A corrida para excelência não tem linha de chegada.
David Rye

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Zurich Seguros lança para o canal corretor Seguro de Vida para micro, pequenas e médias empresas

A Zurich, multinacional de origem suíça e um dos três maiores grupos seguradores do mundo, fortalece sua atuação no segmento Vida & Previdência e lança o seguro Zurich Vida Empresa para distribuição através dos corretores de seguros. O produto é um seguro de vida em grupo e acidentes pessoais coletivos, desenvolvido especialmente para micro, pequenas e médias empresas.


Richard Vinhosa, CEO de Vida & Previdência da Zurich, explica que os grandes diferenciais deste produto são que o corretor poderá ter mais flexibilidade e agilidade de negociação e o cliente maior personalização. “Tivemos uma boa receptividade ao produto com as equipes comerciais da Zurich. Nossa estratégia traz preços bastante competitivos e planos montados de acordo com as necessidades dos contratantes”, destaca Vinhosa.


A estratégia é oferecer opções de cálculos a partir do cadastro do grupo segurado, sendo possível oferecer o produto com preço mais adequado ao perfil de cada cliente. Outro ponto de destaque deste produto é que o corretor terá acesso direto ao Sistema Integrado de Seguros, onde poderá fazer, de forma mais ágil, simulações das propostas, gerar todos os cálculos e finalizar uma proposta sem a necessidade de consulta prévia à seguradora.


“Ao lançarmos o produto para o canal corretor, oferecemos mais opções para os nossos parceiros de vendas, garantindo o atendimento personalizado, que atenda às necessidades e exigências de cada cliente ou grupo de clientes”, pontua Livio Bellandi, diretor de Subscrição e Produtos da área de Vida da Zurich.


Os Corretores interessados podem montar os seus planos, escolhendo as coberturas, formas de pagamento e limites de capital que atendam ao perfil das empresas. Os planos podem incluir, além de sócios, dirigentes e estagiários, cônjuges, filhos e empregados domésticos dos segurados.


O seguro Vida Empresa, nas modalidades de Vida em Grupo e Capital Global, é um produto que oferece coberturas tradicionais, como morte natural e acidental, invalidez acidental ou por doença, morte natural e acidental para cônjuge e filhos, além de coberturas inovadoras como rescisão trabalhista, doença congênita de filhos, morte de empregado doméstico, entre outras. O cliente ainda poderá agregar ao seguro serviços como assistência funeral, cesta básica, cesta natalidade e assistência viagem 24 horas.


Os grupos segurados devem ter no mínimo dois e no máximo 400 empregados, sendo fixada, para contratação, a idade mínima de 14 anos e máxima de 70 anos para cobertura de vida e máxima de 75 anos para as coberturas de acidentes pessoais. O valor do prêmio (custo do seguro) sai a partir de R$ 40 mensais ou R$ 240 a anualidade.


Zurich Grupo


Zurich Financial Services Group (Zurich) é um fornecedor líder de soluções de seguros multi-canal que dispõe de uma rede mundial de subsidiárias e escritórios situada na Europa e na América do Norte, bem como na América Latina, no Pacífico Asiático, no Oriente Médio entre outros mercados. Oferece uma vasta gama de soluções de seguros vida e não vida para indivíduos, pequenas, médias e grandes empresas, assim como multinacionais. A Zurich conta com cerca de 60.000 colaboradores, servindo clientes em mais de 170 países. O Grupo foi fundado em 1872 e a sua sede é em Zurique, na Suíça. Zurich Financial Services Ltd (ZURN) encontra-se listada no SIX Swiss Exchange e tem um nível I no programa American Depositary Receipt (ZFSVY), que é transacionado fora de bolsa no OTCQX. Para mais informações sobre a Zurich, consultar www.zurich.com


Zurich Brasil Seguros


A Zurich está presente no Brasil desde 1982, oferecendo uma gama de seguros voltados a empresas e pessoas físicas. Com atuação nacional, a empresa possui 23 Filiais e 28 ZACs (Zurich Atendimento ao Corretor) espalhados pelo País. Em 2008, a Zurich adquiriu a Companhia de Seguros Minas Brasil e a Minas Brasil Vida e Previdência. A aquisição faz parte da estratégia da Zurich de expandir sua presença no Brasil, seus canais de distribuição e sua operação na área de massificados, especialmente Automóvel e Vida. Em 2011, a Zurich firmou uma parceria com o Grupo Santander de forma a criar uma joint venture na área de seguros.


Data: 08.09.2011 - Fonte: Cia da Informação

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

São Paulo recebe curso Comissário de Avarias

São Paulo receberá o curso para habilitação de Comissário de Avarias, oferecido pela Funenseg. As aulas, com início marcado para 19 de setembro, têm por objetivo desenvolver habilidades para a formação do profissional credenciado a fazer vistoria de mercadorias, bens e equipamentos danificados em sinistros.


Conceitos Básicos de Seguros, Direito e Legislação do Seguro Transportes, Seguro Transportes e de Responsabilidade Civil do Transportador, Noções de Comércio Exterior, Operações com Cargas e Organização Portuária e Retroportuária Alfandegada são alguns dos conteúdos que o curso compreende. A carga horária é de 162 h/a.


Para participar do curso é pré-requisito que o aluno tenha concluído o nível médio. O investimento é de R$ 2.360,00 - pode ser parcelado em quatro vezes. Mais informações estão disponíveis no site www.funenseg.org.br, pelo telefone (11) 5212-2100 ou pelo e-mail secretariasp@funenseg.org.br.


Data: 08.09.2011 - Fonte: Revista Apólice | Gabriela Ferigato

Nordeste é a região onde a previdência privada mais cresce

Uma análise realizada pela Brasilprev mostra que o brasileiro está mais consciente da importância da poupança de longo prazo e investe mais em previdência. Estas informações partem dos dados divulgados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) sobre o crescimento da arrecadação no mercado vivo nas diferentes regiões do País.


Entende-se como "mercado vivo" as modalidades de planos de previdência privada que são comercializados atualmente, ou seja, o Plano Gerador de Benefícios Livres (PGBL) e o Vida Gerador de Benefícios Livres (VGBL).


Os dados revelam que os investimentos em previdência privada por parte da população brasileira cresceram fortemente nos últimos 12 meses, tanto em arrecadação como no valor médio mensal aportado.


"Apesar de a Região Sudeste ser ainda a responsável pela maior parte dos recursos investidos em previdência - 68,8% - fica evidente que todas as regiões do País estão ganhando com a evolução da economia brasileira. Hoje, percebemos que as Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste cresceram acima do Sudeste e Sul em arrecadação no mercado vivo, o que há alguns anos pareceria impossível", afirma André Camargo, superintendente de Gestão Estratégica da Brasilprev.


Em maio de 2011, a Brasilprev realizou um estudo em sua base de clientes com planos PGBL e VGBL, que totaliza 1,08 milhão de participantes, a fim de identificar o perfil destas pessoas. "A análise realizada nas cinco regiões brasileiras mostrou que, dos mais de 1 milhão de clientes das modalidades PGBL e VGBL, 54% são do sexo masculino, 54% optaram pela tabela regressiva do Imposto de Renda e 42% têm os planos Brasilprev Júnior, voltado a clientes com idade entre 0 e 21 anos. O tíquete médio, ou seja, o valor investido mensalmente, é de R$ 248", afirma Sandro Bonfim, gerente de Inteligência de Mercado da companhia e responsável pelo estudo.


O executivo destaca que no nordeste, cujo crescimento em arrecadação foi o maior entre todas as regiões, de 28,5%, o tíquete médio é de R$ 236 - 20% maior que o registrado há um ano. "O momento atual da economia brasileira colaborou para um processo importante de distribuição de renda, fenômeno que, aliás, está acontecendo em todo o Brasil, mas, sobretudo, entre as pessoas da classe C, o que refletiu no incremento da indústria da previdência privada no nordeste, assim como nos demais estratos sociais. Acreditamos que esse ritmo se manterá", avalia.


O sudeste continua sendo a que mais arrecada, e representa 68,8% do total, sendo 48,6% apenas no Estado de São Paulo. O sudeste também é o que tem o maior tíquete médio do Brasil: R$ 265, valor 11% maior que o conferido no período anterior.


Data: 08.09.2011 - Fonte: Revista Cobertura

Seguradoras incentivam atitudes ecologicamente corretas

Iniciativas ecologicamente corretas que visam promover a sustentabilidade estão cada vez mais presentes no dia a dia dos brasileiros. A Porto Seguro é uma empresa atenta às questões ambientais e, a fim de colaborar para a preservação do meio ambiente, está lançando um serviço exclusivo de descarte de eletroeletrônicos para os clientes do Porto Seguro Equipamentos Portáteis. A iniciativa inclui a retirada gratuita de equipamentos pela Descarte Certo, companhia especializada na coleta, manejo de resíduos e reciclagem de produtos eletroeletrônicos.


O diretor de Ramos Elementares da Porto Seguro, Edson Frizzarim, ressalta que a ação proporcionará comodidade para os segurados, principalmente para aqueles que querem contribuir com o meio ambiente, fazendo o descarte dos equipamentos de forma adequada. “Sabemos que aparelhos eletrônicos e equipamentos de informática concentram em sua fabricação metais pesados que prejudicam a nossa saúde, como chumbo, cobre e mercúrio, por isso a destinação correta é tão importante”, aponta Frizzarim.


O serviço é válido para as cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná. Para solicitar a retirada do equipamento eletrônico, o segurado deve estar cadastrado no Portal do Cliente (https://wwws.portoseguro.com.br/novoportalsegurado/login.liv).


A Allianz Seguros também é uma companhia preocupada em promover o conhecimento e o diálogo sobre importantes questões globais, como energia renovável, mudanças climáticas, saúde e crescimento populacional. Um exemplo disso é o jogo CEO2, que está disponível no site “Sustentabilidade Allianz” (www.sustentabilidade.allianz.com.br).


O game coloca os internautas no papel do principal executivo de uma empresa, que tem como desafio reduzir o impacto ao meio ambiente sem perder a lucratividade do negócio. O participante tem a possibilidade de optar entre quatro indústrias com necessidades distintas: a de seguros, automotiva, química e de energia. O objetivo é fazer com que o internauta perceba como é importante analisar cuidadosamente os rumos que uma empresa deve tomar e os possíveis impactos que ela promove na sociedade.


Data: 08.09.2011 - Fonte: Escola Nacional de Seguros

A garantia do aluguel

Vai alugar um imóvel e ficou em dúvida entre dar uma caução ou pedir a um amigo para ser seu fiador? Pois saiba que existem mais opções no mercado. A legislação estipula que o proprietário pode exigir quatro modalidades como garantias ao pagamento do aluguel: caução, fiador, seguro-fiança ou cessão fiduciária. A mais comum em Pernambuco é o fiador, que é visto como uma confirmação da boa conduta dos inquilinos ou locatários. Já a caução em dinheiro está sendo rapidamente substituída pelos títulos de capitalização, exceto nos imóveis por temporada, onde a antecipação do aluguel continua sendo o método mais pedido."O mercado de imóveis local é ainda muito familiar. Os pais e sogros são os fiadores mais comuns", explicou professor e sócio-diretor da imobiliária Arrecifes, Frederico Mendonça.

Segundo ele, para ser aprovado, o fiador deve ter algum bem imóvel e estar com o nome "limpo" no SPC e Serasa. "Caso o fiador não tenha renda considerada suficiente para arcar com as despesas do novo contrato, pode-se fazer uma composição com dois fiadores, mas nunca alguém pode pedir dois tipos de garantia para o mesmo imóvel, como por exemplo, fiador e caução", ressaltou Mendonça.


Nada impede também que empresas ou bancos sejam fiadores de imóveis, como é o caso do Bradesco, que possui a Carta Fiança, em que o banco garante o cumprimento de obrigações de seus clientes (locatários), perante terceiros (locador). Outra opção que recorre aos bancos ou seguradoras é o seguro-fiança, segunda modalidade mais usada no mercado de aluguéis de Pernambuco. "Este é um seguro normal, com mensalidades, como o seguro do carro, e o sinistro é a inadimplência. Quando ocorrer a falta de pagamento, o banco ou a corretora pagam e vão cobrar aquela parcela atrasada com juros, mas o locador não será prejudicado em nenhum momento", comentou Mendonça.


Já no caso do caução, a velha e tradicional garantia em dinheiro, que só pode chegar a três vezes o valor do aluguel, está sendo rapidamente substituída pela garantia dos títulos de capitalização, onde o locatário faz um contrato com o banco em valores equivalentes a seis vezes o aluguel e o locador pode resgatar o título no caso do não cumprimento do contrário de locação. "O melhor neste método é que se o contrato terminar sem incidentes, o locatário poderá resgatar todo o dinheiro corrigido. É como uma poupança", avaliou Luciano Novaes, presidente do Sindicato da Habitação de Pernambuco (Secovi-PE).


Segundo Luciano, o dinheiro de caução costuma ser solicitado apenas em contratos temporários, ou seja, de até três meses. "Se alguém quiser alugar uma casa de praia neste verão, deverá ter uma folga no orçamento para pagar antes o valor do aluguel. A mesma coisa ocorre se você vai alugar uma casa em outro país, pois eles não vão aceitar um fiador do Brasil", ressaltou. A cessão fiduciária, apesar de permitida por lei, ainda não foi usada para aluguéis em Pernambuco. "Creio que funciona melhor quando alguém vai locar um prédio inteiro, algo grande", completou.


Saiba mais


Conheça as quatro modalidades de garantia locatícia que existem no mercado brasileiro:


1 - Caução: garantia em dinheiro


Seu valor não pode ser superior a três aluguéis


Deve ser depositado em caderneta de poupança em nome do locatário e locador conjuntamente


Deverá ser revertido em favor do locatário no final e cumprimento do contrato


Quando a caução ocorrer através de bens imóveis, o contrato de locação deverá ser registrado no cartório de registro de imóveis competente


No caso de caução em bens móveis, deve ser registrada no cartório de títulos e documentos


Também pode ser feita através de títulos de capitalização e ações


2 - Fiança: contrato pelo qual alguém assume perante o credor a obrigação de pagar a dívida, é conhecida também como fiador


Ela pode ser concordada no próprio contrato de locação ou em um instrumento à parte, a chamada carta de fiança, que também pode ser concedida por empresas e/ou instituições bancárias É a garantia mais comum no mercado brasileiro


Se o fiador for casado em separação absoluta de bens, é indispensável a assinatura do cônjuge do fiador


Deverá sempre ser contratada por escrito, não se admitindo uma fiança verbal, mesmo em contratos verbais de locação


Pode ser pedido mais de um fiador em um contrato de aluguel, mas jamais um fiador e uma caução ou dois tipos de modalidade de garantia


3 - Seguro de fiança locatícia: é o seguro concedido por uma seguradora cujo objetivo é garantir as obrigações do locatário perante o locador É semelhante a qualquer outro seguro e o sinistro é a inadimplência


Tanto o locador quanto o locatário podem contratar o seguro, mas deverá o locador, por si, manter o controle do pagamento das parcelas


4 - Cessão fiduciária: acontece quando as instituições administradoras de carteiras de títulos e valores imobiliários estão autorizadas a constituir fundos de investimento em garantia de locação imobiliária. É praticamente desconhecida pelo mercado brasileiro


A cessão começou a ser utilizada apenas em 2005, através da Lei nº 11.196/05


Nestes casos, a cessão em garantia da locação será formalizada mediante o registro do termo de cessão fiduciária, juntamente com uma via do contrato de locação


Todo o procedimento deverá ser realizado perante o administrador do fundo


Ocorrendo atraso no pagamento, o locador deverá notificar extrajudicialmente o locatário


Não ocorrendo o pagamento integral da dívida, poderá o locador solicitar ao administrador do fundo que lhe transfira a titularidade das cotas suficientes para a quitação da dívida


Data: 08.09.2011 - Fonte: Diário de Pernambuco | PE | Frederico Mendonça

Implantação do microsseguro Brasil está acelerada

A implantação do microsseguro vem ocorrendo de forma mais rápida e robusta no Brasil que no restante do mundo. A conclusão é dos especialistas do mercado de seguros que participaram do II Colóquio de Microsseguros ANSP, realizado semana passada em Porto Alegre (RS). O evento contou com aproximadamente 100 convidados, dentre elas, a Prof.ª Maria de Nazaré da Universidade de Lisboa e a Dra. Regina Simões da Susep, que afirmaram que o projeto-piloto realizado desde o ano passado no Morro Dona Marta, no Rio de Janeiro, já apresenta bons resultados.


"As projeções são ótimas. Esperamos alcançar números significativos de apólices até 2012 no Brasil. É um dado expressivo se comparado à porcentagem de aceitação dos microsseguros nos mercados dos outros países do BRIC - Rússia, Índia e China -, que apresentam semelhante desigualdade social", analisou Ana Rita Petrarolli, coordenadora da Cátedra de Microsseguros da ANSP. Grandes seguradoras já estão desenvolvendo departamentos próprios para o segmento.


Em vídeo apresentado no colóquio, Eugenio Velasques, da Bradesco Vida e Previdência declarou que o tema dos microsseguros e seguros populares muito os provoca. "Esse tema é de grande importância dentro da Bradesco Seguros, pela parte de inclusão social e educação financeira. Toda essa discussão que movimenta o mundo dos seguros populares é para a gente uma prioridade muito grande", disse.


Entretanto, para o presidente da Academia, Mauro César Batista, criar uma cultura de seguros na população mais carente brasileira será um desafio. "Somos o país conhecido por esperar o pior acontecer para depois tomar providências. Não costumamos nos precaver de danos, apesar de ser o correto. Mostrar para o brasileiro que é muito mais vantajoso se precaver será nosso papel social", afirmou o executivo.


Os palestrantes consideram que a educação financeira e a cultura de seguros serão inclusa no Brasil num processo natural, conseqüência da estabilidade econômica e da ascendência das classes mais populares. "Primeiro as pessoas vão às compras realizar seus sonhos de consumo. No segundo momento começam a se preocupar em proteger o patrimônio recém conquistado e a planejar a segurança e o futuro da família", comentaram.


Data: 08.09.2011 - Fonte: Revista Apólice

Brasileiro investe mais em previdência

Uma análise realizada pela Brasilprev Seguros e Previdência S.A. mostra que o brasileiro está mais consciente da importância da poupança de longo prazo e investe mais em previdência. Estas informações partem dos dados divulgados pela Susep sobre o crescimento da arrecadação no mercado vivo nas diferentes regiões do país. Entende-se como "mercado vivo" as modalidades de planos de previdência privada que são comercializados atualmente, ou seja, o Plano Gerador de Benefícios Livres (PGBL) e o Vida Gerador de Benefícios Livres (VGBL).


Os dados revelam que os investimentos em previdência privada por parte da população brasileira cresceram fortemente nos últimos 12 meses, tanto em arrecadação como no valor médio mensal aportado nos planos. "Apesar de a região Sudeste ser ainda a responsável pela maior parte dos recursos investidos em previdência - 68,8% - fica evidente que todas as regiões do país estão ganhando com a evolução da economia brasileira. Hoje, percebemos que as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste cresceram acima do Sudeste e Sul em arrecadação no mercado vivo, o que há alguns anos pareceria impossível", afirma André Camargo, superintendente de Gestão Estratégica da Brasilprev.


A análise revelou, ainda, que a Brasilprev vem conquistando espaço nestas regiões ao longo dos últimos anos, registrando crescimento na arrecadação do PGBL e VGBL acima da média do mercado em quatro delas (NE, CO, SE e S). Atualmente, é líder em nove estados, o que representa 32,06% do setor do país. Em maio de 2011, a Brasilprev realizou um estudo em sua base de clientes com planos PGBL e VGBL, que totaliza 1,08 milhão de participantes, a fim de identificar o perfil destas pessoas. Para Sandro Bonfim, gerente de Inteligência de Mercado da companhia e responsável pelo estudo, a análise realizada nas cinco regiões brasileiras mostrou que, dos mais de 1 milhão de clientes das modalidades PGBL e VGBL, 54% são do sexo masculino, 54% optaram pela tabela regressiva do Imposto de Renda e 42% têm os planos Brasilprev Júnior, voltado a clientes com idade entre 0 e 21 anos. "O tíquete médio, ou seja, o valor investido mensalmente, é de R$ 248", complementa o executivo. Segundo ele, o investidor tem tomado cada vez mais consciência de que a previdência privada é um dos melhores instrumentos de poupança para arrecadar recursos para viabilizar projetos de vida no longo prazo.


Bonfim destaca que no Nordeste, cujo crescimento em arrecadação foi o maior entre todas as regiões, de 28,5%, o tíquete médio é de R$ 236 - 20% maior que o registrado há um ano. "O momento atual da economia brasileira colaborou para um processo importante de distribuição de renda, fenômeno que, aliás, está acontecendo em todo o Brasil, mas sobretudo entre as pessoas da classe C, o que refletiu no incremento da indústria da previdência privada no Nordeste, assim como nos demais estratos sociais. Acreditamos que esse ritmo se manterá", avalia.


A Região Sudeste continua sendo a que mais arrecada no mercado de previdência privada aberta: representa 68,8% de todo o montante que é captado no país, sendo 48,6% apenas no estado de São Paulo. "O Sudeste também é o que tem o maior tíquete médio do Brasil: R$ 265, valor 11% maior que o conferido no período anterior. Creio que São Paulo deverá ainda ser o carro chefe da indústria, pela concentração de renda e riqueza na região", completa.


Já a Região Norte, cuja participação ainda é a menor do país (1,9%), registrou no mercado 21,5% de crescimento em arrecadação nas modalidades PGBL e VGBL. O tíquete médio da região aumentou em 16% e é de R$ 213. De acordo com Bonfim, tanto na Região Norte quanto na Nordeste há uma participação importante dos planos para menores. "Percebemos que o chefe da família abdica de outras despesas/investimentos para investir na educação dos filhos, daí a razão da alta representatividade dos produtos voltados aos menores nas regiões, que é de 49% no Norte e 45% no Nordeste", explica.


A Região Centro-Oeste, que corresponde a 6,1% do todo, cresceu 23,9% nos planos PGBL e VGBL, e o tíquete médio 17%, perfazendo R$ 239.


Por fim, a Região Sul registrou crescimento de 12,3% nas modalidades PGBL e VGBL no período. Na média, o tíquete dos três estados da região, que representaram 13,6% da arrecadação do país, evoluiu 18%, batendo R$ 237.


A indústria brasileira de previdência privada aberta cresce solidamente há anos - e deve manter essa tendência. Em 2010, o setor teve um crescimento de 20,8% em arrecadação dos planos e 22% em ativos. Para os próximos anos, estudos da Brasilprev indicam que o mercado manterá esta expansão e que até 2018, os ativos totais da indústria que hoje são de R$ 241,4 bilhões (maio/2011, segundo a Fenaprevi), chegarão ao R$ 1 trilhão.

Data: 08.09.2011 - Fonte: Revista Apólice

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Garantias na locação de imóveis

O título de capitalização e o seguro fiança avançam no mercado imobiliário do Rio de Janeiro como opção ao fiador nos contratos de locação. Ao jornal O Globo, Rosângela Vasconcelos, da Patrimóvel, diz na carteira da empresa a proporcionalidade este ano é de 40% dos contratos com fiador, 30% com título de capitalização e 30% com o seguro.

Data: 06.09.2011 - Fonte: Seguros.inf.br

Seguro é atividade de baixo risco para lavagem de dinheiro

Ao falar no 5º Seminário de Controles Internos, Auditoria e Gestão de Riscos, promovido pela CNSeg, quinta-feira passada, em São Paulo, o presidente da Canadian Life and Health Insurance Association, Frank Swedlove, sustentou que o mercado segurador é alvo de menos tentativas de lavagem de dinheiro do que outros setores financeiros em todo o mundo, em razão da própria natureza da atividade. Ele classifica a atividade de seguros como de baixo risco para lavagem de dinheiro ou ações de financiamento ao terrorismo.


Swedlove já presidiu Grupo de Ação Financeira contra a Lavagem de Dinheiro e o Financiamento do Terrorismo (Gafi), órgão formulador de 40 recomendações de combate à lavagem de dinheiro no mundo e de outras nove contra o financiamento ao terrorismo (são as 40 Recomendações + 9 Recomendações Especiais), seguidas por 34 países signatários da entidade, inclusive o Brasil.

No encontro em São Paulo, o especialista assinalou que a tentativa de lavagem de dinheiro no mercado de seguros fica mais concentrada em ramos que acumulam capital. Ou seja, planos de previdência e seguros de vida com cláusula de sobrevivência. Nos demais ramos, como saúde, capitalização e apólices com baixos valores de importância seguradora, é incomum haver lavagem de dinheiro.

No Brasil, todas as modalidades de seguros, inclusive saúde, têm de notificar ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) movimentações consideradas atípicas, tendo em vista as normas da Susep e da ANS.

O excesso de notificações das seguradoras tem relação direta com a falta de uniformidade da legislação. “O banco não precisa comunicar um CDB de um milhão, mas a seguradora tem de informar um VGBL do mesmo valor, embora ambos sejam investimentos”, disse o presidente da Comissão de Controles Internos de CNSeg, Assízio Oliveira, conforme noticiado no portal Viver Seguro. Para ele, as normas precisam ser reavaliadas.

Data: 06.09.2011 - Fonte: Seguros.inf.br

Seguradoras temem ficar de fora de obras de infraestrutura

O Regime Diferenciado de Contratações não obriga a proteção, o que é um contrassenso, na opinião de especialistas, já que as garantias são essenciais


Com os investimentos em obras de infraestrutura para os eventos da Copa do Mundo, das Olimpíadas e do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o setor de seguros deve apresentar expansão em 2011. As carteiras a serem mais demandadas são o garantia, riscos de engenharia, transporte e responsabilidade civil, segundo a Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNSeg). No entanto, o segmento de seguro-garantia pode ter seu potencial de crescimento reduzido, já que o Regime Diferenciado de Contratações Públicas (RDC) não prevê obrigatoriedade de proteção em obras públicas.


De acordo com a CNSeg, a perspectiva de crescimento até 2015 é de 40% no volume de prêmios em seguro-garantia. Em 2010 foram emitidos cerca de R$ 706 milhões, e nos cinco primeiros meses de 2011 o valor chega a R$ 277 milhões, com R$ 149 milhões no setor público e R$ 128 milhões no privado.


Segundo o assessor da presidência da CNSeg, José Américo Peón de Sá, o potencial de crescimento pode ser reduzido com a Medida Provisória 527, que trata do Regime Diferenciado de Contratações Públicas (RDC). "Estava tranquilo até vir a RDC com alterações na Lei 8.666 para tornar mais flexível a contratação de empresas para obras públicas. Também fecharam para não incluir o que está na 8.666."


A Lei 8.666/93, à qual se refere Peón, estabelece normas gerais sobre licitações e contratos administrativos referentes a obras públicas, com garantias obrigatórias nos processos de concorrência e contratos. O seguro garantia é amplamente utilizado por empresas que participam das licitações e garante as obrigações contratuais para ambos, seja no cumprimento do projeto ou em pagamentos. "O Brasil é o maior mercado da América Latina", confirma Peón.


Na MP 527, sancionada pela presidente Dilma Rousseff em agosto deste ano, há dois artigos, 1º e 39º, que abordam a questão das garantias e que, segundo a CNSeg, desobrigam as empreiteiras de obedecer as regras da Lei 8.666. Para José Américo Peón de Sá, a administração pública deixará de contratar o seguro-garantia ou outras formas de proteção, como a fiança bancária. "Em uma administração privada, a gente faz o que não é proibido. Já na pública, só [faz] o que está previsto em lei."


Se as garantias não forem contratadas, diz Peón, o estado pode ter um problema agravado, já que não haverá recursos financeiros disponíveis para cobrir um problema, como a não-conclusão de uma obra por uma empreiteira ou cumprimento de outro serviço previsto em contrato. A apólice proporciona ao contratante, em um eventual sinistro, a conclusão do objeto contratual ou a indenização dos prejuízos cobertos.


Para o diretor-técnico da companhia especializada no segmento e com metade dos contratos no setor público J.Malucelli Seguros, Gustavo Henrich, há um contrassenso, já que o regime não obriga a proteção. "Em um regime diferenciado de contratação, a garantia é ainda mais importante. Seria natural pedir mais garantias ao contratar uma empresa."


Mesmo diante deste cenário, Henrich projeta expansão junto com as obras do PAC, da Copa do Mundo e das Olimpíadas. "O mercado está junto e é a melhor opção para o contratante." Nos primeiros cinco meses do ano, a J.Malucelli elevou os prêmios em 35%, para R$ 158,8 milhões, enquanto o setor avançou 23%, mantendo a liderança no Brasil e América Latina. "Para 2011, a expectativa é de crescer nessa ordem de grandeza", finaliza Henrich. A seguradora possui o contrato de seguro-garantia da Usina de Belo Monte, no Rio Xingu (PA).


O impacto da MP 527 vem junto com o atraso no início das obras públicas de infraestrutura, de acordo com Daniel Nobre, diretor-comercial da Cesce Brasil. "Impacta porque a grande alavancagem do setor de seguro-garantia esperado para 2011 era com as obras de infraestrutura e eventos esportivos."


Nobre acrescenta que o problema está no prejuízo para o poder público, porque não terão ferramentas para coagir ou cobrar a finalização do contrato, o que pode resultar em atrasos nas obras. De janeiro a maio deste ano, a Cesce Brasil cresceu 40%, o que corresponde a R$ 24 milhões em prêmios emitidos.


Iniciativas


Como complemento à MP 527, a CNSeg encaminhou uma emenda para a inclusão da obrigatoriedade, que não foi aprovada pelo Senado e Câmara dos Deputados. Agora, encaminharam um novo projeto de lei, que conta com o apoio do Ministério da Fazenda.


Outra importante alteração presente no projeto de Lei é a expansão do limite máximo do valor do contrato para 30%, e de 45% em casos específicos. Atualmente, o valor varia entre 10% e 15%. "O limite atual não é suficiente", declara José Américo Peón de Sá.

Data: 06.09.2011 - Fonte: DCI - Comércio, Indústria e Serviços | Marcelle G

Chubb patrocina reunião de proprietários de veículos Porsche

A Chubb Seguros foi mais uma vez patrocinadora do Porsche Club, realizado nos dias 2 e 3 de setembro, no Velopark, o maior parque automobilístico da América do Sul, localizado a 30 km de Porto Alegre, no município de Nova Santa Rita-RS. Promovido pelo Porsche Club Brasil, o evento reúne o mais renomado clube de proprietários de Porsche da América Latina, fundado em 1997 e que possui cerca de 1.500 associados.
A seguradora mantém ao longo dos últimos anos uma parceria com o Porsche Club, devido ao padrão do encontro e o perfil dos participantes. "A companhia é especialista no desenvolvimento de seguros para pessoas de alta renda e possui expertise mundial no segmento Premium, conceito que agrega exclusividade e atendimento personalizado, para superar as expectativas desse público extremamente exigente", explica Priscilla Magni, diretora de Personal Lines da companhia.
Segundo Rogério Schmalfuss, gerente da filial de Porto Alegre da Chubb, a ação também tem como propósito, intensificar a presença da seguradora no Rio Grande do Sul, que desponta como uma região promissora. "Nossa participação no evento foi muito importante, pois tivemos oportunidades de estreitarmos o relacionamento com os nossos clientes e corretores, fortalecendo a nossa estratégia de expansão no mercado local", ressalta.


Data: 06.09.2011 - Fonte: Revista Apólice

"Isca Eletrônica" reforça segurança ao monitoramento

O Porto Seguro Transportes Monitorados lançou, no último dia 1, um novo produto com serviços agregados para reforçar a segurança no transporte de cargas, o "Isca Eletrônica". O equipamento móvel tem um tamanho tão reduzido, que será colocado entre a mercadoria transportada sem ser percebido. Caso o rastreador principal seja danificado ou inutilizado em alguma ocorrência na estrada, a "isca" é acionada e emite informações que facilitam a localização do veículo e carga.


"Cada vez mais as operações de transporte demandam o uso de tecnologias que permitam acompanhar o deslocamento da carga e agilizem a sua localização, em caso de eventuais incidentes", explica Rose Matos, gerente de Transportes da Porto Seguro. "A Isca Eletrônica atenderá a essa necessidade", acrescenta.


O aparelho estará disponível para clientes do Porto Seguro Transportes Monitorados. O objetivo é diminuir os prejuízos causados em situações de roubo, furto ou desaparecimento de cargas.


O monitoramento da "Isca Eletrônica" é feito pela Central de Transportes Monitorados da Porto Seguro. O aparelho funciona com energia de bateria e sua duração média é de dez dias. Uma vez instalado, o equipamento atualiza os dados de localização do veículo de uma em uma hora. As configurações podem ser redefinidas conforme a necessidade.


Data: 06.09.2011 - Fonte: Monitor Mercantil

Inovações no Seguro de Vida Empresarial

Os beneficiários do Seguro de Vida Empresarial Santander contam, a partir deste mês, com o cartão Cesta Alimentação Visa Vale por seis meses em caso de falecimento do segurado. O benefício substitui as tradicionais e pesadas cestas básicas físicas e é desenvolvido pela CBSS, administradora de cartões Visa Vale, que ocupa a liderança do mercado de vales-benefício do Brasil.


Ao contratar o seguro Vida Empresarial Santander - que ampara o beneficiário do segurado em caso de falecimento - a empresa poderá optar por contratar o benefício e escolher um valor entre R$ 100 e R$ 600 para ser creditado mensalmente.


O Cesta Alimentação Visa Vale pode ser utilizado exclusivamente para compras de produtos alimentícios em mais de 100 mil estabelecimentos comerciais credenciados em todo o Brasil e é muito mais flexível e conveniente, pois permite à família liberdade de escolha de locais de compra e de produtos.


"Esse novo benefício agrega valor ao seguro de vida oferecido aos funcionários e é altamente reconhecido pelo alcance social, com um investimento extremamente baixo para a empresa que contrata o seguro", afirma o superintendente da área técnica atuarial do Santander, Flávio Perondi.


Data: 06.09.2011 - Fonte: Monitor Mercantil

Brasileiro investe mais em previdência

Uma análise realizada pela Brasilprev Seguros e Previdência S.A. mostra que o brasileiro está mais consciente da importância da poupança de longo prazo e investe mais em previdência. Estas informações partem dos dados divulgados pela Susep sobre o crescimento da arrecadação no mercado vivo nas diferentes regiões do país. Entende-se como "mercado vivo" as modalidades de planos de previdência privada que são comercializados atualmente, ou seja, o Plano Gerador de Benefícios Livres (PGBL) e o Vida Gerador de Benefícios Livres (VGBL).
Os dados revelam que os investimentos em previdência privada por parte da população brasileira cresceram fortemente nos últimos 12 meses, tanto em arrecadação como no valor médio mensal aportado nos planos. "Apesar de a região Sudeste ser ainda a responsável pela maior parte dos recursos investidos em previdência - 68,8% - fica evidente que todas as regiões do país estão ganhando com a evolução da economia brasileira. Hoje, percebemos que as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste cresceram acima do Sudeste e Sul em arrecadação no mercado vivo, o que há alguns anos pareceria impossível", afirma André Camargo, superintendente de Gestão Estratégica da Brasilprev.
A análise revelou, ainda, que a Brasilprev vem conquistando espaço nestas regiões ao longo dos últimos anos, registrando crescimento na arrecadação do PGBL e VGBL acima da média do mercado em quatro delas (NE, CO, SE e S). Atualmente, é líder em nove estados, o que representa 32,06% do setor do país. Em maio de 2011, a Brasilprev realizou um estudo em sua base de clientes com planos PGBL e VGBL, que totaliza 1,08 milhão de participantes, a fim de identificar o perfil destas pessoas. Para Sandro Bonfim, gerente de Inteligência de Mercado da companhia e responsável pelo estudo, a análise realizada nas cinco regiões brasileiras mostrou que, dos mais de 1 milhão de clientes das modalidades PGBL e VGBL, 54% são do sexo masculino, 54% optaram pela tabela regressiva do Imposto de Renda e 42% têm os planos Brasilprev Júnior, voltado a clientes com idade entre 0 e 21 anos. "O tíquete médio, ou seja, o valor investido mensalmente, é de R$ 248", complementa o executivo. Segundo ele, o investidor tem tomado cada vez mais consciência de que a previdência privada é um dos melhores instrumentos de poupança para arrecadar recursos para viabilizar projetos de vida no longo prazo.
Bonfim destaca que no Nordeste, cujo crescimento em arrecadação foi o maior entre todas as regiões, de 28,5%, o tíquete médio é de R$ 236 - 20% maior que o registrado há um ano. "O momento atual da economia brasileira colaborou para um processo importante de distribuição de renda, fenômeno que, aliás, está acontecendo em todo o Brasil, mas sobretudo entre as pessoas da classe C, o que refletiu no incremento da indústria da previdência privada no Nordeste, assim como nos demais estratos sociais. Acreditamos que esse ritmo se manterá", avalia.
A Região Sudeste continua sendo a que mais arrecada no mercado de previdência privada aberta: representa 68,8% de todo o montante que é captado no país, sendo 48,6% apenas no estado de São Paulo. "O Sudeste também é o que tem o maior tíquete médio do Brasil: R$ 265, valor 11% maior que o conferido no período anterior. Creio que São Paulo deverá ainda ser o carro chefe da indústria, pela concentração de renda e riqueza na região", completa.
Já a Região Norte, cuja participação ainda é a menor do país (1,9%), registrou no mercado 21,5% de crescimento em arrecadação nas modalidades PGBL e VGBL. O tíquete médio da região aumentou em 16% e é de R$ 213. De acordo com Bonfim, tanto na Região Norte quanto na Nordeste há uma participação importante dos planos para menores. "Percebemos que o chefe da família abdica de outras despesas/investimentos para investir na educação dos filhos, daí a razão da alta representatividade dos produtos voltados aos menores nas regiões, que é de 49% no Norte e 45% no Nordeste", explica.
A Região Centro-Oeste, que corresponde a 6,1% do todo, cresceu 23,9% nos planos PGBL e VGBL, e o tíquete médio 17%, perfazendo R$ 239.
Por fim, a Região Sul registrou crescimento de 12,3% nas modalidades PGBL e VGBL no período. Na média, o tíquete dos três estados da região, que representaram 13,6% da arrecadação do país, evoluiu 18%, batendo R$ 237.
A indústria brasileira de previdência privada aberta cresce solidamente há anos - e deve manter essa tendência. Em 2010, o setor teve um crescimento de 20,8% em arrecadação dos planos e 22% em ativos. Para os próximos anos, estudos da Brasilprev indicam que o mercado manterá esta expansão e que até 2018, os ativos totais da indústria que hoje são de R$ 241,4 bilhões (maio/2011, segundo a Fenaprevi), chegarão ao R$ 1 trilhão.

Data: 06.09.2011 - Fonte: Revista Apólice

Porto Seguro oferece “Descarte Certo” para equipamentos

Segurados do Porto Seguro Equipamentos Portáteis – que cobre perdas e danos causados a Notebooks, Tablets, e Smartphones – poderão contar, a partir de agora, com um serviço exclusivo de descarte de eletroeletrônicos. O serviço inclui a retirada gratuita de equipamentos eletrônicos pela Descarte Certo, empresa especializada na coleta, manejo de resíduos e reciclagem de produtos eletroeletrônicos velhos ou sem condições de uso.


Para Edson Frizzarim, diretor de Ramos Elementares da Porto Seguro, esta é uma ação que proporciona comodidade para os segurados, principalmente aqueles que querem contribuir com o meio ambiente, fazendo o descarte dos equipamentos de forma adequada. “Sabemos que aparelhos eletrônicos e equipamentos de informática concentram em sua fabricação metais pesados como chumbo, cobre e mercúrio, além de tóxicos como o níquel, que prejudicam a nossa saúde; por isso, a destinação correta é tão importante”, explica Frizzarim.


O serviço é válido para as cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná, e tem o limite de utilização de até dois equipamentos* por vigência.


Para solicitar a retirada do equipamento eletrônico, o segurado deve estar cadastrado no Portal do Cliente (https://wwws.portoseguro.com.br/novoportalsegurado/login.liv), incluir o produto Porto Seguro Equipamentos Portáteis e preencher o formulário indicado para o Descarte Certo.


Equipamentos contemplados para a retirada e descarte correto: Celular e Smartphone |Microcomputadores (CPU, mouse, teclado e monitor) Impressora |Fax |Máquina fotográfica |Filmadora |Notebook e Netbook |Tablet |Telefones |TAGS: Descarte de equipamentos eletrônicos; descarte certo; reciclagem; meio ambiente; Porto Seguro Equipamentos Portáteis; celular| impressora; fax; monitor CRT; monitor LCD; Notebook; Tablet; Telefones .


Descarte Certo -Criada em 2009 para coleta, manejo de resíduos e reciclagem de produtos eletroeletrônicos, a empresa atua em todo o Estado de São Paulo e também nas principais cidades de Minas Gerais, Paraná e Rio de Janeiro. A trajetória de sucesso chamou a atenção de um dos maiores grupos de assessoria ambiental do País – Grupo Ambipar -, que se une à empresa com o objetivo de ampliar a atuação no País, além de auxiliar na conscientização do tema pela sociedade.

Data: 06.09.2011 - Fonte: Revista Fator

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Seguros crescem até 13% ao ano

Consumidor vem alimentando este mercado que avança em proporção superior à média do PIB do País


Em uma cidade com graves problemas viários, com excesso de buracos, falta de drenagem e ausência de planejamento urbano; e ainda, elevado nível de violência, com roubos e furtos acontecendo à luz do dia; fazer o seguro do carro, de caminhões e cargas tornou-se quase uma necessidade para o consumidor e para as empresas. Sem ter a quem recorrer e ainda ter que desembolsar quantias significativas, diante de acidentes inesperados, o motorista e o empresário buscam se resguardar, ainda que de forma onerosa, por meio de seguradoras.


Diante do medo e na busca por segurança, o consumidor alimenta um mercado que só cresce em todo o País, e "em alta velocidade", com taxas de até 13% ao ano. "O mercado de seguros, industrial, residencial, automotivo e de vida só cresce, sempre com taxas acima do PIB (Produto Interno Bruto), entre 11% e 13%, ao ano, destaca o diretor executivo Comercial no Brasil, da Tókio Marine Seguradora, Valmir Rodrigues.


No Cumbuco, onde participou do XI Encontro de Corretores Ouro, ele explicou que o crescimento do setor decorre da estabilidade econômica e do incremento da renda das classes C e D que, ao passarem a consumir mais, também passaram a se preocupar mais com os bens adquiridos. "Quem compra um carro quer garantir esse patrimônio", explica o executivo.


Sem crise


Outro fator que vem contribuindo para o incremento do setor de seguros, avalia, está no crescimento do consumo de mercadorias e de produtos pela população em geral. "Com o aumento do consumo, aumentou a movimentação de cargas e, consequentemente, o seguro de cargas e caminhões", destacou Rodrigues, lembrando que mais empresas estão também fazendo seguros de vida para empregados e funcionários.


Para ele, a crise financeira nos Estados Unidos e parte da Europa não deverá afetar o setor de seguros no Brasil. "Nesse momento a crise nos ajuda, porque o Brasil vive momento diferente na sua economia, com muitos investimentos em indústrias e hotéis", expõe.


Rodrigues avalia ainda, que possíveis alterações nas taxas de juros não devem interferir no andamento do setor.


"A Tókio vive de resultados industriais, do próprio negócio e não de produtos financeiros, daí as taxas de juros não interferirem no nosso negócio", ressaltou o executivo. A Tokio Marine Seguradora é subsidiária da Tokio Marine Holdings, o maior e mais antigo conglomerado securitário japonês.

Data: 05.09.2011 - Fonte: Diário do Nordeste

Auditoria interna baseada em riscos é ferramenta para otimizar trabalho

A auditoria interna baseada em riscos pode ser utilizada quando há mais trabalhos (não obrigatórios) do que a equipe responsável pela auditoria interna da organização é capaz de dar conta, explicou Assízio de Oliveira, presidente da Comissão de Controles Internos da CNseg, durante o Painel Técnico VII – “Auditoria Baseada em Riscos” do Seminário de Controles Internos & Compliance, Auditoria e Gestão de Riscos, realizado na quinta-feira, dia 1º, pela CNseg, em São Paulo.


Oliveira trouxe um exemplo hipotético para ilustrar uma forma eficaz de “escolher” quais dos trabalhos “extras” deverão ser priorizados. Segundo ele, o ideal é a equipe de auditoria criar uma “matriz de riscos”. “Monta-se uma tabela com os trabalhos a serem feitos e analisa-se algumas variáveis, atribuindo um valor a cada uma”, explicou. As variáveis incluem o resultado da avaliação de riscos e do gap de analysis de governança de TI; inserção ou não no planejamento estratégico da companhia; se o trabalho foi requerido pelo Conselho de Administração, pela Alta Administração ou pelo Comitê de Auditoria Interna; os resultados e o tempo de duração da auditoria anterior; alterações relevantes e, por último, o juízo profissional da equipe de auditoria. Os trabalhos que receberem mais pontos deverão ser os priorizados.


Sobre a implantação do modelo de auditoria interna baseada em riscos, o especialista afirmou que ele “não é a solução para todos os problemas” e só pode ser implantado se a organização tiver um bom processo de gestão de riscos. “Além disso, o planejamento da auditoria deverá levar em conta que é uma atividade dinâmica e haverá alterações na forma de gerir a atividade”, completou. A equipe também precisa entender onde está o risco e agir nesse ponto. “Hoje o profissional de controles internos é mais reconhecido. Ele presta um serviço de extrema importância para a organização e contribui para a sustentabilidade da empresa”, analisou Eugenio Felipe, gerente de Auditoria Interna da Mongeral Aegon e moderador da palestra.

Data: 05.09.2011 - Fonte: Viver Seguro

Bradesco Seguros inicia montagem de sua Árvore de Natal flutuante neste sábado

Começa a ser montada, neste sábado, a Árvore de Natal da Bradesco Seguros, a maior árvore de Natal flutuante do mundo, segundo o Guinness. A inauguração acontecerá no dia 26 de novembro, a partir das 20h, no Parque do Cantagalo, na Lagoa Rodrigo de Freitas, Rio de Janeiro. Esta será a 16ª edição consecutiva da montagem da Árvore de Natal. Este é considerado o terceiro maior evento da cidade do Rio de Janeiro, após o Carnaval e o Réveillon.

Os 11 flutuadores, que formam a base de 810 metros quadrados para sustentar a Árvore, serão transportados por carretas, que sairão de Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio, às 21h30, e deverão chegar na SAOA (Subsecretaria Adjunta de Operações Aéreas), na Lagoa Rodrigo de Freitas, por volta das 23h. Os flutuadores são blocos feitos de metal naval que pesam de 12 a 16 toneladas, medem 12 metros de comprimento, 2,4 m de altura e 2,8 m de largura. Para serem colocados na água são içados por um guindaste de 120 toneladas. Uma equipe de operadores de trânsito acompanhará a chegada dos flutuantes.

Data: 05.09.2011 - Fonte: Viver Seguro

Tokio Marine reformula website para aprimorar relacionamento com Corretores e Clientes

A Tokio Marine, subsidiária de uma das maiores seguradoras do mundo, investe no relacionamento com Corretores e Clientes com a reformulação de seu website. A nova página, que conta com um layout mais limpo e moderno, traz uma área exclusiva para os Corretores, na qual é possível visualizar campanhas, notícias e mídia social.


A ferramenta de busca do website por Corretores, Sucursais, Top Services e oficinas foi aprimorada e passa a operar por meio da funcionalidade do Google Maps, com possibilidade de traçar rotas.


“Facilitamos a navegação, simplificando a busca de informações e disponibilizando outras ferramentas importantes aos usuários”, afirma o diretor de Marketing da companhia, Bruno Vaz.


O processo de login dos Corretores também foi simplificado, para facilitar os acessos e aprimorar a comunicação. “Ainda neste ano, a Tokio Marine prevê novos investimentos em seus canais de comunicação online”, acrescenta Vaz.[www.tokiomarine.com.br].


Perfil


A Tokio Marine Seguradora S.A. é subsidiária da Tokio Marine Holdings, o maior e mais antigo conglomerado securitário japonês. Fundada em 1879, possui operações em cerca de 40 países e tem sua matriz mundial localizada em Tóquio, no Japão. No Brasil desde 1959, a Tokio Marine oferece diversas modalidades de seguros, como Residencial, Condomínios, Empresarial, Automóveis e Equipamentos, além de seguros de Vida e para a área de Construção Civil. Com sede em São Paulo e 52 Sucursais em todo o País, a operação brasileira da Tokio Marine representa, atualmente, a terceira maior do grupo no mundo.

Data: 05.09.2011 - Fonte: Portal Fator

Carros: 10 dicas de como escolher o melhor seguro

No primeiro semestre de 2011, foram roubados ou furtados no Brasil 191.537 veículos. Só em São Paulo, foram 97.122. Neste período, segundo a CNSeg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Saúde Suplementar e Capitalização), no Brasil, foram recuperados 90.347 veículos, quase 50% dos foram roubados em território nacional.


Por conta desse cenário, a contratação de um seguro tornou-se essencial para quem possui um veículo. Não só pela segurança, mas também pela garantia de retorno do valor investido no bem.


Contratação


Escolher o seguro que melhor se adeque ao seu perfil é a tarefa mais importante da contratação. “O proprietário do veículo deve saber que o corretor é mais do que um vendedor, ele é um consultor e vai ajudar a escolher o seguro perfeito para aquele consumidor”, explica a diretora técnica da Unioncorp Seguros, Maria Cristina Caldeira.


Veja algumas dicas importantes para escolher o melhor seguro para seu carro:


Corretor: o primeiro passo é escolher o corretor de seguros da mesma forma que se escolhe um médico, pois esse profissional ajudará o consumidor a selecionar o seguro que atenda suas necessidades.


Cobertura x custo: as coberturas costumam ser padrão entre as corretoras, porém, o índice de preços pode variar bastante entre uma empresa e outra. Por isso, é necessário pesquisar e pesar custo e benefício. Algumas seguradoras oferecem desde guincho básico, até o reparo de eletrodomésticos da linha branca e seguro-desemprego, que quita as parcelas restantes do seguro, em caso de demissão.


Terceiros: apesar de facultativa, a cobertura para danos materiais, corporais e morais de terceiros é tão importante quanto a cobertura do carro, pois o proprietário do veículo pode ser responsabilizado pelo acidente. Além de importante, o valor da cobertura de terceiros não tem influência significativa no preço final do seguro.


Sinistralidade: sempre procurar mais de uma seguradora, pois as estatísticas de sinistralidade podem variar entre as empresas, ou seja, o valor do seguro de um determinado carro pode ser mais barato em uma seguradora do que na outra.


Sem mentira: nunca se deve mentir ou omitir informações durante a avaliação do risco, ou seja, se o local onde o carro passará a noite é na garagem ou na rua, se possui alarme, endereço, se o uso do carro é para passeio, trabalho ou locomoção casa/trabalho/estudo, além da idade e sexo do condutor do veículo. Toda vez que houver algum problema com o veículo e o seguro é acionado, antes de pagar a indenização, a seguradora investiga o que aconteceu e, em caso de informações não verídicas, ela poderá se negar a pagar. Além disso, toda e qualquer mudança deverá ser avisada posteriormente, sem risco de mudança de valor.


Carro zero: se o carro for zero quilômetro, é importante saber que, se o seguro for feito antes de o veículo sair da concessionária, não será necessário realizar a vistoria. Algumas seguradoras também garantem, de três a seis meses após a contratação do seguro, o ressarcimento do valor total do carro zero, em caso de sinistro.


Valores: é possível contratar um seguro com valor de mercado, baseado na tabela Fipe, ou com valor determinado, mais caro e mais incomum. A apólice que consta valor de mercado pode ser alterada, caso o consumidor julgue que, por conta de opcionais colocados fora da concessionária, o carro tenha valor superior. Dessa forma, depois de avaliado pela seguradora, o automóvel pode valer, por exemplo, 110% do que é estimado pela tabela Fipe. Já no seguro de valor determinado, o consumidor pede que o carro seja avaliado fora da tabela, mas isso pode encarecer o valor do prêmio.


Mulher: além de ser mais barato do que para os homens, o seguro para condutoras costuma ter mais benefícios. As coberturas são as mesmas, porém, o seguro para mulheres pode oferecer isenção de franquia no primeiro sinistro, por exemplo. Outro benefício disponível para o público feminino é o motorista amigo: caso a mulher tenha o veículo roubado/furtado, este profissional se encarrega de buscar os filhos da proprietária do veículo na escola. Os seguros femininos também oferecem troca de pneus, acompanhante para delegacia, serviços gerais para a residência ou bichos de estimação e programa de descontos em lojas. Algumas propostas contam até com desconto e cobertura para cadeirinhas para crianças.


Profissionais: quem usa o carro como instrumento de trabalho deve saber que é possível pedir um carro reserva, para não comprometer o trabalho, porém, a variação de preço pode chegar a 15% do valor total do seguro. Em algumas seguradoras, o serviço já está embutido na assistência 24 horas, por isso, é importante se informar antes. O período varia de uma semana a 15 dias, porém, não ultrapassa 30 dias.


Franquia: o que poucos consumidores sabem é que existem três tipos de franquia: normal, reduzida e facultativa. A normal é a que todos conhecem, cobrada em qualquer apólice, porém, é possível escolher outras modalidades. No caso da reduzida, o proprietário pede que a franquia tenha 50% de desconto, mas ela pode encarecer o seguro entre 10% e 15%. Já a franquia facultativa custa o dobro da normal, mas concede desconto de 10% no valor do seguro.

Data: 05.09.2011 - Fonte: InfoMoney

Allianz Seguros lança game para CEO sustentável

Você já se enxergou dirigindo uma montadora de automóveis? Qual seria a sua opção: desenvolver um carro elétrico ou movido a hidrogênio? Imagine a situação. Você é um executivo do alto escalão e precisa tomar a cada momento decisões importantes para sua companhia ganhar dinheiro e, ao mesmo tempo, ter a preocupação de que cada ação tomada acarrete o menor impacto possível ao meio ambiente. Essa é a proposta do jogo CEO2 da Allianz Seguros, disponível no site Sustentabilidade Allianz.

A ideia do jogo é colocar o internauta no comando de uma grande empresa. A meta é que o jogador mantenha a companhia rentável, ao mesmo tempo em que cause o mínimo impacto ambiental possível, até 2031. O executivo virtual tem a possibilidade de optar entre quatro indústrias com necessidades distintas - a de seguros, automotiva, química e de energia. Para fazer a melhor escolha, um vídeo orienta sobre as particularidades de cada setor. Após esta opção, o jogador cria um nickname e dá nome a sua companhia. No escritório virtual, é iniciada a tomada de decisões. O jogador deve decidir entre várias opções de investimentos, de acordo com o setor de atividade escolhido e com o orçamento disponível para seus projetos.

Antes de iniciar os investimentos, o internauta pode recorrer ao telefone e ouvir dicas de especialistas para analisar os impactos financeiros e ambientais de suas decisões. No jogo é possível ter acesso a informações de ambientalistas, pesquisadores, investidores e dos clientes. O jogador deve ficar atento às dicas e fazer uma análise crítica, pois nem sempre elas refletem a melhor opção para o presente e futuro da companhia.

O jogo contempla duas fases. O internauta sente na pele como é importante analisar cuidadosamente os rumos que uma empresa deve tomar e os possíveis impactos que ela promove na sociedade. Para tornar a disputa mais acirrada com os amigos, é possível também compartilhar pontuações via Facebook e Twitter.

Idealizado pelo Grupo Allianz para promover o conhecimento e o diálogo sobre importantes questões globais, como energia renovável, mudanças climáticas, saúde, mobilidade, segurança e crescimento populacional, o Sustentabilidade Allianz engloba um rico conjunto de informações, pesquisas, gráficos e imagens que aprofundam os temas em questão. O Sustentabilidade Allianz é direcionado à imprensa, universitários, professores, estudantes, ONGs e demais interessados nos temas. O site pretende manter e reforçar a articulação com organismos externos e demais empresas, acrescentando uma perspectiva não-empresarial ao site, mas sim científica.

Fonte: Planeta Seguro

Azul investe em atendimento e treinamento

Atuando em praticamente todos os estados do país, a Azul Seguros foi tema de debate organizado pelo Clube dos Corretores do Rio de Janeiro na última quinta-feira, que contou com a presença do diretor geral da empresa, Roberto Santos.


Com preço altamente competitivo, a Azul Seguros investe no atendimento e na qualidade dos produtos. De acordo com Santos, o quadro de funcionários especializados em atender o corretor que em 2006, era de 18%, atualmente chega a 32%. "Investimos forte no treinamento de nossos funcionários, para dar todo o suporte aos nossos corretores e clientes", explicou o executivo.


Segundo o anfitrião, o presidente do Clube, Amílcar Vianna, "a Azul é hoje uma seguradora de peso. É preciso conhecer a história dessa seguradora que é tão forte aqui no Rio de Janeiro, assim entenderemos melhor toda a movimentação do nosso mercado", comentou.


Os investimentos justificam os números de satisfação que a empresa coleciona. No sistema interno, a Azul tem 2.748 clientes dispostos a indicar a empresa a um amigo, ou seja, cerca de 78,2% da carteira. "Este número é excepcional para nós. É impossível ter 100% de satisfação dentro de uma empresa, todo mundo erra. Temos que analisar o número de detratores que temos, ou seja, as pessoas que "queimam" a Azul para outros clientes. Nosso índice é muito baixo, cerca de 6%. Já estivemos com até 17% de detratores. Uma empresa que chega a 20% pode estar perto de ir para o buraco", opinou o diretor da Azul.


No site Reclame Aqui, conhecido por reunir reclamações de clientes em todo o Brasil, a Azul é a seguradora com menos reclamantes. De acordo com Santos, são 185 pessoas insatisfeitas e com pendências. O índice de respostas da empresa a estes clientes é de 100% e 55,8% deles admitiram que voltariam a fazer negócios com a corporação.


Também estiveram presentes no evento Nilo Moraes, da Aon, o diretor executivo da Essenius, Gustavo Dória, a Superintendente da Porto Seguro, Solange Zaquem, o presidente da Aconseg-RJ, Renato Rocha, o diretor executivo do Grupo Aliança, José Alexandre Silva, o coordenador do Incubaseg, Carlos Alberto Oliveira, e o diretor do Clube dos Corretores do Rio de Janeiro, Jayme Torres.


Automóveis


Com forte atuação no ramo de Automóveis, a Azul Seguros já conta com 50 centros de atendimento rápido espalhados por todo o Brasil. Segundo Santos, este modelo facilita a vida tanto do corretor como dos segurados. "Os centros dão agilidade e qualidade ao nosso atendimento, além de uma redução no custo médio de sinistros da empresa", disse. Tanto trabalho assim tem justificativa: a frota da corporação Porto Seguro é uma das maiores. O número de automóveis que, em 2006, era de 220 mil , atualmente chega a 932 mil, ou seja, cerca de quatro vezes mais.

Data: 05.09.2011 - Fonte: Monitor Mercantil

domingo, 4 de setembro de 2011

Atendimento ao Consumidor da SulAmérica é premiado

Na noite da última segunda-feira (29), a SulAmérica Seguros e Previdência conquistou dois novos reconhecimentos para a área de Atendimento ao Consumidor. A companhia recebeu o Prêmio Best Customer Experience (BCX), pela segunda vez consecutiva, e o Prêmio Padrão de Qualidade em Relacionamento Multicanal, concedidos pela Revista Consumidor Moderno.

A SulAmérica tornou-se bicampeã consecutiva na categoria Saúde e Previdência no Prêmio Best Consumer Experience, que avaliou mais de 10
mil opiniões de consumidores sobre 130 empresas, no Brasil, Chile, Colômbia, Espanha, México e Venezuela. A metodologia BCX analisou três dimensões do relacionamento entre empresa e clientes: experiência com a marca, produto e nas interações por meios dos canais de atendimento.

Já no Prêmio Padrão de Qualidade em Relacionamento Multicanal, a SulAmérica conquistou o reconhecimento na categoria Seguros e Previdência. A premiação, realizada pela revista Consumidor Moderno em parceria com a consultoria Izo Brasil, avaliou o desempenho das empresas no relacionamento com os clientes em canais que vão além das centrais de atendimento telefônico, como chat, e-mail e redes sociais.

“É um orgulho sermos reconhecidos pela qualidade do atendimento aos nossos clientes nos diversos canais disponíveis. Esta conquista reforça a nossa vocação em servir e celebra o empenho e compromisso de uma equipe que busca todos os dias atender com agilidade e transparência”, comemora o diretor de Atendimento, Tecnologia e Operações da SulAmérica, Edison Kinoshita.



Fonte: Planeta Seguro

sábado, 3 de setembro de 2011

Porto Seguro apresenta novo seguro para embarcadores

A Porto Seguro Transportes oferece a partir de 1º de setembro, o seguro "Transportes Embarcador” destinado a empresas de médio e grande portes, proprietárias de mercadorias nos ramos indústria, comércio e serviços. O produto se destaca pela flexibilidade na negociação e pelo atendimento gratuito de guincho em caso de acidente rodoviário.

“Desenvolvemos o seguro para garantir condições mais competitivas às empresas interessadas em investir na proteção de suas cargas, com coberturas para diversos riscos que possam ocorrer durante o transporte e pronto atendimento em caso de emergências”, explica Rose Matos, gerente de Transportes da Porto Seguro.

A novidade, que garante operações de transporte por via terrestre e aérea, conta com ampla variedade de coberturas básicas, como: incêndio, raio ou explosão; capotagem, colisão, tombamento ou descarrilamento de veículo terrestre; inundação, transbordamento de cursos d’água, represas, lagos ou lagoas; desmoronamentos ou queda de pedras, terras, obras de arte de qualquer natureza ou outros objetos; colisão, queda ou aterrissagem forçada da aeronave, devidamente comprovada.

Apresenta adicionais que o Segurado pode incluir: despesas; lucros esperados; roubo; assistência à carga, que oferece atendimento para limpeza e remoção de produtos que possam sujar ou poluir vias e acostamentos, entre outras.

As vendas do Porto Seguro “Transportes Embarcador” também somam pontos para a Campanha “Carga Premiada”, que premia corretores de todo o País pela produção de novos negócios com os seguros de transportes da Companhia. Os parceiros podem ganhar ao final da promoção prêmios como tablets e vales-viagem. Informações sobre a Campanha, basta acessar a área exclusiva “Corretor Online” (
www.portoseguro.com.br/corretor).

Data: 02.09.2011 - Fonte: CQCS

Brasil tem 11,3% de sua energia em fontes renováveis

RSA oferece soluções completas


As fontes renováveis de energia representam 11,3% da energia consumida no Brasil e o governo está promovendo mudanças para aumentar ainda mais o seu consumo no país. A RSA Seguros está oferecendo ao mercado brasileiro soluções completas para todas as etapas dos projetos.


"Os clientes podem contar a proteção da RSA Seguros desde o transporte dos primeiros equipamentos até o início da operação, passando pelas fases de construção e montagem dos empreendimentos", garante Ariel Couto, diretor comercial da empresa no Brasil que, em 2010 registrou movimento de R$ 383 milhões de prêmios emitidos, lucro líquido de R$ 14 milhões, superior em 133% ao obtido em 2009. Os prêmios retidos totalizaram R$ 334 milhões, 25% acima do montante registrado em 2009.


Empreendimentos eólicos


Com operações em 130 países, a RSA disponibiliza seus serviços a empresas do mundo inteiro, garantido empreendimentos eólicos onshore (em terra) e offshore (no mar), segmento em que está presente em 80% dos empreendimentos, fruto de mais de 30 anos de experiência no segmento de energia renovável e em programas mundiais .


Segundo Couto, o trabalho da RSA Seguros é integrado com corretores, fabricantes, desenvolvedores, contratantes e operadoras, visando construir parcerias e atender necessidades específicas de cada cliente. "Usando a experiência de nossos Centros de Excelência podemos oferecer soluções diferenciadas voltadas as necessidades pontuais dos clientes", ressalta.


Brasil


O setor de seguros vê o mercado de energia renovável no Brasil com potencial de crescimento no Brasil, tanto assim, que a projeção é para dobrar a energia gerada nos próximos três anos.. A Ernest & Young mostrava que, em 2010, haveria aumento de 15%a 20% nos investimentos em energias limpas em todo o mundo, e o Brasil, um dos países mais atrativos para estes investimentos, pode crescer ainda mais.


Segundo o diretor da RSA Seguros, a pouca dependência de usinas hidrelétricas e aumento da participação de fontes renováveis de energia leva o mercado relativamente novo no Brasil com grande potencial de crescimento para os próximos anos.


"Trata-se de um novo ciclo de investimentos em energia eólica. Poucos concorrentes focados nesta indústria e ausência de proposta de valor específica para o mercado de energia renovável", ressalta Ariel Couto.


Segundo pesquisa de mercado, o que pesa na tomada de decisão, escolha e avaliação num projeto de energia renovável são: o preço, fator principal de decisão de compra do seguro para todas as empresas, exceto para aquelas que têm alguma experiência com sinistro; gestão de risco, competência e qualidade da equipe técnica são fatores também levados em consideração na decisão; e o fato de os clientes esperarem que a equipe técnica trabalhe como consultora para minimizar os riscos de seus negócios (consultoria para redução de custos e de riscos).


Formas de energia


O mercado de energia renovável no Brasil se divide em: UHE-Usina Hidrelétrica, que exige grande potência instalada (acimade30MW), barragens em rios(alto impacto ambiental)e com customédio:R$75 MW/h; PCH-Pequenas Centrais Hidrelétricas, com média potência instalada (entre1e30MW), área inundada até 3,0km2 e custo médio de R$142 MW/h; EOL-Usinas Elioeletricas-Energiaeólica, que não depende de combustíveis, Limpa e sem impacto ambiental e customédio:R$140 MV/h; UTN-Usinatermonuclear-Energianuclear, energia limpa com risco de catástrofe ao customédio:R$128 MW/h;


CGH-Central Geradora Hidrelétrica, pequena potência instalada (abaixode1MW), simples registro para funcionar e customédio:R$150 MW/h; UTE-Usina Termelétrica-Bio, energia gerada por bagaço de cana (biomassa), carvão, gás natural, óleo diesel, etc, onde a geração de energia pode não ser a atividade principal ao customédio:R$130 MW/h.


A RSA Seguros é uma das maiores seguradoras na área de engenharia e construção do mundo. Principais coberturas para a fase de construção do projeto: riscos de engenharia; danos da natureza; erros de execução; erros de projeto; Responsabilidade Civil; obras; cruzada; empregador; danos morais; e Alop (AdvancedLossofProfit).

Data: 02.09.2011 - Fonte: Monitor Mercantil

Corretor deve se preocupar em diversificar sua carteira de clientes

A muito vimos alertando os Corretores de Seguros em nosso Estado da preocupação do Sindicato no que diz respeito a atividade de nossos representados com a diversificação de sua carteira de clientes/segurados, para que não se envolvam ou se preocupem somente com o Seguro Auto, preocupação esta que se traduz pelos Cursos, Palestras e Eventos que são por nós disponibilizados ao longo do ano, e oferecidos sem qualquer custo, tanto pelas parcerias com a Escola de Seguros,Cias Seguradoras e com o C.V.G. já que é do conhecimento de todos, que o seguro AUTO não fideliza e diariamente são travadas batalhas que sabemos serem difíceis, face a grande e predatória concorrência existente.


Não bastassem as Cooperativas e Associações, boa parte delas denunciadas pelo Sindicato ao Ministério Público, Policia Federal, Delegacia de Defesa do Consumidor e Susep, cujos processos encontram-se em andamento, temos ainda, Lojas de Departamento, Bancos, destacando-se o Banco do Brasil, Internet e muitas outras que estaremos deixando de citar por falta de espaço e por certo serão enjoadas de se ler.


Não bastassem estas de existência comprovada, outros perigos surgem, podendo citar entre elas, a tentativa da criação do Agente de Seguro, que vem disfarçado com a proposta de regulamentação do Agenciador de Seguros, sem vinculação com as Corretoras de Seguros e bem mais recente com possível o credenciamento das Agencias dos Correios em todo País para atendimento ao Seguro DPVAT e nos parece que também com o Micro Seguro, o que mais cedo ou mais tarde por e certo estarão com a abertura desta porta, comercializando sem qualquer conhecimento técnico, outros ramos e não serão somente os acima descritos.


O Sindicato se preocupa com as investidas daqueles que visam somente e tão somente o lucro, esquecendo-se dos Segurados e o que é pior, usurpando a profissão e o profissional que estuda para se tornar técnico e que existe em função da Lei 4.594/64, e para tanto reafirma que mesmo posicionado em um Estado pequeno, procurará de todas as formas defender o Corretor de Seguros, seja através de ações na justiça, seja através de denuncias aos órgãos que deveriam fiscalizar o mercado, assim como investidas na área política.


Conheçam agora algumas posições tomadas pelo Sindicato:-


1- Projeto de Lei apresentado a nosso pedido pelo Deputado Gilson Lopes, na Assembléia Legislativa do Espirito Santo, em que sendo aprovado e sancionado pelo Governador, obriga a presença do Corretor de Seguros em todo e qualquer local que comercialize Seguro.


2- Proposta para celebração de convênio com a Prefeitura Municipal de Vitória, com vistas a exigir apólice quitada para concessão de alvará para Seguros obrigatórios por Lei, dentre eles RC do Construtor de Imóveis, Edificações ou Conjunto de Edificações e contra riscos de incendio de bens móveis e imóveis;


3- Denuncias - (em andamento)- junto a Policia Federal, Civil, Ministério Público e Susep contra as Cooperativas e Associações que comercializam coberturas automotivas;


4- Convênio com a Centauro Seguradora-(aberto as Corretoras)- para atendimento aos beneficiários e vitimas de Acidentes de Transito, com vistas a não permitirmos entrada de curiosos no mercado de auto;


5- Convênio com o Batalhão de Transito da Policia Militar do ES para retirada de Boletins de Ocorrência;


6- Parceria com a Policia Rodoviária Federal em programas de prevenção, tais como férias de impacto, uma luz para a vida e saúde do caminhoneiro entre outras, quando divulgamos a atividade do Corretor de Seguros;


7- Formalização de denuncias fundamentadas ao órgão fiscalizador -(Susep)- contra todas aquelas Seguradoras que não cumprem as regras, e a legislação


8- Disponibilização de Consultor Jurídico grátis para Corretores Associados e seus Segurados;


9- Forum de apoio aos Corretores de Seguros para intermediação de conflitos entre Corretores e Seguradoras;


10- Palestras mensais, cursos e workshops voltados para aprimoramento técnico dos Corretores e Corretoras, e seus funcionários.


Contamos ainda com diversas outras atividades voltadas para lazer, aprimoramento técnico, redução de custos operacionais, dentre elas podemos citar a vinda ao nosso Estado de representantes de Escritório de Advocacia especializado em direito tributário com vistas a discutirmos a redução da alíquota do Cofins de 4% para 3%, assim como fizemos com o ISS de Vitória e Vila Velha que tinham o percentual de 5%, sendo nós (o primeiro Sindicato do País) a conseguir a redução deste tributo para 2% inclusive retroagindo a 01 ano, com compensação de valores pagos a maior.


Esperamos que nosso recado tenha sido dado, e que os Corretores se conscientizem da diversificação de suas carteiras, utilizando para tanto e a principio seus próprios clientes, levantando suas reais necessidades em outros ramos ou coberturas, como Previdência, Vida, Saúde, Incêndio, etc. desta forma ocupara o espaço que lhe pertence.


Nós do Sincor-ES nos preocupamos e procuramos agir, e você Corretor o que acha de iniciar a mudança de sua postura? . Vocês sabem que podem contar conosco

José Romulo da Silva - Presidente do Sincor-ES


Data: 02.09.2011 - Fonte: Sincor-ES

Apólice premia destaques do mercado de seguros

A noite de entrega do II Prêmio Melhores do Seguro, organizado pela Revista Apólice, foi um sucesso. O evento aconteceu nesta quarta-feira, 31 de agosto, no Buffet Torres, em São Paulo, e reuniu mais de 350 pessoas - entre corretores de seguros, seguradores, empresas e entidades do setor.


Foram entregues 32 troféus em duas modalidades diferentes: cases de sucesso e pesquisa entre corretores (confira a lista abaixo). Os presentes também acompanharam uma homenagem ao presidente da Fenacor, Armando Vergílio dos Santos Júnior. A descontração do evento ficou por conta da atriz Marisa Orth, que pela segunda vez foi a mestre de cerimônia da festa.


"A cerimônia foi perfeita. O Prêmio conseguiu refletir bem os conceitos da Revista, de objetividade, ética e transparência. Ficamos orgulhosos de receber os dirigentes de empresas do setor, das lideranças do mercado e outras autoridades", observou o diretor executivo da Revista Apólice, Francisco Pantoja.


O Prêmio Melhores do Seguro visa estimular, promover e reconhecer o trabalho de personalidades, empresas e seus produtos que mais contribuíram para o desenvolvimento técnico e mercadológico do setor de seguros brasileiro e que tiveram atuação destacada no 2º semestre de 2010/ 1º semestre 2011.


Escolha dos vencedores


As empresas vencedoras do Prêmio Melhores do Seguro 2011 foram escolhidas de duas formas. Uma delas foi através de pesquisa, realizada em parceria com a CVA Solutions, junto a corretores de seguros com registro na Susep. Eles elegeram as empresas que mais se destacaram em diversos ramos de seguro, resseguro, previdência, capitalização, planos de saúde e odontológicos. Cerca de 2 mil corretores participaram da pesquisa. A outra parte da premiação foi destinada às empresas que inscreveram cases e que foram escolhidas pela comissão julgadora do Prêmio, composta pela equipe de Redação da Revista Apólice. Foram observados a relevância para o setor de atuação e resultados obtidos.



Confira abaixo os premiados:


Cases premiados
- Admix: Saúde e Gestão Integrada e Construção Civil: um target não explorado pelas seguradoras
- Aon Affinity: Modelos Quantitativos para o Mercado de Seguros
- Capemisa: Bem Feliz Capemisa VGBL E PGBL
- Grupo Raduan: Estrutura que faz a diferença
- Humana Seguros: Relacionamento com o Corretor
- Liberty: Anúncio como Seguradora Oficial da Copa do Mundo Fifa 2014
- Marsh: Corretora Internacional
- Mapfre: Canal Concessionárias
- Victory: Programa de Prevenção e Promoção da Saúde


Pesquisa CVA Solutions/Revista Apólice com corretores de seguros:
- Melhor Companhia de Capitalização (destaque entre Grandes Corretoras): Sulacap
- Melhor Companhia de Capitalização (destaque Nacional): Bradesco Capitalização
- Melhor Seguradora de Seguro Condomínio (destaque Nacional): Allianz
- Melhor Seguradora de Seguro Rural (destaque Nacional): Mapfre
- Melhor Seguradora de Seguro Transportes (destaque Nacional): Porto Seguro
- Melhor Seguradora de Seguro Automóvel (destaque da Região Sul): HDI
- Melhor Seguradora de Seguro Automóvel (destaque na Região Centro-Oeste): Bradesco Auto/RE
- Melhor Seguradora de Seguro Automóvel (destaque Nacional): Porto Seguro
- Melhor Resseguradora Local: IRB-Brasil RE
- Melhor Resseguradora Internacional: Swiss RE
- Melhor Companhia de Previdência Privada (destaque nas Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste): Bradesco Vida e Previdência
- Melhor Companhia de Previdência Privada (destaque nas Regiões Sul e Sudeste): Porto Seguro
- Melhor Seguradora de Seguro de Vida (destaque Nacional): Porto Seguro
- Melhor Companhia de Previdência Privada (destaque em São Paulo): SulAmérica
- Melhor Operadora de Saúde (destaque em São Paulo): Amil
- Melhor Seguradora de Seguro Saúde (destaque em São Paulo): SulAmérica
- Melhor Seguradora de Seguro Saúde (destaque nas Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste): Bradesco Saúde
- Melhor Seguradora de Seguro Saúde (destaque nas Regiões Sul e Sudeste): Seguros Unimed
- Melhor Operadora de Planos de Saúde para Alta Renda (destaque em São Paulo): Omint
- Melhor Operadora de Planos de Saúde para Alta Renda (destaque Nacional): Golden Cross
- Melhor Operadora de Planos Odontológicos (destaque na Região Sul): Uniodonto
- Melhor Operadora de Planos Odontológicos (destaque entre Grandes Corretoras): MetLife
- Melhor Seguradora de Planos Odontológicos (destaque Nacional): Bradesco Saúde


Repercussão


Para o diretor do Grupo Raduan, Nagib Raduan, a premiação demonstra que o trabalho desenvolvido pela companhia nos últimos anos vem sendo reconhecido. "Trabalhamos muito para apresentarmos um serviço verdadeiramente sério, transparente e de qualidade ao mercado. Criamos uma estrutura diferenciada justamente para dar suporte a nossa capacidade de entrega. Por tudo isso, é uma grande satisfação receber esse prêmio".


Além dele, executivos das outras empresas que formam o conglomerado estiveram presentes na cerimônia. Luis Blotta, diretor Comercial Corporativo; Roberto Medeiros, diretor Comercial da Você Clube ? Clube de Benefícios; Fabiana Dias, diretora da Saúde Perfil e Paulo Henrique Rocha, consultor de Negócios da Corrhect - Recursos Humanos também marcaram presença.


A Marsh Brasil, que participou pela segunda vez da Premiação, enfatizou a importância da empresa como uma Corretora Internacional e seus pontos diferenciais mais relevantes ao fechar negócio com uma empresa de grande cliente, que resultou em vários benefícios. "Esta é outra premiação importante para a Marsh Brasil. O case ilustra claramente como conseguimos auxiliar um grande cliente ao fornecer-lhe todas as coberturas-chave em seguros e soluções de riscos, com significativas reduções de custos e tudo implementado de forma eficiente em todos os países onde a empresa opera. É um exemplo de gerenciamento de riscos para o crescimento em um ambiente cada vez mais complexo, o que é uma de nossas especialidades", afirmou Eduardo Takahashi, diretor do Segmento Institutional da Marsh Brasil e responsável pelas grandes contas.


Data: 02.09.2011 - Fonte: Apólice

Setor pode deixar de arrecadar R$ 700 mi em prêmios de seguro Garantia

O mercado de seguros brasileiro poderá deixar de arrecadar por volta de R$ 700 milhões por ano em prêmios de seguro Garantia, caso as novas regras de RDC (Regime Diferenciado de Contratações Públicas) não sejam alteradas para incluir a obrigatoriedade de contratação da proteção na realização de obras públicas. O alerta foi dado por Rogério Vergara, diretor-executivo da Mapfre Seguros e presidente da Comissão Técnica de Créditos e Garantias da FenSeg, durante workshop para jornalistas realizado pela CNseg na terça-feira (30).
A Lei 12.464/2011, resultante da conversão da Medida Provisória nº 527/2011, que instituiu o chamado "Regime Diferenciado de Contratações Públicas", define que as obras dos dois maiores eventos esportivos do mundo que vão ocorrer no Brasil não precisarão obedecer às regras estabelecidas na Lei 8.666/93, a chamada Lei das Licitações. A partir de agora, o governo poderá contratar diretamente as empreiteiras para as obras relacionadas à Copa e aos Jogos Olímpicos, repassando a elas a confecção do projeto básico e toda a execução das obras. Segundo os especialistas presentes no workshop, o problema é que a nova regra não inclui a obrigatoriedade do seguro Garantia na contratação das empresas.
De acordo com o assessor da Presidência da CNseg, José Américo Peón de Sá, está em andamento uma proposta para incluir novamente a contratação do seguro nas obras e também para expandir o limite do valor contratado - anteriormente, o valor destinado à aquisição da proteção era de até 1,5% do projeto.
Vergara apontou os principais problemas que o governo terá caso as RDC permaneçam como estão. O primeiro é a dificuldade para escolher uma nova empreiteira, caso a que estava tocando a obra saia no meio do projeto. Outro ponto problemático seria o custo para contratar essa nova empresa. "O governo tem dinheiro para fazer as obras, o problema é que o risco é muito grande das obras não serem concluídas sem o seguro garantia", disse o executivo da Mapfre.
Sobre o seguro Garantia em geral, ele afirmou que a os contratos e as operações estão ficando mais complexos. Isso porque existem diferentes riscos relacionados a cada etapa do projeto.
"O seguro garantia é benéfico para a população, pois é uma forma de garantir a fiscalização, a diminuição dos custos e a finalização das obras. É uma pena que o governo não encara a proteção dessa forma", lamentou o presidente da CNseg, Jorge Hilário Gouvêa Vieira.

Microsseguro
Outro assunto destacado no workshop foi o microsseguro. Para o diretor Executivo da Bradesco Vida e Previdência e presidente da comissão de Microsseguros e Seguros Populares da CNseg, Eugênio Velasques, o produto tem o potencial de atingir 100 milhões de novos consumidores entre 10 a 20 anos.
Segundo ele, a expectativa é que o microsseguro seja comercializado no segundo semestre do ano que vem. E, apesar de ainda aguardar regulamentação para o produto, seguradoras como a Zurich e a Allianz já comercializam seguros com essas características e são exemplos de iniciativas bem sucedidas. Velasques citou também o Primeira Proteção, produto da Bradesco comercializado em comunidades como o Heliópolis, em São Paulo, e a Rocinha, no Rio de Janeiro. O executivo contou que com o aumento da conscientização em relação a importância do seguro e o crescimento da renda da população, a demanda aumentou. "Vendemos 20 apólices em sete meses e 30 apenas na última semana", contou.
Porém, segundo ele, para que o microsseguro dê certo no Brasil, é preciso adequá-lo à realidade tupiniquim. "Moradores de uma comunidade de baixa renda não vão querer proteção para roubos, porque ninguém 'sairá carregando' um bem de alguém da própria comunidade. Eles precisam mais de seguros contra enchentes e incêndios, por exemplo", observou. Além disso, outros conceitos deverão ser incorporados pelas seguradoras que pretendem atuar nessa área como manter pesquisa constante sobre o público, tecnologia suficiente para suportar grandes volumes de dados e apostar em vendedores da própria comunidade.


Revista Apólice | Jamille Niero

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

O preço da segurança

Companhias de seguro devem acompanhar o crescimento da indústria e projetam aumento de 7% para 2011. Saiba por que o perfil do condutor influencia no preço da apólice


A indústria automobilística vem batendo recordes e mais recordes no mercado. Ano passado, mais de 3,5 milhões de veículos saíram das concessionárias, um aumento de 14,3% em relação a 2009, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Proporcional ao crescimento, os contratos de seguro decolaram. Para 2011, a expectativa da Federação Nacional de Seguro é de uma demanda 7% maior nas contratações de apólices. O mesmo se espera do segmento aquecido dos utilitários, um dos que mais crescem no Brasil.


Além de contar com a carroceria grande e a tração 4x4, são veículos geralmente mais sofisticados, versáteis e com um perfil urbano, já que a altura do carro transmite segurança ao usuário no trânsito. "A mão de obra para manutenção e a troca das peças são mais caras. O luxo acaba refletindo no valor do seguro", explica a corretora da Cooperativa de seguros (Cotraseg) Andréia Carvalho.


O cálculo da apólice leva em conta informações pessoais de quem contrata o serviço, assim como a categoria do veículo. A funcionária pública aposentada Eleusa Santana Aragão, 55 anos, tem um Hyundai Tucson 2.0. Paga, anualmente, R$ 1,7 mil pelo seguro. "Poderia ter ficado ainda mais barato", comenta. "A minha idade e a do meu marido ajudaram a abaixar o preço, mas minha filha, Luiza, também está incluída no seguro. Como ela tem 23 anos, o valor aumenta". Idades de 18 a 25 anos são consideradas um fator maior de risco para as seguradoras.


O cálculo é feito a partir da avaliação do perfil do contratante. Idade, estado civil, sexo, se existe garagem para guardar o carro ou se ele fica em estacionamento, e até algumas estatísticas de sinistro são critérios usados. E, no caso dos utilitários esportivos, o preço aumenta pelo uso off road que o dono pode fazer dele. Eleusa prefere não colocar seu SUV além do asfalto, mas a máquina foi projetada para enfrentar barro, terra, pedras e trilhas fora de estrada.


Renovação


A categoria tarifária é determinada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), "mas outros fatores também valem na formação do valor, como o bônus", ressalta a corretora Solimar Ribeiro. A partir do 1º ano de renovação do seguro sem utilizá-lo, por exemplo, o assegurado tem direito a um percentual de desconto sobre o prêmio pago à seguradora. Essa dedução é cumulativa até o 5º ano consecutivo. E mais: é possível mudar de corretor ou seguradora e manter o benefício. A aposentada Eleusa Aragão recebe 40% de desconto porque tem 10 anos nessas condições. Sem o alívio no bolso, pagaria R$ 1,3 mil a mais.


Dicas


» Verifique se a corretora e a seguradora possuem autorização de funcionamento junto à Superintendência de Seguros Privados (Susep), que é o órgão fiscalizador das operações de seguro » Entre em contato com um corretor. Ele deve analisar o perfil de risco e ajudá-lo a encontrar o produto mais adequado » Avalie com cautela as importâncias seguradas que serão contratados para danos materiais, corporais e morais a terceiros » Quem comprou um zero conta com a possibilidade de ser reembolsado, em caso de sinistro, pelo valor de um automóvel novo, até seis meses após a saída da concessionária. Observe se a seguradora oferece essa cobertura » Analise se as coberturas oferecidas atendem às necessidades, se os valores de indenização são compatíveis com os eventuais prejuízos que possam ocorrer e se há uma garantia de prazo de indenização » Observe que quanto maior a participação do segurado na franquia, menos pagará pelo seguro. Portanto, veja se o seu orçamento comporta o valor da franquia » Informe corretamente os dados pessoais para ter direito à indenização, em caso de sinistro » Avalie se a seguradora oferece benefícios extras, como carro reserva e limite de quilometragem oferecido pelo guincho

Data: 01.09.2011 - Fonte: Correio Braziliense

Seguro garantia figura entre as carteiras que mais crescem

O seguro garantia figura entre as carteiras que apresentaram os maiores percentuais de crescimento nos últimos anos. Segundo dados da Confederação Nacional de Seguros (CNSeg), o tamanho dessa modalidade de seguros, medido em volume de prêmios, aumentou quase quatro vezes na segunda metade da década passada. “Em 2006, a receita apurada somou R$ 192,3 milhões. Essa cifra saltou para R$ 726,7 milhões em 2010 (crescimento de 277,8%)”, explicou assessor especial da presidência da CNSeg, José Américo Peón de Sá, durante o Workshop para Jornalistas, organizado pela confederação, em São Paulo, no começo deste semana.


Para o mercado, a outra boa notícia é a de que, durante esse período, a sinistralidade média apurada no seguro garantia se manteve em torno dos 15%.


E as perspectivas são as melhores possíveis para os próximos anos, diante do iminente aumento da procura pelo seguro a reboque dos grandes projetos que vêm sendo implantados no país, seja na área pública ou privada.


Na sua palestra para os jornalistas, Peón de Sá falou ainda a atuação dos seguradores visando a aumentar o limite máximo previsto na legislação para a aceitação de riscos pelas companhias de seguros no ramo de garantia de obras públicas. “Queremos passar esse teto de 5% para 30% do valor em risco – nos contratos “comuns” – e de 10% para 45% nas coberturas para obras de grande complexidade”, explicou.


Ele comentou ainda sobre a apreensão do setor privado diante da decisão do Governo de alterar a Lei 8666, que regulamenta as licitações públicas, criando o Regime Diferenciado de Contratos (RDC), o qual não prevê garantias (seguro, fiança bancária ou caução) para as grandes as obras de infraestrutura ou diretamente relacionadas aos eventos esportivos previstos par aos próximos anos, tais como as Olimpíadas de 2016 e a Copa do Mundo de Futebol de 2014. “Estamos nos movimentando. Procuramos a Câmara e o Senado para explicar que as novas licitações podem ficar sem garantias. Acho que até ao Ministério Fazenda já interessa mudar o RDC”, acrescentou Peón de Sá.


Data: 01.09.2011 - Fonte: CQCS