A corrida para excelência não tem linha de chegada.
David Rye

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Porto Seguro Transportes lança equipamento que reforça o monitoramento de cargas

Data: 25.08.2011 - Fonte: CQCS | Bianca Fernandes


O Porto Seguro Transportes Monitorados (www.portoseguro.com.br/transportes) lança o “Isca Eletrônica”, produto de contingência que em casos de falhas do rastreador principal será acionado. A inovação vai ser implantada a partir do dia 1º de setembro e é destinada aos clientes da Porto Seguro Transportes Monitorados.


A bateria e o equipamento funcionam, em média, dez dias. Uma vez que é instalado, o produto atualiza os dados de localização do veículo de hora em hora. O monitoramento é feito pela Central de Transportes Monitorados da Porto Seguro.


Criado com o intuito de reforçar a segurança no transporte de cargas, com tamanho extremamente reduzido, para que possa ser colocado junto à mercadoria. Suas configurações podem ser redefinidas de acordo com a necessidade da Central de Monitoramento. Cada vez mais, as operações de transporte exigem tecnologia de ponta que permitam acompanhar as etapas de veiculação da mercadoria e tornem sua localização mais ágil, em casos de eventos inesperados, como roubo e/ou furto e desaparecimento. A Porto Seguro acredita na inovação como forma de atender essa demanda.

Bradesco aposta na própria base de clientes para crescer

Data: 24.08.2011 - Fonte: DCI

O Bradesco vai manter sua estratégia de crescimento orgânico e ofertar produtos dentro de sua própria base de 62 milhões de clientes. A estratégia é aproveitar um potencial de 38 milhões de clientes que ainda não possuem conta corrente na instituição.


"O CRM do banco será direcionado a milhões", declarou o diretor-gerente do Bradesco, Cândido Leonelli, em reunião com a Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (Apimec) realizada ontem em São Paulo.


Segundo Leonelli, o Bradesco investiu R$ 1,74 bilhão em tecnologia da informação no primeiro semestre de 2011. "Os modelos do CRM identificam com índice de até 90% de acerto o próximo produto que o cliente precisa", afirmou o diretor-gerente.


De acordo com ele, o CRM do banco fará ações específicas de acordo com a personalização dos clientes. "Hoje, 90% da prospecção são feitos por canais on-line, como autoatendimento e Internet", especificou Leonelli.


No primeiro semestre de 2011, o lucro líquido do Bradesco alcançou R$ 5,56 bilhões, 20,9% em relação ao mesmo período do ano passado. O patrimônio líquido avançou para R$ 52,84 bilhões, 19,3% maior em comparação com igual período de 2010.


Na área de seguros, que respondeu por 28% do lucro líquido do banco, a estratégia é semelhante. "Temos um outro Bradesco Seguros dentro do Bradesco", diz o presidente da Bradesco Seguros e Previdência, Marco Antônio Rossi.


Segundo Rossi, 40% dos clientes do Bradesco possuem algum tipo de seguro da Bradesco Seguros. O número de clientes do grupo segurador é de 38 milhões de clientes.


Ele vê potencial para os quatro segmentos de atuação: saúde, automóveis, capitalização e vida e previdência.


No balanço da Bradesco Seguros e Previdência, o lucro líquido cresceu 11,2% para R$ 1,56 bilhão no primeiro semestre, em comparação com o mesmo período do ano passado.


Desse resultado, Vida e Previdência contribuiu com R$ 912 milhões, seguido por Saúde com R$ 401 milhões, o segmento de Capitalização com R$ 165 milhões e o Bradesco Auto, com R$ 83 milhões em lucro líquido. O presidente da seguradora enfatizou que irá aproveitar a estrutura de 3676 agências do banco e a rede de 35 mil corretores para ofertar os produtos em outras regiões. "Percebemos um crescimento acentuado nas Regiões Norte, Nordeste e Centro Oeste", destacou Rossi.


A seguradora também deve buscar oportunidades na venda de seguros pela Internet e em caixas eletrônicos. "Alguns produtos de baixo tíquete possuem esse perfil, outros não", considerou.


Aos analistas e acionistas presentes na reunião da Apimec, Rossi deixou claro que a seguradora não deve atuar com planos individuais para pessoas físicas.


"Estamos entrando agora no mercado de adesão. O segmento saúde cresceu 22% no primeiro semestre, mas na área de pequenas e médias empresas crescemos acima de 30%", mencionou.


Questionado sobre a sinistralidade na área de saúde, Rossi disse que ela está estável. "A Bradesco Saúde teve 40 milhões de procedimentos médicos", informou. De acordo com ele, a sinistralidade da Bradesco Seguros caiu um pouco e está em 72,1%.


Rossi citou as aquisições de 2009, de 43,5% da Odontoprev, 14% do laboratório Fleury, e de 50% da Europ Assistance como dentro da estratégia da companhia. "O mercado de seguro dental ainda é muito pequeno. A Odontoprev é um casamento perfeito", argumentou o presidente da seguradora.


Incertezas


Na reunião da Apimec, os acionistas presentes manifestaram preocupação com uma possível recessão global, cenário que tem sido acompanhado pelo banco.


"A tendência é de muita volatilidade. A Bolsa é influenciada pelo cenário global", avaliou o economista chefe do Bradesco, Octávio de Barros.


Questionado pelo DCI, sobre o receio dos analistas com a adoção de novas medidas macroprudenciais por parte do BC, Barros emitiu sua opinião pessoal.


"Não acredito que o Banco Central vai implantar mais medidas macroprudenciais. O crescimento do crédito deve ficar em torno de 15%", afirmou o economista chefe do Bradesco.


Os analistas que acompanham os papéis do Bradesco se apóiam nas incertezas sobre a adoção de novas medidas de contenção do crédito para explicar as oscilações do setor bancário na Bolsa de Valores de São Paulo.


Diante do cenário, a maioria dos analistas seguem com recomendação de compra. Letícia Soares do Banco do Brasil vê preço alvo de R$ 42 e Fernando Salazar do Banco Fator vê preço alvo de R$ 42,70. Boris Molina do Santander avalia o preço alvo em R$ 40 e Raquel Varela, da Votorantim Corretora a R$ 43. A menor previsão é de Jorg Friedeman, do Bofa Merrill Lynch com R$ 38.


No pregão de ontem, o papel Bradesco PN fechou em alta de 1,48% a R$ 26,60. No mesmo dia, o Ibovespa fechou em alta de 2,57%, a 53.786 pontos.



Avança projeto que permite dedução no IR do pagamento de seguros

Data: 24.08.2011 - Fonte: CQCS


Avança, no Congresso Nacional, o projeto de lei de autoria da deputada Bruna Furlan (PSDB-SP), que permite à pessoa física contribuinte do Imposto de Renda deduzir da renda tributável as despesas com pagamento de prêmio de seguro de vida, de imóvel ou de automóvel.


A matéria está, agora, na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara, na qual foi aberto prazo de cinco sessões ordinárias para a apresentação de emendas.


A parlamentar argumenta que, embora a Constituição Federal enuncie a segurança como um dos direitos por ela visados, o Estado não tem condições de proteger as pessoas ao ponto de resguardá-las contra a maior parte das desventuras que possam suceder. “O seguro de vida é uma forma de as famílias garantirem o mínimo necessário para a sua sobrevivência. O seguro de automóvel tornou-se uma necessidade imprescindível, pois o Estado não consegue impedir o crescente índice de furtos, roubos e assaltos, enquanto a fiscalização de trânsito revela-se impotente para coibir os desrespeitos à segurança no trânsito. Por outro lado, o patrimônio imobiliário constitui acervo importantíssimo das pessoas e das famílias, algumas vezes o resultado de uma vida inteira de trabalho e de poupança, o que torna necessário resguardá-lo”, afirma a deputada.


Na visão dela, diante desse quadro e não sendo possível ao Estado dar plena segurança aos residentes no País, revela-se “incongruente” que a legislação do Imposto de Renda não admita que os gastos com seguros possam ser deduzidos da renda bruta tributável. “O contribuinte, ao realizar o pagamento dos prêmios de seguro, tem por objetivo resguardar seus direitos fundamentais à segurança, complementando a ação estatal incipiente. A impossibilidade de se deduzir da renda tributável as despesas com pagamento de prêmio dos seguros aqui referidos é extremamente injusta, pois o contribuinte teve sua renda diminuída por esses pagamentos, que são necessários”, complementa

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Porto Seguro incentiva vendas de proteção residencial

Data: 24.08.2011 - Fonte: Revista Apólice | J.N.

A Porto Seguro lançou uma campanha de incentivo para corretores com foco no seguro Residência. O objetivo é estimular a prospecção de negócios com o seguro residencial. Os participantes podem ganhar motos Burgman, TVs 3D, notebooks, iPads, iPods e exemplares do tablet Samsung Galaxy Tab, além de comissões em dinheiro, de acordo com a produção alcançada.


A campanha é válida até 30 de novembro deste ano e abrange todo o Brasil. São consideradas todas as contratações de seguros novos ou renovações do Porto Seguro Residência (com vigência iniciada entre 1º de setembro e 30 de novembro), nas modalidades Habitual e Veraneio.


Há três maneiras de ganhar com a campanha. Com emissões pelo Porto Print Web, cada proposta de seguro residencial emitida pela ferramenta de cálculo garante uma comissão extra de R$ 10,00 para o corretor. A segunda maneira é por meio de melhor classificação nos grupos: os participantes serão organizados em grupos, de acordo com a sua região. Os cinco corretores com melhor desempenho em cada grupo serão premiados com uma moto Burgman (1º lugar), TV 3D (2º), notebook (3º), iPad (4º) e um iPod (5º). Por fim, é possível ganhar por meio de sorteios mensais, que serão realizados entre os corretores que registrarem crescimento igual ou superior a 50% na produção de negócios com o Porto Seguro Residência, em relação ao mesmo mês do ano anterior. O sorteado receberá um Samsung Galaxy Tab.

Susep planeja adotar regulamentação de riscos em 2013

Data: 24.08.2011 - Fonte: Viver Seguro

As regras que tratam de riscos operacionais, de subscrição em vida e previdência e de mercado deverão ser implementadas em janeiro de 2013. A informação partiu de analistas da Susep que apresentaram palestras no 2º Econtro Nacional dos Atuários (ENA), que reúne 350 participantes no Rio de Janeiro.


Tais regulamentos de riscos colocam o Brasil em linha com a legislação de países mais avançados no ranking do mercado segurador e representam um desafio para as seguradoras, tendo em vista que muitos grupos poderão ter de fazer elevados aportes, dependendo do resultado indicado pelas metodologias desenvolvidas pela Susep. O patrimônio líquido dos grupos, para mais ou para menos, é que definirá a exigência ou não de aportes, a partir da regulamentação de 2013.


As mudanças no campo regulatório realizadas pela Susep miram a maior solidez do mercado, a partir de uma realista avaliação de seus ativos, tendo em vista os mais variados cenários macroeconômicos, inclusive de estresse.

Seguradora sustentável

Data: 24.08.2011 - Fonte: Virta Comunicação Corporativa

A Allianz desponta como a marca global mais sustentável em serviços financeiros. A seguradora aparece na 21ª posição geral no relatório Best Global Green Brands, que mostra as marcas mais sustentáveis do mundo, feito pela consultoria Interbrand, líder mundial em avaliação de marcas. A análise se baseia em informações e dados de acesso público. Os elementos avaliados incluem autenticidade, relevância, diferenciação, consistência, presença e compreensão. O desempenho é mensurado para os quesitos de governança, envolvimento dos acionistas, operações, cadeia de suprimentos, transporte e logística, assim como produtos e serviços.


A classificação elevada da Allianz é resultado do compromisso de longo-prazo da empresa com iniciativas 'verdes' e o constante desenvolvimento e melhoria de soluções 'verdes'. O Grupo Allianz já desenvolveu cerca de 70 produtos e serviços que ajudam a mitigar a mudança climática ou levam em conta o impacto ambiental. Essas soluções abrangem desde a gestão de patrimônio até seguros e assistência.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Complementar

Data: 15.08.2011 - Fonte: Folha de S. Paulo


A procura por planos de previdência do tipo VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) aumentou no Brasil no primeiro semestre deste ano, segundo empresas do setor.


No período, a Bradesco Vida e Previdência obteve receita de R$ 7,2 bilhões com o segmento, o que representou alta de 38,1% ante o mesmo período do ano passado.


No Itaú, os planos VGBL foram os principais responsáveis pelo aumento de 84,4% na captação líquida de previdência do banco, que atingiu R$ 3,2 bilhões.


"É natural o avanço do VGBL, pois não são todos que podem se beneficiar da isenção fiscal do PGBL. Há também investidores que aplicam em PGBL até o limite de isenção e complementam com o VGBL", diz Osvaldo Nascimento, do Itaú Unibanco.

Números muito ruins

Data: 15.08.2011 - Fonte: O Estado de S. Paulo | Antonio Penteado Mendonça


Se as indenizações pagas representassem o total das mortes no trânsito, teríamos praticamente 150 mortes por dia, ou 6,25 mortes por hora


A Seguradora Líder do Consórcio do Seguro DPVAT publicou recentemente seus números referentes ao primeiro semestre de 2011. Eles são no mínimo apavorantes.


O seguro DVAT é o seguro obrigatório de veículos automotores terrestres, pago juntamente com o IPVA.


É um seguro de cunho eminentemente social, que paga indenização para todas as vítimas de acidente envolvendo um determinado veículo, independentemente de culpa do motorista ou da vítima estar ou não dentro de veículo.


Como as indenizações são para cada pessoa, o capital é também por pessoa, não havendo rateio entre as vítimas ou redução do valor a ser pago a título de indenização.


Atualmente, os valores segurados são R$ 13.500,00 para morte e para invalidez total permanente, além de cobrir também as despesas médico-hospitalares.


Não cabe aqui discutir se são valores suficientes para permitir às vítimas e suas famílias reporem economicamente a perda pessoal sofrida, mas é sempre bom lembrar que o salário mínimo brasileiro é de R$ 545,00, o que faz com que a indenização do seguro se aproxime, tendo por base o salário mínimo, das indenizações normalmente pagas pelos seguros de vida empresariais, que costumam ser de 24 salários do funcionário em caso de morte acidental.


O foco do artigo é o número de indenizações pagas para as vítimas dos acidentes de veículos e seus familiares no primeiro semestre do ano.


E é aqui que fica clara a tragédia social que é o trânsito brasileiro.


De acordo com a Seguradora Líder, nos primeiros seis meses de 2011 foram pagas 26.894 indenizações por morte e 107.403 indenizações por invalidez.


Quer dizer, se as indenizações pagas representassem o total das mortes no trânsito, teríamos praticamente 150 mortes por dia, ou 6,25 mortes por hora. Além disso, teríamos diariamente 596 pessoas inválidas, ou quase 25 vítimas por hora.


Só que a realidade é pior porque nem todos reclamam o seguro.


São números apavorantes, em primeiro lugar pela constatação de que o trânsito brasileiro é um dos principais assassinos do País.


Em segundo, porque ele é mais cruel ainda, ao deixar inválidas 107 mil pessoas a cada seis meses.


E, em terceiro, mas não menos importante, porque o custo social desse quadro é muito mais caro do que o total das indenizações pagas pelo DPVAT.


Eu não tenho o total das despesas geradas pelos acidentes de trânsito para a seguridade social, mas, com certeza, entre atendimento médico-hospitalar e aposentadorias, anualmente o país gasta vários bilhões de reais.


Os números acima seriam suficientes para pintar um quadro terrível, mas ele vai além.


O sofrimento, a dor e a falta física, além da econômica, das vítimas para suas famílias não tem preço e não pode ser compensada apenas com recursos materiais.


Mas o quadro fica pior.


A maioria das vítimas é composta por jovens e 66% do total das indenizações pagas pelo seguro obrigatório foram geradas por acidentes envolvendo motocicletas.


As motocicletas representam menos de 30% da frota e, todavia, são responsáveis por 66% do total das indenizações pagas pelo seguro obrigatório.


Quer dizer, entre as máquinas de matar e seus pilotos, que diariamente trafegam pelas ruas e estradas brasileiras, nenhuma é tão eficiente quanto elas.


Aliás, basta ver a forma como estes veículos são conduzidos em qualquer grande cidade do país para ficar claro que o resultado não poderia ser diferente e que a pesquisa realizada pelo Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo, algum tempo atrás, não poderia deixar de confirmar a realidade, apresentando os acidentes envolvendo motociclistas como responsáveis diretos por várias mortes ocorridas diariamente nas ruas de São Paulo.


O mais triste é que esse quadro deve se repetir no segundo semestre de 2011, e no ano que vem, e no outro. Enquanto o trânsito não for tratado como prioridade, com pouco investimento em educação e menos ainda na malha viária, os brasileiros continuarão morrendo, vítimas dos veículos e de seus motoristas.


sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Nova modalidade de seguro pirata “plano de garantia veicular”

Data: 12.08.2011 - Fonte: CQCS | Pedro Duarte


Já noticiamos que os seguros piratas se alastram de forma vertiginosa e hoje chegam às mais diversas regiões do país. Também avisamos que a chamada “proteção veicular” das associações e cooperativas passou a ser oferecida por autoclubes. A novidade agora é que a mesma modalidade de produto marginal agora tem o nome de “plano de garantia veicular”.


A informação partiu do corretor Jaerson Afonso, da Golden Stern, que deixou comentário, sexta-feira (12/08), na seção “Debate Seguro. “Ontem, uma cliente me falou sobre a TSeguros, pois oferecem um seguro de carro muito barato. A empresa fica na cidade de Caruaru”.


O CQCS foi a campo para verificar a denúncia e se deparou com todas as orientações necessárias para quem deseja adquirir o tal “plano de garantia veicular” por cota inicial de R$ 200,00.


Mas, antes mesmo de chegar ao valor, na página de abertura a TSeguro dá inicio à lavagem cerebral dos internautas, alegando que “a empresa que mais cresce em Pernambuco está agora na internet para atender melhor você cliente, pois para a gente você vem em primeiro lugar!”.


É fácil descobrir também que a TSeguro atua desde 2009, sem qualquer indício de atividade irregular que, segundo a OAB, pode incorrer em diversos delitos - crimes contra o consumo e estelionato, além de crime concorrencial e contra a ordem popular.


“Tendo como objetivo atender uma necessidade dos proprietários de veículos automotores com relação a segurança dos mesmos, tendo em vista a realidade econômica da região, sob tais circunstâncias iniciou-se um sistema pioneiro e inovador no modo de ter seguro, é o plano de garantia veicular, um sistema que permite ao associado a garantia do ressarcimento do seu veículo através de participação de um grupo em que será enquadrado de acordo com o valor e categoria de seu bem”, explica a TSeguros.


Mais detalhes sobre “coberturas”, exclusões, rateio e franquia, além de reboque outros serviços são abertamente divulgados no site www.tseguros.com.br .


Zurich registra expansão de 47% em Vida & Previdência

Data: 12.08.2011 - Fonte: CQCS | Pedro Duarte


A Zurich Seguros anuncia que os investimentos e o crescimento de Vida & Previdência provocaram um movimento positivo dentro da seguradora. Somente em junho de 2011, a companhia registrou expansão de 47% na área, em relação ao mesmo período do ano passado. Além disso, o salto foi superior a 270% em quantidade de apólices.


Para manter a excelência e alto padrão de qualidade, a estrutura de Vida & Previdência da Zurich Seguros ganhou novas instalações. Desde o início do mês, o novo escritório da sede em São Paulo, com espaço organizacional planejado, conta com acomodações mais modernas e dispõe de equipamentos de última geração.


Segundo o CEO de Vida & Previdência, Richard Vinhosa, a mudança ocorreu para atender a demanda de crescimento da empresa. “A Zurich vive um momento de expansão sem precedentes no Brasil. A mudança do escritório estava planejada desde o lançamento da estratégia do Grupo Zurich de administrar suas operações em duas grandes áreas, Seguros Gerais e Vida & Previdência”, comenta Vinhosa.


O executivo confirma que a nova casa deixou toda a equipe muito satisfeita. “Estamos muito satisfeitos com o novo escritório, pois o espaço agrega de forma inteligente os ambientes, possibilitando-nos atender com mais agilidade e comodidade nossos parceiros de negócios”, comemora.


O novo escritório está localizado no Edifício Centro Empresarial e Cultural João Domingues de Araújo, que fica na Praça General Gentil Falcão, 108, 1º e 2º andares - Cidade Monções. O telefone geral é o (11) 2313-8100.

Perdas seguradas de tumultos em Londres podem chegar a US$ 327 mi

Data: 12.08.2011 - Fonte: Revista Apólice | J.N.


A estimativa das perdas seguradas do tumulto generalizado e saques que ocorreram esta semana, em Londres, aumentou para mais de £ 200 milhões (mais de US$ 327 milhões), de acordo com a Associação Britânica de Seguradoras (ABI, na sigla em inglês).


Na terça-feira (09), a ABI havia estimado a perda em £ 100 milhões (aproximadamente US$ 163,9 milhões). O valor foi revisto pela Associação após o primeiro-ministro David Cameron anunciar que as indenizações referentes aos atos de repreensão da polícia serão atendidas normalmente e válidos para todas as vítimas, seguradas ou não. Além disso, o tempo máximo para aceitar reclamações será extendido em 42 dias.


"A indústria de seguros já está pagando as indenizações para os segurados, mas quer fazer mais para auxiliar o governo no apoio às pessoas prejudicadas. Vamos trabalhar em parceria com o governo e compartilhar a nossa experiência, para se certificar de que as indenizações sejam atendidas de forma rápida e eficaz", afirmou o diretor geral da ABI, Otto Thoresen, em comunicado divulgado ontem (11) pela entidade.


O tumulto começou na noite de sábado em Tottenham, região norte de Londres, e se espalhou para outras áreas da cidade. Cameron prometeu restaurar a ordem e está considerando a implementação de toques de recolher, limitando o uso de smartphones e sites de mídias sociais e colocando mais policiais na rua, segundo informações da imprensa.


Com informações do site Business Insurance



Ministério pede mais recursos para seguro

Data: 12.08.2011 - Fonte: Valor Econômico


Sob risco de paralisação imediata no programa do seguro rural, o Ministério da Agricultura pediu à Fazenda uma suplementação de R$ 174 milhões para garantir o mecanismo até o fim do ano. O programa federal de subsídio ao prêmio do seguro é fundamental para cobrir prejuízos generalizados em caso de intempéries climáticas, mas recebeu somente um quarto de seu orçamento até agosto.


Caso o dinheiro não seja desbloqueado pela área econômica do governo, a nova safra, às vésperas do plantio, corre riscos de não ter a necessária proteção contra perdas climáticas, informa o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, José Carlos Vaz. No curto prazo, o recursos podem acabar, parar as contratações e atrapalhar a safra de verão, diz Vaz.


O seguro rural sofre com cortes no orçamento desde 2010. Naquele ano, foram bloqueados R$ 129,7 milhões. Em 2011, diz Vaz, metade do orçamento de R$ 430 milhões foi contingenciado. Desse total disponível, só metade foi liberado pelo governo - e R$ 120 milhões foram efetivamente gastos.


Na prática, sem a proteção do seguro, uma quebra de safra coloca o produtor em sério risco de prejuízo. Junto com ele, seguradoras, resseguradoras, bancos, fornecedores e o governo podem ter perdas. E a demanda será ainda maior em 2012. O orçamento previsto já soma R$ 650 milhões.


Em discussão no Congresso desde o início do ano passado, o chamado Fundo de Catástrofe também sofre com atrasos. Mas Vaz afirma que o projeto não está parado. O programa prevê um colchão de R$ 2 bilhões a seguradoras e resseguradoras em casos de prejuízos com adversidades climáticas agudas.



China: oportunidades e riscos para empresários brasileiros

Data: 12.08.2011 - Fonte: Brasil Econômico


Acacio Queiroz, Presidente da Chubb Seguros. Esteve recentemente na China para um intercâmbio de conhecimento com empresários locais


Alguns analistas avaliam a China como maior parceira econômica do Brasil, portanto é um país do qual devemos nos aproximar cada vez mais. Outros, mais receosos, a veem como ameaça à nossa economia, por exportarmos matéria- prima e importarmos produtos industrializados. As críticas abrangem ainda o sistema político, sua forma de lidar com a suposta democracia e a maneira de aproveitar o melhor de cada um dos sistemas: socialista e capitalista.


É notável a relação econômica entre os países, assim como a interdependência, e que se intensifica na medida em que crescem os números do comércio bilateral entre os dois países: US$ 56,3 bilhõesem2010, crescimento de 52% em relação a 2009. A China, segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, já gastou US$ 31 bilhões com produtos brasileiros neste ano.


Quanto aos investimentos chineses no Brasil, a produção de iPads na unidade da Foxxcon em Jundiaí deve consumir US$ 12 bilhões nos próximos cinco anos. Durante a visita da presidente Dilma ao país, em abril, empresas chinesas acenaram com investimentos de US$ 1 bilhão em tecnologia e agronegócio, além dos empreendimentos de infraestrutura.


Embora o Brasil seja umdos poucos com superávit nos negócios com a China, enquanto nós concentramos as exportações em commodities como minério de ferro e soja, os chineses exportam para o Brasil principalmente produtos de alta tecnologia, como componentes de informática e telefonia. Essa diferença reflete a política oficial chinesa, que privilegia a importação de matérias- primas para alimentar a indústria nacional e gerar empregos.


A viagem que fiz à China mostrou que a eficiência deles deve ser copiada. Nos últimos 10 anos, o PIB da China cresceu 150%, contra 30% do brasileiro, e os chineses têm-se mostrado superiores em termos de formação bruta do capital fixo, poupança doméstica (devido ao nível de consumo baixo), gastos em pesquisa e desenvolvimento e infraestrutura. A poupança doméstica em relação ao PIB da China é de 55%, enquanto no Brasil é de apenas 15%, o que nos limita, sem falar na carga tributária que naquele país é muito menor do que aqui.


O país asiático vai superar o Japão como o maior consumidor de artigos de luxo em 2012, de acordo com um relatório da Associação Mundial do Luxo (WLA).


Eles já ocupam o segundo lugar no mercado global, com 27%, pouco menor que o Japão (29%), e superior aos Estados Unidos (14%) e à Europa (18%).


O país vem se tornando um gigante em seguros. A cultura do seguro está ainda menos consolidada que no Brasil, mas a baixa securitização também é uma ampla possibilidade de crescimento. O mercado segurador chinês gerou, em 2010, um volume de prêmios de US$ 224 bilhões, 30% mais que em 2009, com destaque para a participação dos seguros de vida.


A China constitui um mercado ainda pouco explorado que pode gerar bons negócios, as seguradoras chinesas que crescem podem começar a olhar para além do mercado doméstico. Nesse caso, o mercado de seguros, como outros setores do Brasil, estará na mira. Continuamos com duas possibilidades em aberto, que merecem ponderação. A China que nos impressiona pelas possibilidades tecnológicas e é um exemplo de como podemos fazer grandes negócios no nosso país também nos mostra que o crescimento lá funciona com cuidados com o mercado interno. Os brasileiros devem atentar-se para no futuro não serem engolidos pelos chineses, que já mostraram que sabem fazer negócio.


O mercado segurador chinês gerou, em 2010, um volume de prêmios de US$ 224 bilhões, 30% mais que em 2009, com destaque para a participação dos seguros de vida


Curso de extensão inédito

Data: 11.08.2011 - Fonte: Ass. Comunicação Escola Nacional de Seguros


O Rio de Janeiro será a primeira cidade a receber a inédita Extensão em Gestão de Projetos em Seguros, que a Escola Superior Nacional de Seguros acaba de criar. Com carga horária de 180 h/a (aproximadamente 7 meses), o curso apresentará ferramentas eficazes para o aumento significativo das probabilidades de sucesso e conclusão de projetos no ambiente de seguros ou em qualquer outro.


Para o diretor Acadêmico da Escola Superior Nacional de Seguros, Claudio Contador, o curso é uma excelente oportunidade para os profissionais do setor adquirirem uma visão geral sobre o gerenciamento de projetos. "É um tema que interessa a qualquer empresa e a qualquer pessoa que estiver no mercado de trabalho, independentemente do setor em que atua", explica Contador.


Marcadas para começar no dia 12 de setembro, as aulas serão ministradas às segundas e quartas-feiras, das 18h30 às 21h40. O investimento total, de R$ 3.900,00, pode ser pago à vista ou em seis parcelas de R$ 650,00. Ensino Superior completo é pré-requisito.


Mais informações podem ser obtidas na Unidade Regional Rio de Janeiro (Rua Senador Dantas, 74, térreo, Centro), pelos telefones (21) 3380-1543 / 1544 ou através do e-mail secretariarj@funenseg.org.br.


quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Terrorismo ainda é ameaça para mercado de resseguros

Data: 11.08.2011 - Fonte: Revista Apólice | Jamille Niero


Ataques terroristas em níveis historicamente elevados ainda representam uma ameaça para a indústria de resseguros, de acordo com um relatório sobre terrorismo global publicado nesta terça-feira (09) pela Guy Carpenter & Company. Com isso, de acordo com o levantamento, a indústria continuará a atender apenas as demandas atuais para a transferência de risco de terrorismo.


O relatório destaca que a ameaça terrorista global tornou-se cada vez mais diversificada e de natureza dispersa, mirando em alvos mais fáceis e ataques mais localizados. O número de ataques terroristas atingiu um pico de mais de 14.400 em 2006, com uma ligeira queda na freqüência nos últimos cinco anos.


De acordo com Paul Knutson, chefe de Specialty Risk Terror da Guy Carpenter & Company, a natureza dinâmica do terrorismo, a incerteza na identificação dos alvos e frequência de ataques requer uma abordagem diferente para gestão de risco e para a transferência desse risco para o mercado de resseguros. "Comparado com os perigos naturais, como furacões e terremotos, a análise subjacente de apoio à gestão do risco de terrorismo ainda está nos primeiros estágios de sua evolução", observa.


O relatório também indica que, apesar da atual capacidade do mercado de resseguros dos Estados Unidos para cobrir o terrorismo variar de US$ 6 bilhões a US$ 8 bilhões - sem contar a oferta global adicional - a indústria de resseguros permanece vulnerável a uma perda maior relacionada ao terrorismo, já que outro grande evento poderia mudar rapidamente a corrente de oferta/demanda. É provável que o capital de resseguros destinados a esse tipo de risco continue a ser limitado, devido a natureza incerta deste perigo.


Outro ponto destacado pelo relatório é a evolução da ameaça do terrorismo e do mercado global de resseguro relacionado a esse risco. Para David Flandro, chefe global de Business Intelligence, desde os acontecimentos de 11 de setembro de 2001, o terrorismo global teve um impacto profundo sobre o mercado de resseguros. "Embora a natureza da ameaça seja muito diferente hoje do que era há dez anos, o terrorismo continua sendo uma ameaça constante e grave. A forma como os grupos terroristas e os indivíduos adaptam suas táticas para medidas anti-terroristas e eventos globais está sempre evoluindo", afirma.


Corretor perde R$ 600 milhões por causa de seguros piratas

Data: 11.08.2011 - Fonte: CQCS | Pedro Duarte


“A Susep estima que, em 2010, o mercado perdeu R$ 3 bilhões em virtude da atuação das associações e cooperativas de proteção veicular. Para uma comissão média de 20%, o corretor perdeu R$ 600 milhões”. Essa afirmação foi do vice-presidente do Sindicato das Seguradoras do Norte e Nordeste (Sindiseg N/NE), Hodson Menezes, durante o Congresso de Seguros de Pernambuco (Conseg-PE).


De acordo com Hodson, a situação está tão complicada que, recentemente, ele descobriu uma “empresa” de seguro pirata que oferecia cotação pela metade do preço em seguro de Responsabilidade Civil Veicular. “Era uma cooperativa de Jaboatão dos Guararapes e, ao analisar o contrato, além da cobertura para casco, havia até seguro de vida e saúde”, alerta Hodson.


As declarações dele foram um dos pontos altos do painel sobre seguro pirata, chamado “Combate às atividades irregulares de seguros”, cuja apresentação ficou sob a responsabilidade do presidente da Comissão de Direito Securitário da OAB-PE, Carlos Harten.


Por ocasião do Conseg-PE, o especialista apresentou as ações do Sindiseg N/NE, chamando a atenção para o enquadramento criminal dos seguros piratas.


“Eles estão incorrendo em crimes contra a ordem de consumo, estelionato, além de crime concorrencial e contra a ordem popular”, enfatiza Harten, que aproveitou para lembrar que o Sindiseg N/NE não tem feito apenas denúncias ao Ministério Público, mas investido em ofensiva com diversas ações judiciais contra as “empresas” de seguros piratas.


Brasileiro frauda menos

Data: 11.08.2011 - Fonte: Monitor Mercantil


"A sociedade está menos propensa a fraudar". A afirmação, do gerente de Proteção ao Seguro da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), Leonardo Girão, serve também como conclusão para a pesquisa sobre fraudes em seguros, apresentada pela entidade.


De acordo com o estudo, as fraudes em seguros no Brasil caíram de 41% para 24% entre 2004 e este ano e homens da faixa entre 18 e 24 anos, que possuem Ensino Médio e que ganham de 2 a 10 salários mínimos são os maiores fraudadores de seguros do país.


"Fraude é um termo muito abrangente e, para o seguro, é sempre um ato intencional, que busca a indenização de maneira indevida", definiu Girão, ao abrir o encontro que contou com a presença de dirigentes de instituições e profissionais do mercado segurador.


A pesquisa demonstrou melhora em todos os índices: o dos que garantem que jamais fraudariam o seguro subiu de forma expressiva, de 55% (em 2004) para 73% neste ano, enquanto o percentual dos entrevistados que considerava "fácil" fraudar o seguro diminuiu em 12 pontos, indo de 37% para 24% neste espaço de tempo. "A notícia é absolutamente favorável, promissora. A fraude tem que diminuir", comenta o superintendente-geral da Central de Serviços e Proteção ao Seguro da CNseg, Julio Avelar.


"O aquecimento da economia brasileira teve impacto positivo na diminuição da fraude, afinal, na hora em que se está ganhando bem, não é preciso fraudar", afirmou o advogado Antônio Penteado Mendonça, reiterando a opinião do economista.


O diretor da Serasa/Experian, Alexandre Gazzani, lembrou que a ascensão da classe C e a descentralização dos seguros (que a partir de 2008, iniciaram uma fase de maior penetração em outras regiões do Brasil, com grande crescimento na Centro-oeste), também contribuíram para a diminuição das fraudes.



 

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Câmara rejeita cadastro de veículos roubados

Data: 09.08.2011 - Fonte: seguros.inf.br


A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado (CSPCCO) da Câmara Federal rejeitou o Projeto de Lei 207/2011 que propõe a criação do Cadastro Nacional de Veículos Roubado, com o intuito de coibir crimes envolvendo a subtração de veículos o país.


Em seu parecer pela recusa do PL 207, aprovado quarta-feira última pela CSPCCO, Hugo Leal (PSC-RJ) conclui que a proposição, de autoria do deputado Sandes Júnior (PP-GO), repete comandos autoplicáveis já inseridos em outro diploma legal: a Lei Complementar 121/2006, incorrendo na injuridicidade. O PL 20 será apreciado ainda pelas comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça.

ASSISTÊNCIA FINANCEIRA

                          

ASSISTÊNCIA FINANCEIRA CAPEMISA

Esta é mais uma vantagem que a CAPEMISA oferece aos seus Clientes e aos seus próprios Pensionistas.
As taxas de juros estão entre as menores do mercado e os prazos de pagamento são bem flexíveis. Enfim, as condições ideais para você ter dinheiro na mão sempre que precisar.

Condições para obter a Assistência Financeira

Ter um Plano de Pecúlio da CAPEMISA;
A Empresa pública ou privada onde você trabalha ou de onde recebe Aposentadoria/Pensão deve ter convênio de consinação com a CAPEMISA;
Ter disponibilidade de renda para fins de desconto da prestação da Assistência Financeira.

Documentos Necessários
Documento de Identidade
CPF
3 últimos Contracheques / Holerites
Comprovante de Residência
Comprovante Bancário (pode ser uma cópia da folha do cheque, do cartão do banco ou o
cabeçalho do extrato bancário)

Condições Especiais para Funcionários da CODESP
 
Parcelamento em até 72X
Liberação rápida e sem burocracia
Empréstimo liberado mesmo com o nome negativado.

Solicite um orçamento sem compromisso

Tel. (13) 3021.0052 - 3223.8076 - 7805.3877 - ID. 85*2275


Economia aquecida reduz fraudes no mercado de seguros

Data: 09.08.2011 - Fonte: CQCS | Jorge Clapp


Pesquisa realizada pelo Ibope, por encomenda da Confederação Nacional de Seguros (CNSeg), indica que o índice geral de propensão à fraude contra seguros no Brasil caiu de 41% para 24% nos últimos seis anos. Segundo o economista Lauro Faria, que participou do evento realizado pela confederação na manhã desta terça-feira (09), para apresentar os resultados da pesquisa, essa constatação já era esperada. “O aquecimento da economia traz sempre impactos positivos nessa questão da fraude”, comentou.


O consultor Antonio Penteado Mendonça, também presente no evento, corroborou a tese. “A fraude é maior quando há a necessidade financeira. E é bom lembrar que essa não é uma particularidade do Brasil. A fraude existe e preocupa o mundo inteiro”, salientou.


No Seminário de Prevenção e Combate à Fraude contra o Seguro no Brasil, o superintendente-geral da Central de Serviços e Proteção ao Seguro (Ceser) da CNseg, Julio Avellar, explicou que foi feito em dois momentos (2004 e 2010) um amplo levantamento que indica a propensão do consumidor brasileiro às fraudes em seguros. “A proposta desse seminário é produzir uma ampla discussão, com a participação de representantes dos mercados segurador e financeiro, sociedade civil e academia para analisar esses dados”, frisou Julio Avellar.


De acordo com o levantamento encomendado ao Ibope, o índice “não fraudaria o seguro de forma alguma” subiu de 55% em 2004 para 73% em 2010. Já o percentual de entrevistados que considerava fácil fraudar o seguro caiu 12 pontos em relação à primeira pesquisa, de 37% em 2004 para 25% em 2010.


Na qualitativa, os segurados entendem que deve ter ocorrido um aumento das fraudes em seguros nos últimos anos. Apesar disso, há a percepção de que atualmente as empresas do setor utilizam processos e instrumentos mais sofisticados para a detecção e combate à fraude nos seguros.


A pesquisa qualitativa foi aplicada com 12 grupos de discussão, entre 22 e 29 de novembro de 2010, no Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador, Goiânia e Porto Alegre. O levantamento quantitativo foi feito de 7 a 23 de dezembro de 2010 e aplicou 2004 entrevistas. A margem de erro da pesquisa é de 2% e o intervalo de confiança, 95%.


“A pesquisa chegou a algumas conclusões: há desconhecimento em relação às punições, a facilidade e a impunidade são fatores de motivação, 4 em cada 10 segurados mostram-se propensos às fraudes e os mais propensos à fraude são os jovens”, resumiu Avellar.


Na pesquisa qualitativa, a percepção é de que as fraudes acontecem em todas as esferas sociais. Mas predomina a ideia de que há maior concentração de fraudes entre pessoas de classes mais altas – maior conhecimento e poder de articulação e menor temor quanto às possíveis punições.


Para os entrevistados, pessoas com menor poder aquisitivo têm a dignidade como seu principal patrimônio, são mais temerosas quanto às punições e só se arriscariam em caso de extremo desespero. Esse perfil é confirmado na quantitativa.


De acordo com 61% dos entrevistados, todos os clientes são prejudicados pelas fraudes em seguros; 20% apontaram a seguradora como a maior prejudicada; e para 14%, ambos – a sociedade e a seguradora – são prejudicados. Apenas 1% apontou que nenhum é prejudicado.


Para 43% dos entrevistados, os prejuízos são repassados integralmente aos clientes, através do aumento dos preços dos seguros; para 39%, os custos são absorvidos em parte pelas seguradoras, e repassados em parte aos clientes, através do aumento dos preços; e 6% disseram que os prejuízos são absorvidos totalmente pelas seguradoras.


Além disso, 52% dos entrevistados afirmaram que denunciariam a fraude contra o seguro caso ficassem sabendo; 36% disseram que não denunciariam caso ficassem sabendo; e apenas 1% disse que já denunciou.


Além dessa pesquisa, a CNseg anunciou os resultados do levantamento de Quantificação da Fraude em Seguros, que apontou o impacto da fraude para o mercado segurador e para a economia brasileira.


O diagnóstico abrangeu todos os segmentos de seguro – com exceção de Saúde, Previdência Complementar Aberta e Capitalização – e 53 seguradoras, que representam 86% do total de prêmio ganho (líquido, livre de despesas) pelo mercado de seguros em 2010. A pesquisa apontou que os sinistros com suspeita de fraude somaram cerca de R$ R$ 1,9 bilhão, o que representa 9,1% do valor total dos sinistros do universo pesquisado (R$ 20,9 bilhões).


Fraudes detectadas somaram cerca de R$ 370 milhões e as comprovadas, R$ 290 milhões, representando respectivamente 1,8% e 1,4% do valor total de sinistros (R$ 20,9 bilhões). “As fraudes impactam diretamente no bolso dos segurados. Ou seja, a fraude contamina o preço do seguro e a atuar na redução das fraudes é agir em favor do segurado”, afirma Avellar.


Além de Júlio Avellar, Lauro Faria e Antonio Penteado Mendonça, participaram do seminário o superintendente da Ceser, Renato Pita; o gerente de Proteção ao Seguro da CNseg, Leonardo Girão; o diretor-executivo da Fundação Casa de Rui Barbosa, Hélio Portocarrero; o diretor de Auditoria e Compliance da SulAmerica, Emil Andery; o vice-presidente da Fenacor, Joaquim Mendanha; o gerente de Contas Estratégicas da Boa Vista Serviços, Márcio Benoni; o diretor da SERASA/Experian, Alexandre Gazzani; o coordenador do Disque-Denúncia do Rio, Zeca Borges; e o superintendente do Instituto São Paulo contra a Violência, José Roberto Bellintani, entre outros.


Agenciador de seguros

Data: 09.08.2011 - Fonte: Monitor Mercantil


Nesta quarta-feira (10), a Fenacor promove reunião com os presidentes dos CVGs para analisar e discutir a regulamentação do agenciador de seguros. Para Sobreira, será a oportunidade de levar adiante o projeto de uma forma positiva. "Temos que prezar pela boa ética e boas práticas. É uma classe que existe e não tem nenhum tipo de supervisão. Se a idéia for regulamentar o agenciador, torço para que a seqüência seja positiva, pois ele é um multiplicador, uma máquina de vendas, e não toma o espaço que é, por direito, do corretor de seguros", opinou.


O projeto, que surgiu a partir de um pleito das pequenas e médias seguradoras reunidas em fórum da CNSeg, prevê que o cargo possa ser ocupado por pessoa física ou jurídica, devidamente inscrita na Superintendência de Seguros Privados (Susep), e que possa atuar no ramo de seguros dos ramos vida, acidentes pessoais, saúde, capitalização e previdência privada.


Nova Apólice

Data: 09.08.2011 - Fonte: O Dia


A Escola Nacional de Seguros acaba de lançar o curso "Seguro Condomínio", com o objetivo de atualizar síndicos, administradores de imóveis e corretores de seguros, entre outros. Isso porque as novas regras para a contratação desta modalidade pelos condomínios residenciais começaram a vigorar no mês passado. O curso, com preço de R$ 140, será realizado no dia 17, das 17h às 20h. Mais informações no www.funenseg.org.br.


Porto Seguro realiza ações do Trânsito+gentil com viagem para Gramado

Data: 09.08.2011 - Fonte: CQCS | Camila Barreto


A Campanha Trânsito+gentil da Porto Seguro não pára de crescer e traz uma novidade para os amantes do frio. É o concurso cultural “Trânsito+gentil em Gramado”, que vai levar um internauta com acompanhante para aproveitar uma temporada de inverno na cidade.


Através da página da companhia no Facebook, basta responder à pergunta: “Por que praticar gentilezas no trânsito torna o seu inverno ainda melhor?”. O autor da resposta mais criativa ganha uma hospedagem no Hotel Toscana, em Gramado (RS), em data posterior ao 39º Festival de Cinema, que ocorre na cidade entre os dias 5 e 13 de agosto.


As respostas podem ser postadas até o dia 18 de agosto. Durante o Festival, a Porto Seguro vai espalhar a idéia da gentileza no trânsito por meio de ações promocionais do movimento ‘Transito+gentil’, nos dias 6, 7 e 13 de agosto.


“Queremos chamar a atenção para a importância da prática da gentileza e como essas atitudes podem melhorar o nosso dia a dia”, explica Marcelo Sebastião, Diretor de Auto da Porto Seguro.


Adesivos com a logomarca da campanha, “o coração azul”, kits e outros materiais informativos sobre o movimento vão ser distribuídos durante os dias mencionados, com o objetivo de difundir e reforçar a campanha na cidade.


Mais informações sobre o concurso cultural e as ações da Companhia durante o Festival de Cinema podem ser consultadas no site www.portoseguro.com.br/inverno


Seguros: sinistros com suspeita de fraude somam quase R$ 2 bilhões em 2010

Data: 09.08.2011 - Fonte: Infomoney

Os sinistros de todos os segmentos de seguros - exceto de Saúde, Previdência Complementar Aberta e Capitalização - somaram R$ 20,9 bilhões no ano passado. Somente os sinistros com suspeita de fraude chegaram a cerca de R$ 1,9 bilhão, correspondendo a 9,1% do total.


Levantamento da CNseg (Confedereção Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida Saúde Suplementar e Capitalização), divulgado nesta terça-feira (9), aponta que as fraudes detectadas somaram cerca de R$ 370 milhões e as comprovadas, R$ 290 milhões, representando 1,8% e 1,4% do valor total de sinistros.


"As fraudes impactam diretamente no bolso dos segurados. Ou seja, a fraude contamina o preço do seguro e atuar na redução das fraudes é agir em favor do segurado", afirmou o superintendente-geral da Central de Serviços e Proteção ao Seguro da CNseg, Julio Avellar.


Prejuízo


Pesquisa realizada pelo Ibope, a pedido da CNSeg, e também divulgada nesta terça mostra que, para 61% dos entrevistados, todos os clientes são prejudicados pelas fraudes do seguro. Já 20% acham que a seguradora é a maior prejudicada e 14% acreditam que os dois saiam no prejuízo. Apenas 1% apontou que nenhum deles é afetado.


Além disso, 43% dos participantes da pesquisa acreditam que os prejuídos causados pelas fraudes são repassados totalmente para os clientes. Já 39% acham que os custos são absorvidos em parte pela seguradora e repasados em parte para os clientes. Apenas 6% disseram que os danos são absorvidos pelas seguradoras.


Ainda de acordo com a pesquisa, 52% das pessoas disseram que denunciariam fraude contra o seguro e 36% afirmaram que não o fariam. Somente 1% disse que já denunciou uma fraude.


Dentre os tipos mais comuns de fraude aplicados contra os seguros, estão emprestar a carteira do convênio médico para outra pessoa usar, obter mais de um recibo para um mesmo procedimento médico, omitir fatos na vistoria do veículo, utilizar "notas frias" para reclamar prejuízos, declarar perdas inexistentes, falsificar dados da ocorrência do sinistro envolvendo roubo, incêndio ou colisão.


Metodologia


A pesquisa qualitativa foi aplicada pelo Ibope entre 22 e 29 de novembro de 2010, no Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador, Goiânia e Porto Alegre. Já o levantamento quantitativo foi feito de 7 a 23 de dezembro do ano passado, com 2.004 entrevistas.

domingo, 7 de agosto de 2011

Swiss Re registra lucro líquido de US$ 960 milhões

Data: 05.08.2011 - Fonte: Revista Apólice


O Grupo Swiss Re registra um lucro líquido na ordem dos US$ 960 milhões no segundo trimestre de 2011, face ao lucro de US$ 812 milhões no período correspondente de 2010. Todos os segmentos - Ramos Elemetares, Vida e Saúde e Gestão de Ativos - contribuíram para estes resultados positivos, que se refletem num retorno sobre o patrimônio de 15,6 %.


Para Stefan Lippe, diretor Executivo da Swiss Re, o desempenho do Grupo no segundo trimestre foi vigoroso. "A perspectiva de crescimento da Swiss Re foi acentuada pela nossa forte renovação em 2011, durante a qual nos beneficiamos da solidez gradual da determinação dos preços nos Ramos Elementares".


O aumento no lucro líquido do Grupo chegou aos 18%, alcançando os US$ 960 milhões no segundo trimestre. Os lucros por ação foram de US$ 2,80 dólares face aos US$ 2,37 no segundo trimestre de 2010. A cota dos acionistas aumentou em US$ 400 milhões, atingindo US$ 24,8 bilhões, compensando o pagamento de dividendos aos acionistas de aproximadamente US$ 1 bilhão durante o segundo trimestre. O valor patrimonial por ação ordinária foi de US$ 72,37 no final de junho de 2011, face aos US$ 71,26 no final de março de 2011.


Segmentos


O segmento de Ramos Elementares apresentou um lucro operacional de US$ 993 milhões, quando comparados aos US$ 455 milhões do mesmo período do ano passado. Segundo a companhia, o aumento do lucro operacional foi motivado "pela subscrição disciplinada, por um desenvolvimento favorável, em termos líquidos, de acidentes de anos anteriores e mais uma reduzida experiência de grandes perdas no segundo trimestre". Os prêmios ganhos subiram 12,6 % (ou 7,1% em taxas cambiais constantes), refletindo as renovações e também as novas subscrições no primeiro semestre de 2011.


O lucro operacional no ramo Vida e Saúde aumentou em 13,4 % atingindo US$ 161 milhões no segundo trimestre, devido a tendências favoráveis de morbidade. Isso foi parcialmente compensado por despesas adicionais da Admin Re da ordem de US$ 57 milhões, incluindo custos advindos da reestruturação. O índice de lucro foi de 87% no segundo trimestre de 2011.


Já em relação ao segmento de Gestão de Ativos, o lucro operacional foi de US$ 1,3 bilhão e ficou próximo aos US$ 1,2 bilhão no período correspondente do ano passado. Para a Swiss Re, o desempenho foi impulsionado "pelo maior lucro dos investimentos em títulos públicos e privados e por ganhos 'mark-to-market' provenientes de capital próprio e investimentos alternativos". O retorno anualizado sobre os investimentos foi de 4,3 % (abaixo dos 5,8 % no período correspondente do ano anterior) e o retorno total sobre os investimentos anualizado foi de 8,1 % (face aos 13,2 %).


A volatilidade dos mercados financeiros em virtude dos recentes problemas que envolvem a dívida soberana na Europa continua a preocupar. Após começar a dar passos decisivos no final de 2009, visando reduzir a exposição, a dívida soberana de títulos públicos europeus não classificados como AAA, a Swiss Re detém agora apenas US$ 78 milhões de dólares em dívidas soberanas emitidas por países periféricos da zona do euro. A exposição da empresa a dívidas soberanas da Grécia é nula.


Nas renovações de julho, que cobriram aproximadamente 18% da carteira de contratos dos Ramos Elementares da Swiss Re, houve um crescimento de 8 %. A adequação dos preços ajustados ao risco para as renovações em julho aumentou em 5 pontos percentuais. A Swiss Re pôde incrementar volume e preços principalmente em decorrência de uma maior procura por coberturas contra catástrofes naturais na Austrália, Nova Zelândia e nos Estados Unidos. A companhia conseguiu também completar as transações de run-off dos Ramos Elementares com tarifas atrativas, mas permaneceu defensiva nos ramos RC e acidentes sempre que os preços não satisfaziam as exigências da empresa.


Desde o início do ano, a carteira total de contratos da Swiss Re cresceu em US$ 2 bilhões ou 20%, atingindo US$ 12,2 bilhões, enquanto a adequação de preços a longo prazo permaneceu em um bom nível. O crescimento mais vigoroso ocorreu na Ásia.


Expectativas


O mercado de resseguro começou a mudar, e a Swiss Re espera ainda melhoras para os próximos 6 a 18 meses.


Em fevereiro de 2011, a Swiss Re anunciou novas metas financeiras para cinco anos. "Essas metas financeiras constituem a maior prioridade da empresa, e a Swiss Re está totalmente empenhada em atingi-las", afirma Lippe. No segundo trimestre, a empresa pôde concluir com sucesso as transações de run-off da Admin Re e dos Ramos Elementares. A expectativa agora é para o potencial de mercados emergentes como China, Brasil e Vietnã. A China já é o terceiro maior mercado da Swiss Re (em termos de prêmios brutos subscritos durante o primeiro semestre deste ano).


Segundo prognóstico dos economistas da Swiss Re, dentro de 10 anos a China será o segundo maior mercado de seguros do mundo. O crescimento geral da população de idosos em muitos países também representa uma oportunidade para as empresas de Resseguros.



Atuários promovem seminário no Rio

Data: 05.08.2011 - Fonte: Jornal do Commercio RJ


O 2º Encontro Nacional de Atuários (ENA) está marcado para os dias 23 e 24, no Rio de Janeiro. O evento é uma realização da Confederação Nacional das Seguradoras (CNSeg) e da Escola Nacional de Seguros (Funenseg), com a expectativa de reunir cerca de 300 participantes. O encontro terá três salas de debates sobre temas em linha com o papel estratégico do atuário nas empresas do setor


Seguradoras lucram 12% a mais em cinco meses

Data: 05.08.2011 - Fonte: Jornal do Commercio RJ


O lucro líquido do mercado de seguros brasileiro foi a R$ 4,667 bilhões nos cinco primeiros meses do ano, registrando expansão de 12% sobre janeiro a maio de 2010, segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep). O patrimônio líquido (PL) no período evoluiu 12,9%, para R$ 65,923 bilhões. Nesta rubrica, o capital das seguradoras ficou em R$ 37,608 bilhões, 57% do PL. O aumento de capital ou em aprovação chegou a R$ 2,594 bilhões, avanço de 144,4%.


Em reservas de lucros, a cifra alcançou R$ 20,870 bilhões em maio.


O resultado financeiro do mercado, com a subida da taxa de juro básica da economia, cresceu 33,3% em maio, contabilizando R$ 3,101 bilhões, com a receita financeira alcançando R$ 11,324 bilhões. Com o ganho financeiro, o índice combinado médio do mercado de 94,5% (receita x despesas) é substancialmente melhorado, diminuindo para 82,3%, o que eleva o resultado operacional de R$ 1,160 bilhão para R$ 4,261 bilhões.


Entre os gastos, os sinistros retidos de janeiro a maio, da ordem de R$ 10,712 bilhões, subiram 17,4% sobre igual período do exercício passado. O ritmo de crescimento das despesas comerciais, de 22%, chegando a R$ 4,738 bilhões, situouse bem acima dos demais dispêndios, bem como da receita de prêmios ganhos, que teve incremento de 15,2%, para R$ 21,044 bilhões.


Na manutenção da máquina administrativa, os custos foram a R$ 3,634 bilhões, 18,9% a mais, enquanto com a tributação foram usados R$ 798 milhões, alta de 17,2%.


Saiba mais sobre o seguro de garantia estendida

Data: 05.08.2011 - Fonte: Escola Nacional de Seguros


O seguro de garantia estendida tem se tornado cada vez mais comum na vida dos brasileiros. O objetivo é fornecer ao consumidor a extensão e/ou complementação da garantia original de fábrica dada a bens eletrodomésticos, eletrônicos e veículos automotores. Com isso, terminada a garantia do fabricante, estarão cobertos os riscos contra defeitos de mão de obra e de materiais discriminados na apólice/certificado de seguro até o limite máximo de indenização contratado.


O seguro de garantia estendida está presente no mercado em duas modalidades: automóveis e eletros. Nesta última, estão incluídos eletrodomésticos, eletroportáteis, equipamentos de informática, equipamentos de telecomunicações e ferramentas elétricas. Ao adquiri-lo, o cliente deve tomar certos cuidados, como observar a relação entre o preço da garantia e o custo do produto, além de ler a garantia de fábrica.


O site Tudo Sobre Seguros (www.tudosobreseguros.org.br) traz todas as informações sobre as vantagens do seguro de garantia estendida. No portal, é possível tirar dúvidas sobre como proceder quando ocorre um sinistro, os riscos excluídos das coberturas e também o prazo de vigência do seguro.

sábado, 6 de agosto de 2011

Plano de saúde para animais exige cuidado na contratação, diz Proteste

Data: 05.08.2011 - Fonte: Infomoney | Gladys Ferraz Magalhães


Contratar um plano de saúde para proteger o animal de estimação requer cuidado redobrado, segundo alerta da Proteste – Associação de Consumidores.


De acordo com a entidade, a atenção se faz necessária pelo fato de haver algumas cláusulas abusivas nos contratos de alguns planos. Um exemplo destas cláusulas é a que não permite rescisão de contrato em caso de morte ou desaparecimento do animal.


Outra, diz a Associação, é a que exige pagamento da totalidade do contrato, em caso de rescisão antecipada.


Negativa de cobertura

Assim como ocorre nos planos de saúde que tratam de humanos, a negativa de cobertura também pode ocorrer nos planos destinados aos bichos. Conforme verificado pela Proteste, quem contrata uma apólice de saúde deste tipo deve aumentar os cuidados com a alimentação do bichinho, pois alimentar o pet com comidas inapropriada para animais, por exemplo, é considerado uma agravação de risco, que pode resultar no não atendimento do animal.


“Ao dar comida humana para o bichinho, você aumenta a intensidade ou a probabilidade de ele adoecer. Assim, se o seu bicho de estimação passar mal porque você permitiu que ele comesse um pedaço de queijo, por exemplo, os veterinários poderão constatar o quadro através de exames clínicos especializados. E aí, o plano de saúde pode se negar a arcar com os custos dos procedimentos”, explica a Associação.


A entidade alerta ainda para a questão da carência, que pode variar de 30 dias para quase um ano, e pede atenção à cláusula que se refere à inclusão de filhotes. “Se você possui uma fêmea prenhe já beneficiária do plano, é exigido que os filhotes sejam inscritos em até 30 dias após o nascimento, para que sejam beneficiários sem cobrança de carência”.


Planos pets

Os planos de saúde para pets são regulamentados pelo CFMV (Conselho Federal de Medicina Veterinária) desde 1998, por meio da resolução 647. Entretanto, conforme explica a Proteste, o órgão não delimitou qualquer rol mínimo de procedimentos, como ocorre com os planos de saúde para humanos.


Assim, cada clínica pode oferecer uma gama diferente de coberturas, que pode variar desde os planos mais básicos, que cobrem apenas os procedimentos de consultas e vacina antirrábica, aos planos top, que oferecem unidade móvel, banco de sangue, transfusões, acupuntura, fisioterapia, entre outros.


No que diz respeito a preços, a Proteste encontrou planos de R$ 29,10 a R$ 228 a mensalidade, o que varia conforme raça, peso e espécie do animal. No geral, os planos aceitam apenas cães e gatos como beneficiários.


Vale a pena?

Para saber se vale a pena contratar um plano de saúde para o seu bichinho, a associação dá a seguinte dica: primeiramente, liste todos os tipos e quantidades de processos médicos veterinários que seu animal usa por ano. Depois, some o valor cobrado por cada procedimento. O resultado será o custo anual veterinário. Sabendo desse valor, compare e avalie se o plano terá uma boa relação custo-benefício.

Lucro da Allianz cai 7,4% no segundo trimestre do ano

Data: 05.08.2011 - Fonte: Viver Seguro


O resultado líquido da Allianz, maior seguradora do mundo, recuou 7,4%, aos 1 bilhão de euros no segundo trimestre deste ano, abaixo do montante de 1,28 bilhão do segundo trimestre do ano anterior, principalmente pela perda de marcação a mercado dos títulos gregos, com impacto de 326 milhões de euros.


Apesar do recuo, o CEO do grupo alemão, Michael Diekmann, informou em nota que os resultados são sólidos, tendo em vista o elevado volume de indenizações pagas noperíodo de correntes de catástrofes naturais.

O faturamento do grupo alemão também recuou 3,2%, aos 24,6 bilhões de euros no segundo trimestre deste ano, comparado com o mesmo período do ano passado. Segundo comenta Diekmann na nota, a diversificação geográfica e também de negócios do grupo ajudou a manter os resultados fortes, mesmo diante da instabilidade em diversos mercados.


Em recente visita ao Brasil, o executivo afirmou que o país é estratégico para o grupo. Ele reafirmou a expectativa de lucro operacional para 2011 entre 7,5 bilhões de euros e 8,5 bilhões de euros.



Proposta inclui seguro-garantia na Lei de Execução Fiscal

Data: 05.08.2011 - Fonte: Agência Câmara de Notícias | Carol Siqueira


A Câmara analisa o Projeto de Lei 637/11, do deputado Carlos Bezerra (PMDB-MT), que inclui na Lei de Execução Fiscal (6.830/80) a possibilidade de utilização do seguro-garantia no processo de cobrança judicial de dívidas com a Fazenda Pública.


“O seguro-garantia é mais uma alternativa para o contribuinte que sofre a execução fiscal, podendo garantir o débito executado a custos inferiores aos das demais opções, que são depósito em dinheiro, a fiança bancária e a oferta de bens à penhora”, explica o deputado.


Ele afirma que a utilização desse instrumento já é permitida na administração federal, por meio da Portaria 1.153/09, da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN).


“Porém, quando se trata de débitos estaduais e municipais, por falta de previsão expressa na Lei de Execução Fiscal, os contribuintes têm grande dificuldade em utilizar esse instrumento financeiro”, diz.


Conforme a portaria, o oferecimento de seguro-garantia é um instrumento para garantir débitos inscritos em dívida ativa da União, tanto em processos judiciais quanto em parcelamentos administrativos em trâmite nas unidades da PGFN.


Tramitação


O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Porto Seguro mira novos horizontes de mercado

Data: 05.08.2011 - Fonte: Revista Cobertura | Camila Alcova


Outras regiões do país, como sul, se tornaram boas praças de comercialização para a Porto Seguro, que tem no sudeste a maior movimentação. Conforme o vice-presidente executivo da seguradora, Fabio Luchetti, esse cenário, impulsionado também pela experiência da Itaú em demais regiões, é positivo, pois colabora para a difusão da marca.


Durante apresentação dos resultados referentes ao 2° trimestre da companhia, ele comentou que em comparação com as demais regiões em que a empresa atua, a sudeste exige maior margem de solvência e logística de regulação de sinistros, por conta da frequência de roubos e furtos. “Entramos em outras praças à medida que percebemos que havia uma desatenção e foco de outras empresas na região sudeste”.


Ao final do primeiro semestre desse ano a seguradora apresentou lucro líquido de R$ 273 milhões, 2% superior ao mesmo período de 2010, e atingiu R$ 4 milhões em prêmios, com elevação de 10% em relação ao primeiro semestre de 2010. A receita total cresceu 12% no 2° trimestre, comparado ao 2° trimestre de 2010, atingindo cerca de R$ 2,4 milhões.

O ramo auto na Porto Seguro atingiu R$ 779 milhões em prêmios no 2° trimestre, e na Azul Seguros, R$ 232 milhões em prêmios auferidos, decorrente do crescimento da frota de veículos segurados, aumento de renovações e crescimento em regiões fora de São Paulo. “O produto auto tem aproximadamente 73% de participação, seguido de saúde, com 10%, e patrimoniais com 8%”, especificou o coordenador de relações com investidores, Ricardo Fuzaro.


Em relação à Itaú, os prêmios permaneceram estáveis durante o trimestre, em função dos reajuste de posicionamento e novos formatos comercial e na operação.


Os produtos de saúde tiveram crescimento de 15% no trimestre em prêmios, em relação a igual período de 2010, atingindo R$ 205 milhões, e 75,9% de sinistralidade, por fatores como ajustes de critérios de contratos e maior inflação médica.


Os seguros patrimoniais cresceram 12% no segundo trimestre, em relação ao 2T10, impulsionados pela elevação de 19% dos prêmios do residencial da Porto, e 14% dos auferidos pela Itaú.


Por conta do crescimento de vidas seguradas e apólices com maior prêmio médio, os seguros de pessoas cresceram 14% no período, com elevação de 15% das contribuições PGBL, e 24% em VGBL. “No período, houve aumento das provisões de previdência na ordem de R$ 28 milhões”, finaliza Fuzaro.


Porto Alegre recebe contador de vítimas de acidentes de trânsito

Data: 05.08.2011 - Fonte: Revista Apólice | J.N.


Com o objetivo de chamar a atenção da sociedade e das autoridades para o grande número de fatalidades no trânsito, e a emergência da criação e implantação de um Plano Nacional de Segurança Viária no Brasil, o movimento Chega de Acidentes iniciou, em maio, a instalação de totens pelas capitais brasileiras com contadores que estimam o número de acidentes de trânsito. Após Goiânia, Manaus, Curitiba e Recife, o projeto segue, em agosto, com a inauguração do totem em Porto Alegre, no dia 9 de agosto, às 9 horas, durante o "Seminário de Integração: Segurança no Trânsito", que acontecerá na AMRIGS (Associação Médica do Rio Grande do Sul).


O totem ficará na Avenida Ipiranga, 5311. Na ocasião estarão presentes: Patrícia Gejer, analista de segurança viária do Cesvi Brasil, representando o movimento Chega de Acidentes, e Márcio Norton, diretor de relações institucionais da Seguradora Líder DPVAT.


As instalações dos totens fazem parte das ações do Chega de Acidentes, em linha com a Década de Ações para a Segurança Viária, instaurada pela ONU, que teve início oficial em 11 de maio último. O movimento Chega de Acidentes foi criado em 2009, pela Abramet (Associação Brasileira de Medicina de Tráfego), AND (Associação Nacional dos Departamentos de Trânsito), ANTP (Associação Nacional de Transportes Públicos), e Cesvi Brasil (Centro de Experimentação e Segurança Viária). A Seguradora Líder DPVAT, responsável pela administração do seguro DPVAT (que indeniza vítimas de acidentes de trânsito no país), além de apoiadora do movimento, viabilizou a criação dos totens.


São quatro golpes ao dia

Data: 05.08.2011 - Fonte: Jornal do Commercio RJ


A Superintendência de Seguros Privados (Susep) recebeu 484 comunicados de tentativas de golpes contra consumidores ao longo dos seis meses iniciais do ano, o que resultou na média de quase quatro reclamações por dia útil. O número ainda é expressivo, embora os dados mostrem que houve queda de 20,6% na quantidade de denúncias, se confrontada com os 610 registros relatados de janeiro a junho de 2010.


No período, a Susep instaurou ainda 303 processos administrativos contra as empresas supervisionadas, redução de 25,4% sobre o primeiro semestre do ano passado. A queda é devido, principalmente, à soluções de casos no âmbito das ouvidorias das empresas supervisionadas.


Por falar em fraude no seguro, o movimento 'Seguro é Proteção', que tem site na internet (www.seguroeproteção.com.br), está divulgando um vídeo que traz depoimentos de vítimas prejudicadas pelo seguro pirata comercializado por associações e cooperativas.


Sobre o vídeo, o presidente do Clube dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro (CCSRJ), Amilcar Vianna, qualifica a situação de "absurda" e diz que a entidade que preside está empenhada na luta para acabar com essa "prática criminosa".


AMOSTRA


Já o idealizador do portal 'Seguro é Proteção', Jaime Torres, que também é diretor do CCS-RJ, sustenta, referindose ao vídeo, que essa é apenas "a ponta do iceberg" diante do grande número de pessoas prejudicadas pelo seguro pirata. Ele acrescenta que o portal é consequência "do grande crescimento do seguro pirata na Baixada Fluminense".


Ele comenta que o clube estará sempre engajado nessa luta contra a venda de falsas coberturas de seguros.


Sobre a questão da fraude, a Confederação Nacional das Seguradoras (CNSeg) realiza na terça-feira, dia 9, no Rio de Janeiro, um seminário focado na prevenção e no combate à falcatrua praticada contra a atividade de seguros. O encontro vai debater ainda os resultados de duas pesquisas que serão anunciadas pela confederação: 'Propensão à Fraude de Seguros no Brasil' , que indica a inclinação do consumidor, e 'Quantificação da Fraude em Seguros', levantamento que aponta o impacto da fraude na economia.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Oportunidade de investimento

Data: 02.08.2011 - Fonte: Monitor Mercantil Digital


Com o expressivo crescimento do mercado de seguros, capitalização e previdência, a Seguralta Franchising oferece duas formatações de franquia: a microfranquia home based, na qual se investem apenas R$ 12,5 mil, e a franquia standard, em formato loja, com valores a partir de R$ 80 mil.


Recentemente, outros serviços foram incorporados no mix da rede: os franqueados, além de oferecer os mais variados seguros, agora comercializarão também consórcios de automóveis e imóveis, financiamento de veículos e empréstimo consignado.


Valor pago pelo Dpvat já aumentou 15% em 2011

Data: 02.08.2011 - Fonte: O Povo


As vítimas de trânsito receberam do Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (Dpvat) R$ 1,1 bilhão no primeiro semestre. O valor é 15,04% superior aos R$ 977,3 milhões pagos pela administradora no mesmo período de 2010. O montante inclui indenizações em casos de morte, invalidez e despesas médicas.


De acordo com a Seguradora Líder, responsável pelos repasses, o trânsito no Brasil matou 147 pessoas por dia, entre 1º de janeiro e 30 de junho deste ano. Ao todo, 26.894 pessoas morreram nesse período (cerca de 2 mil pessoas a mais que no primeiro semestre de 2010) e 107.403 ficaram com algum tipo de invalidez, número que aumentou em quase 30 mil de um período para o outro.


Toda pessoa que sofre um acidente de transito tem direito ao seguro. No caso de morte o valor é R$ 13,5 mil e de invalidez permanente pode chegar a R$ 13,5 mil. Para reembolso com despesas médicas, são disponibilizados R$ 2,7 mil. A administradora ressaltou que o acidentado tem até três anos para solicitar o pagamento do benefício.


Acidentes


De acordo com o diretor-presidente da Seguradora Líder Dpvat, Ricardo Xavier, o Brasil é o quinto país em número de acidentes de trânsito no mundo e, até o final do ano, as estatísticas devem subir.


"Pagamos no primeiro semestre do ano 2,5 indenizações por minuto", afirmou Xavier. "Isso é um retrato do que está acontecendo nas estradas. Ou seja, ultrapassamos o pagamento de R$ 1 bilhão e ate o final do ano devemos chegar a R$ 2,5 bilhões, infelizmente", estimou.


O boletim estatístico da seguradora também mostra que, no período, os homens (76%) de 25 a 34 anos foram a maioria das vítimas do trânsito. Boa parte (60%) pilotava motos, envolvidas em 66% dos acidentes no País. As mulheres motoristas somaram 7% das vítimas.


"A maioria dos motociclistas é homem e como estão mais expostos sofrem mais acidentes", explicou Ricardo Xavier.


A região onde ocorreram mais acidentes foi a Sudeste (38%), seguida da Nordeste (26%), Sul (18%) e Centro-Oeste (10%). (Agência Brasil)


Caixa não pode exigir seguro de vida para cliente entrar em consórcio

Data: 02.08.2011 - Fonte: Uol


A Justiça concedeu liminar que proíbe a Caixa Econômica Federal de praticar a venda casada na comercialização e financiamento de imóveis. Com a decisão, que atende a pedido do Ministério Público Federal em Minas Gerais, o banco não poderá mais obrigar o cliente a adquirir um seguro de vida para participar de um plano de consórcio. A decisão vale para todo o território nacional


A venda casada é considerada prática abusiva pelo CDC (Código de Defesa do Consumidor) e também configura crime segundo a Lei de Crimes Financeiros. Ela acontece quando uma empresa condiciona a venda de determinado produto à aquisição obrigatória de outro.

De acordo com o MPF, a cobrança do seguro de vida era incluída automaticamente a partir da segunda prestação do consórcio e o consumidor não tinha a opção de dispensa-lo.


Para o procurador da República Cleber Eustáquio Neves, autor da ação, “ainda que o contrato de seguro seja necessário ou de interesse do consorciado, ele não pode ser obrigado a contratá-lo de uma empresa previamente estipulada pela Caixa ou pela administradora do consórcio sem que lhe seja dada oportunidade de escolher outra seguradora que ofereça melhores condições de contratação”.


A Justiça concordou com os argumentos do MPF e considerou evidente a prática ilegal de venda casada pela Caixa, já que o contratante que adere ao consórcio de imóveis não tem meios para se opor à exigência e acaba contratando o seguro oferecido. Foi destacado também eventual prejuízo causado aos consumidores, que ficam sem condições de efetuar “pesquisa no mercado de eventual seguro que contemple melhores condições”.


A decisão também proíbe a Caixa de exigir a contratação do Seguro Habitacional Compreensivo-Vida antes da contemplação do sorteado. Os consumidores deverão ser orientados de que, mesmo quando o seguro se tornar exigível - após a contemplação - , eles poderão contratá-lo com qualquer empresa idônea, à sua escolha.


O MPF contestou ainda que o seguro seja necessário desde o momento da contratação do consórcio ou do pagamento da segunda parcela, pois, antes da contemplação do consorciado, não se vislumbraria qualquer risco, seja ao restante do grupo, seja ao banco. A juíza concordou e disse não ver qualquer perigo de dando para a Caixa, pois “a cota do consorciado não-contemplado e inadimplente ou atingido pelos eventos de morte/invalidez é passível de repasse a terceiros”.


A liminar faz referência a diversas outras decisões judiciais contra a Caixa por prática de venda casada no oferecimento de seus produtos, entre eles o financiamento habitacional e até mesmo em programas federais como o Construcard.


Cleber Eustáquio Neves diz que os precedentes demonstram que a conduta do banco é uma prática frequente e deve ser combatida. “E como bem ressaltou a juíza, os consumidores que se sentirem prejudicados devem diligenciar junto aos órgãos competentes - Procons e Juizados Especiais Federais - para tentarem anular o contrato e reaver o que pagaram ilegalmente”, lembra.


A partir de agora, todos os contratos de consórcio imobiliário deverão conter os seguintes avisos:


- o consumidor não está obrigado a contratar nenhum produto ou serviço que não seja de seu interesse;


- a venda casada é prática ilegal (art. 39, I, CDC) e constitui crime (art. 5º, II, da Lei 8.137/90);


- se, eventualmente, for imposto algum produto ou serviço pela CEF ou pela Caixa Consórcios, como condição para assinatura do contrato, o fato deve ser reportado aos órgãos de defesa do consumidor e ao Ministério Público, para que sejam tomadas as providências cabíveis.


Marítima enfatiza papel do corretor no sucesso da companhia

Data: 02.08.2011 - Fonte: CQCS | Pedro Duarte



Neste ano, a Marítima Seguros ganhou mais uma vez o Troféu Gaivota de Ouro em categorias que apontam a melhor companhia no atendimento ao corretor e agilidade na regulação de sinistros.


“Essas premiações confirmam que a Marítima continua focada no atendimento ao corretor, seja por meio da velocidade na emissão, pagamento de comissões e liquidação de sinistros. Tudo isso também é muito importante para o cliente e o reconhecimento nos dá uma grande satisfação”, afirma o vice-presidente, Francisco Vidigal Filho, em entrevista durante o Encontro Catarinense de Corretores de Seguros (Ecoseg-SC).


Sobre estrutura e expansão, Kiko (como é conhecido no mercado) lembrou que a Marítima conta com 51 escritórios espalhados pelo país. “A recente inauguração em Goiânia foi o primeiro no Centro-Oeste, mas em breve vamos aumentar a operação na região, com o escritório em Brasília”.


A ampliação também inclui o Nordeste com a abertura de filial em Recife e, nesse sentido, a participação no Ecoseg mostra como a Marítima está presente em todas as regiões do país, sempre apoiando os corretores.


“Temos quatro escritórios em Santa Catarina, em Florianópolis, Blumenau, Joinville e Chapecó, além do pessoal que atende o estado inteiro. É muito importante estar com o corretor catarinense porque a gente vê que é um dos lugares mais prósperos do Brasil”, conclui.


Seguro condomínio pode cobrir também parte interna dos apartamentos

Data: 02.08.2011 - Fonte: InfoMoney | Jéssica Consulim Roccella


Os síndicos, quando contratam o seguro condomínio, podem optar pela cobertura da parte interna dos apartamentos.


"Geralmente, as garantias oferecidas pela apólice abrangem apenas os bens de uso comum do prédio, ficando categóricamente excluídos os conteúdos dos apartamentos", explicou o executivo da Excelsior Seguros, Nelson Uzêda, conforme publicado pelo CQCS (Centro de Qualificação do Corretor de Seguros).

De acordo com Uzêda, alguns produtos comercializados pelas seguradoras cobrem móveis e utensílios dos moradores. Há coberturas para queda de raios, incêncio e garantias para danos elétricos e roubos de bens, por exemplo.


"Nada impede que o síndico, em conjunto com os demais condôminos, resolva contratar coberturas complementares para a apólice principal do seguro condomínio", disse o executivo. No entanto, a decisão deve ser aprovada em assembleia ou estar prevista em convenção.

Novas regras


Desde o dia 1º de julho deste ano, as seguradoras são obrigadas a oferecer aos clientes, no seguro condomínio, duas modalidades, sendo elas a cobertura básica simples e a cobertura básica ampla.


A cobertura básica simples deve segurar o condomínio contra os riscos de incêndio, queda de raio dentro do terreno e explosão de qualquer natureza. Poderão ainda ser contratadas coberturas adicionais, conforme os riscos a que o condomínio estiver sujeito.

No caso da cobertura básica ampla, deve haver cobertura para eventos que possam causar danos ao imóvel segurado, exceto os que estiverem expressamente excluídos.


segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Brasileiros buscam mais proteção durante viagens

Data: 01.08.2011 - Fonte: Revista Cobertura | Camila Alcova


Aumento da renda e novos hábitos de consumo são fatores que incentivam adesão a seguro viagem


Juntamente com a agitada movimentação no setor de turismo – somente no mês de maio desse ano, conforme o Ministério do Turismo, foram registrados sete milhões de desembarques domésticos e internacionais, ante 5,6 milhões no mesmo período do ano anterior – produtos como seguro viagem e assistência viagem têm ganhado corpo no leque de proteção e cada vez mais adeptos no Brasil.


Prova disso foram os resultados dos seguros de pessoas, referentes a maio, divulgados pela Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi), em que a modalidade de seguro viagem se destacou por conta de seus prêmios de R$ 2,9 milhões e crescimento de 87,03%.


Além disso, conforme explica o superintendente técnico de Produtos de Vida e Previdência da SulAmérica, Fabiano Lima, os brasileiros estão mais atentos às garantias que o seguro viagem oferece, tanto em relação a saúde, quanto para diversos imprevistos que possam ocorrer em outro país.


Ele comenta que a seguradora realizou uma pesquisa em 2010 com mais de 400 pessoas para identificar o perfil do viajante. Cerca de 90% dos brasileiros que aderem ao seguro têm entre 30 e 45 anos, possuem renda acima de R$ 3 mil, e procuram fazer viagens internacionais a lazer. Esses consumidores, de acordo com a pesquisa, têm maior interesse em adquirir o seguro, em comparação aos que viajam a negócios.


“Identificamos também que a maior preocupação do turista é a ocorrência de acidentes, seguida de doenças ou despesas médicas, e perda ou roubo de documentos”, acrescenta Lima.


Para Renato Spadafora, CEO da Assist Card, empresa especializada em assistência viagem, o crescimento da modalidade é reflexo do momento econômico vivido pelo Brasil, já que houve aumento de viagens corporativas e à lazer, por conta da integração com outros países e pela possibilidade das classes emergentes viajarem mais.


De acordo com Spadafora, esses fatores colaboram para a cultura de proteção à viagem, pois quanto mais as pessoas viajam e ficam expostas riscos, adquirem a consciência da importância da assistência. “Geralmente, quando o viajante passa por alguma situação de emergência e não tem plano de assistência a viagem, percebe a importância da proteção”.


Ele complementa que a cultura da assistência viagem também ganha representatividade entre os brasileiros por meio de troca de informações e referências entre amigos e até mesmo em redes sociais.
As expectativas da empresa para a modalidade são positivas. Esse ano, a operação apresentou crescimento de 45%, em comparação a igual período de 2010, e a previsão, conforme o CEO, é encerrar 2011 com 50% de crescimento, em relação ao ano passado.


O superintendente da SulAmérica lembra que o ramo possibilita boas oportunidades de negócios para os corretores. “As agências de turismo e operadoras de viagem são excelentes parceiros do corretor para acessar este mercado”.


Sinistralidade


Devido ao crescimento da modalidade, o índice de sinistralidade também apresentou evolução entre 2010 e 2011. Na Interface Seguros, broker especializado em administração de seguros massificados, por exemplo, os valores superaram R$ 4 milhões, conforme o sócio-diretor da empresa, Mario Gasparini.


Ele explica que isso demonstra a valorização do segurado em relação ao seguro. “A maior incidência de sinistros está concentrada nas coberturas de cancelamento, atraso, perda e danos à bagagem, além de Responsabilidade Civil”.


Gasparini também atribui a elevação da sinistralidade aos altos volumes de vendas, mudança de hábitos de consumo dos segurados, como a antecipação de compra e consciência da importância da proteção.


"Vai que..." com seguro de automóvel

Data: 01.08.2011 - Fonte: Monitor Mercantil


O Grupo Bradesco Seguros estreou novo comercial da campanha "Vai que...", tendo o Bradesco Seguro Auto como tema, estrelada pelo cantor e compositor Byafra. Desta vez, o assunto é seguro de automóveis. Mantendo a abordagem bem humorada, o filme mostra a importância de ter o automóvel protegido contra furtos. O novo comercial dá continuidade à campanha publicitária, lançada em junho de 2010, que fez o bordão "Vai que..." cair no gosto popular, sendo amplamente utilizado nas mais diferentes situações..