A corrida para excelência não tem linha de chegada.
David Rye

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Seguros: sinistros com suspeita de fraude somam quase R$ 2 bilhões em 2010

Data: 09.08.2011 - Fonte: Infomoney

Os sinistros de todos os segmentos de seguros - exceto de Saúde, Previdência Complementar Aberta e Capitalização - somaram R$ 20,9 bilhões no ano passado. Somente os sinistros com suspeita de fraude chegaram a cerca de R$ 1,9 bilhão, correspondendo a 9,1% do total.


Levantamento da CNseg (Confedereção Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida Saúde Suplementar e Capitalização), divulgado nesta terça-feira (9), aponta que as fraudes detectadas somaram cerca de R$ 370 milhões e as comprovadas, R$ 290 milhões, representando 1,8% e 1,4% do valor total de sinistros.


"As fraudes impactam diretamente no bolso dos segurados. Ou seja, a fraude contamina o preço do seguro e atuar na redução das fraudes é agir em favor do segurado", afirmou o superintendente-geral da Central de Serviços e Proteção ao Seguro da CNseg, Julio Avellar.


Prejuízo


Pesquisa realizada pelo Ibope, a pedido da CNSeg, e também divulgada nesta terça mostra que, para 61% dos entrevistados, todos os clientes são prejudicados pelas fraudes do seguro. Já 20% acham que a seguradora é a maior prejudicada e 14% acreditam que os dois saiam no prejuízo. Apenas 1% apontou que nenhum deles é afetado.


Além disso, 43% dos participantes da pesquisa acreditam que os prejuídos causados pelas fraudes são repassados totalmente para os clientes. Já 39% acham que os custos são absorvidos em parte pela seguradora e repasados em parte para os clientes. Apenas 6% disseram que os danos são absorvidos pelas seguradoras.


Ainda de acordo com a pesquisa, 52% das pessoas disseram que denunciariam fraude contra o seguro e 36% afirmaram que não o fariam. Somente 1% disse que já denunciou uma fraude.


Dentre os tipos mais comuns de fraude aplicados contra os seguros, estão emprestar a carteira do convênio médico para outra pessoa usar, obter mais de um recibo para um mesmo procedimento médico, omitir fatos na vistoria do veículo, utilizar "notas frias" para reclamar prejuízos, declarar perdas inexistentes, falsificar dados da ocorrência do sinistro envolvendo roubo, incêndio ou colisão.


Metodologia


A pesquisa qualitativa foi aplicada pelo Ibope entre 22 e 29 de novembro de 2010, no Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador, Goiânia e Porto Alegre. Já o levantamento quantitativo foi feito de 7 a 23 de dezembro do ano passado, com 2.004 entrevistas.

domingo, 7 de agosto de 2011

Swiss Re registra lucro líquido de US$ 960 milhões

Data: 05.08.2011 - Fonte: Revista Apólice


O Grupo Swiss Re registra um lucro líquido na ordem dos US$ 960 milhões no segundo trimestre de 2011, face ao lucro de US$ 812 milhões no período correspondente de 2010. Todos os segmentos - Ramos Elemetares, Vida e Saúde e Gestão de Ativos - contribuíram para estes resultados positivos, que se refletem num retorno sobre o patrimônio de 15,6 %.


Para Stefan Lippe, diretor Executivo da Swiss Re, o desempenho do Grupo no segundo trimestre foi vigoroso. "A perspectiva de crescimento da Swiss Re foi acentuada pela nossa forte renovação em 2011, durante a qual nos beneficiamos da solidez gradual da determinação dos preços nos Ramos Elementares".


O aumento no lucro líquido do Grupo chegou aos 18%, alcançando os US$ 960 milhões no segundo trimestre. Os lucros por ação foram de US$ 2,80 dólares face aos US$ 2,37 no segundo trimestre de 2010. A cota dos acionistas aumentou em US$ 400 milhões, atingindo US$ 24,8 bilhões, compensando o pagamento de dividendos aos acionistas de aproximadamente US$ 1 bilhão durante o segundo trimestre. O valor patrimonial por ação ordinária foi de US$ 72,37 no final de junho de 2011, face aos US$ 71,26 no final de março de 2011.


Segmentos


O segmento de Ramos Elementares apresentou um lucro operacional de US$ 993 milhões, quando comparados aos US$ 455 milhões do mesmo período do ano passado. Segundo a companhia, o aumento do lucro operacional foi motivado "pela subscrição disciplinada, por um desenvolvimento favorável, em termos líquidos, de acidentes de anos anteriores e mais uma reduzida experiência de grandes perdas no segundo trimestre". Os prêmios ganhos subiram 12,6 % (ou 7,1% em taxas cambiais constantes), refletindo as renovações e também as novas subscrições no primeiro semestre de 2011.


O lucro operacional no ramo Vida e Saúde aumentou em 13,4 % atingindo US$ 161 milhões no segundo trimestre, devido a tendências favoráveis de morbidade. Isso foi parcialmente compensado por despesas adicionais da Admin Re da ordem de US$ 57 milhões, incluindo custos advindos da reestruturação. O índice de lucro foi de 87% no segundo trimestre de 2011.


Já em relação ao segmento de Gestão de Ativos, o lucro operacional foi de US$ 1,3 bilhão e ficou próximo aos US$ 1,2 bilhão no período correspondente do ano passado. Para a Swiss Re, o desempenho foi impulsionado "pelo maior lucro dos investimentos em títulos públicos e privados e por ganhos 'mark-to-market' provenientes de capital próprio e investimentos alternativos". O retorno anualizado sobre os investimentos foi de 4,3 % (abaixo dos 5,8 % no período correspondente do ano anterior) e o retorno total sobre os investimentos anualizado foi de 8,1 % (face aos 13,2 %).


A volatilidade dos mercados financeiros em virtude dos recentes problemas que envolvem a dívida soberana na Europa continua a preocupar. Após começar a dar passos decisivos no final de 2009, visando reduzir a exposição, a dívida soberana de títulos públicos europeus não classificados como AAA, a Swiss Re detém agora apenas US$ 78 milhões de dólares em dívidas soberanas emitidas por países periféricos da zona do euro. A exposição da empresa a dívidas soberanas da Grécia é nula.


Nas renovações de julho, que cobriram aproximadamente 18% da carteira de contratos dos Ramos Elementares da Swiss Re, houve um crescimento de 8 %. A adequação dos preços ajustados ao risco para as renovações em julho aumentou em 5 pontos percentuais. A Swiss Re pôde incrementar volume e preços principalmente em decorrência de uma maior procura por coberturas contra catástrofes naturais na Austrália, Nova Zelândia e nos Estados Unidos. A companhia conseguiu também completar as transações de run-off dos Ramos Elementares com tarifas atrativas, mas permaneceu defensiva nos ramos RC e acidentes sempre que os preços não satisfaziam as exigências da empresa.


Desde o início do ano, a carteira total de contratos da Swiss Re cresceu em US$ 2 bilhões ou 20%, atingindo US$ 12,2 bilhões, enquanto a adequação de preços a longo prazo permaneceu em um bom nível. O crescimento mais vigoroso ocorreu na Ásia.


Expectativas


O mercado de resseguro começou a mudar, e a Swiss Re espera ainda melhoras para os próximos 6 a 18 meses.


Em fevereiro de 2011, a Swiss Re anunciou novas metas financeiras para cinco anos. "Essas metas financeiras constituem a maior prioridade da empresa, e a Swiss Re está totalmente empenhada em atingi-las", afirma Lippe. No segundo trimestre, a empresa pôde concluir com sucesso as transações de run-off da Admin Re e dos Ramos Elementares. A expectativa agora é para o potencial de mercados emergentes como China, Brasil e Vietnã. A China já é o terceiro maior mercado da Swiss Re (em termos de prêmios brutos subscritos durante o primeiro semestre deste ano).


Segundo prognóstico dos economistas da Swiss Re, dentro de 10 anos a China será o segundo maior mercado de seguros do mundo. O crescimento geral da população de idosos em muitos países também representa uma oportunidade para as empresas de Resseguros.



Atuários promovem seminário no Rio

Data: 05.08.2011 - Fonte: Jornal do Commercio RJ


O 2º Encontro Nacional de Atuários (ENA) está marcado para os dias 23 e 24, no Rio de Janeiro. O evento é uma realização da Confederação Nacional das Seguradoras (CNSeg) e da Escola Nacional de Seguros (Funenseg), com a expectativa de reunir cerca de 300 participantes. O encontro terá três salas de debates sobre temas em linha com o papel estratégico do atuário nas empresas do setor


Seguradoras lucram 12% a mais em cinco meses

Data: 05.08.2011 - Fonte: Jornal do Commercio RJ


O lucro líquido do mercado de seguros brasileiro foi a R$ 4,667 bilhões nos cinco primeiros meses do ano, registrando expansão de 12% sobre janeiro a maio de 2010, segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep). O patrimônio líquido (PL) no período evoluiu 12,9%, para R$ 65,923 bilhões. Nesta rubrica, o capital das seguradoras ficou em R$ 37,608 bilhões, 57% do PL. O aumento de capital ou em aprovação chegou a R$ 2,594 bilhões, avanço de 144,4%.


Em reservas de lucros, a cifra alcançou R$ 20,870 bilhões em maio.


O resultado financeiro do mercado, com a subida da taxa de juro básica da economia, cresceu 33,3% em maio, contabilizando R$ 3,101 bilhões, com a receita financeira alcançando R$ 11,324 bilhões. Com o ganho financeiro, o índice combinado médio do mercado de 94,5% (receita x despesas) é substancialmente melhorado, diminuindo para 82,3%, o que eleva o resultado operacional de R$ 1,160 bilhão para R$ 4,261 bilhões.


Entre os gastos, os sinistros retidos de janeiro a maio, da ordem de R$ 10,712 bilhões, subiram 17,4% sobre igual período do exercício passado. O ritmo de crescimento das despesas comerciais, de 22%, chegando a R$ 4,738 bilhões, situouse bem acima dos demais dispêndios, bem como da receita de prêmios ganhos, que teve incremento de 15,2%, para R$ 21,044 bilhões.


Na manutenção da máquina administrativa, os custos foram a R$ 3,634 bilhões, 18,9% a mais, enquanto com a tributação foram usados R$ 798 milhões, alta de 17,2%.


Saiba mais sobre o seguro de garantia estendida

Data: 05.08.2011 - Fonte: Escola Nacional de Seguros


O seguro de garantia estendida tem se tornado cada vez mais comum na vida dos brasileiros. O objetivo é fornecer ao consumidor a extensão e/ou complementação da garantia original de fábrica dada a bens eletrodomésticos, eletrônicos e veículos automotores. Com isso, terminada a garantia do fabricante, estarão cobertos os riscos contra defeitos de mão de obra e de materiais discriminados na apólice/certificado de seguro até o limite máximo de indenização contratado.


O seguro de garantia estendida está presente no mercado em duas modalidades: automóveis e eletros. Nesta última, estão incluídos eletrodomésticos, eletroportáteis, equipamentos de informática, equipamentos de telecomunicações e ferramentas elétricas. Ao adquiri-lo, o cliente deve tomar certos cuidados, como observar a relação entre o preço da garantia e o custo do produto, além de ler a garantia de fábrica.


O site Tudo Sobre Seguros (www.tudosobreseguros.org.br) traz todas as informações sobre as vantagens do seguro de garantia estendida. No portal, é possível tirar dúvidas sobre como proceder quando ocorre um sinistro, os riscos excluídos das coberturas e também o prazo de vigência do seguro.

sábado, 6 de agosto de 2011

Plano de saúde para animais exige cuidado na contratação, diz Proteste

Data: 05.08.2011 - Fonte: Infomoney | Gladys Ferraz Magalhães


Contratar um plano de saúde para proteger o animal de estimação requer cuidado redobrado, segundo alerta da Proteste – Associação de Consumidores.


De acordo com a entidade, a atenção se faz necessária pelo fato de haver algumas cláusulas abusivas nos contratos de alguns planos. Um exemplo destas cláusulas é a que não permite rescisão de contrato em caso de morte ou desaparecimento do animal.


Outra, diz a Associação, é a que exige pagamento da totalidade do contrato, em caso de rescisão antecipada.


Negativa de cobertura

Assim como ocorre nos planos de saúde que tratam de humanos, a negativa de cobertura também pode ocorrer nos planos destinados aos bichos. Conforme verificado pela Proteste, quem contrata uma apólice de saúde deste tipo deve aumentar os cuidados com a alimentação do bichinho, pois alimentar o pet com comidas inapropriada para animais, por exemplo, é considerado uma agravação de risco, que pode resultar no não atendimento do animal.


“Ao dar comida humana para o bichinho, você aumenta a intensidade ou a probabilidade de ele adoecer. Assim, se o seu bicho de estimação passar mal porque você permitiu que ele comesse um pedaço de queijo, por exemplo, os veterinários poderão constatar o quadro através de exames clínicos especializados. E aí, o plano de saúde pode se negar a arcar com os custos dos procedimentos”, explica a Associação.


A entidade alerta ainda para a questão da carência, que pode variar de 30 dias para quase um ano, e pede atenção à cláusula que se refere à inclusão de filhotes. “Se você possui uma fêmea prenhe já beneficiária do plano, é exigido que os filhotes sejam inscritos em até 30 dias após o nascimento, para que sejam beneficiários sem cobrança de carência”.


Planos pets

Os planos de saúde para pets são regulamentados pelo CFMV (Conselho Federal de Medicina Veterinária) desde 1998, por meio da resolução 647. Entretanto, conforme explica a Proteste, o órgão não delimitou qualquer rol mínimo de procedimentos, como ocorre com os planos de saúde para humanos.


Assim, cada clínica pode oferecer uma gama diferente de coberturas, que pode variar desde os planos mais básicos, que cobrem apenas os procedimentos de consultas e vacina antirrábica, aos planos top, que oferecem unidade móvel, banco de sangue, transfusões, acupuntura, fisioterapia, entre outros.


No que diz respeito a preços, a Proteste encontrou planos de R$ 29,10 a R$ 228 a mensalidade, o que varia conforme raça, peso e espécie do animal. No geral, os planos aceitam apenas cães e gatos como beneficiários.


Vale a pena?

Para saber se vale a pena contratar um plano de saúde para o seu bichinho, a associação dá a seguinte dica: primeiramente, liste todos os tipos e quantidades de processos médicos veterinários que seu animal usa por ano. Depois, some o valor cobrado por cada procedimento. O resultado será o custo anual veterinário. Sabendo desse valor, compare e avalie se o plano terá uma boa relação custo-benefício.

Lucro da Allianz cai 7,4% no segundo trimestre do ano

Data: 05.08.2011 - Fonte: Viver Seguro


O resultado líquido da Allianz, maior seguradora do mundo, recuou 7,4%, aos 1 bilhão de euros no segundo trimestre deste ano, abaixo do montante de 1,28 bilhão do segundo trimestre do ano anterior, principalmente pela perda de marcação a mercado dos títulos gregos, com impacto de 326 milhões de euros.


Apesar do recuo, o CEO do grupo alemão, Michael Diekmann, informou em nota que os resultados são sólidos, tendo em vista o elevado volume de indenizações pagas noperíodo de correntes de catástrofes naturais.

O faturamento do grupo alemão também recuou 3,2%, aos 24,6 bilhões de euros no segundo trimestre deste ano, comparado com o mesmo período do ano passado. Segundo comenta Diekmann na nota, a diversificação geográfica e também de negócios do grupo ajudou a manter os resultados fortes, mesmo diante da instabilidade em diversos mercados.


Em recente visita ao Brasil, o executivo afirmou que o país é estratégico para o grupo. Ele reafirmou a expectativa de lucro operacional para 2011 entre 7,5 bilhões de euros e 8,5 bilhões de euros.



Proposta inclui seguro-garantia na Lei de Execução Fiscal

Data: 05.08.2011 - Fonte: Agência Câmara de Notícias | Carol Siqueira


A Câmara analisa o Projeto de Lei 637/11, do deputado Carlos Bezerra (PMDB-MT), que inclui na Lei de Execução Fiscal (6.830/80) a possibilidade de utilização do seguro-garantia no processo de cobrança judicial de dívidas com a Fazenda Pública.


“O seguro-garantia é mais uma alternativa para o contribuinte que sofre a execução fiscal, podendo garantir o débito executado a custos inferiores aos das demais opções, que são depósito em dinheiro, a fiança bancária e a oferta de bens à penhora”, explica o deputado.


Ele afirma que a utilização desse instrumento já é permitida na administração federal, por meio da Portaria 1.153/09, da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN).


“Porém, quando se trata de débitos estaduais e municipais, por falta de previsão expressa na Lei de Execução Fiscal, os contribuintes têm grande dificuldade em utilizar esse instrumento financeiro”, diz.


Conforme a portaria, o oferecimento de seguro-garantia é um instrumento para garantir débitos inscritos em dívida ativa da União, tanto em processos judiciais quanto em parcelamentos administrativos em trâmite nas unidades da PGFN.


Tramitação


O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Porto Seguro mira novos horizontes de mercado

Data: 05.08.2011 - Fonte: Revista Cobertura | Camila Alcova


Outras regiões do país, como sul, se tornaram boas praças de comercialização para a Porto Seguro, que tem no sudeste a maior movimentação. Conforme o vice-presidente executivo da seguradora, Fabio Luchetti, esse cenário, impulsionado também pela experiência da Itaú em demais regiões, é positivo, pois colabora para a difusão da marca.


Durante apresentação dos resultados referentes ao 2° trimestre da companhia, ele comentou que em comparação com as demais regiões em que a empresa atua, a sudeste exige maior margem de solvência e logística de regulação de sinistros, por conta da frequência de roubos e furtos. “Entramos em outras praças à medida que percebemos que havia uma desatenção e foco de outras empresas na região sudeste”.


Ao final do primeiro semestre desse ano a seguradora apresentou lucro líquido de R$ 273 milhões, 2% superior ao mesmo período de 2010, e atingiu R$ 4 milhões em prêmios, com elevação de 10% em relação ao primeiro semestre de 2010. A receita total cresceu 12% no 2° trimestre, comparado ao 2° trimestre de 2010, atingindo cerca de R$ 2,4 milhões.

O ramo auto na Porto Seguro atingiu R$ 779 milhões em prêmios no 2° trimestre, e na Azul Seguros, R$ 232 milhões em prêmios auferidos, decorrente do crescimento da frota de veículos segurados, aumento de renovações e crescimento em regiões fora de São Paulo. “O produto auto tem aproximadamente 73% de participação, seguido de saúde, com 10%, e patrimoniais com 8%”, especificou o coordenador de relações com investidores, Ricardo Fuzaro.


Em relação à Itaú, os prêmios permaneceram estáveis durante o trimestre, em função dos reajuste de posicionamento e novos formatos comercial e na operação.


Os produtos de saúde tiveram crescimento de 15% no trimestre em prêmios, em relação a igual período de 2010, atingindo R$ 205 milhões, e 75,9% de sinistralidade, por fatores como ajustes de critérios de contratos e maior inflação médica.


Os seguros patrimoniais cresceram 12% no segundo trimestre, em relação ao 2T10, impulsionados pela elevação de 19% dos prêmios do residencial da Porto, e 14% dos auferidos pela Itaú.


Por conta do crescimento de vidas seguradas e apólices com maior prêmio médio, os seguros de pessoas cresceram 14% no período, com elevação de 15% das contribuições PGBL, e 24% em VGBL. “No período, houve aumento das provisões de previdência na ordem de R$ 28 milhões”, finaliza Fuzaro.


Porto Alegre recebe contador de vítimas de acidentes de trânsito

Data: 05.08.2011 - Fonte: Revista Apólice | J.N.


Com o objetivo de chamar a atenção da sociedade e das autoridades para o grande número de fatalidades no trânsito, e a emergência da criação e implantação de um Plano Nacional de Segurança Viária no Brasil, o movimento Chega de Acidentes iniciou, em maio, a instalação de totens pelas capitais brasileiras com contadores que estimam o número de acidentes de trânsito. Após Goiânia, Manaus, Curitiba e Recife, o projeto segue, em agosto, com a inauguração do totem em Porto Alegre, no dia 9 de agosto, às 9 horas, durante o "Seminário de Integração: Segurança no Trânsito", que acontecerá na AMRIGS (Associação Médica do Rio Grande do Sul).


O totem ficará na Avenida Ipiranga, 5311. Na ocasião estarão presentes: Patrícia Gejer, analista de segurança viária do Cesvi Brasil, representando o movimento Chega de Acidentes, e Márcio Norton, diretor de relações institucionais da Seguradora Líder DPVAT.


As instalações dos totens fazem parte das ações do Chega de Acidentes, em linha com a Década de Ações para a Segurança Viária, instaurada pela ONU, que teve início oficial em 11 de maio último. O movimento Chega de Acidentes foi criado em 2009, pela Abramet (Associação Brasileira de Medicina de Tráfego), AND (Associação Nacional dos Departamentos de Trânsito), ANTP (Associação Nacional de Transportes Públicos), e Cesvi Brasil (Centro de Experimentação e Segurança Viária). A Seguradora Líder DPVAT, responsável pela administração do seguro DPVAT (que indeniza vítimas de acidentes de trânsito no país), além de apoiadora do movimento, viabilizou a criação dos totens.


São quatro golpes ao dia

Data: 05.08.2011 - Fonte: Jornal do Commercio RJ


A Superintendência de Seguros Privados (Susep) recebeu 484 comunicados de tentativas de golpes contra consumidores ao longo dos seis meses iniciais do ano, o que resultou na média de quase quatro reclamações por dia útil. O número ainda é expressivo, embora os dados mostrem que houve queda de 20,6% na quantidade de denúncias, se confrontada com os 610 registros relatados de janeiro a junho de 2010.


No período, a Susep instaurou ainda 303 processos administrativos contra as empresas supervisionadas, redução de 25,4% sobre o primeiro semestre do ano passado. A queda é devido, principalmente, à soluções de casos no âmbito das ouvidorias das empresas supervisionadas.


Por falar em fraude no seguro, o movimento 'Seguro é Proteção', que tem site na internet (www.seguroeproteção.com.br), está divulgando um vídeo que traz depoimentos de vítimas prejudicadas pelo seguro pirata comercializado por associações e cooperativas.


Sobre o vídeo, o presidente do Clube dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro (CCSRJ), Amilcar Vianna, qualifica a situação de "absurda" e diz que a entidade que preside está empenhada na luta para acabar com essa "prática criminosa".


AMOSTRA


Já o idealizador do portal 'Seguro é Proteção', Jaime Torres, que também é diretor do CCS-RJ, sustenta, referindose ao vídeo, que essa é apenas "a ponta do iceberg" diante do grande número de pessoas prejudicadas pelo seguro pirata. Ele acrescenta que o portal é consequência "do grande crescimento do seguro pirata na Baixada Fluminense".


Ele comenta que o clube estará sempre engajado nessa luta contra a venda de falsas coberturas de seguros.


Sobre a questão da fraude, a Confederação Nacional das Seguradoras (CNSeg) realiza na terça-feira, dia 9, no Rio de Janeiro, um seminário focado na prevenção e no combate à falcatrua praticada contra a atividade de seguros. O encontro vai debater ainda os resultados de duas pesquisas que serão anunciadas pela confederação: 'Propensão à Fraude de Seguros no Brasil' , que indica a inclinação do consumidor, e 'Quantificação da Fraude em Seguros', levantamento que aponta o impacto da fraude na economia.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Oportunidade de investimento

Data: 02.08.2011 - Fonte: Monitor Mercantil Digital


Com o expressivo crescimento do mercado de seguros, capitalização e previdência, a Seguralta Franchising oferece duas formatações de franquia: a microfranquia home based, na qual se investem apenas R$ 12,5 mil, e a franquia standard, em formato loja, com valores a partir de R$ 80 mil.


Recentemente, outros serviços foram incorporados no mix da rede: os franqueados, além de oferecer os mais variados seguros, agora comercializarão também consórcios de automóveis e imóveis, financiamento de veículos e empréstimo consignado.


Valor pago pelo Dpvat já aumentou 15% em 2011

Data: 02.08.2011 - Fonte: O Povo


As vítimas de trânsito receberam do Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (Dpvat) R$ 1,1 bilhão no primeiro semestre. O valor é 15,04% superior aos R$ 977,3 milhões pagos pela administradora no mesmo período de 2010. O montante inclui indenizações em casos de morte, invalidez e despesas médicas.


De acordo com a Seguradora Líder, responsável pelos repasses, o trânsito no Brasil matou 147 pessoas por dia, entre 1º de janeiro e 30 de junho deste ano. Ao todo, 26.894 pessoas morreram nesse período (cerca de 2 mil pessoas a mais que no primeiro semestre de 2010) e 107.403 ficaram com algum tipo de invalidez, número que aumentou em quase 30 mil de um período para o outro.


Toda pessoa que sofre um acidente de transito tem direito ao seguro. No caso de morte o valor é R$ 13,5 mil e de invalidez permanente pode chegar a R$ 13,5 mil. Para reembolso com despesas médicas, são disponibilizados R$ 2,7 mil. A administradora ressaltou que o acidentado tem até três anos para solicitar o pagamento do benefício.


Acidentes


De acordo com o diretor-presidente da Seguradora Líder Dpvat, Ricardo Xavier, o Brasil é o quinto país em número de acidentes de trânsito no mundo e, até o final do ano, as estatísticas devem subir.


"Pagamos no primeiro semestre do ano 2,5 indenizações por minuto", afirmou Xavier. "Isso é um retrato do que está acontecendo nas estradas. Ou seja, ultrapassamos o pagamento de R$ 1 bilhão e ate o final do ano devemos chegar a R$ 2,5 bilhões, infelizmente", estimou.


O boletim estatístico da seguradora também mostra que, no período, os homens (76%) de 25 a 34 anos foram a maioria das vítimas do trânsito. Boa parte (60%) pilotava motos, envolvidas em 66% dos acidentes no País. As mulheres motoristas somaram 7% das vítimas.


"A maioria dos motociclistas é homem e como estão mais expostos sofrem mais acidentes", explicou Ricardo Xavier.


A região onde ocorreram mais acidentes foi a Sudeste (38%), seguida da Nordeste (26%), Sul (18%) e Centro-Oeste (10%). (Agência Brasil)


Caixa não pode exigir seguro de vida para cliente entrar em consórcio

Data: 02.08.2011 - Fonte: Uol


A Justiça concedeu liminar que proíbe a Caixa Econômica Federal de praticar a venda casada na comercialização e financiamento de imóveis. Com a decisão, que atende a pedido do Ministério Público Federal em Minas Gerais, o banco não poderá mais obrigar o cliente a adquirir um seguro de vida para participar de um plano de consórcio. A decisão vale para todo o território nacional


A venda casada é considerada prática abusiva pelo CDC (Código de Defesa do Consumidor) e também configura crime segundo a Lei de Crimes Financeiros. Ela acontece quando uma empresa condiciona a venda de determinado produto à aquisição obrigatória de outro.

De acordo com o MPF, a cobrança do seguro de vida era incluída automaticamente a partir da segunda prestação do consórcio e o consumidor não tinha a opção de dispensa-lo.


Para o procurador da República Cleber Eustáquio Neves, autor da ação, “ainda que o contrato de seguro seja necessário ou de interesse do consorciado, ele não pode ser obrigado a contratá-lo de uma empresa previamente estipulada pela Caixa ou pela administradora do consórcio sem que lhe seja dada oportunidade de escolher outra seguradora que ofereça melhores condições de contratação”.


A Justiça concordou com os argumentos do MPF e considerou evidente a prática ilegal de venda casada pela Caixa, já que o contratante que adere ao consórcio de imóveis não tem meios para se opor à exigência e acaba contratando o seguro oferecido. Foi destacado também eventual prejuízo causado aos consumidores, que ficam sem condições de efetuar “pesquisa no mercado de eventual seguro que contemple melhores condições”.


A decisão também proíbe a Caixa de exigir a contratação do Seguro Habitacional Compreensivo-Vida antes da contemplação do sorteado. Os consumidores deverão ser orientados de que, mesmo quando o seguro se tornar exigível - após a contemplação - , eles poderão contratá-lo com qualquer empresa idônea, à sua escolha.


O MPF contestou ainda que o seguro seja necessário desde o momento da contratação do consórcio ou do pagamento da segunda parcela, pois, antes da contemplação do consorciado, não se vislumbraria qualquer risco, seja ao restante do grupo, seja ao banco. A juíza concordou e disse não ver qualquer perigo de dando para a Caixa, pois “a cota do consorciado não-contemplado e inadimplente ou atingido pelos eventos de morte/invalidez é passível de repasse a terceiros”.


A liminar faz referência a diversas outras decisões judiciais contra a Caixa por prática de venda casada no oferecimento de seus produtos, entre eles o financiamento habitacional e até mesmo em programas federais como o Construcard.


Cleber Eustáquio Neves diz que os precedentes demonstram que a conduta do banco é uma prática frequente e deve ser combatida. “E como bem ressaltou a juíza, os consumidores que se sentirem prejudicados devem diligenciar junto aos órgãos competentes - Procons e Juizados Especiais Federais - para tentarem anular o contrato e reaver o que pagaram ilegalmente”, lembra.


A partir de agora, todos os contratos de consórcio imobiliário deverão conter os seguintes avisos:


- o consumidor não está obrigado a contratar nenhum produto ou serviço que não seja de seu interesse;


- a venda casada é prática ilegal (art. 39, I, CDC) e constitui crime (art. 5º, II, da Lei 8.137/90);


- se, eventualmente, for imposto algum produto ou serviço pela CEF ou pela Caixa Consórcios, como condição para assinatura do contrato, o fato deve ser reportado aos órgãos de defesa do consumidor e ao Ministério Público, para que sejam tomadas as providências cabíveis.


Marítima enfatiza papel do corretor no sucesso da companhia

Data: 02.08.2011 - Fonte: CQCS | Pedro Duarte



Neste ano, a Marítima Seguros ganhou mais uma vez o Troféu Gaivota de Ouro em categorias que apontam a melhor companhia no atendimento ao corretor e agilidade na regulação de sinistros.


“Essas premiações confirmam que a Marítima continua focada no atendimento ao corretor, seja por meio da velocidade na emissão, pagamento de comissões e liquidação de sinistros. Tudo isso também é muito importante para o cliente e o reconhecimento nos dá uma grande satisfação”, afirma o vice-presidente, Francisco Vidigal Filho, em entrevista durante o Encontro Catarinense de Corretores de Seguros (Ecoseg-SC).


Sobre estrutura e expansão, Kiko (como é conhecido no mercado) lembrou que a Marítima conta com 51 escritórios espalhados pelo país. “A recente inauguração em Goiânia foi o primeiro no Centro-Oeste, mas em breve vamos aumentar a operação na região, com o escritório em Brasília”.


A ampliação também inclui o Nordeste com a abertura de filial em Recife e, nesse sentido, a participação no Ecoseg mostra como a Marítima está presente em todas as regiões do país, sempre apoiando os corretores.


“Temos quatro escritórios em Santa Catarina, em Florianópolis, Blumenau, Joinville e Chapecó, além do pessoal que atende o estado inteiro. É muito importante estar com o corretor catarinense porque a gente vê que é um dos lugares mais prósperos do Brasil”, conclui.


Seguro condomínio pode cobrir também parte interna dos apartamentos

Data: 02.08.2011 - Fonte: InfoMoney | Jéssica Consulim Roccella


Os síndicos, quando contratam o seguro condomínio, podem optar pela cobertura da parte interna dos apartamentos.


"Geralmente, as garantias oferecidas pela apólice abrangem apenas os bens de uso comum do prédio, ficando categóricamente excluídos os conteúdos dos apartamentos", explicou o executivo da Excelsior Seguros, Nelson Uzêda, conforme publicado pelo CQCS (Centro de Qualificação do Corretor de Seguros).

De acordo com Uzêda, alguns produtos comercializados pelas seguradoras cobrem móveis e utensílios dos moradores. Há coberturas para queda de raios, incêncio e garantias para danos elétricos e roubos de bens, por exemplo.


"Nada impede que o síndico, em conjunto com os demais condôminos, resolva contratar coberturas complementares para a apólice principal do seguro condomínio", disse o executivo. No entanto, a decisão deve ser aprovada em assembleia ou estar prevista em convenção.

Novas regras


Desde o dia 1º de julho deste ano, as seguradoras são obrigadas a oferecer aos clientes, no seguro condomínio, duas modalidades, sendo elas a cobertura básica simples e a cobertura básica ampla.


A cobertura básica simples deve segurar o condomínio contra os riscos de incêndio, queda de raio dentro do terreno e explosão de qualquer natureza. Poderão ainda ser contratadas coberturas adicionais, conforme os riscos a que o condomínio estiver sujeito.

No caso da cobertura básica ampla, deve haver cobertura para eventos que possam causar danos ao imóvel segurado, exceto os que estiverem expressamente excluídos.


segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Brasileiros buscam mais proteção durante viagens

Data: 01.08.2011 - Fonte: Revista Cobertura | Camila Alcova


Aumento da renda e novos hábitos de consumo são fatores que incentivam adesão a seguro viagem


Juntamente com a agitada movimentação no setor de turismo – somente no mês de maio desse ano, conforme o Ministério do Turismo, foram registrados sete milhões de desembarques domésticos e internacionais, ante 5,6 milhões no mesmo período do ano anterior – produtos como seguro viagem e assistência viagem têm ganhado corpo no leque de proteção e cada vez mais adeptos no Brasil.


Prova disso foram os resultados dos seguros de pessoas, referentes a maio, divulgados pela Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi), em que a modalidade de seguro viagem se destacou por conta de seus prêmios de R$ 2,9 milhões e crescimento de 87,03%.


Além disso, conforme explica o superintendente técnico de Produtos de Vida e Previdência da SulAmérica, Fabiano Lima, os brasileiros estão mais atentos às garantias que o seguro viagem oferece, tanto em relação a saúde, quanto para diversos imprevistos que possam ocorrer em outro país.


Ele comenta que a seguradora realizou uma pesquisa em 2010 com mais de 400 pessoas para identificar o perfil do viajante. Cerca de 90% dos brasileiros que aderem ao seguro têm entre 30 e 45 anos, possuem renda acima de R$ 3 mil, e procuram fazer viagens internacionais a lazer. Esses consumidores, de acordo com a pesquisa, têm maior interesse em adquirir o seguro, em comparação aos que viajam a negócios.


“Identificamos também que a maior preocupação do turista é a ocorrência de acidentes, seguida de doenças ou despesas médicas, e perda ou roubo de documentos”, acrescenta Lima.


Para Renato Spadafora, CEO da Assist Card, empresa especializada em assistência viagem, o crescimento da modalidade é reflexo do momento econômico vivido pelo Brasil, já que houve aumento de viagens corporativas e à lazer, por conta da integração com outros países e pela possibilidade das classes emergentes viajarem mais.


De acordo com Spadafora, esses fatores colaboram para a cultura de proteção à viagem, pois quanto mais as pessoas viajam e ficam expostas riscos, adquirem a consciência da importância da assistência. “Geralmente, quando o viajante passa por alguma situação de emergência e não tem plano de assistência a viagem, percebe a importância da proteção”.


Ele complementa que a cultura da assistência viagem também ganha representatividade entre os brasileiros por meio de troca de informações e referências entre amigos e até mesmo em redes sociais.
As expectativas da empresa para a modalidade são positivas. Esse ano, a operação apresentou crescimento de 45%, em comparação a igual período de 2010, e a previsão, conforme o CEO, é encerrar 2011 com 50% de crescimento, em relação ao ano passado.


O superintendente da SulAmérica lembra que o ramo possibilita boas oportunidades de negócios para os corretores. “As agências de turismo e operadoras de viagem são excelentes parceiros do corretor para acessar este mercado”.


Sinistralidade


Devido ao crescimento da modalidade, o índice de sinistralidade também apresentou evolução entre 2010 e 2011. Na Interface Seguros, broker especializado em administração de seguros massificados, por exemplo, os valores superaram R$ 4 milhões, conforme o sócio-diretor da empresa, Mario Gasparini.


Ele explica que isso demonstra a valorização do segurado em relação ao seguro. “A maior incidência de sinistros está concentrada nas coberturas de cancelamento, atraso, perda e danos à bagagem, além de Responsabilidade Civil”.


Gasparini também atribui a elevação da sinistralidade aos altos volumes de vendas, mudança de hábitos de consumo dos segurados, como a antecipação de compra e consciência da importância da proteção.


"Vai que..." com seguro de automóvel

Data: 01.08.2011 - Fonte: Monitor Mercantil


O Grupo Bradesco Seguros estreou novo comercial da campanha "Vai que...", tendo o Bradesco Seguro Auto como tema, estrelada pelo cantor e compositor Byafra. Desta vez, o assunto é seguro de automóveis. Mantendo a abordagem bem humorada, o filme mostra a importância de ter o automóvel protegido contra furtos. O novo comercial dá continuidade à campanha publicitária, lançada em junho de 2010, que fez o bordão "Vai que..." cair no gosto popular, sendo amplamente utilizado nas mais diferentes situações..

domingo, 31 de julho de 2011

Consumo desenfreado agrava situação climática e impacta setor de seguros

29.07.2011 - Fonte: Planeta Seguro


“A questão não é salvar o planeta, mas sim as pessoas”. Foi com essa expressão que Ricardo Ojima, pesquisador do Núcleo de Estudos Populacionais da Unicamp abriu sua palestra na sexta edição do Fórum Internacional de Seguros para Jornalistas, realizado pela Allianz Seguros, ontem (27), em São Paulo.

Segundo Ojima, é importante entender a migração populacional e o nosso modo de viver. “É uma utopia acreditar que chegaremos a uma sociedade sustentável. Mas, para vivermos num futuro mais sustentável, deverá haver mudanças no padrão de consumo das pessoas. Isso significa um processo de adaptação.”

Como prova de que o consumo não está relacionado à alta taxa populacional, o pesquisador cita que 60% do aumento das emissões entre 1950 e 1980 vieram de países que contribuíram com cerca de 12% do crescimento populacional. “Além disso, com algumas exceções, a taxa de natalidade no mundo vem caindo. Especificamente no Brasil a taxa de fecundidade está em 1,6 filho, quando a taxa de reposição é de 2,1 filhos por mulher em idade fértil. Em 2040, o Brasil deve atingir um pico populacional de 219 milhões de habitantes, passando a apresentar crescimento negativo.”

Pensar em sustentabilidade também requer, na avaliação de Ojima, compreender a localização demográfica da população. Se antes a migração se dava do campo para as cidades, agora ela acontece entre áreas urbanas e não apenas entre os grandes centros. “No entanto, estudos apontam que a emissão de gases de efeito estufa é maior entre as pessoas que estão mais distantes dos centros urbanos. Isso porque elas utilizam mais o carro para se locomoverem. Além disso, a dispersão requer investimentos em hospitais e escolas, para atender a população local; uma infraestrutura já existente nos centros urbanos”, diz.

Uma afirmação que Maria Luisa G. Castello Branco, coordenadora de Geografia da Diretoria de Geociências do IBGE, diz que devido à ocupação urbana desordenada, além das alterações climáticas serem mais perceptíveis, é a população de baixa renda a mais vulnerável e suscetível aos fenômenos climáticos. “Porém, nas políticas de gestão pública devem ser trabalhadas também as vulnerabilidades por localização geográficas, como, por exemplo, tratar de forma diferenciada as cidades litorâneas, que são mais suscetíveis ao aumento do nível do mar.”

Para Paulo Marraccini, vice-presidente do Conselho de Administração da Allianz Seguros, a questão demográfica está diretamente relacionada a seguros. Ele cita que na França existem duas tábuas atuariais, uma para a população rural e outra para a urbana, uma vez que quem mora no campo tem mais qualidade de vida e, consequentemente, vive mais, o que impacta no seguro de vida. No Brasil, ainda é utilizada uma única tábua.

Por fim, Marraccini explica que o crescimento populacional em declínio e aumento da longevidade também trazem reflexos diretos para o setor de seguros. “A natalidade caindo e a população envelhecendo traz à tona um desafio mundial que é prover um sistema de previdência. Não haverá jovens suficientes para pagar a aposentadoria. Por isso é preciso incentivar a poupança. Outra saída é continuar a trabalhar, mesmo depois de se aposentar.”

Porto Seguro divulgará resultados na próxima semana

28/07/2011 | Fonte: Viver Seguro

A Porto Seguro divulga no dia 02 de agosto, terça-feira, os resultados referentes ao segundo trimestre e ao primeiro semestre de 2011. No dia 04 (quinta-feira), a Companhia realiza a teleconferência para apresentar os resultados, a partir das 9h30 (em português) e às 11h (em inglês). No dia 05, sexta-feira, a Porto Seguro realiza a sua Reunião Pública (APIMEC) em São Paulo para analistas, investidores e público interessado.

Copa do Mundo de 2014 será uma oportunidade do mundo conhecer um novo Brasil

29/07/2011 | Fonte: Viver Seguro

Se depender dos membros do governo brasileiro e da Federação Internacional de Futebol (Fifa), bem como dos patrocinadores, a Copa do Mundo de 2014 será uma oportunidade e tanto do mundo conhecer um novo Brasil. "O sucesso deste evento é certamente uma amostra do que o Brasil vai oferecer ao mundo nos próximos anos", disse Ricardo Teixeira, o presidente do comitê organizador da Copa, durante coletiva de imprensa na Marina da Glória, no Rio de Janeiro, palco do sorteio das eliminatórias, evento que será visto por mais de 600 milhões de pessoas neste sábado, a partir das 15 horas.
O clima de insegurança que cercava boa parte dos integrantes da FIFA semanas atrás em razão do atraso de boa parte das obras de infraestrutura necessária para preparar o país para o maior evento esportivo do mundo virou para um céu de brigadeiro durante o evento que dá o pontapé inicial na Copa 2014 no Brasil. “É importante ressaltar que as 12 cidades-sede já estão com suas garantias financeiras aprovadas pela FIFA. Todos os projetos estão aprovados. Os cronogramas estão dentro dos prazos estabelecidos com o Comitê Organizador. E continuamos trabalhando em silêncio, como sempre fizemos, para oferecer uma Copa do Mundo da FIFA de excelente qualidade”, afirmou Ricardo Teixeira durante coletiva. Boa parte dessas garantais veio da indústria de seguros local e internacional.
O ministro do Esporte, Orlando Silva, sentado ao lado de Teixeira, disse ser natural a preocupação da federação com o cumprimento do cronograma de entrega das obras. “Todos no governo estão conscientes dos desafios que o país tem para superar e empenhados em mostrar ao mundo o que estamos construindo. Temos muitas melhorias a fazer em infraestrutura e estamos focados em oferecer as melhores condições durante o mundial da Fifa”.
Entre os principais desafios, o ministro citou os aeroportos, uma vez que são doze cidades num país continente, o que estimula a mobilidade por meio do transporte aéreo. O ministro afirmou que o tema transporte está na pauta do governo como prioridade, citando a criação do Ministério da Aviação Civil, o projeto de concessões dos aeroportos de Brasília, Guarulhos e Viracopos e a mudança no comando da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero).
Após a coletiva de imprensa, os políticos, membros da Fifa e jornalistas de várias partes do mundo se dirigiram para o local onde foram montados os estandes das doze cidades sedes e também dos patrocinadores, entre eles a Liberty Seguros, a seguradora oficial da Copa 2014, para conhecerem mais detalhes sobre o esforço de todos para que o mundial seja realmente um sucesso.. “Todos desejam que a Copa 2014 seja um sucesso e com certeza será. A equipe Liberty trabalha para garantir a segurança e a realização deste que é o maior evento esportivo do mundo”, diz Luis Maurette, presidente da Liberty Seguros.

sábado, 30 de julho de 2011

Lei: corretor quer ajuda dos bancos

Data: 29.07.2011 - Fonte: Seguros.inf.br


O Procon gaúcho está em entendimento com a Febraban para fazer valer a lei estadual que prevê assistência obrigatória do corretor em todos os estabelecimentos comerciais do Rio Grande do Sul que comercializem seguros.


A federação dos bancos, através do diretor de autorregulação Gustavo Marrone, ficou de apresentar uma posição da entidade, depois do assunto ser avaliado pela diretoria, o que deve ocorrer em reunião marcada para 8 de agosto.


Segundo o Sincor-RS, “Marrone mostrou-se simpático à iniciativa, entendendo ser legítima sua pretensão, bem como a importância da preocupação dos corretores de seguros na defesa dos interesses dos consumidores”.

Funenseg ensina mulheres a vistoriar sinistro de automóveis

Data: 29.07.2011 - Fonte: Revista Apólice


Estão abertas as inscrições para o curso inédito Vistoriador de Sinistro de Automóveis para Mulheres, que a Escola Nacional de Seguros ministrará em São Paulo. Voltado para o público feminino que deseja ingressar em uma atividade antes dominada pelos homens, o curso ensina a vistoriar e analisar sinistros com a precisão exigida pelo mercado.


As aulas, com início previsto para 18 de agosto, serão ministradas por Andresa Pugliese, psicóloga que realiza treinamentos técnicos e comportamentais para diferentes empresas, e Fábio Carbonari, inspetor de Risco e Sinistro, regulador de sinistros e consultor de Gerenciamento de Riscos. O curso inclui, ainda, visitas técnicas.


"O curso atende a dois propósitos: formar vistoriadoras para trabalharem em empresas reguladoras e, além disso, permitir que as mulheres obtenham mais conhecimento sobre seus automóveis e entendam a mecânica dos carros", explica Andresa.


O investimento é de R$ 850,00, valor que pode ser parcelado, e as inscrições devem ser feitas na secretaria da Escola, na Rua São Vicente, 181, Bela Vista. Mais informações pelo telefone (11) 5212-2100 ou pelo e-mail secretariasp@funenseg.org.br.


Sinistralidade em alta no seguro turístico

Data: 29.07.2011 - Fonte: Monitor Mercantil


De acordo com dados da Interface Seguros - broker especializado na administração de seguros massificados - a sinistralidade está em alta no ramo de seguros turísticos. Numa análise de 3 mil casos liquidados pela corretora (temporada 2010/2011) houve elevação tanto no numero de casos como nos valores indenizados.

"Os números evidenciam alta na freqüência e severidade dos eventos.", afirma Mário Gasparini, sócio-diretor da consultoria, acrescentando que o comportamento do consumidor continuará elevando a sinistralidade por algum tempo. "O consumidor compra com maior antecedência e consciência e isso tem elevado os níveis de utilização. O Cancelamento Marítimo apresentou alta significativa com indenizações superiores a R$ 4 milhões na temporada" finaliza.


A alta credibilidade da Interface levou à presença da empresa na 6ª edição do Salão de Turismo, realizada entre os dias 13 e 17 de julho, no Anhembi (SP)

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Tire suas dúvidas sobre seguro condomínio

Data: 29.07.2011 - Fonte: Escola Nacional de Seguros



O seguro condomínio é obrigatório e deve cobrir todos os danos que possam atingir a estrutura do prédio, comercial ou residencial, tanto nas áreas e instalações comuns quanto nas privativas. As coberturas básicas obrigatórias são para riscos de incêndio, queda de raio e explosão, mas geralmente é contratado um seguro multirrisco que envolve garantias contra danos elétricos, vendaval, responsabilidade civil, entre outros.


Desde 1 de julho está em vigor a Resolução 218/2010 do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), que prevê a possibilidade de contratação de coberturas adicionais dentro da categoria básica nos seguros de condomínios. A nova regra determina que as seguradoras ofereçam o seguro condomínio em duas modalidades básicas: a cobertura básica simples e a cobertura básica ampla.


Mas há diferença entre os seguros oferecidos para os diferentes tipos de condomínio? Quais são os riscos que o seguro condomínio não cobre? Quais os principais cuidados na hora de contratar uma proteção como esta? Tire estas e outras dúvidas sobre esta modalidade de seguro no site www.tudosobreseguros.org.br.

De cada quatro vítimas de acidentes, três são homens

Data: 29.07.2011 - Fonte: Jornal do Commercio



De cada quatro vítimas de acidentes no trânsito nas ruas e estradas brasileiras, apenas uma é do sexo feminino. É o que indica levantamento feito pela Seguradora Líder, responsável pela administração do consórcio de seguradoras que operam no seguro obrigatório de veículos (Dpvat). De acordo com o estudo, baseado em indenizações pagas no primeiro semestre deste ano, 76% das vítimas eram homens.


A seguradora pagou 165.111 indenizações até junho, o que representa uma média diária de 917 registros, ou 38,2 a cada hora. Desse total, a grande maioria (65%) foi destinada a pessoas que ficaram inválidas após o acidente. Além disso, 16% indenizaram as famílias de motoristas, passageiros ou pedestres mortos e 19% cobriram as despesas médicas e hospitalares.


Os motociclistas são as principais vítimas de acidentes: 66% do total. A frota de automóveis, apesar de concentrar 61% do total de veículos em circulação no País, representou 49% das indenizações pagas por morte, enquanto as motocicletas – 27% da frota nacional – geraram 37%.


A grande preocupação da diretoria da Seguradora Líder, agora, é o elevado número de ações judiciais e a ação de terceiros no processo de pedido das indenizações. “Queremos reduzir os sinistros judiciais e, principalmente, a ação dos atravessadores. A nossa intenção é fazer com que 100% do valor das indenizações fiquem com as vítimas ou seus familiares”, afirma o presidente da companhia, Ricardo Xavier.

Ele lamenta o fato de o grande número de acidentes nas estradas não causar no Brasil uma “comoção tão intensa” quanto a que ocorre nos sinistros envolvendo aeronaves.


Segundo Ricardo Xavier, a gravidade da situação brasileira pode ser medida pelos números do seguro Dpvat. “No primeiro semestre, pagamos, em média, 2,5 indenizações a cada minuto. Em valores, foram R$ 1,1 bilhão. No ano, deverão ser R$ 2,5 bilhões”, comenta.

Na avaliação do presidente da Seguradora Líder, esse quadro pode se agravar ainda mais, em razão do aumento expressivo da frota de motocicletas que circulam pelas ruas e estradas brasileiras.


Além disso, é esperado um aumento da demanda na Região Nordeste, que hoje responde por 26% do total de indenizações pagas. Isso porque a Seguradora Líder firmou acordo com os Correios para atender vítimas de acidentes e familiares em suas agências no Ceará, Maranhão e Piauí.

Atualmente, do total de indenizações pagas no País, 18% têm São Paulo como destino, o que representa exatamente a soma dos valores destinados às Regiões Centro-Oeste (10% do total) e Norte (8%).

Minas Gerais é o segundo estado em número de indenizações (10%), seguido por Rio de Janeiro e Paraná (ambos com 7%).

HDI enfatiza relação da companhia com mercado catarinense no Ecoseg SC

Data: 29.07.2011 - Fonte: CQCS | Camila Barreto



Com stand personalizado, a HDI Seguros, marca presença em mais uma edição do Encontro Catarinense dos Corretores de Seguros (Ecoseg). Na ocasião, o presidente da companhia, João Francisco, declarou ao CQCS que o estado possui grande representatividade na carteira de automóveis da seguradora.


De acordo com o executivo, “a companhia tem uma rede de seis filiais, mais de 60 mil veículos segurados, e uma participação de 14,7% no mercado de seguros de automóveis no estado”.


A postura dos corretores da região também é um fator que enaltece a relação com Santa Catarina. “Os parceiros são muito ativos politicamente, participam bastante das atividades da categoria, tem um nível de treinamento, engajamento e discussão dos temas que afligem ou que representam oportunidades para a classe de maneira muito intensa”, defende Francisco.


Em relação às projeções da companhia, o dirigente destacou as operações recentemente implementadas nas regiões Norte e Nordeste.


“Detectamos um desenvolvimento muito grande nesses pólos e desta forma, a companhia tem se posicionado no sentido de estar presente nas novas fronteiras econômicas, com uma operação completa, montando rede de filiais e Bate-Prontos”, frisa Francisco.


O presidente ainda comentou sobre os resultados alcançados com os Bate-Prontos, que já possui 40 unidades espalhadas pelo país.


“Estamos muito contentes com essa iniciativa, temos recebido uma avaliação muito positiva por parte dos segurados. As pesquisas de qualidade que temos feito apresentaram um índice muito alto, com uma pontuação de mais de 90% de aprovação”, destaca.


Vale lembrar que um dos pontos principais do modelo é a praticidade oferecida. O serviço voltado para segurados de automóveis, permite avaliar em até 20 minutos todas as perdas sofridas pelo veículo após o acidente. Além disso, encaminha o veículo para conserto na oficina escolhida a critério do segurado.

Planos de saúde não podem restringir acesso aos idosos, diz ANS

Data: 29.07.2011 - Fonte: InfoMoney




A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), por meio de súmula normativa, prevê que as operadoras de plano de saúde não podem impedir ou dificultar o acesso dos idosos aos planos de saúde.


De acordo com a súmula normativa 19, publicada nesta sexta-feira (29), a comercialização de planos privados de assistência à saúde pelas operadoras, tanto na venda direta, quanto na mediada por terceiros, não pode desestimular, impedir ou dificultar o acesso ou ingresso de beneficiários em razão da idade, condição de saúde ou por portar deficiência, inclusive com a adoção de práticas ou políticas de comercialização restritivas direcionadas a estes consumidores.


Multa


As operadoras que adotarem a prática estarão em desacordo tanto quanto às regras que regem o Estatuto do Idoso quanto à resolução normativa 124 da ANS publicada em março de 2006, que dispõe sobre a aplicação de penalidades para as infrações à legislação dos planos privados de assistência à saúde.


A penalidade prevista é de multa de R$ 50 mil por impedir ou restringir a participação de consumidor em plano privado de assistência à saúde.

Porto Seguro Auto lança serviços exclusivos para clientes empresariais

Data: 29.07.2011 - Fonte: Raf Comunicação



A Porto Seguro (www.portoseguro.com.br) lança a cláusula “Porto Seguro Auto Pequenas Empresas”, destinada a empresas com automóveis segurados pela Companhia. Trata-se de uma linha de serviços e benefícios desenvolvidos para atender às necessidades específicas de clientes empresariais, com atendimentos que abrangem de carro reserva a Help Desk em Informática e reparos diversos para o escritório. “Queremos ampliar a proteção oferecida aos segurados Pessoa Jurídica, que além das garantias já disponíveis no seguro de automóvel, passam a contar com serviços formatados para atender eventuais necessidades do dia a dia, seja no local de trabalho ou em caso de sinistro”, explica Marcelo Sebastião, diretor de Auto da Porto Seguro.


A contratação da nova cláusula garante os seguintes serviços, todos solicitados pela Central de Atendimento 24 horas do Porto Seguro Auto:


Carro reserva: em caso de sinistro com os veículos segurados, disponibiliza automóveis nos modelos pick-up leve utilitária ou popular (1.000 cilindradas), a fim de garantir a continuidade das atividades essenciais da empresa, no Estado de São Paulo e nas regiões Metropolitanas de demais Estados.


Reposição de motorista: oferece o serviço de “chofer” para substituição de funcionário em afastamento médico ou que tenha sofrido acidente de trabalho. São três diárias, consecutivas ou não, até o limite de R$ 150,00 por diária. O motorista fica responsável exclusivamente pela condução de veículos. Caso a empresa necessite, poderá designar um profissional para acompanhar o condutor e se responsabilizar por pagamentos ou recebimentos decorrentes de negócios.


Help Desk em Informática: durante a vigência do seguro, o cliente pode solicitar até três atendimentos telefônicos e uma visita, para reparos em computadores e notebooks. Na mesma solicitação, o segurado garante assistência para até cinco equipamentos existentes em sua empresa. Reparos em portas de aço onduladas: garante mão de obra para substituição das molas ou recarga de pressão (ajuste de intensidade) das mesmas, em portas de aço onduladas.


Carro + Empresa: garante serviços diversos para o escritório, reparos hidráulicos e elétricos; desentupimento; chaveiro, inclusive com atendimento para cópia de chaves de gavetas e armários; e reparos em portas de aço. A cláusula contempla três atendimentos por vigência.


Assistência Automotiva: assegura o devido atendimento aos veículos segurados em caso de ocorrências como impossibilidade de locomoção, pane elétrica ou mecânica, falta de combustível, necessidade de troca de pneus, acidente ou problemas com chaves. Sempre que possível, os serviços de socorro serão prestados no local da ocorrência. Caso contrário, o automóvel será levado para a oficina escolhida pelo funcionário responsável pelo veículo ou representante da empresa segurada, que acompanha a execução de todos os reparos.


Serviços de chaveiro: atendimento para abertura das portas do veículo, porta-malas e tanque de combustível, bem como para a confecção de novas chaves, em virtude de ocorrências como perda, roubo, furto, quebras ou danos no miolo do contato das chaves.


Higienização veicular: em caso de prejuízos causados por enchente, inundação ou alagamento, a cláusula garante a higienização dos veículos segurados, até o limite da franquia estabelecida na apólice. O cliente pode solicitar um atendimento para o serviço durante a vigência do seguro.


Leva e traz: na primeira revisão de veículo zero quilômetro segurado, a empresa conta com o serviço de leva e traz para encaminhar o automóvel até a concessionária e devolvê-lo após o atendimento.


Assistência para riscos diversos: em caso de ocorrências como acidentes, condutores e passageiros que estiverem no veículo segurado contam com uma série de assistências, tais como: remoção inter-hospitalar; transporte e envio de familiar, para visitas aos pacientes hospitalizados; e envio de motorista profissional para dar continuidade à viagem iniciada pelos envolvidos na ocorrência.


Os segurados contam ainda com os serviços de táxi (para que condutor e passageiros possam prosseguir viagem, na impossibilidade de uso do automóvel segurado; ou ainda para levá-los até a delegacia mais próxima para registro de Boletim de Ocorrência, em caso de roubo e furto do veículo – em ambas as situações, os ocupantes também contam com transporte para retorno ao domicílio ou à sede da empresa); hospedagem (caso o veículo fique impossibilitado de circular em decorrência de acidente ou demora no conserto); e traslado de corpo e formalidades legais, em caso de falecimento dos ocupantes do veículo.

Seguros de pessoas puxam crescimento do mercado

Data: 29.07.2011 - Fonte: CQCS | Tania Araújo



Nos primeiros cinco meses do ano de 2011 houve um crescimento na procura de Seguros de pessoas. Esse crescimento trouxe para o segmento uma soma de arrecadação de prêmios de R$24,3 bilhões, 24% superior ao mesmo período do ano anterior.

Os dados fornecidos pela Susep apontam crescimento também nos ramos de Seguros de Vida, planos VGBL e outras apólices, como as de viagens e turismo, não estando incluído o segmento de Saúde, de alçada da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Crescimento em outros ramos

Ramos que também tiveram um crescimento positivo até maio foram: rural, alta de 30%, riscos financeiros, com crescimento de 17%, transporte de cargas, evolução de 13% e automóveis, com o crescimento de 8,3% no volume de prêmios, totalizando R$10 bilhões, incluindo o DPVAT.

Historicamente, a expansão do mercado de seguros tem relação direta com o crescimento da economia, e com percentuais superiores. De janeiro à maio, a receita de prêmios totalizou R$41,1 bilhões, um crescimento de 19,5% em comparação com o mesmo período de 2010, enquanto o PIB teve uma evolução de 3,72%, todos esses dados segundo o Banco Central.

Estratégias empresariais

Data: 29.07.2011 - Fonte: Revista Apólice


Com dedicação e esforço nas vendas pode-se conquistar um bom padrão de vida, porém, para chegar a ser um milionário nesta profissão é preciso ser mais do que um "batalhador", e aliar o trabalho a uma estratégia vencedora. Se a fonte das riquezas materiais fosse fruto apenas do trabalho, certamente os agricultores e pedreiros estariam entre os mais bem-aventurados financeiramente. O sucesso nas vendas é simples, mas não é fácil; basta vender mais e melhor do que os concorrentes.


A estratégia é um plano que a empresa ou representante comercial estabelece como resposta a uma demanda de mercado. Nesse plano deve ficar claramente definido os objetivos a serem alcançados, as estratégias do composto mercadológico - produto, preço, promoção, conveniência - o plano de ação e os recursos necessários.


As melhores estratégias de mercado nascem do cruzamento das oportunidades do mercado com os pontos fortes da organização. É preciso ter um duplo olhar, de forma a mirar o ambiente externo (fora da empresa) e ao mesmo tempo o ambiente interno (dentro da empresa). Montar um plano bem-sucedido de comercialização requer sabedoria para elaborar uma boa análise do ambiente de atuação, a adaptação das variáveis mercadológicas e as convenientes ações de ativação. Qual é o valor de uma moeda no fundo do oceano se ninguém sabe que ela esta lá e é inacessível?


É muito importante reservar algum tempo para pensar na empresa e definir as ações para alcançar os objetivos de médio e longo prazo. As estratégias correntes devem estar alinhadas à visão e aos objetivos futuros. É preciso ter produtos de qualidade, comunicar a sua existência para que os clientes os conheçam, oferecer serviços e conveniências a fim de gerar vantagens competitivas para o negócio e criar relacionamento com os clientes a fim de fidelizá-los.


Sempre que planejar ações leve em conta que "o que não se mede, não se controla". Lembre-se que as estratégias precisam ser avaliadas quanto ao desempenho e aos resultados esperados, estabeleça responsáveis, prazos e indicadores numéricos que permitam avaliar as ações, possibilitando a correção de rumo quando necessário.


* Soeli de Oliveira é consultora e palestrante nas áreas de marketing, varejo, atendimento e motivação do Instituto Tecnológico de Negócios

165 mil vítimas em 6 meses

Data: 29.07.2011 - Fonte: Jornal do Commercio -RJ



No período, 107.403 brasileiros (65% do total) saíram dos acidentes inválidos; 26.894 morreram e outras 30.814 pessoas engrossaram as estatísticas dos feriados


De cada quatro vítimas de acidentes no trânsito nas ruas e estradas brasileiras, apenas uma é do sexo feminino. É o que indica levantamento feito pela Seguradora Líder, responsável pela administração do consórcio de seguradoras que operam no seguro obrigatório de veículos automotores (Dpvat). De acordo com o estudo, baseado em indenizações pagas no primeiro semestre do ano, 76% das vítimas de acidentes de trânsito eram homens.


A pesquisa da seguradora mostra que em seis meses foram pagas 165.111 indenizações, o equivalente a 1.321 ao dia (útil). Em valores, os desembolsos alcançaram R$ 1,1 bilhão. Outro dado do levantamento indica que a grande maioria das pessoas vitimadas no trânsito ficou de alguma forma inválida: 65% do total.


Nesta situação, entraram nas estatísticas 107.403 brasileiros no período de janeiro a junho, cada qual indenizados em até R$ 13.500. As mortes foram 16%, ou seja, 26.894 óbitos, cada um indenizados em R$ 13.500. Já os feridos chegaram a 30.814 (19%), casos em que o seguro reembolsa, em cada evento, despesas médico-hospitalares de até R$ 2.700.


Os motociclistas são as principais vítimas de acidentes: 66% do total. A frota de automóveis, apesar de concentrar 61% do total de veículos em circulação no País, representou 49% das indenizações pagas por morte, enquanto as motocicletas (27% da frota nacional) geraram 37%.


A grande preocupação da Seguradora Líder, agora, é o elevado número de ações judiciais e a ação de terceiros no processo de pedido das indenizações.


"Queremos reduzir os sinistros judiciais e, principalmente, a ação dos atravessadores.


A nossa intenção é fazer com que 100% do valor das indenizações fiquem com as vítimas ou seus familiares", diz o presidente da companhia, Ricardo Xavier.


Ele lamenta o fato do grande número de acidentes nas estradas não causar no Brasil uma "comoção tão intensa" quanto a que ocorre nos sinistros envolvendo aeronaves.


PERDAS. Segundo executivo, a gravidade da situação brasileira pode ser medida pelos números do seguro Dpvat.


"No primeiro semestre, pagamos, em média, 2,5 indenizações a cada minuto. Em valores foram R$ 1,1 bilhão. No ano, deverão ser R$ 2,5 bilhões", comenta.


Na avaliação de Ricardo Xavier, esse quadro pode se agravar ainda mais em razão do aumento expressivo da frota de motocicletas, em circulação nas ruas e estradas brasileiras.


Além disso, é esperado um aumento da demanda na Região Nordeste, que hoje responde por 26% do total de indenizações pagas. Isso porque a Seguradora Líder firmou acordo com os Correios para atender às vítimas de acidentes e familiares em suas agências nos estados de Ceará, Maranhão e Piauí. A parceria selada com a ECT eleva a rede de atendimento do seguro no Nordeste para 546 municípios, totalizando 1.775 pontos em todo o Brasil. "O Dpvat é um direito de toda vítima de trânsito no Brasil", reforça Xavier.


Atualmente, do total de indenizações pagas no País, 18% têm São Paulo como destino, o que representa exatamente a soma dos valores destinados às regiões Centro-Oeste (10% do total) e Norte (8%). Minas Gerais é o segundo estado em número de indenizações (10%), seguido por Rio de Janeiro

Jornalista em área de risco poderá ganhar seguro de vida

Duas propostas estão em debate na Câmara


Dois projetos de lei que tramitam na Câmara dos Deputados obrigam as empresas jornalísticas a garantir seguro de vida e de invalidez para jornalistas que forem enviados para áreas de conflitos.


O projeto do deputado Sandes Júnior (PP-GO) propõe que o valor do seguro seja de, ao menos, mil salários mínimos, o equivalente hoje a R$ 545 mil, para garantir ajuda financeira aos familiares em caso de acidente dos profissionais.


O deputado afirma que, com o mundo globalizado, é "cada vez mais frequente a necessidade de transferência de jornalistas para as mais diversas localidades, tornando possível a maior cobertura de informações".


A outra proposta, de autoria de Hugo Leal (PSC-RJ), também prevê a obrigatoriedade do seguro, mas não define valores. O texto diz apenas que eles serão fixados por negociação coletiva.


"Em meio a essa situação de perigo e violência, os jornalistas se esforçam para noticiar, da melhor maneira, as situações reais e em tempo cada vez mais real, expondo-se aos mais diversos riscos."


Os dois projetos, que alteram a Consolidação das Leis Trabalhistas, tramitam juntos e têm caráter conclusivo, ou seja, não precisam passar pela análise do plenário.


Os textos aguardam parecer da Comissão de Seguridade Social e Família. Depois, precisam passar por mais duas comissões na Câmara e ir à votação no Senado.

Data: 29.07.2011 - Fonte: Revista Cobertura

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Indenizações do Seguro Garantia no ramo imobiliário

O SeguroGarantia.Net recebeu, através de seu atendimento, um questionamento referente à utilização do Seguro Garantia na área imobiliária. O autor do questionamento foi Sergio Milego, da SBM Imóveis.


A dúvida do nosso usuário foi sobre a obrigatoriedade da imobiliária em garantir que a construtora irá entregar um prédio em tempo determinado. Para esclarecer a imprecisão do Sergio, entramos em contato com o diretor financeiro da Adventus Corretora de Seguros, Auyto Honorio, que explicou qual a procedência para esse tipo de cobertura.


Ele declarou que a imobiliária pode sim se responsabilizar pela entrega em prazo estabelecido e esclareceu como funciona a contratação e regulação de sinistros do Performance Bond, modalidade adequada para o esse tipo de contrato.


“É necessário o cadastro do tomador (no caso a construtora) junto à seguradora e o envio da proposta através do corretor. A regulação é mediada também pelo profissional responsável pela negociação. Quando há um sinistro a companhia dará continuidade à obra, colocando outra construtora no lugar”.


Auyto comentou também que, se assim não fosse, os contratantes lucrariam com o seguro. “É fácil imaginar como qualquer contratante torceria para que o responsável pela obra atrasasse suas obrigações para ser indenizado pela seguradora”.


O diretor Financeiro da Adventus esclareceu ainda que a demanda da contratação desse seguro é mínima, “pois não é de interesse do segurado nem da seguradora, considerando que o objetivo principal desse tipo de seguro é garantir a execução da obra, ainda que fora do prazo”, concluiu.


Caso tenha alguma dúvida sobre Seguro Garantia, entre em contato conosco pelo atendimento.

Data: 28.07.2011 - Fonte: SeguroGarantia.Net | Bianca Fernandes

Indenizações das catástrofes podem chegar a US$ 110 bilhões até o final do ano

Por pulverizar os riscos, setor de seguros mundial tem capacidade de arcar com as perdas.


Novos fundos atrelados ao clima são alternativas do mercado financeiro para reduzir prejuízos.


Com base em estatísticas do Centro Nacional de Furacões, a probabilidade de furacões de grande porte atingir o Atlântico Norte é de 20% e as perdas podem chegar a US$ 110 bilhões, caso um deles toque a terra na costa Sul de Nova Jérsei e siga em direção a Nova Iorque. “Entretanto, esta é uma probabilidade, já que não há como sabermos exatamente em qual local e se o evento irá de fato tocar a terra”, disse John Arpel para uma plateia composta por mais de 70 jornalistas, hoje, 27, em São Paulo. Presidente da Allianz Risk Transfer Holanda, Arpel veio ao Brasil para ser palestrante na sexta edição do Fórum Internacional de Seguros para Jornalistas, evento realizado anualmente pela Allianz Seguros.


Rodrigo Belloube, responsável pelas operações de Property da Munich Re Brasil, explica que a intensidade dos furacões aumentou. “ Enquanto que entre 1900 e 1925 a ocorrência era de 1,4 furacão significativo/ano, nos 40 anos seguintes aumentou para 2,6 anualmente e a partir de 1975 subiu para 3,8 furacões no mesmo período de tempo”.


Arpel comenta que o maior temor de uma companhia de seguro é acumular perdas que venham a exaurir o seu capital. “Como regra geral, elas não deveriam ter mais do que 5% de seus ativos expostos a qualquer perda ou evento”. E para que os riscos sejam mitigados, de forma que o mercado de seguros continue a cumprir o seu papel social – proteger as pessoas – cada vez mais tem-se buscado a pulverização dos riscos, entre seguradoras e resseguradoras, como também no mercado financeiro, como, por exemplo, com os chamados Cat Bonds (títulos vinculados a catástrofes).


Segundo Oswaldo Massambini, PhD em Ciências Atmosféricas e assessor da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano da Prefeitura de São Paulo, lembra que o nível de conhecimento na comunidade geofísica evoluiu muito, de forma que o comportamento do planeta está mais compreensível. “Porém, o desafio mundial é ter uma previsão mais assertiva de eventos climáticos. Mas posso afirmar que, a cada dia, estamos mais hábeis nas previsões”.


Angelo Colombo, diretor de Grandes Riscos da Allianz Seguros, conclui que em função das catástrofes deste ano, as companhias de seguros são conservadoras e não correm risco sistêmico. “Só para citar como exemplo, o mercado é super regulamentado. Para uma resseguradora estrangeira entrar no Brasil como local (ou seja, as que têm sede no país), precisa depositar R$ 60 milhões. Já um banco de investimentos necessita de R$ 16 milhões de capital mínimo.


Ainda sobre a capacidade das seguradoras, Paulo Marracini, vice-presidente do Conselho de Administração da Allianz Seguros, diz que é por isso que existem as regras de solvência. “Há capacidade de suprir as perdas. Antes, a curva de riscos era provisionada pela média. Hoje, é provisionada para a companhia não quebrar”, conclui.


Sobre a Allianz Seguros


No país há 107 anos, a Allianz Seguros está presente em todo o território nacional por meio de suas 60 filiais, 1300 funcionários e com o apoio de cerca de 14 mil corretores, os responsáveis pela comercialização de seus produtos e serviços para pessoas e empresas. A Allianz Seguros atua no Brasil em ramos elementares e saúde empresarial.


A Allianz Seguros é uma empresa do Grupo Allianz SE, um dos líderes mundiais em seguros e o maior da Europa. O grupo conta com 153 mil funcionários que atendem cerca de 75 milhões de clientes em mais de 70 países. Além de oferecer produtos e serviços, a Allianz também se destaca na área de pesquisa de grandes riscos, estudos de sustentabilidade e nos investimentos em fontes renováveis de energia.


A Allianz SE é membro da Transparência Internacional e apóia os princípios do Pacto Global das Nações Unidas e as Diretrizes da OCDE para Multinacionais por meio de seu Código de Conduta. A organização é uma das líderes do setor de seguros no índice Dow Jones de Sustentabilidade, listado no FTSE4GOOD e no Carbon Disclosure Leadership Index (Carbon Disclosure Project, CDP6).


Data: 28.07.2011 - Fonte: Allianz

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Vítimas de trânsito poderão solicitar Seguro DPVAT nas agências dos Correios no Nordeste

A Seguradora Líder DPVAT acaba de firmar uma parceria com os Correios nos Estados do Ceará, Piauí e Maranhão, para ampliar o atendimento aos pedidos do Seguro DPVAT. A partir de 1º de agosto, as agências próprias dos Correios, nos três Estados, fornecerão formulários para o requerimento do Seguro, encaminhando a solicitação gratuitamente à Seguradora Líder DPVAT, responsável pela análise dos pedidos. Todos os atendentes das agências próprias dos Correios nos Estados participantes foram treinados para fazer a checagem da documentação e encaminhar as solicitações de indenização. Os interessados receberão um folheto explicativo com os canais de atendimento do DPVAT para esclarecer as dúvidas e o comprovante de envio pelos Correios. Toda vítima de trânsito tem direito ao Seguro nos casos de morte, com indenização de R$ 13.500; invalidez permanente: indenização de até R$ 13.500 e reembolso de despesas médicas e hospitalares: até R$ 2.700.


Com a ampliação da rede de atendimento do Seguro DPVAT no Nordeste, 546 municípios serão atendidos na Região, totalizando 1.775 pontos em todo o Brasil. Segundo o diretor-presidente da Seguradora Líder DPVAT, Ricardo Xavier, a inclusão dessas cidades facilitará o atendimento àqueles que precisarem acionar o seguro DPVAT. "Queremos aumentar a capilaridade, melhorando o atendimento no interior dos Estados do Ceará, Piauí e Maranhão. É importante lembrar que não é preciso intermediários para solicitar o seguro e todo o processo é gratuito. O DPVAT é um direito de toda vítima de trânsito no Brasil," afirma Xavier.


De acordo com o presidente dos Correios, Wagner Pinheiro de Oliveira, a parceria vem ao encontro do objetivo dos Correios de consolidar suas agências como pontos de acesso a serviços para os cidadãos brasileiros – a ECT está presente em todos os municípios brasileiros e em algumas localidades, é a principal representação do Governo Federal.


No primeiro trimestre de 2011, foram registradas 13.680 indenizações por morte pagas no Brasil. A Região Nordeste recebeu 27% dessas indenizações, sendo que o Estado do Ceará respondeu por 18%, Maranhão, 13%, e Piauí, 8%.


Data: 27.07.2011 - Fonte: Viver Seguro

Seguro de automóvel da Zurich inova com cobertura de desemprego gratuita

A Zurich, multinacional de origem suíça e um dos maiores grupos seguradores do mundo, passará a oferecer, a partir de 1° de agosto, uma cobertura inédita no mercado segurador brasileiro, o seguro de automóvel com cobertura de desemprego. Sem nenhum custo adicional pela cobertura, o segurado de automóvel, que durante a vigência de sua apólice vier a perder o emprego, terá quitada a dívida relativa às parcelas restantes do seu seguro Auto Zurich, mantendo-se assim a proteção do seu automóvel até o término de sua vigência. Isto vale também para o profissional liberal que se afastar temporariamente de suas atividades por motivo de acidente.


Além de não ter custos adicionais pela cobertura desemprego, este lançamento acompanha outra vantagem exclusiva oferecida pela Zurich: o parcelamento do custo do seguro de automóvel em até 5 vezes sem juros, facilitando o pagamento do seguro, sem comprometer o orçamento do mês.


“Temos plena convicção de que estamos dando ao nosso segurado de Auto, uma cobertura adicional que pode de fato ser muito útil, caso ele venha a precisar. Sabemos que quem fica desempregado tem que, de uma hora para outra, refazer as suas prioridades e, neste momento é muito comum atrasar ou deixar de pagar muitas das prestações dos diversos carnês que tem. Com o seguro Auto + Desemprego, que só a Zurich oferece, poderemos assegurar ao nosso cliente uma preocupação a menos, pois o seguro do seu carro estará garantido até o final da vigência da apólice, sem que ele tenha que pagar as parcelas que ainda iriam vencer”, afirma Marcus Vinicius, CEO Brasil de Auto e Seguros Gerais da Zurich.


Este benefício exclusivo também traz vantagens para os corretores. Como no caso de desemprego ou incapacidade temporária, a Zurich irá perdoar o pagamento das parcelas a vencer, isto significa que o corretor não terá estorno de sua comissão, já que o seguro não será cancelado. “Além de beneficiar o segurado, o nosso Auto + Desemprego também beneficia o nosso parceiro corretor de seguros, pois ele tem assegurado o recebimento da sua comissão integralmente. Queremos oferecer aos nossos segurados e aos corretores de seguros, benefícios que de fato tenham valor para eles, e o Auto + Desemprego da Zurich com certeza tem. Com este diferencial, estamos reforçando ainda mais a nossa estratégia de relacionamento cada vez mais próximo com os corretores de seguros”, ressalta Marcus Vinicius.


A cobertura de desemprego (segurados com carteira assinada) ou incapacidade temporária por acidente (segurado autônomo ou profissional liberal com renda comprovada) é válida para todo o Brasil, sendo aplicada a seguros de automóveis de passeio, em apólices individuais e com uso não-comercial, garantindo o pagamento do saldo devedor apurado a partir da 3ª parcela, ou seja, há uma carência de dois meses, devendo o segurado estar em dia com o pagamento das parcelas vencidas. A proteção contra desemprego faz parte do pacote básico do seguro de Automóvel da Zurich, não sendo necessária sua contratação adicional ou mesmo solicitação. A partir do dia 1° de agosto, todos os detalhamentos desta nova cobertura poderão ser encontrados no site da seguradora www.zurich.com.br ou no Portal do Corretor.


Estes lançamentos fazem parte da estratégia da Zurich para crescer no segmento de automóvel, no qual a Seguradora vem investindo massivamente. “Implantamos novos sistemas e processos, atualizamos a metodologia de precificação, agilizamos o atendimento de sinistros e reestruturamos toda a área comercial, de forma a alavancar nosso crescimento. Os lançamentos de agora agregam ao nosso produto um valor significativo e mostram bem o interesse, disposição e a força da Zurich em crescer neste mercado”, afirma Sérgio Wilson Ramos, diretor comercial de Seguros Gerais da Zurich.


Seguro de Automóvel – A cobertura da Zurich para automóveis é uma das mais completas e flexíveis do mercado. O pacote básico inclui colisão, incêndio, roubo, responsabilidade civil de veículos e acidentes pessoais aos passageiros, além da Assistência 24h e cobertura desemprego. Como opcional, são oferecidas as coberturas de equipamentos de som; vidros, faróis, lanternas e retrovisores; carro reserva; danos morais; entre outros. A Zurich oferece o pagamento parcelado em até 5 vezes sem juros (ou até 10 vezes, com juros) e o antifurto em regime de comodato. Mais detalhes no portal www.zurich.com.br


SERVIÇO:


Central de Serviços do Segurado: 0800 285 4141


Data: 27.07.2011 - Fonte: Revista Cobertura

Popularizar o seguro nem sempre é vantagem

Com a popularização do seguro, operadoras de cartão de crédito disponibilizam para seus clientes um leque de serviços que pode ser adquirido sem corretor, pelo próprio telefone com burocracia praticamente inexistente.


A investida das seguradoras começou com as tradicionais apólices que protegem contra perda e roubo do cartão, mas agora já é possível comprar seguro de vida, acidentes pessoais, residencial e desemprego, tudo via cartão.


Os preços são mínimos, o cliente pode adquirir diversos serviços pelo preço mínimo de R$6 ao mês. Com isso ele fica protegido de tudo que possa vir a acontecer. Além da venda fácil, o seguro tem rendido milhões para os bancos.


E como fica o corretor?


Existem diversas ações no Ministério Público Estadual (MPE) que pretendem “fechar o cerco” contra esses seguros de pequeno valor, que são contratados com ou sem o consentimento do consumidor.


Há também projetos de leis estaduais que prezam a presença do corretor de seguros em todas operações de compra e venda de seguros. Mas o debate em relação à esse tema ainda divide muito as opiniões.


Infelizmente a profissão “corretor” ainda não é muito conhecida, por esse motivo o consumidor não entende a importância da presença desse profissional, que como qualquer outro, dedica parte de sua vida em estudos para que haja sempre qualificação.


Existe realmente vantagem?


O intuito da venda “casada” é trazer o mínimo de burocracia ao consumidor. Aquele pequeno valor de, por exemplo, R$11,90 debitado na conta todo mês, como forma de seguro perda e roubo do cartão, pode trazer muita dor de cabeça.


Esse pequeno valor pode se tornar uma despesa a mais. E então ao tentar cancelar, a administradora tenta adicionar mais algum atrativo, para não perder o cliente. O que a maioria das pessoas não sabe, é que essa venda casada é proibida pelo código de defesa do consumidor.


A iniciativa do MPE é realmente muito boa, mas ela depende exclusivamente da burocracia existente na justiça Brasileira. Existe a proibição da venda de forma provisória, mas se a sentença for favorável e for entendido que a cobrança é abusiva, os consumidores terão direito à devolução em dobro referente aos valores pagos nos últimos cinco anos.


Data: 26.07.2011 - Fonte: CQCS | Tania Araújo



Curso inédito aborda novas regras para Seguro Condomínio

Entraram em vigor, em julho, as novas regras para a contratação de apólices de seguro pelos condomínios residenciais. Atenta a isso, a Escola Nacional de Seguros lançou, no Rio de Janeiro, o curso Seguro Condomínio, com o objetivo de atualizar síndicos, administradores de imóveis, corretores de seguros e demais profissionais interessados no assunto.

O curso apresenta os conhecimentos básicos necessários para a contratação do Seguro Condomínio, as obrigatoriedades legais de contratação, as coberturas disponíveis no mercado e as providências em caso de danos e acidentes. As aulas serão ministradas pelo professor José Antonio Varanda, que também leciona na Escola Superior Nacional de Seguros.

O curso tem três horas de duração e será ministrado no dia 17 de agosto, quarta-feira, das 17h às 20h. O valor é de R$ 140,00 e as inscrições podem ser feitas na secretaria da Escola, na Rua Senador Dantas, 74, térreo, Centro. Mais informações no www.funenseg.org.br, pelos telefones (21) 3380-1543 / 1544 ou através do e-mail secretariarj@funenseg.org.br.

Data: 26.07.2011 - Fonte: Escola Nacional de Seguros