A corrida para excelência não tem linha de chegada.
David Rye

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Porto Seguro oferece “Descarte Certo” para equipamentos

Segurados do Porto Seguro Equipamentos Portáteis – que cobre perdas e danos causados a Notebooks, Tablets, e Smartphones – poderão contar, a partir de agora, com um serviço exclusivo de descarte de eletroeletrônicos. O serviço inclui a retirada gratuita de equipamentos eletrônicos pela Descarte Certo, empresa especializada na coleta, manejo de resíduos e reciclagem de produtos eletroeletrônicos velhos ou sem condições de uso.


Para Edson Frizzarim, diretor de Ramos Elementares da Porto Seguro, esta é uma ação que proporciona comodidade para os segurados, principalmente aqueles que querem contribuir com o meio ambiente, fazendo o descarte dos equipamentos de forma adequada. “Sabemos que aparelhos eletrônicos e equipamentos de informática concentram em sua fabricação metais pesados como chumbo, cobre e mercúrio, além de tóxicos como o níquel, que prejudicam a nossa saúde; por isso, a destinação correta é tão importante”, explica Frizzarim.


O serviço é válido para as cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná, e tem o limite de utilização de até dois equipamentos* por vigência.


Para solicitar a retirada do equipamento eletrônico, o segurado deve estar cadastrado no Portal do Cliente (https://wwws.portoseguro.com.br/novoportalsegurado/login.liv), incluir o produto Porto Seguro Equipamentos Portáteis e preencher o formulário indicado para o Descarte Certo.


Equipamentos contemplados para a retirada e descarte correto: Celular e Smartphone |Microcomputadores (CPU, mouse, teclado e monitor) Impressora |Fax |Máquina fotográfica |Filmadora |Notebook e Netbook |Tablet |Telefones |TAGS: Descarte de equipamentos eletrônicos; descarte certo; reciclagem; meio ambiente; Porto Seguro Equipamentos Portáteis; celular| impressora; fax; monitor CRT; monitor LCD; Notebook; Tablet; Telefones .


Descarte Certo -Criada em 2009 para coleta, manejo de resíduos e reciclagem de produtos eletroeletrônicos, a empresa atua em todo o Estado de São Paulo e também nas principais cidades de Minas Gerais, Paraná e Rio de Janeiro. A trajetória de sucesso chamou a atenção de um dos maiores grupos de assessoria ambiental do País – Grupo Ambipar -, que se une à empresa com o objetivo de ampliar a atuação no País, além de auxiliar na conscientização do tema pela sociedade.

Data: 06.09.2011 - Fonte: Revista Fator

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Seguros crescem até 13% ao ano

Consumidor vem alimentando este mercado que avança em proporção superior à média do PIB do País


Em uma cidade com graves problemas viários, com excesso de buracos, falta de drenagem e ausência de planejamento urbano; e ainda, elevado nível de violência, com roubos e furtos acontecendo à luz do dia; fazer o seguro do carro, de caminhões e cargas tornou-se quase uma necessidade para o consumidor e para as empresas. Sem ter a quem recorrer e ainda ter que desembolsar quantias significativas, diante de acidentes inesperados, o motorista e o empresário buscam se resguardar, ainda que de forma onerosa, por meio de seguradoras.


Diante do medo e na busca por segurança, o consumidor alimenta um mercado que só cresce em todo o País, e "em alta velocidade", com taxas de até 13% ao ano. "O mercado de seguros, industrial, residencial, automotivo e de vida só cresce, sempre com taxas acima do PIB (Produto Interno Bruto), entre 11% e 13%, ao ano, destaca o diretor executivo Comercial no Brasil, da Tókio Marine Seguradora, Valmir Rodrigues.


No Cumbuco, onde participou do XI Encontro de Corretores Ouro, ele explicou que o crescimento do setor decorre da estabilidade econômica e do incremento da renda das classes C e D que, ao passarem a consumir mais, também passaram a se preocupar mais com os bens adquiridos. "Quem compra um carro quer garantir esse patrimônio", explica o executivo.


Sem crise


Outro fator que vem contribuindo para o incremento do setor de seguros, avalia, está no crescimento do consumo de mercadorias e de produtos pela população em geral. "Com o aumento do consumo, aumentou a movimentação de cargas e, consequentemente, o seguro de cargas e caminhões", destacou Rodrigues, lembrando que mais empresas estão também fazendo seguros de vida para empregados e funcionários.


Para ele, a crise financeira nos Estados Unidos e parte da Europa não deverá afetar o setor de seguros no Brasil. "Nesse momento a crise nos ajuda, porque o Brasil vive momento diferente na sua economia, com muitos investimentos em indústrias e hotéis", expõe.


Rodrigues avalia ainda, que possíveis alterações nas taxas de juros não devem interferir no andamento do setor.


"A Tókio vive de resultados industriais, do próprio negócio e não de produtos financeiros, daí as taxas de juros não interferirem no nosso negócio", ressaltou o executivo. A Tokio Marine Seguradora é subsidiária da Tokio Marine Holdings, o maior e mais antigo conglomerado securitário japonês.

Data: 05.09.2011 - Fonte: Diário do Nordeste

Auditoria interna baseada em riscos é ferramenta para otimizar trabalho

A auditoria interna baseada em riscos pode ser utilizada quando há mais trabalhos (não obrigatórios) do que a equipe responsável pela auditoria interna da organização é capaz de dar conta, explicou Assízio de Oliveira, presidente da Comissão de Controles Internos da CNseg, durante o Painel Técnico VII – “Auditoria Baseada em Riscos” do Seminário de Controles Internos & Compliance, Auditoria e Gestão de Riscos, realizado na quinta-feira, dia 1º, pela CNseg, em São Paulo.


Oliveira trouxe um exemplo hipotético para ilustrar uma forma eficaz de “escolher” quais dos trabalhos “extras” deverão ser priorizados. Segundo ele, o ideal é a equipe de auditoria criar uma “matriz de riscos”. “Monta-se uma tabela com os trabalhos a serem feitos e analisa-se algumas variáveis, atribuindo um valor a cada uma”, explicou. As variáveis incluem o resultado da avaliação de riscos e do gap de analysis de governança de TI; inserção ou não no planejamento estratégico da companhia; se o trabalho foi requerido pelo Conselho de Administração, pela Alta Administração ou pelo Comitê de Auditoria Interna; os resultados e o tempo de duração da auditoria anterior; alterações relevantes e, por último, o juízo profissional da equipe de auditoria. Os trabalhos que receberem mais pontos deverão ser os priorizados.


Sobre a implantação do modelo de auditoria interna baseada em riscos, o especialista afirmou que ele “não é a solução para todos os problemas” e só pode ser implantado se a organização tiver um bom processo de gestão de riscos. “Além disso, o planejamento da auditoria deverá levar em conta que é uma atividade dinâmica e haverá alterações na forma de gerir a atividade”, completou. A equipe também precisa entender onde está o risco e agir nesse ponto. “Hoje o profissional de controles internos é mais reconhecido. Ele presta um serviço de extrema importância para a organização e contribui para a sustentabilidade da empresa”, analisou Eugenio Felipe, gerente de Auditoria Interna da Mongeral Aegon e moderador da palestra.

Data: 05.09.2011 - Fonte: Viver Seguro

Bradesco Seguros inicia montagem de sua Árvore de Natal flutuante neste sábado

Começa a ser montada, neste sábado, a Árvore de Natal da Bradesco Seguros, a maior árvore de Natal flutuante do mundo, segundo o Guinness. A inauguração acontecerá no dia 26 de novembro, a partir das 20h, no Parque do Cantagalo, na Lagoa Rodrigo de Freitas, Rio de Janeiro. Esta será a 16ª edição consecutiva da montagem da Árvore de Natal. Este é considerado o terceiro maior evento da cidade do Rio de Janeiro, após o Carnaval e o Réveillon.

Os 11 flutuadores, que formam a base de 810 metros quadrados para sustentar a Árvore, serão transportados por carretas, que sairão de Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio, às 21h30, e deverão chegar na SAOA (Subsecretaria Adjunta de Operações Aéreas), na Lagoa Rodrigo de Freitas, por volta das 23h. Os flutuadores são blocos feitos de metal naval que pesam de 12 a 16 toneladas, medem 12 metros de comprimento, 2,4 m de altura e 2,8 m de largura. Para serem colocados na água são içados por um guindaste de 120 toneladas. Uma equipe de operadores de trânsito acompanhará a chegada dos flutuantes.

Data: 05.09.2011 - Fonte: Viver Seguro

Tokio Marine reformula website para aprimorar relacionamento com Corretores e Clientes

A Tokio Marine, subsidiária de uma das maiores seguradoras do mundo, investe no relacionamento com Corretores e Clientes com a reformulação de seu website. A nova página, que conta com um layout mais limpo e moderno, traz uma área exclusiva para os Corretores, na qual é possível visualizar campanhas, notícias e mídia social.


A ferramenta de busca do website por Corretores, Sucursais, Top Services e oficinas foi aprimorada e passa a operar por meio da funcionalidade do Google Maps, com possibilidade de traçar rotas.


“Facilitamos a navegação, simplificando a busca de informações e disponibilizando outras ferramentas importantes aos usuários”, afirma o diretor de Marketing da companhia, Bruno Vaz.


O processo de login dos Corretores também foi simplificado, para facilitar os acessos e aprimorar a comunicação. “Ainda neste ano, a Tokio Marine prevê novos investimentos em seus canais de comunicação online”, acrescenta Vaz.[www.tokiomarine.com.br].


Perfil


A Tokio Marine Seguradora S.A. é subsidiária da Tokio Marine Holdings, o maior e mais antigo conglomerado securitário japonês. Fundada em 1879, possui operações em cerca de 40 países e tem sua matriz mundial localizada em Tóquio, no Japão. No Brasil desde 1959, a Tokio Marine oferece diversas modalidades de seguros, como Residencial, Condomínios, Empresarial, Automóveis e Equipamentos, além de seguros de Vida e para a área de Construção Civil. Com sede em São Paulo e 52 Sucursais em todo o País, a operação brasileira da Tokio Marine representa, atualmente, a terceira maior do grupo no mundo.

Data: 05.09.2011 - Fonte: Portal Fator

Carros: 10 dicas de como escolher o melhor seguro

No primeiro semestre de 2011, foram roubados ou furtados no Brasil 191.537 veículos. Só em São Paulo, foram 97.122. Neste período, segundo a CNSeg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Saúde Suplementar e Capitalização), no Brasil, foram recuperados 90.347 veículos, quase 50% dos foram roubados em território nacional.


Por conta desse cenário, a contratação de um seguro tornou-se essencial para quem possui um veículo. Não só pela segurança, mas também pela garantia de retorno do valor investido no bem.


Contratação


Escolher o seguro que melhor se adeque ao seu perfil é a tarefa mais importante da contratação. “O proprietário do veículo deve saber que o corretor é mais do que um vendedor, ele é um consultor e vai ajudar a escolher o seguro perfeito para aquele consumidor”, explica a diretora técnica da Unioncorp Seguros, Maria Cristina Caldeira.


Veja algumas dicas importantes para escolher o melhor seguro para seu carro:


Corretor: o primeiro passo é escolher o corretor de seguros da mesma forma que se escolhe um médico, pois esse profissional ajudará o consumidor a selecionar o seguro que atenda suas necessidades.


Cobertura x custo: as coberturas costumam ser padrão entre as corretoras, porém, o índice de preços pode variar bastante entre uma empresa e outra. Por isso, é necessário pesquisar e pesar custo e benefício. Algumas seguradoras oferecem desde guincho básico, até o reparo de eletrodomésticos da linha branca e seguro-desemprego, que quita as parcelas restantes do seguro, em caso de demissão.


Terceiros: apesar de facultativa, a cobertura para danos materiais, corporais e morais de terceiros é tão importante quanto a cobertura do carro, pois o proprietário do veículo pode ser responsabilizado pelo acidente. Além de importante, o valor da cobertura de terceiros não tem influência significativa no preço final do seguro.


Sinistralidade: sempre procurar mais de uma seguradora, pois as estatísticas de sinistralidade podem variar entre as empresas, ou seja, o valor do seguro de um determinado carro pode ser mais barato em uma seguradora do que na outra.


Sem mentira: nunca se deve mentir ou omitir informações durante a avaliação do risco, ou seja, se o local onde o carro passará a noite é na garagem ou na rua, se possui alarme, endereço, se o uso do carro é para passeio, trabalho ou locomoção casa/trabalho/estudo, além da idade e sexo do condutor do veículo. Toda vez que houver algum problema com o veículo e o seguro é acionado, antes de pagar a indenização, a seguradora investiga o que aconteceu e, em caso de informações não verídicas, ela poderá se negar a pagar. Além disso, toda e qualquer mudança deverá ser avisada posteriormente, sem risco de mudança de valor.


Carro zero: se o carro for zero quilômetro, é importante saber que, se o seguro for feito antes de o veículo sair da concessionária, não será necessário realizar a vistoria. Algumas seguradoras também garantem, de três a seis meses após a contratação do seguro, o ressarcimento do valor total do carro zero, em caso de sinistro.


Valores: é possível contratar um seguro com valor de mercado, baseado na tabela Fipe, ou com valor determinado, mais caro e mais incomum. A apólice que consta valor de mercado pode ser alterada, caso o consumidor julgue que, por conta de opcionais colocados fora da concessionária, o carro tenha valor superior. Dessa forma, depois de avaliado pela seguradora, o automóvel pode valer, por exemplo, 110% do que é estimado pela tabela Fipe. Já no seguro de valor determinado, o consumidor pede que o carro seja avaliado fora da tabela, mas isso pode encarecer o valor do prêmio.


Mulher: além de ser mais barato do que para os homens, o seguro para condutoras costuma ter mais benefícios. As coberturas são as mesmas, porém, o seguro para mulheres pode oferecer isenção de franquia no primeiro sinistro, por exemplo. Outro benefício disponível para o público feminino é o motorista amigo: caso a mulher tenha o veículo roubado/furtado, este profissional se encarrega de buscar os filhos da proprietária do veículo na escola. Os seguros femininos também oferecem troca de pneus, acompanhante para delegacia, serviços gerais para a residência ou bichos de estimação e programa de descontos em lojas. Algumas propostas contam até com desconto e cobertura para cadeirinhas para crianças.


Profissionais: quem usa o carro como instrumento de trabalho deve saber que é possível pedir um carro reserva, para não comprometer o trabalho, porém, a variação de preço pode chegar a 15% do valor total do seguro. Em algumas seguradoras, o serviço já está embutido na assistência 24 horas, por isso, é importante se informar antes. O período varia de uma semana a 15 dias, porém, não ultrapassa 30 dias.


Franquia: o que poucos consumidores sabem é que existem três tipos de franquia: normal, reduzida e facultativa. A normal é a que todos conhecem, cobrada em qualquer apólice, porém, é possível escolher outras modalidades. No caso da reduzida, o proprietário pede que a franquia tenha 50% de desconto, mas ela pode encarecer o seguro entre 10% e 15%. Já a franquia facultativa custa o dobro da normal, mas concede desconto de 10% no valor do seguro.

Data: 05.09.2011 - Fonte: InfoMoney

Allianz Seguros lança game para CEO sustentável

Você já se enxergou dirigindo uma montadora de automóveis? Qual seria a sua opção: desenvolver um carro elétrico ou movido a hidrogênio? Imagine a situação. Você é um executivo do alto escalão e precisa tomar a cada momento decisões importantes para sua companhia ganhar dinheiro e, ao mesmo tempo, ter a preocupação de que cada ação tomada acarrete o menor impacto possível ao meio ambiente. Essa é a proposta do jogo CEO2 da Allianz Seguros, disponível no site Sustentabilidade Allianz.

A ideia do jogo é colocar o internauta no comando de uma grande empresa. A meta é que o jogador mantenha a companhia rentável, ao mesmo tempo em que cause o mínimo impacto ambiental possível, até 2031. O executivo virtual tem a possibilidade de optar entre quatro indústrias com necessidades distintas - a de seguros, automotiva, química e de energia. Para fazer a melhor escolha, um vídeo orienta sobre as particularidades de cada setor. Após esta opção, o jogador cria um nickname e dá nome a sua companhia. No escritório virtual, é iniciada a tomada de decisões. O jogador deve decidir entre várias opções de investimentos, de acordo com o setor de atividade escolhido e com o orçamento disponível para seus projetos.

Antes de iniciar os investimentos, o internauta pode recorrer ao telefone e ouvir dicas de especialistas para analisar os impactos financeiros e ambientais de suas decisões. No jogo é possível ter acesso a informações de ambientalistas, pesquisadores, investidores e dos clientes. O jogador deve ficar atento às dicas e fazer uma análise crítica, pois nem sempre elas refletem a melhor opção para o presente e futuro da companhia.

O jogo contempla duas fases. O internauta sente na pele como é importante analisar cuidadosamente os rumos que uma empresa deve tomar e os possíveis impactos que ela promove na sociedade. Para tornar a disputa mais acirrada com os amigos, é possível também compartilhar pontuações via Facebook e Twitter.

Idealizado pelo Grupo Allianz para promover o conhecimento e o diálogo sobre importantes questões globais, como energia renovável, mudanças climáticas, saúde, mobilidade, segurança e crescimento populacional, o Sustentabilidade Allianz engloba um rico conjunto de informações, pesquisas, gráficos e imagens que aprofundam os temas em questão. O Sustentabilidade Allianz é direcionado à imprensa, universitários, professores, estudantes, ONGs e demais interessados nos temas. O site pretende manter e reforçar a articulação com organismos externos e demais empresas, acrescentando uma perspectiva não-empresarial ao site, mas sim científica.

Fonte: Planeta Seguro

Azul investe em atendimento e treinamento

Atuando em praticamente todos os estados do país, a Azul Seguros foi tema de debate organizado pelo Clube dos Corretores do Rio de Janeiro na última quinta-feira, que contou com a presença do diretor geral da empresa, Roberto Santos.


Com preço altamente competitivo, a Azul Seguros investe no atendimento e na qualidade dos produtos. De acordo com Santos, o quadro de funcionários especializados em atender o corretor que em 2006, era de 18%, atualmente chega a 32%. "Investimos forte no treinamento de nossos funcionários, para dar todo o suporte aos nossos corretores e clientes", explicou o executivo.


Segundo o anfitrião, o presidente do Clube, Amílcar Vianna, "a Azul é hoje uma seguradora de peso. É preciso conhecer a história dessa seguradora que é tão forte aqui no Rio de Janeiro, assim entenderemos melhor toda a movimentação do nosso mercado", comentou.


Os investimentos justificam os números de satisfação que a empresa coleciona. No sistema interno, a Azul tem 2.748 clientes dispostos a indicar a empresa a um amigo, ou seja, cerca de 78,2% da carteira. "Este número é excepcional para nós. É impossível ter 100% de satisfação dentro de uma empresa, todo mundo erra. Temos que analisar o número de detratores que temos, ou seja, as pessoas que "queimam" a Azul para outros clientes. Nosso índice é muito baixo, cerca de 6%. Já estivemos com até 17% de detratores. Uma empresa que chega a 20% pode estar perto de ir para o buraco", opinou o diretor da Azul.


No site Reclame Aqui, conhecido por reunir reclamações de clientes em todo o Brasil, a Azul é a seguradora com menos reclamantes. De acordo com Santos, são 185 pessoas insatisfeitas e com pendências. O índice de respostas da empresa a estes clientes é de 100% e 55,8% deles admitiram que voltariam a fazer negócios com a corporação.


Também estiveram presentes no evento Nilo Moraes, da Aon, o diretor executivo da Essenius, Gustavo Dória, a Superintendente da Porto Seguro, Solange Zaquem, o presidente da Aconseg-RJ, Renato Rocha, o diretor executivo do Grupo Aliança, José Alexandre Silva, o coordenador do Incubaseg, Carlos Alberto Oliveira, e o diretor do Clube dos Corretores do Rio de Janeiro, Jayme Torres.


Automóveis


Com forte atuação no ramo de Automóveis, a Azul Seguros já conta com 50 centros de atendimento rápido espalhados por todo o Brasil. Segundo Santos, este modelo facilita a vida tanto do corretor como dos segurados. "Os centros dão agilidade e qualidade ao nosso atendimento, além de uma redução no custo médio de sinistros da empresa", disse. Tanto trabalho assim tem justificativa: a frota da corporação Porto Seguro é uma das maiores. O número de automóveis que, em 2006, era de 220 mil , atualmente chega a 932 mil, ou seja, cerca de quatro vezes mais.

Data: 05.09.2011 - Fonte: Monitor Mercantil

domingo, 4 de setembro de 2011

Atendimento ao Consumidor da SulAmérica é premiado

Na noite da última segunda-feira (29), a SulAmérica Seguros e Previdência conquistou dois novos reconhecimentos para a área de Atendimento ao Consumidor. A companhia recebeu o Prêmio Best Customer Experience (BCX), pela segunda vez consecutiva, e o Prêmio Padrão de Qualidade em Relacionamento Multicanal, concedidos pela Revista Consumidor Moderno.

A SulAmérica tornou-se bicampeã consecutiva na categoria Saúde e Previdência no Prêmio Best Consumer Experience, que avaliou mais de 10
mil opiniões de consumidores sobre 130 empresas, no Brasil, Chile, Colômbia, Espanha, México e Venezuela. A metodologia BCX analisou três dimensões do relacionamento entre empresa e clientes: experiência com a marca, produto e nas interações por meios dos canais de atendimento.

Já no Prêmio Padrão de Qualidade em Relacionamento Multicanal, a SulAmérica conquistou o reconhecimento na categoria Seguros e Previdência. A premiação, realizada pela revista Consumidor Moderno em parceria com a consultoria Izo Brasil, avaliou o desempenho das empresas no relacionamento com os clientes em canais que vão além das centrais de atendimento telefônico, como chat, e-mail e redes sociais.

“É um orgulho sermos reconhecidos pela qualidade do atendimento aos nossos clientes nos diversos canais disponíveis. Esta conquista reforça a nossa vocação em servir e celebra o empenho e compromisso de uma equipe que busca todos os dias atender com agilidade e transparência”, comemora o diretor de Atendimento, Tecnologia e Operações da SulAmérica, Edison Kinoshita.



Fonte: Planeta Seguro

sábado, 3 de setembro de 2011

Porto Seguro apresenta novo seguro para embarcadores

A Porto Seguro Transportes oferece a partir de 1º de setembro, o seguro "Transportes Embarcador” destinado a empresas de médio e grande portes, proprietárias de mercadorias nos ramos indústria, comércio e serviços. O produto se destaca pela flexibilidade na negociação e pelo atendimento gratuito de guincho em caso de acidente rodoviário.

“Desenvolvemos o seguro para garantir condições mais competitivas às empresas interessadas em investir na proteção de suas cargas, com coberturas para diversos riscos que possam ocorrer durante o transporte e pronto atendimento em caso de emergências”, explica Rose Matos, gerente de Transportes da Porto Seguro.

A novidade, que garante operações de transporte por via terrestre e aérea, conta com ampla variedade de coberturas básicas, como: incêndio, raio ou explosão; capotagem, colisão, tombamento ou descarrilamento de veículo terrestre; inundação, transbordamento de cursos d’água, represas, lagos ou lagoas; desmoronamentos ou queda de pedras, terras, obras de arte de qualquer natureza ou outros objetos; colisão, queda ou aterrissagem forçada da aeronave, devidamente comprovada.

Apresenta adicionais que o Segurado pode incluir: despesas; lucros esperados; roubo; assistência à carga, que oferece atendimento para limpeza e remoção de produtos que possam sujar ou poluir vias e acostamentos, entre outras.

As vendas do Porto Seguro “Transportes Embarcador” também somam pontos para a Campanha “Carga Premiada”, que premia corretores de todo o País pela produção de novos negócios com os seguros de transportes da Companhia. Os parceiros podem ganhar ao final da promoção prêmios como tablets e vales-viagem. Informações sobre a Campanha, basta acessar a área exclusiva “Corretor Online” (
www.portoseguro.com.br/corretor).

Data: 02.09.2011 - Fonte: CQCS

Brasil tem 11,3% de sua energia em fontes renováveis

RSA oferece soluções completas


As fontes renováveis de energia representam 11,3% da energia consumida no Brasil e o governo está promovendo mudanças para aumentar ainda mais o seu consumo no país. A RSA Seguros está oferecendo ao mercado brasileiro soluções completas para todas as etapas dos projetos.


"Os clientes podem contar a proteção da RSA Seguros desde o transporte dos primeiros equipamentos até o início da operação, passando pelas fases de construção e montagem dos empreendimentos", garante Ariel Couto, diretor comercial da empresa no Brasil que, em 2010 registrou movimento de R$ 383 milhões de prêmios emitidos, lucro líquido de R$ 14 milhões, superior em 133% ao obtido em 2009. Os prêmios retidos totalizaram R$ 334 milhões, 25% acima do montante registrado em 2009.


Empreendimentos eólicos


Com operações em 130 países, a RSA disponibiliza seus serviços a empresas do mundo inteiro, garantido empreendimentos eólicos onshore (em terra) e offshore (no mar), segmento em que está presente em 80% dos empreendimentos, fruto de mais de 30 anos de experiência no segmento de energia renovável e em programas mundiais .


Segundo Couto, o trabalho da RSA Seguros é integrado com corretores, fabricantes, desenvolvedores, contratantes e operadoras, visando construir parcerias e atender necessidades específicas de cada cliente. "Usando a experiência de nossos Centros de Excelência podemos oferecer soluções diferenciadas voltadas as necessidades pontuais dos clientes", ressalta.


Brasil


O setor de seguros vê o mercado de energia renovável no Brasil com potencial de crescimento no Brasil, tanto assim, que a projeção é para dobrar a energia gerada nos próximos três anos.. A Ernest & Young mostrava que, em 2010, haveria aumento de 15%a 20% nos investimentos em energias limpas em todo o mundo, e o Brasil, um dos países mais atrativos para estes investimentos, pode crescer ainda mais.


Segundo o diretor da RSA Seguros, a pouca dependência de usinas hidrelétricas e aumento da participação de fontes renováveis de energia leva o mercado relativamente novo no Brasil com grande potencial de crescimento para os próximos anos.


"Trata-se de um novo ciclo de investimentos em energia eólica. Poucos concorrentes focados nesta indústria e ausência de proposta de valor específica para o mercado de energia renovável", ressalta Ariel Couto.


Segundo pesquisa de mercado, o que pesa na tomada de decisão, escolha e avaliação num projeto de energia renovável são: o preço, fator principal de decisão de compra do seguro para todas as empresas, exceto para aquelas que têm alguma experiência com sinistro; gestão de risco, competência e qualidade da equipe técnica são fatores também levados em consideração na decisão; e o fato de os clientes esperarem que a equipe técnica trabalhe como consultora para minimizar os riscos de seus negócios (consultoria para redução de custos e de riscos).


Formas de energia


O mercado de energia renovável no Brasil se divide em: UHE-Usina Hidrelétrica, que exige grande potência instalada (acimade30MW), barragens em rios(alto impacto ambiental)e com customédio:R$75 MW/h; PCH-Pequenas Centrais Hidrelétricas, com média potência instalada (entre1e30MW), área inundada até 3,0km2 e custo médio de R$142 MW/h; EOL-Usinas Elioeletricas-Energiaeólica, que não depende de combustíveis, Limpa e sem impacto ambiental e customédio:R$140 MV/h; UTN-Usinatermonuclear-Energianuclear, energia limpa com risco de catástrofe ao customédio:R$128 MW/h;


CGH-Central Geradora Hidrelétrica, pequena potência instalada (abaixode1MW), simples registro para funcionar e customédio:R$150 MW/h; UTE-Usina Termelétrica-Bio, energia gerada por bagaço de cana (biomassa), carvão, gás natural, óleo diesel, etc, onde a geração de energia pode não ser a atividade principal ao customédio:R$130 MW/h.


A RSA Seguros é uma das maiores seguradoras na área de engenharia e construção do mundo. Principais coberturas para a fase de construção do projeto: riscos de engenharia; danos da natureza; erros de execução; erros de projeto; Responsabilidade Civil; obras; cruzada; empregador; danos morais; e Alop (AdvancedLossofProfit).

Data: 02.09.2011 - Fonte: Monitor Mercantil

Corretor deve se preocupar em diversificar sua carteira de clientes

A muito vimos alertando os Corretores de Seguros em nosso Estado da preocupação do Sindicato no que diz respeito a atividade de nossos representados com a diversificação de sua carteira de clientes/segurados, para que não se envolvam ou se preocupem somente com o Seguro Auto, preocupação esta que se traduz pelos Cursos, Palestras e Eventos que são por nós disponibilizados ao longo do ano, e oferecidos sem qualquer custo, tanto pelas parcerias com a Escola de Seguros,Cias Seguradoras e com o C.V.G. já que é do conhecimento de todos, que o seguro AUTO não fideliza e diariamente são travadas batalhas que sabemos serem difíceis, face a grande e predatória concorrência existente.


Não bastassem as Cooperativas e Associações, boa parte delas denunciadas pelo Sindicato ao Ministério Público, Policia Federal, Delegacia de Defesa do Consumidor e Susep, cujos processos encontram-se em andamento, temos ainda, Lojas de Departamento, Bancos, destacando-se o Banco do Brasil, Internet e muitas outras que estaremos deixando de citar por falta de espaço e por certo serão enjoadas de se ler.


Não bastassem estas de existência comprovada, outros perigos surgem, podendo citar entre elas, a tentativa da criação do Agente de Seguro, que vem disfarçado com a proposta de regulamentação do Agenciador de Seguros, sem vinculação com as Corretoras de Seguros e bem mais recente com possível o credenciamento das Agencias dos Correios em todo País para atendimento ao Seguro DPVAT e nos parece que também com o Micro Seguro, o que mais cedo ou mais tarde por e certo estarão com a abertura desta porta, comercializando sem qualquer conhecimento técnico, outros ramos e não serão somente os acima descritos.


O Sindicato se preocupa com as investidas daqueles que visam somente e tão somente o lucro, esquecendo-se dos Segurados e o que é pior, usurpando a profissão e o profissional que estuda para se tornar técnico e que existe em função da Lei 4.594/64, e para tanto reafirma que mesmo posicionado em um Estado pequeno, procurará de todas as formas defender o Corretor de Seguros, seja através de ações na justiça, seja através de denuncias aos órgãos que deveriam fiscalizar o mercado, assim como investidas na área política.


Conheçam agora algumas posições tomadas pelo Sindicato:-


1- Projeto de Lei apresentado a nosso pedido pelo Deputado Gilson Lopes, na Assembléia Legislativa do Espirito Santo, em que sendo aprovado e sancionado pelo Governador, obriga a presença do Corretor de Seguros em todo e qualquer local que comercialize Seguro.


2- Proposta para celebração de convênio com a Prefeitura Municipal de Vitória, com vistas a exigir apólice quitada para concessão de alvará para Seguros obrigatórios por Lei, dentre eles RC do Construtor de Imóveis, Edificações ou Conjunto de Edificações e contra riscos de incendio de bens móveis e imóveis;


3- Denuncias - (em andamento)- junto a Policia Federal, Civil, Ministério Público e Susep contra as Cooperativas e Associações que comercializam coberturas automotivas;


4- Convênio com a Centauro Seguradora-(aberto as Corretoras)- para atendimento aos beneficiários e vitimas de Acidentes de Transito, com vistas a não permitirmos entrada de curiosos no mercado de auto;


5- Convênio com o Batalhão de Transito da Policia Militar do ES para retirada de Boletins de Ocorrência;


6- Parceria com a Policia Rodoviária Federal em programas de prevenção, tais como férias de impacto, uma luz para a vida e saúde do caminhoneiro entre outras, quando divulgamos a atividade do Corretor de Seguros;


7- Formalização de denuncias fundamentadas ao órgão fiscalizador -(Susep)- contra todas aquelas Seguradoras que não cumprem as regras, e a legislação


8- Disponibilização de Consultor Jurídico grátis para Corretores Associados e seus Segurados;


9- Forum de apoio aos Corretores de Seguros para intermediação de conflitos entre Corretores e Seguradoras;


10- Palestras mensais, cursos e workshops voltados para aprimoramento técnico dos Corretores e Corretoras, e seus funcionários.


Contamos ainda com diversas outras atividades voltadas para lazer, aprimoramento técnico, redução de custos operacionais, dentre elas podemos citar a vinda ao nosso Estado de representantes de Escritório de Advocacia especializado em direito tributário com vistas a discutirmos a redução da alíquota do Cofins de 4% para 3%, assim como fizemos com o ISS de Vitória e Vila Velha que tinham o percentual de 5%, sendo nós (o primeiro Sindicato do País) a conseguir a redução deste tributo para 2% inclusive retroagindo a 01 ano, com compensação de valores pagos a maior.


Esperamos que nosso recado tenha sido dado, e que os Corretores se conscientizem da diversificação de suas carteiras, utilizando para tanto e a principio seus próprios clientes, levantando suas reais necessidades em outros ramos ou coberturas, como Previdência, Vida, Saúde, Incêndio, etc. desta forma ocupara o espaço que lhe pertence.


Nós do Sincor-ES nos preocupamos e procuramos agir, e você Corretor o que acha de iniciar a mudança de sua postura? . Vocês sabem que podem contar conosco

José Romulo da Silva - Presidente do Sincor-ES


Data: 02.09.2011 - Fonte: Sincor-ES

Apólice premia destaques do mercado de seguros

A noite de entrega do II Prêmio Melhores do Seguro, organizado pela Revista Apólice, foi um sucesso. O evento aconteceu nesta quarta-feira, 31 de agosto, no Buffet Torres, em São Paulo, e reuniu mais de 350 pessoas - entre corretores de seguros, seguradores, empresas e entidades do setor.


Foram entregues 32 troféus em duas modalidades diferentes: cases de sucesso e pesquisa entre corretores (confira a lista abaixo). Os presentes também acompanharam uma homenagem ao presidente da Fenacor, Armando Vergílio dos Santos Júnior. A descontração do evento ficou por conta da atriz Marisa Orth, que pela segunda vez foi a mestre de cerimônia da festa.


"A cerimônia foi perfeita. O Prêmio conseguiu refletir bem os conceitos da Revista, de objetividade, ética e transparência. Ficamos orgulhosos de receber os dirigentes de empresas do setor, das lideranças do mercado e outras autoridades", observou o diretor executivo da Revista Apólice, Francisco Pantoja.


O Prêmio Melhores do Seguro visa estimular, promover e reconhecer o trabalho de personalidades, empresas e seus produtos que mais contribuíram para o desenvolvimento técnico e mercadológico do setor de seguros brasileiro e que tiveram atuação destacada no 2º semestre de 2010/ 1º semestre 2011.


Escolha dos vencedores


As empresas vencedoras do Prêmio Melhores do Seguro 2011 foram escolhidas de duas formas. Uma delas foi através de pesquisa, realizada em parceria com a CVA Solutions, junto a corretores de seguros com registro na Susep. Eles elegeram as empresas que mais se destacaram em diversos ramos de seguro, resseguro, previdência, capitalização, planos de saúde e odontológicos. Cerca de 2 mil corretores participaram da pesquisa. A outra parte da premiação foi destinada às empresas que inscreveram cases e que foram escolhidas pela comissão julgadora do Prêmio, composta pela equipe de Redação da Revista Apólice. Foram observados a relevância para o setor de atuação e resultados obtidos.



Confira abaixo os premiados:


Cases premiados
- Admix: Saúde e Gestão Integrada e Construção Civil: um target não explorado pelas seguradoras
- Aon Affinity: Modelos Quantitativos para o Mercado de Seguros
- Capemisa: Bem Feliz Capemisa VGBL E PGBL
- Grupo Raduan: Estrutura que faz a diferença
- Humana Seguros: Relacionamento com o Corretor
- Liberty: Anúncio como Seguradora Oficial da Copa do Mundo Fifa 2014
- Marsh: Corretora Internacional
- Mapfre: Canal Concessionárias
- Victory: Programa de Prevenção e Promoção da Saúde


Pesquisa CVA Solutions/Revista Apólice com corretores de seguros:
- Melhor Companhia de Capitalização (destaque entre Grandes Corretoras): Sulacap
- Melhor Companhia de Capitalização (destaque Nacional): Bradesco Capitalização
- Melhor Seguradora de Seguro Condomínio (destaque Nacional): Allianz
- Melhor Seguradora de Seguro Rural (destaque Nacional): Mapfre
- Melhor Seguradora de Seguro Transportes (destaque Nacional): Porto Seguro
- Melhor Seguradora de Seguro Automóvel (destaque da Região Sul): HDI
- Melhor Seguradora de Seguro Automóvel (destaque na Região Centro-Oeste): Bradesco Auto/RE
- Melhor Seguradora de Seguro Automóvel (destaque Nacional): Porto Seguro
- Melhor Resseguradora Local: IRB-Brasil RE
- Melhor Resseguradora Internacional: Swiss RE
- Melhor Companhia de Previdência Privada (destaque nas Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste): Bradesco Vida e Previdência
- Melhor Companhia de Previdência Privada (destaque nas Regiões Sul e Sudeste): Porto Seguro
- Melhor Seguradora de Seguro de Vida (destaque Nacional): Porto Seguro
- Melhor Companhia de Previdência Privada (destaque em São Paulo): SulAmérica
- Melhor Operadora de Saúde (destaque em São Paulo): Amil
- Melhor Seguradora de Seguro Saúde (destaque em São Paulo): SulAmérica
- Melhor Seguradora de Seguro Saúde (destaque nas Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste): Bradesco Saúde
- Melhor Seguradora de Seguro Saúde (destaque nas Regiões Sul e Sudeste): Seguros Unimed
- Melhor Operadora de Planos de Saúde para Alta Renda (destaque em São Paulo): Omint
- Melhor Operadora de Planos de Saúde para Alta Renda (destaque Nacional): Golden Cross
- Melhor Operadora de Planos Odontológicos (destaque na Região Sul): Uniodonto
- Melhor Operadora de Planos Odontológicos (destaque entre Grandes Corretoras): MetLife
- Melhor Seguradora de Planos Odontológicos (destaque Nacional): Bradesco Saúde


Repercussão


Para o diretor do Grupo Raduan, Nagib Raduan, a premiação demonstra que o trabalho desenvolvido pela companhia nos últimos anos vem sendo reconhecido. "Trabalhamos muito para apresentarmos um serviço verdadeiramente sério, transparente e de qualidade ao mercado. Criamos uma estrutura diferenciada justamente para dar suporte a nossa capacidade de entrega. Por tudo isso, é uma grande satisfação receber esse prêmio".


Além dele, executivos das outras empresas que formam o conglomerado estiveram presentes na cerimônia. Luis Blotta, diretor Comercial Corporativo; Roberto Medeiros, diretor Comercial da Você Clube ? Clube de Benefícios; Fabiana Dias, diretora da Saúde Perfil e Paulo Henrique Rocha, consultor de Negócios da Corrhect - Recursos Humanos também marcaram presença.


A Marsh Brasil, que participou pela segunda vez da Premiação, enfatizou a importância da empresa como uma Corretora Internacional e seus pontos diferenciais mais relevantes ao fechar negócio com uma empresa de grande cliente, que resultou em vários benefícios. "Esta é outra premiação importante para a Marsh Brasil. O case ilustra claramente como conseguimos auxiliar um grande cliente ao fornecer-lhe todas as coberturas-chave em seguros e soluções de riscos, com significativas reduções de custos e tudo implementado de forma eficiente em todos os países onde a empresa opera. É um exemplo de gerenciamento de riscos para o crescimento em um ambiente cada vez mais complexo, o que é uma de nossas especialidades", afirmou Eduardo Takahashi, diretor do Segmento Institutional da Marsh Brasil e responsável pelas grandes contas.


Data: 02.09.2011 - Fonte: Apólice

Setor pode deixar de arrecadar R$ 700 mi em prêmios de seguro Garantia

O mercado de seguros brasileiro poderá deixar de arrecadar por volta de R$ 700 milhões por ano em prêmios de seguro Garantia, caso as novas regras de RDC (Regime Diferenciado de Contratações Públicas) não sejam alteradas para incluir a obrigatoriedade de contratação da proteção na realização de obras públicas. O alerta foi dado por Rogério Vergara, diretor-executivo da Mapfre Seguros e presidente da Comissão Técnica de Créditos e Garantias da FenSeg, durante workshop para jornalistas realizado pela CNseg na terça-feira (30).
A Lei 12.464/2011, resultante da conversão da Medida Provisória nº 527/2011, que instituiu o chamado "Regime Diferenciado de Contratações Públicas", define que as obras dos dois maiores eventos esportivos do mundo que vão ocorrer no Brasil não precisarão obedecer às regras estabelecidas na Lei 8.666/93, a chamada Lei das Licitações. A partir de agora, o governo poderá contratar diretamente as empreiteiras para as obras relacionadas à Copa e aos Jogos Olímpicos, repassando a elas a confecção do projeto básico e toda a execução das obras. Segundo os especialistas presentes no workshop, o problema é que a nova regra não inclui a obrigatoriedade do seguro Garantia na contratação das empresas.
De acordo com o assessor da Presidência da CNseg, José Américo Peón de Sá, está em andamento uma proposta para incluir novamente a contratação do seguro nas obras e também para expandir o limite do valor contratado - anteriormente, o valor destinado à aquisição da proteção era de até 1,5% do projeto.
Vergara apontou os principais problemas que o governo terá caso as RDC permaneçam como estão. O primeiro é a dificuldade para escolher uma nova empreiteira, caso a que estava tocando a obra saia no meio do projeto. Outro ponto problemático seria o custo para contratar essa nova empresa. "O governo tem dinheiro para fazer as obras, o problema é que o risco é muito grande das obras não serem concluídas sem o seguro garantia", disse o executivo da Mapfre.
Sobre o seguro Garantia em geral, ele afirmou que a os contratos e as operações estão ficando mais complexos. Isso porque existem diferentes riscos relacionados a cada etapa do projeto.
"O seguro garantia é benéfico para a população, pois é uma forma de garantir a fiscalização, a diminuição dos custos e a finalização das obras. É uma pena que o governo não encara a proteção dessa forma", lamentou o presidente da CNseg, Jorge Hilário Gouvêa Vieira.

Microsseguro
Outro assunto destacado no workshop foi o microsseguro. Para o diretor Executivo da Bradesco Vida e Previdência e presidente da comissão de Microsseguros e Seguros Populares da CNseg, Eugênio Velasques, o produto tem o potencial de atingir 100 milhões de novos consumidores entre 10 a 20 anos.
Segundo ele, a expectativa é que o microsseguro seja comercializado no segundo semestre do ano que vem. E, apesar de ainda aguardar regulamentação para o produto, seguradoras como a Zurich e a Allianz já comercializam seguros com essas características e são exemplos de iniciativas bem sucedidas. Velasques citou também o Primeira Proteção, produto da Bradesco comercializado em comunidades como o Heliópolis, em São Paulo, e a Rocinha, no Rio de Janeiro. O executivo contou que com o aumento da conscientização em relação a importância do seguro e o crescimento da renda da população, a demanda aumentou. "Vendemos 20 apólices em sete meses e 30 apenas na última semana", contou.
Porém, segundo ele, para que o microsseguro dê certo no Brasil, é preciso adequá-lo à realidade tupiniquim. "Moradores de uma comunidade de baixa renda não vão querer proteção para roubos, porque ninguém 'sairá carregando' um bem de alguém da própria comunidade. Eles precisam mais de seguros contra enchentes e incêndios, por exemplo", observou. Além disso, outros conceitos deverão ser incorporados pelas seguradoras que pretendem atuar nessa área como manter pesquisa constante sobre o público, tecnologia suficiente para suportar grandes volumes de dados e apostar em vendedores da própria comunidade.


Revista Apólice | Jamille Niero

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

O preço da segurança

Companhias de seguro devem acompanhar o crescimento da indústria e projetam aumento de 7% para 2011. Saiba por que o perfil do condutor influencia no preço da apólice


A indústria automobilística vem batendo recordes e mais recordes no mercado. Ano passado, mais de 3,5 milhões de veículos saíram das concessionárias, um aumento de 14,3% em relação a 2009, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Proporcional ao crescimento, os contratos de seguro decolaram. Para 2011, a expectativa da Federação Nacional de Seguro é de uma demanda 7% maior nas contratações de apólices. O mesmo se espera do segmento aquecido dos utilitários, um dos que mais crescem no Brasil.


Além de contar com a carroceria grande e a tração 4x4, são veículos geralmente mais sofisticados, versáteis e com um perfil urbano, já que a altura do carro transmite segurança ao usuário no trânsito. "A mão de obra para manutenção e a troca das peças são mais caras. O luxo acaba refletindo no valor do seguro", explica a corretora da Cooperativa de seguros (Cotraseg) Andréia Carvalho.


O cálculo da apólice leva em conta informações pessoais de quem contrata o serviço, assim como a categoria do veículo. A funcionária pública aposentada Eleusa Santana Aragão, 55 anos, tem um Hyundai Tucson 2.0. Paga, anualmente, R$ 1,7 mil pelo seguro. "Poderia ter ficado ainda mais barato", comenta. "A minha idade e a do meu marido ajudaram a abaixar o preço, mas minha filha, Luiza, também está incluída no seguro. Como ela tem 23 anos, o valor aumenta". Idades de 18 a 25 anos são consideradas um fator maior de risco para as seguradoras.


O cálculo é feito a partir da avaliação do perfil do contratante. Idade, estado civil, sexo, se existe garagem para guardar o carro ou se ele fica em estacionamento, e até algumas estatísticas de sinistro são critérios usados. E, no caso dos utilitários esportivos, o preço aumenta pelo uso off road que o dono pode fazer dele. Eleusa prefere não colocar seu SUV além do asfalto, mas a máquina foi projetada para enfrentar barro, terra, pedras e trilhas fora de estrada.


Renovação


A categoria tarifária é determinada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), "mas outros fatores também valem na formação do valor, como o bônus", ressalta a corretora Solimar Ribeiro. A partir do 1º ano de renovação do seguro sem utilizá-lo, por exemplo, o assegurado tem direito a um percentual de desconto sobre o prêmio pago à seguradora. Essa dedução é cumulativa até o 5º ano consecutivo. E mais: é possível mudar de corretor ou seguradora e manter o benefício. A aposentada Eleusa Aragão recebe 40% de desconto porque tem 10 anos nessas condições. Sem o alívio no bolso, pagaria R$ 1,3 mil a mais.


Dicas


» Verifique se a corretora e a seguradora possuem autorização de funcionamento junto à Superintendência de Seguros Privados (Susep), que é o órgão fiscalizador das operações de seguro » Entre em contato com um corretor. Ele deve analisar o perfil de risco e ajudá-lo a encontrar o produto mais adequado » Avalie com cautela as importâncias seguradas que serão contratados para danos materiais, corporais e morais a terceiros » Quem comprou um zero conta com a possibilidade de ser reembolsado, em caso de sinistro, pelo valor de um automóvel novo, até seis meses após a saída da concessionária. Observe se a seguradora oferece essa cobertura » Analise se as coberturas oferecidas atendem às necessidades, se os valores de indenização são compatíveis com os eventuais prejuízos que possam ocorrer e se há uma garantia de prazo de indenização » Observe que quanto maior a participação do segurado na franquia, menos pagará pelo seguro. Portanto, veja se o seu orçamento comporta o valor da franquia » Informe corretamente os dados pessoais para ter direito à indenização, em caso de sinistro » Avalie se a seguradora oferece benefícios extras, como carro reserva e limite de quilometragem oferecido pelo guincho

Data: 01.09.2011 - Fonte: Correio Braziliense

Seguro garantia figura entre as carteiras que mais crescem

O seguro garantia figura entre as carteiras que apresentaram os maiores percentuais de crescimento nos últimos anos. Segundo dados da Confederação Nacional de Seguros (CNSeg), o tamanho dessa modalidade de seguros, medido em volume de prêmios, aumentou quase quatro vezes na segunda metade da década passada. “Em 2006, a receita apurada somou R$ 192,3 milhões. Essa cifra saltou para R$ 726,7 milhões em 2010 (crescimento de 277,8%)”, explicou assessor especial da presidência da CNSeg, José Américo Peón de Sá, durante o Workshop para Jornalistas, organizado pela confederação, em São Paulo, no começo deste semana.


Para o mercado, a outra boa notícia é a de que, durante esse período, a sinistralidade média apurada no seguro garantia se manteve em torno dos 15%.


E as perspectivas são as melhores possíveis para os próximos anos, diante do iminente aumento da procura pelo seguro a reboque dos grandes projetos que vêm sendo implantados no país, seja na área pública ou privada.


Na sua palestra para os jornalistas, Peón de Sá falou ainda a atuação dos seguradores visando a aumentar o limite máximo previsto na legislação para a aceitação de riscos pelas companhias de seguros no ramo de garantia de obras públicas. “Queremos passar esse teto de 5% para 30% do valor em risco – nos contratos “comuns” – e de 10% para 45% nas coberturas para obras de grande complexidade”, explicou.


Ele comentou ainda sobre a apreensão do setor privado diante da decisão do Governo de alterar a Lei 8666, que regulamenta as licitações públicas, criando o Regime Diferenciado de Contratos (RDC), o qual não prevê garantias (seguro, fiança bancária ou caução) para as grandes as obras de infraestrutura ou diretamente relacionadas aos eventos esportivos previstos par aos próximos anos, tais como as Olimpíadas de 2016 e a Copa do Mundo de Futebol de 2014. “Estamos nos movimentando. Procuramos a Câmara e o Senado para explicar que as novas licitações podem ficar sem garantias. Acho que até ao Ministério Fazenda já interessa mudar o RDC”, acrescentou Peón de Sá.


Data: 01.09.2011 - Fonte: CQCS

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

No lugar do fiador, seguro e capitalização

O mercado de aluguel de residências também passa por revolução em suas garantias, com o forte avanço do seguro-fiança e do título de capitalização, para substituir a figura do fiador. Há imobiliárias no Rio com 60% dos contratos com estas formas de garantia. Empresários do setor acreditam que isso é uma tendência que deve crescer, embora possa representar em mais custos para o inquilino.


No seguro fiança, o inquilino paga para que uma seguradora se responsabilize por eventuais calotes e danos que podem vir a ser causados no imóvel. Para um contrato de 30 meses, o valor equivale a dois meses e meio de aluguel, ou seja 8% do contrato. O dinheiro não é devolvido no fim do contrato e, em caso de renovação do aluguel, precisa ser refeito. Já na capitalização o inquilino deposita um valor - de oito a 12 vezes o valor do aluguel - que fica sob a custódia de uma empresa, que pode usá-lo caso ocorra problemas com o contrato. No fim, o valor, corrigido, é devolvido.


- Neste ano, posso dizer que 40% dos contratos foram feitos com fiador, 30% com seguro e 30% com capitalização - afirma Rosângela Vasconcelos, da Patrimóvel.


Sobre a crítica de que essas garantias aumentam o custo da locação, José Conde Caldas, da Ademi, afirma que esse negócio só tende a crescer:


- Conseguir um fiador é um constrangimento. Essas novas formas são mais modernas, tendem a crescer e é mais um passo do Brasil em direção ao primeiro mundo - disse o presidente da associação dos empresários do setor.


Cesar Tadeu Dominguez, diretor de marketing e vendas da SulaCap - SulAmérica Capitalização, afirma que seu produto cresceu mais de 37% no Brasil no primeiro semestre de 2011 sobre o mesmo período do ano passado. No Rio, terceiro maior mercado da empresa no segmento, a alta foi de 61%.


- O produto serve para quem não tem conhecidos na cidade e quem não tem comprovante de renda. É um incentivo para que o inquilino cuide bem do imóvel, pois ele vai querer receber o dinheiro de volta, e serve como poupança para a futura compra de um imóvel - resume.


Data: 31.08.2011 - Fonte: O Globo

Ficam os dedos e anéis

A Classic Corretora, a mais recente aquisição da Brasil Insurance, vai lançar um modelo de seguro para joias e relógios inédito no Brasil, que cobre roubo ou furto qualificado inclusive para peças em uso por seus proprietários. Até então, a maioria dos produtos vendidos no mercado estava vinculada a apólices residenciais e só ressarcia roubo se as peças estivessem guardadas em cofre no momento da ocorrência. O seguro será vendido diretamente por joalherias e oferecido ao consumidor no momento da compra do produto. Em caso de sinistro, com o boletim de ocorrência e a nota do produto, o segurado tem direito a uma peça idêntica à que foi roubada - mesmo que ela tenha ganhado valor de mercado - ou algo de mesmo valor. A apólice terá validade de um ano e custará até 5% do valor da peça. Segundo Rubens Nogueira Filho, diretor-presidente da Classic, o percentual vai variar de acordo com uma tabela de riscos compilada pela seguradora. "Correntes de ouro, alianças e anéis de brilhante, como são usados no dia a dia, são muito visados", afirma.


O lançamento faz parte da estratégia da Brasil Insurance para sofisticar o mercado de seguros no Brasil, que, segundo Nogueira, movimenta o equivalente a 5% do PIB. "É pouco. Queremos chegar próximo dos Estados Unidos e da Europa, onde o mercado movimenta entre 8% e 10% do PIB de cada país", afirma. Nogueira diz estar em negociação com duas redes de lojas e espera lançar o serviço em setembro. O primeiro contrato dará seis meses de exclusividade à joalheria parceira. A Classic é especializada em seguros massificados - aqueles comercializados em grandes canais de distribuição - e foi comprada em março por R$ 19,4 milhões pela Brasil Insurance, que hoje reúne 33 corretoras-sócias.

Data: 31.08.2011 - Fonte: Valor Econômico | Rodrigo Uchoa

Seguro na história

A Confiança é a seguradora das primeiras casas do maior e mais completo conjunto arquitetônico da colonização italiana no Brasil, localizado em Antônio Prado, na Serra Gaúcha. Ao todo, são 48 imóveis do centro urbano tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) desde a década de 1980.


O montante da apólice foi avaliado em cerca de R$ 130 mil ao ano. A opção do seguro parte do proprietário, bem como aproveitar estas residências, que tem valor histórico, para o comércio.


Data: 31.08.2011 - Fonte: Seguros.inf.br

Oportunidades do mercado de planos odontológicos

O segmento de planos odontológicos cresce quase 20% ao ano e possui 15 milhões de usuários no país. Os dados foram apresentados pelo superintendente de Planos Odontológicos da MetLife, Fábio Nogi, durante evento realizado no dia 24, em Belo Horizonte, pelo Conselho Empresarial de Seguros da Associação Comercial e Empresarial de Minas (ACMinas) em parceria com o Clube de Seguros de Pessoas de Minas Gerais (CSP-MG).


Segundo Nogi, o ritmo de crescimento experimentado pelo setor nos últimos anos tem sido cerca de três vezes superior ao do mercado de medicina suplementar. “Esse fato evidencia o interesse do consumidor nesse produto e amplia o leque de benefícios a serem ofertados pelo corretor que pode ver o seu faturamento aumentar”, disse.

Data: 31.08.2011 - Fonte: Monitor Mercantil

Cade aprova união de Itaú e Porto Seguro em carros e residências

O Comitê Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou nesta quarta-feira (31), sem restrições, a união dos negócios do Itaú Unibanco e da Porto Seguro no segmento de seguros de automóveis e residências.


Em agosto de 2009, o banco anunciou que faria a transferência da totalidade de ativos e passivos relacionados à sua carteira de seguros residenciais e de automóveis para uma nova companhia, com patrimônio líquido de R$ 950 milhões, calculados na ocasião, cujo controle seria transferido para a Porto Seguro.


Em contrapartida, a Porto Seguro emitiria ações que representariam 30% de seu novo capital social que seriam entregues ao Itaú Unibanco.

Data: 31.08.2011 - Fonte: UOL

HDI Seguros é premiada como melhor seguradora de automóvel do Sul

Pelo segundo ano consecutivo a HDI Seguros conquistou o prêmio “Melhores do Seguro 2011”, na categoria Auto na região Sul do Brasil, oferecido pela revista Apólice.A escolha se deu a partir de uma pesquisa realizada entre os corretores de seguros pela CVA Solutions.


A CVA Solutions perguntou a mais de dois mil corretores de seguros em todo o País, quais as seguradoras que mais se destacaram nos últimos 12 meses nos diversos ramos de seguros: automóveis, resseguros, previdência privada, capitalização, planos de saúde e odontológico, entre outros, nas cinco regiões do País.


“Esse reconhecimento ratifica a política da empresa, de oferecer produtos de qualidade a um preço justo. A premiação, que muito nos honra, é a expressão legítima da sólida e produtiva parceria que a HDI Seguros mantém com os corretores”, afirma Flavio Rodrigues, vice presidente Comercial da HDI Seguros.


O evento de premiação acontece hoje, dia 31 de agosto, no Buffet Torres, em São Paulo, a partir das 19h.


O buffet Torres está localizado à Av. dos Imarés,182, Moema, São Paulo (SP).

Data: 31.08.2011 - Fonte: Ass Imprensa HDI

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Bolsas europeias sobem puxadas por seguradoras

As ações das companhias de seguro e de resseguro sobem nesta manhã na Europa, depois de os prejuízos causados pela passagem da tempestade Irene pelos Estados Unidos (EUA) no fim de semana terem sido menores do que as piores expectativas do setor.


Às 8h24 (de Brasília), as ações da resseguradora Munich Re tinham alta de 3,3%, enquanto as da Hannover Re avançavam 3,2% e as da Swiss Re subiam 4,4%. As ações da Allianz registravam ganho de 2,7%.


As principais bolsas europeias seguiam no campo positivo: Paris tinha expansão de 1,82%, Frankfurt registrava alta de 1,44%; Lisboa subia 2,34% e Madri avançava 2,44%. Londres eta fechada por conta de feriado.


O furacão Irene passou pela costa leste dos EUA, causando inundações, derrubando árvores e arrancando telhados, mas causou prejuízos menores em Nova York, ao se enfraquecer para uma tempestade tropical.


"O pior cenário, de inundação da região baixa de Manhattan e das estações de metrô, não ocorreu", escreveu a empresa de modelagem de risco Air Worldwide. A companhia, assim como suas concorrentes, a Eqecat e a Risk Management Solutions, ainda irão divulgar estimativas mais atualizadas, no final do dia.


Os prejuízos causados pelo furacão Irene variam de US$ 2 bilhões a US$ 3 bilhões, a maior parte causada em residências, enquanto as perdas totais devem chegar a aproximadamente a US$ 7 bilhões, segundo estimativas preliminares da consultoria Kinetic Analysis.


O analista da consultoria Equinet, Philipp Haessler, disse que os prejuízos inferiores aos estimados "são uma boa notícia para as duas resseguradoras alemãs e para a Allianz". Ele estima que a Munich Re e a Hannover Re terão, cada, custos de cerca de 100 milhões de euros com Irene.


O analista do Silvia Quandt Research, Christian Muschick, disse que não irá alterar suas projeções de resultado para 2011. Mas observou que o elevado número de acidentes naturais esse ano no mundo, incluindo terremotos, tsunamis, ciclones e tornados, é suficiente para permitir que as resseguradoras elevem seus preços. As informações são da Dow Jones.


Data: 29.08.2011 - Fonte: Agência Estado | Cynthia Decloedt

Florestas seguras

As florestas cultivadas no Brasil movimentaram R$ 2,6 milhões em prêmios no mercado segurador de janeiro a maio. Deste montante, o Allianz Floresta foi responsável por R$ 2,3 milhões ou 88,5% do saldo geral. O desempenho da seguradora foi puxado, sobretudo, pela ampliação da base florestal no país. Em 2010, a área ocupada por plantios de Eucalyptus e Pinus somou 6,5 mil hectares.

Data: 29.08.2011 - Fonte: Brasil Econômico

Descredenciamento de corretores em análise

A corretora autônoma Valeria Nascimento Leão, de Campo Grande/MS, levantou dúvida crucial para a profissão: se as seguradoras podem bloquear corretores e que providências podem ser tomadas. Como se trata de mais uma questão cujo debate serve para aprimorar a relação entre as companhias e a categoria, o CQCS foi a campo para levantar opiniões de pessoas das mais diversas regiões do país.


O corretor Leonardo Gomes Lobo de Faria, da Macro Sistemas e Métodos (Belo Horizonte/MG), informa que foi uma vez descredenciado por uma seguradora. “Enviei uma correspondência para a diretoria regional e, em poucos dias, estava tudo resolvido”.


O representante da Mentor Corretora (São Paulo/SP), Paschoal Guzzardi Neto, atua no mercado há 25 anos. “Somos uma grande corretora e, neste período, tivemos alguns dissabores com esta ou aquela seguradora, mas nada que interferisse direto em nossos negócios”.


Com a opinião de que “infelizmente podem”, a corretora Luiz Carlos Biassi, da Biassi & Lisa Corretora (São Paulo/SP) comenta o direito de opção para os dois os lados. “Assim como nós escolhemos as seguradoras, elas também podem nos escolher. O que precisamos é de apoio dos Sincor’s”.


O corretor Paulo dias, de Belo Horizonte/MG, enfatiza que há muitos critérios. “Umas não aceitam pessoa física, outras só operam com pessoa jurídica. Se você ficar sem produção por um período ou não cumprir as metas, é descredenciado”.


Já o corretor Garaldo Moraes Tomas, avalia tudo pela perspectiva do segurado. “O fato de a seguradora bloquear, limitar e condicionar a atuação de corretores é um atentado contra o consumidor, a partir do momento em que este passa a não ter acesso a todas variantes, nuances de preços e condições contratuais que o mercado pode oferecer, visando obter o que o melhor se adapte as suas necessidades, através do corretor de sua confiança”, finaliza.

Data: 29.08.2011 - Fonte: CQCS | Pedro Duarte

Caixa agiliza pagamento de indenização no seguro habitacional

Reportando-se à legislação que determina que as seguradoras cumpram o prazo máximo de 30 dias para avaliar um sinistro da apólice habitacional, a Caixa Seguros diz que reduziu todos os prazos para o pagamento das indenizações do produto, este ano.


A empresa sustenta que atualmente cumpre em média cinco dias úteis para liberar o pagamento em caso de danos físicos ao imóvel (DFI). Nos casos onde é preciso um laudo de vistoria inicial, o processo demora em média 13 dias. Para situações de morte ou invalidez permanente (MIP), o pagamento da indenização para os riscos cobertos ocorre em prazo médio de 15 dias.


Em 2010, a companhia revela que mais de 11 mil pessoas receberam indenização por MIP e DFI, no valor total de R$ 137 milhões. Dentre as estratégias utilizadas para reduzir o prazo de pagamento de indenizações, a Caixa destaca a implantação de soluções de tecnologias da informação e o estreitamento da relação com os segurados.


Data: 29.08.2011 - Fonte: Seguros.inf.br

Cuidados para fugir das fraudes

O jornal O Povo traçou um roteiro com dicas e orientações para aposentados e pensionistas não caírem em golpes como o da "apólice de liberação de benefícios", do "bilhete premiado" e outros que fazem muitas vítimas


A toda hora espertalhões, estelionatários tentam enganar alguém. Idosos e mulheres estão entre as principais vítimas. O Povo conversou com a Previdência Social, a Susep, representantes de entidades ligadas aos aposentados e levantou dicas e orientações importantes para não cair em armadilhas. Também aprofundou sobre o golpe da “Apólice de Liberação de Benefícios dos Segurados”.


De tempos em tempos essa fraude aparece em Fortaleza e por todo o País. Geralmente a pessoa recebe correspondência, uma cópia de apólice, que diz que foi liberado pecúlio no valor de R$ 66.550, no caso mais recente, mais aposentadoria de seis salários mínimos. A aposentada Cris Barros (nome fictício) foi uma das que recebeu a correspondência de uma tal CNSP - Companhia Nacional de Seguros e Previdência.


No site http://quemperturba.inerciasensorial.com.br/11/7855-8800 podem ser vistas mensagens de outras 23 pessoas (até a última quarta-feira) afirmando ter recebido igual “apólice” e que se trata de um golpe. O delegado Jaime de Paula Pessoa, da Delegacia de Defraudações e Falsificações, diz que esse golpe é “manjado”. E avalia que se persiste é porque as pessoas continuam sendo lesadas apesar da fraude já sido divulgada nos meios de comunicação por diversas vezes.


Em abril do ano passado, por exemplo, O Povo publicou reportagem sobre essa mesma fraude. A diferença era o nome da empresa Agio (sic) Nacional de Seguros da Previdência Privada (Anseprevi) e o valor (R$ R$ 55,8 mil)., mas os golpes continuam e fazendo um grande número de vitimas. Pela Internet O Povo também apurou que em fevereiro deste ano este mesmo golpe da “apólice” foi aplicado utilizando o nome de uma “Associação dos Servidores Médicos Pensionistas e Aposentados do Brasil”.


A Susep trata o caso como “golpe do seguro” e diz que ele continua. Informa que, em função de novas denúncias que têm surgido, relativas a tentativas de golpes contra consumidores, a Susep reitera comunicado anterior, ressaltando a importância do devido cuidado com propostas “aparentemente” muito vantajosas feitas sem a devida comprovação de fonte confiável. “Há alguns anos, estelionatários vem causando prejuízos a cidadãos, oferecendo o resgate de Seguros e planos de Previdência adquiridos no passado, mediante o pagamento prévio de valores a título de custas para liberação do resgate. Na maioria dos casos, quando do contato feito pelos estelionatários, as empresas onde os Seguros foram contratados já encerraram suas atividades, encontrando-se sob regime de liquidação extrajudicial”, diz a comunicação.


A Susep informa também que os liquidantes em nenhuma hipótese solicitam pagamento prévio de qualquer valor para liberação de benefícios. Destacam ainda que, quando é feito contato com qualquer pessoa para recebimento de valores, este é feito de maneira formal, normalmente por carta ou edital. Dessa forma, qualquer ligação telefônica, e-mail, ou contato feito por pessoa se identificando como servidor da Susep, CNSP (sigla de Conselho Nacional de Seguros Privados), etc., onde seja solicitado qualquer tipo de pagamento para resgatar direitos referentes a planos contratados no passado, trata-se de tentativa de golpe, e deve ser denunciado imediatamente a Susep que já encaminhou denúncia ao Ministério Público e à Polícia Federal com o objetivo de coibir essa prática.

Data: 29.08.2011 - Fonte: O Povo

Mercado em ascensão necessita da figura do corretor

Evento injeta estímulo nos corretores para aproveitar oportunidades existentes no mercado brasileiro, a partir de histórias de profissionais que venceram as dificuldades, conquistaram seu espaço e tornaram-se referências


Daqui para frente, a figura do corretor especializado em Vida e Previdência será ainda mais fundamental, até como canal criador da cultura de produtos de longo prazo na sociedade. Com o objetivo de capacitar mais corretores para os ramos e disseminar as melhores práticas em vendas, a Fenaprevi realizou ontem, 25 de agosto, a quarta edição do Seminário Internacional de Marketing e Vendas, em São Paulo. O evento foi acompanhado por 270 profissionais de forma presencial e contabilizou mais de 800 acessos via internet.


Segundo o presidente da Fenaprevi, Marco Antonio Rossi, para que as áreas continuem na rota de crescimento dos últimos 15 anos, integra o planejamento estratégico da entidade a capacitação para que mais corretores atuem nas áreas. “Nosso desafio é formar, no Brasil, profissionais que tenham a competência para chegar aos 44 milhões de pessoas que emergiram para a classe C, pois temos o desafio de inseri-las no mundo dos seguros. Também temos a oportunidade de vender mais seguros para as camadas mais ricas, que ainda contratam pouca proteção”, disse Rossi, para quem o papel do corretor é importante para dar sustentação diferenciada aos produtos.


O volume de depósitos em planos de previdência cresceu 26,5% no primeiro semestre deste ano em comparação com o mesmo período de 2010 e bateu a marca de R$ 24,9 bilhões em novos depósitos. Com isso, a carteira total de investimentos atingiu R$ 243,5 bilhões nos seis primeiros meses de 2011, 23% acima do alcançado em 2010.


O cenário brasileiro conta com grandes oportunidades e mostra, segundo o presidente da Fenaprevi, o quanto o mercado de seguros tem a trabalhar. “O Brasil ainda é o 47º país em consumo de seguros. Temos um universo de oportunidades”.


Data: 29.08.2011 - Fonte: Revista Cobertura

Investigador de seguro se sofistica para caçar fraudes

O perito aposentado Carlos Alberto Azzolini, 63, viajou pelo país em busca de um morto. Achou quem procurava, só que vivo, na Bahia.


O "defunto" tinha sido atropelado em São Paulo, mas tudo não passava de uma farsa para receber o dinheiro do seguro. Um cadáver foi comprado para ser enterrado no lugar do segurado.


Não foi o único defunto que ele encontrou vivinho da Silva. Fatos como esse são rotina para Azzolini, que atua há 35 anos como investigador de fraudes a seguradoras.


Profissionais como ele se espalharam -e se sofisticaram- pelo país como reflexo do aumento da procura pelo serviço de Seguros e, consequentemente, dos golpes.


Para se ter uma ideia da sofisticação, Azzolini prevê inaugurar até o final do ano um laboratório de perícias para detecção de fraudes no Pacaembu (zona oeste).


Dados de uma pesquisa da Confederação Nacional das Empresas de Seguro (CNSeg) obtidos pela Folha mostram que houve aumento de 32% na detecção de fraudes contra seguradoras na comparação de 2009 com 2010.


O aumento do número de comprovações dessas fraudes também cresceu -em 26%. "Estima-se mundialmente que o número de fraudes representa 10% do total de indenizações", diz Julio Avellar, superintendente da Central de Servicos e Proteção ao Seguro da CNseg. Para ele, se as quadrilhas especializadas em fraudes se sofisticam, as empresas que apuram os golpes seguem a mesma linha.


Nesse mercado de caçadores de fraudes há dois tipos de profissionais: o regulador e o investigador.


O primeiro costuma ser formado por advogados, engenheiros e peritos criminais, que além de apurar fraudes, avaliam os sinistros para informar à seguradora os valores corretos da cobertura.


O segundo é composto por detetives, que fazem trabalho semelhante aos de policiais, buscando provas de golpes e desvendando farsas que vão do incêndio provocado aos "mortos-vivos".


É comum esses técnicos serem contratados por reguladores. Há também escritórios de advocacia que atuam exclusivamente no chamado direito do seguro.


Data: 29.08.2011 - Fonte: Folha de São Paulo

Seguradora calcula em US$ 1,1 bi danos causados pelo Irene

Os danos provocados pelo furacão Irene no Caribe cobertos por SEGUROS podem chegar a US$ 1,1 bilhão, calculou esta sexta-feira uma seguradora americana.


A AIR Worldwide estimou os danos com cobertura de seguro entre US$ 500 milhões a US$ 1,1 bilhão, mais de 60% dos quais nas Bahamas, castigadas pelo Irene na quarta e na quinta-feira.


"Esta estimativa inclui danos a residências, lojas, indústrias (e seus conteúdos), automóveis e perdas empresariais provocados pelos ventos e as inundações devidas às chuvas em Bahamas, Porto Rico, República Dominicana, (ilhas) Turcas e Caicos e outros otros territórios do Caribe", informou a AIR em um comunicado.


Segundo a fonte, o Irene, com ventos de até 210 km/h, deixou danos significativos nas Bahamas e em Abaco, Cat e Eleuthera, antes de se dirigir para a costa dos Estados Unidos.


Data: 29.08.2011 - Fonte: Portal Exame

Disciplina é ponto-chave para corretores alcançarem sucesso

Ao partir da premissa de que o corretor que agregar valor nunca perderá seu espaço no mercado, o vice-presidente corporativo da Limra e Loma Internacional, Samy Hazan, apresentou os requisitos do corretor de sucesso do futuro. Eles estão calcados em três pontos: desejo, metodologia - preparação, estratégia e capacitação - e, sobretudo, disciplina.


Outro ponto importante para os corretores de sucesso é a capacidade de liderança. “O líder comercial engaja sua equipe com relação ao futuro e a resolução de problemas. Ele também alinha o foco, dá apoio por meio de ferramentas, sistemas, treinamento e os reconhece financeiramente”, cita.


Hazan recomenda que a criação de uma corretora sólida tenha como foco o longo prazo e o relacionamento, além do conhecimento do cliente, que também implica em desenvolver uma experiência única e buscar agregar valor. "Os corretores de sucesso têm disciplina para fazer o que tem de ser feito. Eles agregam valor por meio do relacionamento, da resolução de problemas, gestão de riscos e sinistro. É necessário ter uma visão holística dos riscos que as pessoas e as empresas têm", recomenda.


Segundo ele, o ciclo da venda tem início em uma ligação e na conversa, segue para o agendamento, a reunião e a concretização da venda, e tem de ser encerrado com a indicação. Para que os corretores gerenciem o andamento dos negócios e vejam as oportunidades existentes em sua própria carteira, o vice-presidente da Limra e Loma, sugere a criação de uma planilha com informações de todos os segurados, no que denomina como mapa do sucesso - rede de oportunidades para plano de crescimento e fidelização.

Data: 29.08.2011 - Fonte: Revista Cobertura

domingo, 28 de agosto de 2011

Imposto: projeto de lei prevê dedução de seguros no IR de pessoa física

O Projeto de Lei 1717/11, da deputada Bruna Furlan (PSDB-SP), se aprovado, vai permitir que o contribuinte deduza do IRPF (Imposto de Renda da Pessoa Física) os pagamentos de seguros.

A medida, que segue em análise na Câmara, inclui seguros de vida, imóvel e automóvel relativos aos contribuintes ou aos seus dependentes.

O texto altera a Lei 9.250/95, que trata do Imposto de Renda. Segundo a deputada, o estado não tem condições de garantir plena segurança aos cidadãos, como previsto na Constituição.

“É incongruente que a legislação do Imposto de Renda não admita que os gastos com seguros possam ser deduzidos da renda bruta tributável”, disse Bruna, segundo a Agência Câmara.

Tramitação


A proposta, que segue em caráter conclusivo, será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação, e também de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Data: 26.08.2011 - Fonte: InfoMoney

Lei boliviana e atividades ilegais no Brasil geram alta no preço dos seguros

A possibilidade de se conseguir prêmios de seguro de veículos mais baratos no Brasil está ficando cada vez mais remota. Afinal, esse custo se agrega automaticamente ao preço de um carro novo. Estima-se que quase todos saiam das lojas já segurados. Se for financiado, praticamente não há exceção. Entre os 35% que compram à vista, para o próprio uso, o percentual é altíssimo.

Venda de apólices nas concessionárias integra o portfólio de serviços oferecidos. Seguro menos caro aumenta o leque de interessados em comprar um automóvel zero quilômetro. Porém, há uma má notícia: os prêmios podem subir de preço, em vez de cair.

Uma das razões está na polêmica lei aprovada na Bolívia para legalização de carros circulando irregularmente no país vizinho. Durante as últimas décadas, veículos furtados e roubados atravessavam fronteiras pouco controladas, em especial do Paraguai e Bolívia. Com isso, o seguro pago aqui aumentou continuamente pela dificuldade de recuperação.

A intenção do presidente boliviano, Evo Morales, parece boa. Trata-se de uma tentativa de controlar uma frota clandestina que nem o governo sabe quanto representa do total. Ele foi um pouco infeliz quando afirmou que os contrários à lei queriam só impedir que pessoas pobres tivesse acesso ao meio próprio de transporte.

Para as autoridades locais, apenas veículos que cruzaram a fronteira contrabandeados ou sem pagar impostos serão legalizados, mediante taxas de regularização. E ainda pediram ao Brasil uma relação dos carros suspeitos. Claro que quem recepciona esse tipo de "mercadoria" vai adulterar dados e esconder a origem fraudulenta. Portanto, na prática, continuarão circulando e agora com ficha limpa.

Acredita-se que em torno de 15% dos veículos não recuperados seguem para países vizinhos e a Bolívia é um destino fácil. As seguradoras tenderão a repassar aos segurados brasileiros essa conta na forma de prêmios mais altos. E o pior é não haver garantias de que o controle fronteiriço passe a funcionar de verdade. De tempos em tempos, essa espécie de anistia com o chapéu dos outros pode ser retomada, nunca se sabe.


A LEI QUE NÃO VINGOU


O segundo formador de preços de apólices são as colisões e as peças utilizadas para o conserto. Estima-se que um terço dos automóveis sem recuperação pela polícia vai parar em desmanches clandestinos. Daí a ideia de regulamentar a atividade ilegal de desmontagem por meio de criação de empresas especializadas em separação, catalogação, reaproveitamento de componentes e reciclagem. Se um carro sofre perda total por colisão dianteira ou traseira, por exemplo, muitas peças não são afetadas na extremidade oposta.

Em países europeus esse serviço é executado há anos e na Argentina já levou a uma diminuição significativa no índice de furtos e roubos em apenas três anos. No Brasil, o Congresso Nacional discutiu por quatro anos e aprovou em 2010 a lei 345/07, de autoria do senador falecido Romeu Tuma, que regulamentava a desmontagem de veículos leiloados como sucata ou classificados como irrecuperáveis, além daqueles com mais de dez anos de fabricação.

No entanto, em janeiro desse ano, a presidente Dilma Rousseff vetou integralmente a lei, alegando "a falta de parâmetros técnicos mínimos para o comércio de peças usadas no mercado de reposição e da ausência de garantia do controle da qualidade e das condições de comercialização". Isso apesar da ampla discussão promovida por deputados e senadores, incluindo órgãos de trânsito, seguradoras, reparadoras e fabricantes de autopeças.

Causou surpresa a rejeição total e não de pontos específicos do texto aprovado. Mesmo porque uma regulamentação bem feita da lei poderia aprofundar exigências e controles sobre os componentes reaproveitados, ao contrário do que existe atualmente em relação até aos desmanches regularizados.

Hoje, os modelos de entrada e de menor preço, produzidos em larga escala, sofrem com as apólices de seguros proporcionalmente mais caras. Isso se deve à grande frota circulante de carros desse tipo, a verdadeira base do mercado, e que continuará a crescer aceleradamente nos próximos anos. Ao mesmo tempo, atrai as quadrilhas especializadas em furto e desmontagem de componentes, o que a lei justamente queria evitar.

Data: 26.08.2011 - Fonte: UOL

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Investimentos superam R$ 243 bilhões em junho

PREVIDÊNCIA PRIVADA - Para a Fenaprevi, aumento da renda propicia a formação de reservas, indicando que a cultura de poupança de longo prazo já é uma realidade
O mercado de previdência complementar aberta fechou o primeiro semestre do ano com R$ 243,5 bilhões na carteira de investimentos, registrando crescimento de 23% sobre igual intervalo de 2010, segundo dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi). "A previdência vive um ciclo virtuoso de expansão", avalia o presidente da entidade, Marco Antônio Rossi, que também preside o grupo Bradesco Seguros.


O VGBL é o plano responsável por mais de 57% dos recursos na carteira de investimento, com R$ 139,4 bilhões, 31,1% a mais do que em junho do ano passado. O PGBL contribuiu com R$ 59,6 bilhões, 24,5% do total, enquanto os planos tradicionais responderam por R$ 43,9 bilhões (18%) e os demais produtos com R$ 511,3 milhões (pouco mais de 0,2%).


Na carteira de investimentos, recursos da ordem de R$ 235,2 bilhões (96,6% do total) estão nas reservas técnicas, que cresceram no primeiro semestre 23,4% em relação a idêntico intervalo do ano passado.


RECEITA. Os dados da Fenaprevi apontam ainda que os depósitos em planos de previdência complementar aberta cresceram 25,6% de janeiro a junho e bateram a marca de R$ 24,9 bilhões. A expansão também foi vigorosa na análise da captação mensal. Em junho o mercado faturou R$ 4,5 bilhões, 56,5% a mais do que em junho de 2010.


"A preocupação com a renda futura está se fixando na agenda dos brasileiros. A expansão dos volumes de arrecadação mostra que a cultura de poupança de longo prazo já é uma realidade para os indivíduos, que estão aproveitando o aumento da renda para compor reservas", analisa Marco Antonio Rossi.


No semestre, o VGBL foi o produto preferido dos participantes, cujo incremento foi de 30%, totalizando R$ 20,3 bilhões, 81,5% do total. No mês de junho, o produto cresceu expressivos 68,2%. O PGBL, por sua vez, com receita de R$ 2,9 bilhões em seis meses, avançou 16,9%. Em junho, a alta foi de 24,7%. Já os planos tradicionais totalizaram aportes de R$ 1,6 bilhão no semestre, apresentando queda de 2,3%.


Os números da Fenaprevi mostram também que os planos individuais foram os que receberam mais aportes: R$ 20,9 bilhões no semestre, aumento de 26,5%. Os planos para menores avançaram 21,4%, com depósitos de R$ 805 milhões, e os empresariais registraram expansão de 21,2%. A receita foi a R$ 3,1 bilhões.


CLASSIFICAÇÃO. Segundo ainda os dados da Fenaprevi, a Bradesco Vida e Previdência liderou o ranking de arrecadação no primeiro semestre do ano com fatia de 32,21% do total. A BrasilPrev veio em segundo lugar com 24,35%, seguida da Itaú Vida e Previdência (21,61%). Mais distante, estava a Caixa Vida e Previdência com parcela de 7,54% na quarta colocação, acompanhada da Santander Seguros (4,8%), HSBC Vida e Previdência (3,86%) e Sul América Seguros e Previdência (0,9%). No oitavo lugar apareceu a Icatu Seguros (0,84%), próxima da Safra Vida e Previdência (0,74%) e da Porto Seguro Vida e Previdência (0,54%). As demais empresas somaram, no total, 2,6% da receita captada no primeiro semestre.

Data: 26.08.2011 - Fonte: Jornal do Commercio RJ

ANS quer que operadoras disponibilizem rede conveniada na internet

A ANS pretende criar uma norma para que as operadoras de plano de saúde disponibilizem na internet as suas redes assistenciais. Conforme nota divulgada nesta quarta-feira (17) pela Agência, o objetivo é "permitir que o beneficiário localize de forma mais fácil e ágil todos os prestadores de serviços de saúde do plano contratado" e "criar critérios para divulgação da rede de prestadores e garantir a atualização em tempo real das alterações realizadas". De acordo com a proposta, os dados serão exibidos conforme o porte de cada operadora.
Por exemplo, as empresas com mais de 100 mil beneficiários deverão apresentar georreferenciamento por meio de imagens ou mapas que indiquem a localização espacial geográfica de cada prestador de serviço de saúde (mapeamento geográfico dinâmico). Já as operadoras com número de beneficiários entre 20 mil e 100 mil deverão adotar o georreferenciamento de mapas (mapeamento geográfico).
Por sua vez, as operadoras de com até 20 mil beneficiários deverão informar a rede credenciada na internet, permanentemente atualizada, não sendo obrigatório exibir o mapeamento geográfico ou mapeamento geográfico dinâmico.
A rede assistencial deverá ser exibida por cada plano de saúde, apresentando o nome comercial do plano, seu número de registro na ANS ou seu código de identificação no Sistema de Cadastro de Planos comercializados anteriormente a janeiro de 1999, data de vigência da Lei 9.656/98.
Em relação aos prestadores de serviços de saúde, a operadora deverá expor informações como: nome fantasia do estabelecimento (pessoa jurídica) ou nome do profissional (pessoa física); tipo de estabelecimento; especialidade(s) ou serviço(s) contratado(s) - de acordo com o contrato firmado - e endereço. Neste caso, os parâmetros sugeridos para que a informação seja disponibilizada são os seguintes: unidade da federação; município; bairro; logradouro; número; código de endereçamento postal ? CEP; e telefones. Para decidir se oficializará a proposta de Resolução Normativa, a ANS abrirá uma consulta pública no dia 24 de agosto. A população poderá opinar durante 30 dias, por meio de um formulário eletrônico disponível na página da ANS na internet. Serão aceitas sugestões de beneficiários, operadoras e prestadores de serviços de saúde.


Revista Apólice | Jamille Niero 

SulAmérica amplia serviços Prestige para segmento saúde

A SulAmérica ampliou serviços Prestige para o segmento de saúde. A nova linha de seguro de saúde chegou ao mercado no primeiro semestre deste ano com novidades, entre elas o plano Prestige, voltado para o público que exige serviços exclusivos.
O plano oferece uma rede com médicos exclusivos, descontos em diversos serviços, concierge, consultas médicas, fisioterapia domiciliar e coberturas adicionais à lei, como escleroterapia, fonoaudiologia, psicomotricidade e cirurgia refrativa. Além de Assistência Viagem completa, com serviços no Brasil e no exterior e contempla o tratado de Schengen - um acordo assinado entre países da União Europeia que estabelece que os turistas tenham a obrigatoriedade de uma assistência de viagem.
O plano Prestige está disponível para o SulAmérica Saúde PME, voltado para empresas entre 3 e 29 vidas, e o SulAmérica Saúde Empresarial, para contratos a partir de 30 vidas. O SulAmérica Odontológico também passa a oferecer o plano. Entre os diferenciais estão: emergência odontológica domiciliar, concierge, rede referenciada exclusiva, clareamento a laser e Spa Odontológico.


G.F
Revista Apólice

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Comissão aprova fundo de previdência de servidor

Data: 25.08.2011 - Fonte: O Estado de S. Paulo | Denise Madueño e Edna Simão


Texto base do projeto foi aprovado em votação apertada em Comissão da Câmara, que vai analisar agora 60 emendas apresentadas por parlamentares


A Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público da Câmara aprovou ontem o texto base do projeto de lei 1992/07, que cria um fundo de previdência complementar para servidores federais, além de fixar um teto dos valores das aposentadorias e pensões para a categoria. A votação foi apertada e o texto foi aprovado no limite, com um placar de 13 votos favoráveis a 7 contra.


A proposta prevê que, se o funcionário quiser receber uma aposentadoria ou pensão superior ao limite que é pago pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), atualmente de R$ 3.689,66, terá de optar pela previdência complementar. Se aprovada, a proposta vai criar à maior entidade de previdência complementar fechada do País, a Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal (Funpresp), que vai gerir as contribuições dos servidores.


As bancadas do PCdoB, PDT, PT apresentaram 12 destaques ao projeto, que serão votados na próxima semana pela comissão. O relator do projeto, deputado Sílvio Costa (PTB-PE), afirmou que todos os destaques prejudicam o projeto aprovado.


"Todos os destaques são no sentido de aniquilar o projeto. Vou procurar o governo para saber até que ponto há o interesse de aprovar a proposta", disse Costa, lembrando que a maioria dos partidos que querem modificar o projeto aprovado pertencem à base aliada.


O projeto não é aceito pelas entidades que representam os servidores públicos, que queriam seu arquivamento e um aprofundamento da discussão.


Sílvio Costa disse ainda que pretende conversar com as ministras Ideli Salvatti (Relações Institucionais) e Gleisi Hoffmann (Casa Civil) e com o ministro Guido Mantega (Fazenda). "Vou fazer um apelo aos ministros para que liguem para os deputados pedindo que retirem os destaques."


"Reforma pontual". O ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves Filho, tem se posicionado favorável à aprovação do fundo, que é um dos principais itens da reforma "pontual" que o governo Dilma Rousseff pretende fazer na Previdência Social.


Depois de passar pela Comissão do Trabalho, o projeto ainda precisa passar pelas comissões de Seguridade Social e Família; Finanças e Tributação; e Constituição e Justiça, para depois seguir para o plenário da Câmara. A proposta ainda terá de ser avaliada no Senado.