momento da compra a possibilidade do cliente adquirir a moto já com o sistema de segurança DNA Segurity - sistema de gravação do número do chassi em motores, tanque, quadro, rodas, lanternas e faróis, em um total médio de 23 pontos.


Na ação dos criminosos, as motocicletas são as mais visadas por diversos fatores entre eles pela grande procura de peças no mercado paralelo. No caso de modelos populares, o roubo é ainda maior. "O sistema DNA Security dificulta o comércio paralelo de autopeças, pois inibe o furto, roubo, fraude e desmanche do bem", comenta Luis Neca, diretor Comercial da Dekra.


Sendo assim, os motociclistas por meio do DNA Security são beneficiados pela segurança, sendo que o serviço de marcação de peças reduz em 60% a freqüência de roubo e furto de motocicletas e aumenta em 88% as chances de recuperação.

Data: 06.05.2011 - Fonte: Monitor Mercantil

Ministério da Agricultura orienta produtores sobre seguro rural

A importância do seguro rural, do zoneamento agropecuário e do monitoramento agroclimático para assegurar a competitividade sustentável da agricultura foi tema do debate que contou com a participação do diretor do Departamento de Gestão de Risco Rural (DGER) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Edilson Martins de Alcântara. A palestra ocorreu na última quarta-feira (4), durante a 18ª Feira Internacional da Tecnologia Agrícola em Ação (Agrishow).


O diretor participou do Fórum "Crédito, Seguro e Tecnologia: Desafios do Agronegócio Sustentável", que abordou a relevância do crédito, do seguro e da tecnologia como mecanismos de gestão de risco, indispensáveis para assegurar o crescimento da atividade e promover a estabilidade do produtor diante de dificuldades como catástrofes climáticas.


Segundo Alcântara, a prática do zoneamento agrícola de risco climático é uma forma de minimizar o risco de perdas, que interfere na contratação dos seguros. "Conseguimos esclarecer o que vem sendo realizado para apoiar o seguro agrícola e como é feita a subvenção do programa. O governo paga parte do prêmio para o produtor e estimula a proteção por meio de contratos com seguradoras e resseguradoras internacionais, que bancam o risco", disse.

A outra ação que o governo desenvolve para garantir estabilidade do seguro agrícola é a regulamentação da lei do Fundo de Catástrofe. De acordo com o diretor, não existe nenhuma experiência no mundo que não tenha uma participação do governo na subvenção do crédito agrícola.

Data: 06.05.2011 - Fonte: Monitor Mercantil

Soluções para o bem-estar

Na quinta (5), a Inter Partner Assistance anunciou o lançamento de assistências especializadas para o dia-a-dia. Entre os serviços estão: contratação de babá e ajudante; entrega de comida em domicílio, serviço de táxi; serviços de conveniência para o dia-a-dia; assessoria à saúde; informações sobre viagens e reserva em restaurantes.

"Seguindo uma tendência mundial, onde a globalização e a necessidade de mobilização da população mundial são cada vez maiores, a Inter Partner utiliza sua extensa experiência em assistência 24h e oferece serviços e produtos específicos para públicos distintos, com objetivo de proporcionar conveniência, bem estar e qualidade de vida", garante Fernanda Camargo Cortese, diretora-executiva da Inter Partner Assistance.

Data: 06.05.2011 - Fonte: Monitor Mercantil

Palestra sobre Seguros Ambientais

A TozziniFreire Advogados recebe no próximo dia 13 de maio de 2011, a partir das 8h, o engenheiro ambiental Marco Antônio Parreira Ferreira, que ministrará palestra sobre Seguros Ambientais. O evento é promovido pela Câmara Britânica de Comércio e Indústria no Brasil (Britcham), por meio de seu Comitê de Meio Ambiente, que é coordenado pela advogada Adriana Baptista, sócia responsável pela área de Direito Ambiental de TozziniFreire.


Data: 06.05.2011 - Fonte: Monitor Mercantil

Planos de saúde têm recorde de beneficiários

O Brasil fechou 2010 com 45.570.031 beneficiários de planos de saúde, registrando o maior crescimento anual desde o início da publicação do Caderno de Informações da Saúde Suplementar, feito pela Agência Nacional de Saúde (ANS).


A alta foi de 8,7%, isto é, exatos 3.646.392 possuidores de planos a mais, em relação aos 12 meses anteriores. O resultado é consequência da boa fase da economia brasileira, que cresceu 7,5% no ano em questão e apresentou menor taxa de desemprego, 5,4%, medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).


A participação dos planos coletivos saltou de 72,5% em dezembro de 2009, para 74,2% em dezembro de 2010. O setor de atividade com maior número de beneficiários é a indústria (extrativas e de transformação, eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduo e descontaminação e construção), com 29,6% dos beneficiários de planos coletivos.


Os planos individuais, por outro lado, tiveram sua participação reduzida no mercado nacional, passando de 21,7% para 20,9%.


A maioria dos beneficiários de planos de saúde fazem parte da população economicamente ativa e tem entre 19 e 59 anos (63%). Esta foi a faixa com maior crescimento acumulado no período entre 2005 e 2010 (33%). Outra faixa que vem registrando crescimento gradativo é a dos beneficiários com 59 anos ou mais: 31,3% nestes 5 anos. Esta é uma tendência, devido ao envelhecimento natural da população brasileira.

Data: 06.05.2011 - Fonte: Revista Cobertura

Atenção ao contrato

Depois de constatar o caos e ver o carro submerso depois do temporal, muita gente fica sem saber se o seguro realmente cobre os prejuízos ou não. Na verdade, depende do tipo de seguro contratado. Corra até sua pasta de documentação e verifique. Se seu carro é acobertado por seguro total, pode ficar tranquilo que a cobertura se estende para alagamentos. Mas se for parcial, contra roubo e incêndio, por exemplo, aí pode preparar o bolso para os gastos.
O vice-presidente da Fenacor (Federação Nacional dos Corretores de Seguros Privados e de Resseguros, de Capitalização, de Previdência Privada, das Empresas Corretoras de Seguros e de Resseguros), Carlos Valle, ressalta para a importância de ficar atento ao contrato na hora de fechar negócio com uma seguradora. É preciso, antes mesmo de perguntar quanto custará o seguro, tirar todas as dúvidas quanto à cobertura.


"O seguro cobre os prejuízos com alagamentos por conta das chuvas quando ele tem cobertura total. Quando é parcial não cobre. Então é importante ficar atento a estes detalhes na hora de fechar o contrato porque você pode realmente precisar um dia", afirma.


Ele acredita que o que pode estar confundindo os consumidores é a dificuldade e demora na realização do serviço. "As seguradoras estão com excesso de demanda e as oficinas estão lotadas. Por isso, a autorização para o serviço pode demorar um pouco mais. Mas ela virá", explica. Ele reforça que o cliente vai pagar o valor da franquia, se os danos forem parciais. "Em caso de perda total, a franquia não precisará ser paga".


Data: 05.05.2011 - Fonte: Diário de Pernambuco

Companhia fará apólice de R$ 1 bi no porto de Santos

A Liberty International Underwriters (LIU), divisão de grandes riscos da Liberty, será a principal seguradora das obras civis de um novo terminal privado no porto de Santos, em construção pela brasileira Odebrecht e pela DP World, operadora de portos controlada pelo governo de Dubai. O valor da obra, que começou em dezembro numa primeira fase, é de cerca de R$ 1 bilhão. A Liberty terá 55% do seguro de riscos de engenharia civil. A apólice será dividida com a Zurich, com 40%, e a Fator, com 5%. Os prêmios pagos às seguradoras estão estimados em R$ 5 milhões.

Segundo André Guidetti, gerente da área de grandes riscos da LIU, este é o maior contrato de obras civis da Liberty no Brasil desde 2008, quando as operações tiveram início no país. As novas instalações vão ficar na área continental de Santos, na margem esquerda do porto, afirma. É uma localização favorável às seguradoras, conforme Guidetti, porque envolve um risco menor de influência das marés.

A obra tem uma previsão de duração total de 34 meses - a primeira fase levará cerca de 22 meses. Na primeira fase, será implantado um cais de 700 metros, para a operação de 400 mil contêineres de 20 pés. A segunda etapa estenderá a capacidade para 2 milhões de contêineres. O terminal terá um custo total de R$ 2,3 bilhões e elevará a atual capacidade de escoamento do Porto de Santos para 4 milhões de contêineres. (MA)

Data: 05.05.2011 - Fonte: Valor Econômico


quinta-feira, 5 de maio de 2011

Seguradoras do setor de veículos devem investir em produtos especializados

As seguradoras que trabalham com o setor de veículos devem investir em produtos especializados, para conquistar o consumidor.


Segundo apurado pelo Seguros dia a dia, devem ganhar força no setor os produtos desenvolvidos para determinados públicos, como os jovens, mulheres, taxistas, motociclistas, pessoas com necessidades especiais, entre outros.


Além disso, as seguradoras devem melhorar os serviços adicionais oferecidos aos clientes (atendimentos para a residência, pets, descontos em sites …), bem como devem ganhar espaço os produtos com prêmios 50% menores do que a média do mercado.


“Cada vez mais, as pessoas procuram por produtos que se adequem melhor às suas necessidades, buscando serviços que as atendam da maneira mais completa possível”, disse o vice-presidente da SulAmérica, Luis Furtado.


Números
Apesar das medidas do Banco Central para frear o consumo, representantes do mercado de seguros de automóvel acreditam que a carteira do setor deve continuar em expansão ao longo deste ano. Em 2010, o crescimento apurado foi de 15,2%, com receita de cerca de R$ 20 bilhões.


Atualmente, o mercado estima que entre 30% e 35% da frota de veículos nacionais esteja segurada, o que quer dizer que restam ainda 30% de potenciais consumidores, já que uma parcela da frota, como os carros antigos, de empresas, entre outros, não fazem seguros.


Para atingir este público restante, o setor, além de investir em novos produtos, acredita que seja necessário retirar a obrigatoriedade do uso de peças novas no conserto de carros, uma vez que, na visão deles, este é um dos principais impasses para um maior desenvolvimento da carteira de seguro de automóveis.


Data: 05.05.2011 - Fonte: Infomoney | Gladys Ferraz Magalhães

Número de falências em abril é o menor para o quarto mês do ano desde 2005

Em abril, houve o menor número de pedidos de falência em todo o País para o quarto mês do ano desde a entrada em vigor da nova lei de falências, em julho de 2005. Ao todo, informa pesquisa da Serasa Experian divulgada nesta quinta-feira, foram 133 requerimentos, dos quais 94 de micro e pequenas empresas; 24 de médias; e 15 de grandes. As falências decretadas também foram as menores em seis anos para o mês de abril. No quarto mês de 2011, houve 50 decretos- 46 de micro e pequenas empresas. Economistas da Serasa explicaram que a atividade econômica aquecida e o bom desempenho do comércio e da indústria de alimentos, favorecido pela Páscoa, proporcionaram a geração de receitas acima do estimado, dando liquidez às empresas num ambiente de capital de giro caro. A alta na taxa de juros e restrições ao crédito vão ditar o futuro dos indicadores de insolvência das empresas, completam os analistas.


Data: 05.05.2011 - Fonte: Viver seguro

Perdas podem chegar a US$ 5 bi após furacão nos Estados Unidos

As perdas seguradas do tornado que devastou cinco estados do sul dos Estados Unidos no último fim de semana podem chegar a US$ 5 bilhões, segundo informações divulgadas ontem (04) pelo comissário de seguros local Jim Ridling.


Apenas no Alabama, a estimativa é que o valor atinja US$ 2 bilhões, cifra similar ao registrado com o Furacão Ivan, que atingiu o local em 2004. "Este é o pior desastre. Ivan foi muito diferente, mas este é mais difícil", afirmou Ridling durante uma coletiva após uma reunião com executivos das companhias de seguros para avaliar os danos.


O fenômeno climático destruiu vizinhanças inteiras e matou mais de 330 pessoas, sendo cerca de 230 apenas no Alabama. "Em todos os meus anos na indústria de seguros eu nunca vi nada tão violento e devastador", afirmou. Ele disse também que mais de 17 mil pedidos de indenizações foram encaminhados para avaliação após o desastre.


Tanto Ridling quanto o governador do estado do Alabama, Robert Bentley, estavam relutantes em informar com mais precisão as perdas totais seguradas, dizendo que a avaliação dos danos ainda está sendo calculada. "Nós não sabemos ainda a quantidade de casas destruídas ou o valor monetário", disse o governador. "Nós estamos tentando calcular agora", completou. No entanto, funcionários estatais descobriram que aproximadamente 75% das residências no estado têm seguro. A Eqecat, empresa especializada em análise de riscos de catástrofes, avaliou em seus relatórios que cerca de 10 mil construções foram destruídas.


O presidente do país, Barack Obama, visitou na semana passada as ruínas de um colégio na cidade de Tuscaloosa, no Alabama. Ele prometeu suporte federal para auxiliar o sul a se recuperar do pior desastre natural desde o Furacão Katrina, em 2005, que custou ao Alabama US$ 1 bilhão de perdas seguradas.


Obama declarou situação de desastre para os estados de Alabama, Mississipi e Georgia.

Data: 05.05.2011 - Fonte: Revista Apólice | Jamille Niero

Lucro da Metlife cresce 3% no trimestre, para US$ 830 milhões

A seguradora americana Metlife obteve lucro líquido de US$ 830 milhões no primeiro trimestre, o que representa um aumento de 3% frente aos US$ 805 milhões obtidos no mesmo período do ano passado. O lucro operacional evoluiu 64% no período, para US$ 1,418 bilhão.


A receita total cresceu 22%, atingindo US$ 15,824 bilhões. A empresa atribuiu o avanço no desempenho operacional à compra da Alico, cujos números foram integralmente incluídos no resultado da Metlife no primeiro trimestre. A empresa desembolsou US$ 16,2 bilhões pela Alico em novembro do ano passado.


A seguradora informou ainda em seu balanço que espera, no segundo trimestre, um impacto entre US$ 45 milhões e US$ 65 milhões no lucro por conta dos pagamentos de seguros e outras despesas decorrentes do terremoto e do tsunami que atingiram o Japão em 11 de março.


Data: 05.05.2011 - Fonte: Valor Online

domingo, 1 de maio de 2011

Suspeito em morte por causa de seguro se entrega

O cabo reformado Santos das Graças Alves Ferraz, de 47 anos, acusado de participar do assassinato de Mário José Teixeira Filho, de 50, se apresentou ontem à PM mineira. Ferraz é pai de Paulo Ricardo, de 19, namorado de Érica Tafarelli Vicentino Teixeira, filha da vítima e que é tida como mentora do crime para receber R$ 1,2 milhão em apólices de seguro. Procurada pela polícia, ela teve prisão preventiva decretada. Até a noite de ontem, Ferraz ainda não havia sido ouvido.

Data: 29.04.2011 - Fonte: Revista Cobertura

Seguradoras comunicam 73 mil casos suspeitos

A edição de hoje, 29 de abril, do Jornal do Commercio-RJ traz uma matéria sobre o auxílio das seguradoras ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) sobre possíveis situações de lavagem de dinheiro. Conforme estatísticas da entidade, em apenas três meses as seguradoras geraram cerca de 73 mil comunicados, 23,9% do total de 305.195 casos recebidos pelo órgão no período.

Data: 29.04.2011 - Fonte: Revista Cobertura