A corrida para excelência não tem linha de chegada.
David Rye

terça-feira, 29 de março de 2011

Bradesco Saúde lança guia de utilização do seguro saúde

A Bradesco Saúde lança o "Guia de Uso Cuide Bem", hotsite acessado por meio do site www.bradescosaude.com.br, no qual o segurado encontra informações sobre como utilizar o seguro saúde corretamente e aproveitar melhor as consultas médicas, além de conhecer seus direitos e deveres e tirar dúvidas. O guia oferece dicas sobre exames, diagnóstico, tratamento e o perigo da automedicação.


Confira algumas das seções do guia de uso Cuide Bem:


- Direitos e deveres dos segurados - apresenta lista na qual constam direitos da Bradesco Saúde com relação aos seus segurados e vice-versa, aprimorando assim o relacionamento entre a seguradora e o segurado;


- Guia de consultas médicas - contém orientações básicas aos segurados sobre melhor aproveitamento de suas consultas;


- Consentimento informado: seção que informa sobre o direito do paciente de participar de toda e qualquer decisão sobre o tratamento que possa afetar sua integridade física e psicológica, devendo ser alertado pelo médico sobre os riscos e benefícios das alternativas envolvidas;


- Automedicação - alerta sobre os perigos dessa prática, cada vez mais comum entre as pessoas e que pode causar efeitos colaterais indesejáveis.


Outras seções do hotsite são "Lembre-se" e "Perguntas Frequentes". A primeira disponibiliza sugestões para os procedimentos médicos dos segurados da Bradesco Saúde e a segunda esclarece as perguntas mais comuns dos clientes.


O segurado pode também fazer download e imprimir o Gibi Bradesco Saúde.


O guia de uso Cuide Bem é uma iniciativa que integra o Programa de Qualidade da Bradesco Saúde e está vinculada ao esforço da companhia para obtenção de acreditação internacional (certificação) de operadora de planos de saúde pelo Consórcio Brasileiro de Acrecidtação (CBA) em parceria com a Joint Commission International (JCI).


Fonte: Revista Apólice

Carro segurado

Até 50% dos preços dos seguros estão relacionados com o índice de roubos dos carros. As marcas mais visadas por criminosos também se tornaram as que têm apólices mais caras que as concorrentes do mercado.


"O preço dos seguros engloba os riscos de incêndio, colisão, alagamento e roubo, sendo que este item correspondente a cerca de metade do que é pago pelo consumidor", diz o vice-presidente da Porto Seguro Luiz Pomarole.


O modelo Stilo, da Fiat, foi o que registrou maior frequência de roubo em 2010, de 0,76%, segundo a Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização. O dado é uma divisão da quantidade de carros roubados pelo total da frota.


"Veículos sem grandes alterações na linha ao longo dos anos têm maior número de sinistros, pois as peças encaixam em qualquer modelo", diz Pomarole.


As locadoras também levam em conta as pesquisas sobre roubo antes de comprar os carros, segundo o presidente do conselho nacional da associação do setor, Paulo Gaba.


Fonte: Folha de S. Paulo

Tsunami avançou 40 quilômetros para dentro do território

O governo japonês divulgou nesta segunda-feira que o tsunami do dia 11 de março avançou em até 40 quilômetros para dentro do território do país. Provocado por um terremoto de 9 graus na escala Richter, o pior já registrado no Japão, o fenômeno devastou cidades inteiras, provocou mais de 11 mi mortes e outras 17 mil pessoas desaparecidas.


O tsunami também afetou a instalação nuclear da usina de Fukushima, localizado no nordeste do país. Os sistemas de resfriamento dos reatores foram afetados com a onda, o que elevou a temperatura, provocando explosões e liberação de radiação na atmosfera. Trata-se do pior acidente nuclear na história do Japão e o mais grave desde o registrado na usina soviética de Chernobyl, em 1986.


O presidente da seguradora francesa Axa, Henri de Castries, afirmou que já é possível contabilizar os custos que a empresa terá como consequência do terremoto seguido de tsunami que abalou o Japão no início de março. Segundo o executivo, a Axa terá de desembolsar mais de 100 milhões de euros para a cobertura dos seguros de vida dos que morreram e também para segurar os feridos.


Fonte: Veja.com

Custo das catástrofes triplicou em 2010, e pode ser ainda pior em 2011

O custo das catástrofes de origem humana e natural triplicou no ano passado, principalmente em função de vários terremotos, e pode agravar-se ainda mais em 2011, após as tragédias no Japão e na Nova Zelândia, anunciou nesta terça-feira a seguradora suíça Swiss Re.


O prejuízo total chegou a 218 bilhões de dólares no ano passado, contra 68 bilhões em 2009, informou a Swiss Re, segunda maior seguradora do mundo.


Sobre o total do custo de 2010, as companhias de seguros tiveram que pagar 43 bilhões de dólares, uma alta superior a 60%.


De acordo com o estudo anual 'Sigma', da Swiss Re, os desastres provocaram em 2010 a morte de 304.000 pessoas - o maior número desde 1976.


O terremoto que devastou o Haiti em janeiro de 2010 foi o que mais causou vítimas, com 222.000 mortos.


Além das catástrofes naturais, fenômenos climáticos extremos também provocaram mortes e prejuízos. A onda de calor que afetou a Rússia em junho de 2010, por exemplo, deixou 55.630 vítimas fatais.


No quesito custos, o terremoto que atingiu o Chile em fevereiro de 2010 foi o desastre mais caro do ano, com um prejuízo de 8 bilhões de dólares, seguido pelo terremoto na Nova Zelândia, em setembro, que custou 4,5 bilhões.


No entanto, foram as 63 tempestades de 2010 que, em conjunto, causaram o maior dano, com 20,1 bilhões de dólares em prejuízos - em comparação, os 13 terremotos de 2010 custaram 12,9 bilhões de dólares às seguradoras.


"Apesar da atividade sísmica mundial não mostrar um aumento em longo prazo, as mortes e os danos provocados pelos tremores estão em alta", estimou um dos autores do levantamento, Balz Grollimund.


Neste sentido, a Swiss Re indicou que "2010 viu alguns dos terremotos mais terríveis da história".


O crescimento da população, em especial em áreas urbanas localizadas em zonas de intensa atividade sísmica, é responsável por esta tendência, explicou Grollimund.


As catástrofes registradas no ano passado demonstram a necessidade de "melhorar a gestão e prevenção das crises", destacou Thomas Hess, economista da Swiss Re.


Os países emergentes não estão muito cobertos pelas seguradoras, lamentou o especialista, indicando que a crescente prosperidade nestas nações, entretanto, deve melhorar a situação.


Os terremotos provavelmente vão aumentar a fatura das seguradoras em 2011. O terremoto que atingiu Christchurch, na Nova Zelândia, em fevereiro, pode custar entre 6 e 12 bilhões de dólares.


Os danos provocados pelo tremor seguido de tsunami do dia 11 de março no nordeste do Japão, por sua vez, devem provocar "custos de seguro elevados", principalmente em função das avaria sofridas pela central nuclear de Fukushima Daiichi (N°1), estimou a Swiss Re.


O grupo suíço calcula seus próprios custos no Japão em 1,2 bilhão de dólares.


Fonte: UOL - Notícias

Mudança abrupta em preço de seguro ofende o sistema de proteção ao consumidor

Se o consumidor contratou ainda jovem o seguro de vida oferecido pela seguradora e o vínculo vem se renovando ano a ano, o segurado tem o direito de se manter dentro dos parâmetros estabelecidos, sob o risco de violação ao princípio da boa-fé. A Segunda Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) entendeu que aumentos necessários para o reequilíbrio da carteira têm de ser estabelecidos de maneira suave e gradual, mediante um cronograma, do qual o segurado tem de ser cientificado previamente.


A decisão foi proferida após sucessivos debates na Segunda Seção, em um recurso no qual um segurado de Minas Gerais reclamava contra decisão da seguradora de, após mais de trinta anos de adesão, não renovar mais o seguro nas mesmas bases. Ele alega que, primeiramente, aderiu ao contrato de forma individual e, posteriormente, de forma coletiva. As renovações eram feitas de maneira automática, quando a seguradora decidiu expedir notificação e não mais renovar a apólice nas mesmas condições.


Conforme o segurado, houve a oferta de três alternativas de manutenção do contrato, todas excessivamente desvantajosas. A seguradora argumentou que a realidade brasileira impede que os seguros de vida sejam contratados sob o mesmo sistema utilizado nos anos 70, quando iniciou uma série de seguros dessa natureza. Os constantes prejuízos experimentados para a manutenção do sistema anterior a obrigaram à redução do capital social.


A seguradora argumentou, ainda, que circular da Superintendência de Seguros Privados (Susep) autorizaria o aumento com fundamento na faixa etária, e que o aumento proposto obedeceria a um programa de readequação favorável ao consumidor. Tanto o juízo de primeiro grau quanto o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) consideraram que, prevendo o contrato de seguro a não renovação da apólice pelas partes, mediante aviso prévio de 30 dias, não era abusiva a decisão de por fim ao pacto, por não haver cláusula expressa nesse sentido.


Contratos relacionais


A relatora da matéria na Seção, ministra Nancy Andrighi, assinalou que o contrato em questão não pode ser analisado isoladamente, como um acordo de vontades por um período fixo, com faculdade de não-renovação. Deve ser analisado como um contrato relacional, em que os deveres das partes não estão expressamente previstos, e com observâncias aos postulados da cooperação, solidariedade, confiança e boa-fé objetiva.


“A proteção especial que deve ser conferida aos contratos relacionais nasce da percepção de que eles vinculam o consumidor de tal forma que, ao longo dos anos de duração da relação contratual complexa, torna-se esse cliente cativo daquele fornecedor ou cadeia de fornecedores,, tornando-se dependente mesmo da manutenção daquela relação contratual” assinalou. Um jovem que vem contratando um seguro de forma contínua não pode ser abandonado, segundo a ministra, quando se torna um idoso.


A ministra ponderou que prejuízos também não podem recair sobre a seguradora. “A colaboração deve produzir efeitos para ambos”, ressaltou. No caso dos autos, há responsabilidade da seguradora por não ter notado o desequilíbrio em tempo hábil, comunicando prontamente o consumidor, e planejando de forma escalonada as distorções.


Se o consumidor entender que o escalonamento não contempla seus interesses, fica-lhe facultado, segundo a ministra, discutir a matéria em juízo, em ação na qual se discutirá especificamente não o direito à descontinuidade do contrato, mas a adequação do plano apresentado, de acordo com os princípios que regem os contratos relacionais.


Fonte: Correio do Brasil

Dicas de segurança - A força do cinto

Todo cuidado é pouco quando o assunto é velocidade. Em uma colisão de veículos a apenas 40 km/h, o motorista pode ser atirado violentamente contra o pára-brisa ou arremessado para fora do carro. Lembre-se de que a força dos braços só é eficaz a uma velocidade de até 10 km/h, contestando aqueles que imaginam poder amortecer o choque segurando o volante com firmeza.

Por isso, o cinto é um equipamento fundamental para segurar e manter motoristas e passageiros juntos aos seus respectivos assentos, minimizando as conseqüências dos acidentes. O impacto da colisão gera uma carga, que é distribuída de forma uniforme ao longo de toda a área de contato do cinto sobre o corpo humano. Mais do que isso: o próprio cinto absorve parte do choque.
De acordo com os crash tests – testes de avaliação de segurança realizados pela indústria automobilística –, ficou comprovado que o cinto de segurança é eficaz em impedir a ejeção do ocupante e também, em minimizar a ocorrência de graves lesões no tórax e na cabeça, já que é o único dispositivo capaz de limitar o deslocamento do ocupante.

Como Usar

Para que o cinto funcione com eficiência, é importante sentar-se corretamente no assento, com a coluna ereta. O cinto abdominal deve ser colocado na região dos quadris e não na barriga. Já a parte diagonal deve passar pelo ombro e o acessório não deve estar torcido, nem com folgas.

Fonte: Allianz Seguros

HDI Auto Perfil

O HDI Auto Perfil leva em consideração as características do condutor para que o segurado pague um preço justo pelo seguro. Além das coberturas de colisão, incêndio, roubo, responsabilidade civil e acidentes pessoais, a HDI Seguros oferece uma variedade de coberturas adicionais que o segurado escolhe de acordo com sua necessidade: Assistência 24 horas, Carro Reserva, vidros, retrovisores, faróis. Você pode contratar apenas o que realmente precisa, pagando assim um preço justo pelo seu seguro.
Coberturas Adicionais disponíveis para a contratação no HDI Auto Perfil:
Assistência 24 horas HDI Auto – em situações emergenciais, o cliente contará com serviços de reboque ou recolha após acidente ou pane, transporte alternativo, retorno ao domicílio ou continuação da viagem, hospedagem, remoção hospitalar, transporte de familiar em caso de hospitalização, despesas de viagem do segurado, serviço de informação e atendimento 24 horas em caso de sinistros.
E mais: troca de pneus, chaveiro, socorro na falta de combustível, descontos na Rede Best Price, diagnósticos gratuitos de amortecedores, luzes, freios e suspensão.
E ainda as coberturas adicionais HDI Vidros, Carro Reserva, Despesas Extraordinárias, Garantia de Veículo 0km e Safe Driver.

As vantagens
Além de preços justos e adequados ao seu perfil, o HDI Auto Perfil oferece facilidade de contratação, diversas opções de coberturas adicionais e agilidade na indenização de prejuízos. O segurado também pode contar com:
  • Opções de Carro Reserva (de 7 a 30 dias)
  • Descontos na Rede Best Price, incluindo estacionamentos, farmácias, SOS computadores, Dry Clean, táxis
  • Fotos de veículos sinistrados via internet (Área de Corretores);
  • Emissão rápida de apólices e endossos.
Fonte: HDI Seguros

Corpo x Acidente

Um acidente pode ser dividido em três momentos:

1ª colisão: Veículo contra um obstáculo

Eventos possíveis: batida, tombamento ou capotamento do veículo.

2ª colisão: Ocupante contra parte interna do veículo
Após a colisão do veículo, a velocidade do ocupante – a mesma em que o automóvel se encontrava antes do acidente – será reduzida apenas quando acontecer o choque de alguma parte de seu corpo com a estrutura interna do veículo. Na maioria dos casos, isso acontece quando ocorre o impacto da cabeça, do tórax contra o volante (no caso do motorista), contra o painel ou o pára-brisa. É neste instante que acontecem as principais lesões sofridas pelos ocupantes.


3ª colisão: Órgãos internos contra a estrutura óssea
Em decorrência desta última colisão, podem ocorrer rupturas de órgãos e hemorragias internas. Quanto maior a velocidade, maior a possibilidade de danos corporais.

Fonte: Allianz Seguros

Dicas de segurança - Você sabia que...

... colidir com um objeto fixo a uma velocidade de 60 km/h equivale a cair de um prédio de quatro andares (uma altura de aproximadamente 14 metros)?

… se a velocidade for de 80 km/h, o impacto equivale ao de uma queda livre de 25 metros?

… mesmo que o veículo esteja numa velocidade de 20 km/h, o impacto sob um objeto fixo resulta numa força de até 15 vezes o peso da pessoa?
Considere que uma pessoa adulta consiga suportar, no máximo, um peso três vezes maior que seu próprio peso.

… quando dois veículos a 25 km/h se chocam, as velocidades se somam, resultando num impacto correspondente a 50 km/h?

… 40% das mortes em acidentes são causadas por choque contra o pára-brisas ou painel de instrumentos?


… 30% das lesões fatais em colisões foram causadas porque a vítima bateu contra o volante?

… uma em cada cinco lesões aconteceu porque os ocupantes de um veículo bateram-se uns contra os outros?

… oito em cada 10 pessoas que não usavam o cinto de segurança morreram em acidentes com pelo menos um dos veículos a menos de 20 km/h?

Fonte: Allianz Seguros

Dicas de segurança - Uso do cinto de segurança

Crianças, um caso a parte.

Os cintos de segurança são desenvolvidos de acordo com a estrutura de um indivíduo adulto e, por este motivo, não devem ser usados por crianças com menos de 1,40 m de altura. Conforme determina o Código de Trânsito Brasileiro, as crianças menores de dez anos devem ser transportadas sempre no banco de trás, acomodadas em cadeirinhas e cintos apropriados.

Confira as formas corretas de transportar as crianças, de acordo com a idade:

Até 1 ano – Transportar sempre em cadeiras tipo “bebê conforto”, presas ao cinto de segurança no banco traseiro, com as costas voltadas para a frente do carro.

De 1 a 4 anos – Transportar sempre em cadeirinhas especiais, presas ao cinto de segurança no banco traseiro, na mesma posição que os demais passageiros.

De 4 a 10 anos – Sempre no banco traseiro, transportar em assento especial, que possa elevar o tronco da criança para a posição e altura adequadas, proporcionando maior conforto e, nos casos de acidentes, evitando perigo de estrangulamento pelo cinto de segurança.

Fonte: Allianz Seguros

Dicas de segurança - Transportando seu cão

Uma amizade que vale a pena proteger.

Na hora de andar de carro com seu cão, existem algumas providências que podem aumentar em muito a segurança do automóvel tanto para o animal quanto para os demais passageiros.
Para você ter uma idéia, numa freada brusca a apenas 50 km/h, um cão de 25 quilos pode ser arremessado com impacto de 694 quilos.
Por isso, utilize itens de proteção especiais para seu animal de estimação sempre que ele estiver no carro. Alguns deles são a rede divisória, o assento e o cinto de segurança para cães, que você pode encontrar em pet shops e lojas especializadas.


Fonte: Allianz Seguros 

Média anual de mortos nas estradas durante carnaval chega a 900

O balanço dos acidentes no carnaval 2011 nas rodovias federais apontou o maior número de vítimas fatais dos últimos anos. Porém, considerando também as vias urbanas e municipais, o número pode ser ainda mais surpreendente. É o que alerta a Seguradora Líder DPVAT, que indeniza vítimas de trânsito por invalidez e morte e reembolsa despesas médico-hospitalares desse tipo de acidente. De 2006 a 2010, a seguradora pagou mais de 4.470 indenizações por mortes no trânsito considerando os seis dias de carnaval, de sexta-feira a quarta-feira de cinzas, quando o movimento nas estradas e o consumo de álcool aumentam. "Esse é um problema muito sério, que requer uma profunda reflexão da sociedade brasileira e precisa estar na agenda do governo. É uma média de quase 900 mortes por ano no trânsito só no período de carnaval", aponta Ricardo Xavier, diretor-presidente da Seguradora Líder DPVAT.


A região que mais apresentou pagamento de indenização por morte foi o Sudeste, com 1.731 registros fatais nos carnavais de 2006 a 2010. Em seguida, a região Nordeste apresentou o maior número de óbitos, 1.287, seguida pelo Sul (717), Centro-Oeste (420) e Norte (309), considerando o mesmo período. Só em referência ao carnaval do ano passado, até então, foram pagas 320 indenizações por mortes no período. As estatísticas podem ser ainda mais graves, já que o levantamento da seguradora reflete apenas o número de indenizações por morte pagas até o momento, não contabilizando os pedidos de indenização que ainda não foram efetuados, o que pode ser feito em até três anos da data do acidente.


Além dos números de indenização por morte, a Seguradora Líder DPVAT também contabilizou os dados de pagamentos por invalidez e despesas médico-hospitalares no período. Nos últimos cinco anos, pelo menos 9.487 vítimas de acidentes de trânsito durante o carnaval ficaram inválidas e mais de 7.997 pessoas receberam reembolso por gastos hospitalares e com medicamentos. "A maior parte dos meios de transporte no Brasil transitam em rodovias. Por isso é tão importante o investimento em campanhas de educação no trânsito, que devem ser intensificadas antes de feriados prolongados e férias escolares", afirma Xavier. A Seguradora Líder DPVAT destinou, no último ano, cerca de R$ 290 milhões ao Denatran (Departamento Nacional do Trânsito) para serem aplicadas em campanhas de conscientização.


Fonte: Revista Apólice

Arena Grêmio será segurada pela Allianz

A Allianz Seguros foi a primeira a fechar um contrato de riscos de engenharia para a Copa de 2014, além de ter participado ativamente da construção do estádio de Munique na Alemanha.


Em fevereiro, a empresa emitiu a apólice da primeira fase de obras do Mineiro e conquistou o seguro de apólice de Garantia para a reforma do estádio Kleber Andrade, em Vitória.


A Arena do Grêmio estará a disposição para a Copa de 2014, como centro de apoio para o treinamento das seleções. Em 2013, o estádio poderá receber a eventos como a Copa das Confederações.


Projetado nos moldes dos estádios europeus, a arena terá capacidade para 52 mil pessoas e estará inserida em um complexo composto por comerciais, centro de eventos, campos de treino e hotel.

Fonte: Brasil Ecônomico

Zurich fecha seguro de três estádios da Copa do Mundo

Modalidade contratada é de Riscos de Engenharia.


Valor em risco somado supera R$ 1,9 bilhão.

São Paulo, março de 2011 – As primeiras obras de reforma ou reconstrução de estádios para a Copa do Mundo de 2014 chegaram à fase de execução e a Zurich Brasil Seguros se posicionou muito bem neste mercado. Entre outubro de 2010 e janeiro de 2011, a companhia fechou contratos de seguro para as obras da reforma do Estádio do Maracanã (Rio de Janeiro), da Arena Fonte Nova (Salvador) e do Estádio Mané Garrincha (Brasília). As modalidades contratadas são Responsabilidade Civil (em alguns casos) e, principalmente, Riscos de Engenharia, que cobre danos e prejuízos durante a execução da obra. Somados, o valor em risco dos projetos chega a cerca de R$ 1,9 bilhão.


O Superintendente de Riscos de Engenharia, Fábio Silva, conta que “dada sua proporção, estas obras são executadas por consórcios de construtores, e a competição pelos contratos de seguro foi muito grande. No entanto, a Zurich conseguiu se destacar. Contamos com o apoio integral da matriz, que nos auxiliou muito nas avaliações dos riscos, precificação e resseguros”. Dos três projetos, dois consórcios são liderados pela Construtora Noberto Odebrecht e a terceira pela Construtora Andrade Gutierrez.


“Fora as condições do seguro em si, acredito que o relacionamento próximo ao cliente tenha sido decisivo para a conquista destes contratos. Realizamos visitas e inspeções nas obras no início e continuaremos a fazer durante a execução, de forma que os engenheiros dos consórcios e da área de Risk Engineering da Zurich possam trabalhar em conjunto a fim de minimizar os riscos envolvidos. No caso da Arena Fonte Nova, chegamos a trazer dos Estados Unidos um engenheiro especialista neste tipo de obra do Grupo Zurich para avaliação e acompanhamento dos processos de implosão do estádio”, afirma Fábio.


Mas não para por aí, a área de Riscos de Engenharia da Zurich já tem em vista outros estádios da Copa do Mundo. “Este mercado está muito aquecido e esperamos que a posse do novo governo acelere ainda mais os projetos que estavam previstos e ainda não iniciaram. Além disso, a nossa potencialidade não restringe-se apenas na área esportiva. Estamos prospectando negócios ligados a Copa e aos Jogos Olímpicos de 2016 nas áreas de transporte público e infraestrutura, bem como as PPP (Parcerias Público Privadas)”, ressalta Fábio.

Fonte: Cia da Informação

Tragédia custará 100 milhões de euros à seguradora Axa

O presidente da seguradora francesa Axa, Henri de Castries, afirmou que já é possível contabilizar os custos que a empresa terá como consequência do terremoto seguido de tsunami que abalou o Japão no início de março. Segundo o executivo, a Axa terá de desembolsar mais de 100 milhões de euros para a cobertura dos seguros de vida dos que morreram e também para segurar os feridos.


Já os riscos industriais terão um impacto menor para a seguradora: "algumas dezenas de milhões de euros", estimou Castries, sem cravar um número exato.


A seguradora possui mais de 5 milhões de clientes no Japão e cerca de 8.000 funcionários. "O que nós podemos fazer agora é prover a nossos clientes todo o suporte necessário para que eles possam recomeçar", afirmou o executivo, que também estima que, para a seguradora, a catástrofe japonesa tenha causado mais gastos do que o furacão Katrina ou as tempestades que atingiram o litoral europeu em 1999.

Fonte: Yahoo.com

Inflação da construção, medida pelo INCC-M, sobe 7,45% em 12 meses

A inflação da construção civil prossegue em franco avanço. O Índice Nacional de Custo da Construção - Mercado (INCC-M), do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), alcançou 0,44%, em março, resultado maior do que o de fevereiro (0,39%). No ano, o índice acumula alta de 1,21% e, nos últimos 12 meses, de 7,45%. O INCC é um dos subcomponentes do Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M). As taxas subiram em quatro das sete capitais onde a pesquisa é realizada: Salvador, com 0,62% ante 0,41%; Brasília, com 0,15% ante 0,04%; Belo Horizonte, com 0,54% ante 0,31%; e Porto Alegre, com 1,02% ante 0,24%. Nas demais, as correções ocorreram com variações menores: São Paulo, com 0,34% ante 0,46%; Rio de Janeiro, com 0,35% ante 0,42%; e Recife com 0,33% ante 0,92%.


Também a taxa do setor da mão de obra aumentou na média em mais do que o dobro (de 0,12% para 0,27%) e acumula em 12 meses alta de 9,36%. Esse crescimento foi influenciado, principalmente, pelos reajustes salariais concedidos em duas localidades, Salvador e Porto Alegre.


Fonte: CNSeg

Mongeral anuncia lucro 770% maior

Completando quase dois anos de associação com a holandesa Aegon, a Mongeral encerrou 2010 com vendas 26% maiores sobre 2009.


No ano, a companhia também teve aumento de 15% nas receitas operacionais totais e de 22% nas provisões técnicas líquidas de resseguro, que atingiram R$ 435 milhões e R$ 218 milhões respectivamente.


O lucro líquido foi a R$ 13,3 milhões, alta de 770%. O patrimônio líquido cresceu 20%, fechando o ano em R$ 84,5 milhões.


Fonte: Seguros Dia-a-dia

Assessorias buscam maior espaço político

Par ganhar força nacional, o presidente da Aconseg-Rio, Renato Rocha, quer realizar uma cruzada pelo país para estimular assessorias de seguros de outros estados a organizarem-se em torno de uma associação representativa da classe.


Com isso, o executivo acredita que o processo de regulamentação e o fortalecimento das assessorias ganharão novo impulso. Ele acha ainda que o apoio do presidente da Fenacor e deputado federal, Armando Vergilio dos Santos Júnior, também é fundamental para que isso ocorra.


Em encontro com os líderes das Aconsegs fluminense, paulista e gaúcha, quinta-feira passada, em Goiânia, Vergilio reafirmou seu apoio à causa da regulamentação.


Fonte: Seguros Dia-a-dia

SulAmérica dá mordomia aos ‘Campeões’

A SulAmérica finalizou mais uma campanha de incentivo às vendas ‘Campeões’, que envolveu cerca de 15 mil corretores de seguros. Além da distribuição de prêmios, a seguradora consagrou 279 corretores de seguro campeões, que conquistaram vaga na viagem ao Club Med Rio das Pedras, que aconteceu entre os dias 24 e 27 últimos.


No resort, além de participarem de atividades especiais, que incluíram eventos sociais, atividades esportivas e shows, os vencedores concorreram ao sorteio de três automóveis.

Fonte: Seguros Dia-a-dia

Governo fixa teto de 20% para transferência de risco intragrupo

As seguradoras ou o ressegurador local não poderão transferir, para empresas ligadas ou pertencentes ao mesmo conglomerado financeiro sediadas no exterior, mais de 20% (vinte por cento) do prêmio correspondente a cada cobertura contratada. Esta é a principal medida que consta da resolução 232, publicada na edição desta segunda-feira do Diário Oficial da União em substituição à resolução 224. A resolução passa a valer a partir de 31 de março.


A nova resolução entende por empresas ligadas ou pertencentes a um mesmo conglomerado financeiro o conjunto de pessoas jurídicas relacionadas, direta ou indiretamente, por participação acionária de 10% (dez por cento) ou mais no capital, ou por controle operacional efetivo, caracterizado pela administração ou gerência comum, ou pela atuação no mercado sob a mesma marca ou nome comercial.


Ainda pela nova resolução, sem prejuízo das atribuições do órgão fiscalizador, os comitês de auditoria das sociedades seguradoras e dos resseguradores locais, bem como seus auditores independentes, deverão verificar o cumprimento do disposto do teto de transferência de riscos e indicar expressamente o resultado por meio de relatório circunstanciado sobre o descumprimento de dispositivos legais e regulamentares.


Algumas modalidades não vão precisar cumprir o limite máximo de transferência de 20% do risco, como os ramos garantia, crédito à exportação, rural, crédito interno e riscos nucleares, para os quais ficam permitidas cessões em resseguro ou retrocessão para empresas ligadas ou pertencentes ao mesmo conglomerado financeiro sediadas no exterior, observadas as demais exigências legais e regulamentares.


Nos contratos automáticos já firmados, a obrigatoriedade de respeitar o limite de 20% será válido na sua renovação ou a partir de 31 de março de 2012, o que ocorrer antes.


Fonte: Viver Seguro