A corrida para excelência não tem linha de chegada.
David Rye

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Defesa do consumidor cobra maior fiscalização

Na avaliação das associações de defesa do consumidor, a ANS terá de intensificar a fiscalização para fazer com que as operadoras de planos de saúde cumpram a nova norma do governo que define prazos de atendimento.


Na Internet, a Proteste Associação de Consumidores alerta para a necessidade da fiscalização ser mais efetiva para que a norma seja obedecida. "Levantamento feito pela Proteste mostra que, quanto maior o número de clientes de uma empresa, maior o tempo médio de agendamento". Para entidade, isso ocorre porque a "ANS não cobra aumento na rede de atendimento dos planos na proporção do aumento do número de beneficiário".


Para o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), os prazos deveriam ser ainda menores. Nos casos em que o serviço não for prestado dentro do prazo, o cliente atendido por um profissional não credenciado deverá ser reembolsado em até 30 dias pela operadora. Na avaliação do instituto, essa regra "leva o plano de saúde a adequar e ampliar sua rede de atendimento, melhorando a qualidade dos serviços prestados".


A ANS informou que as operadoras que descumprirem as regras poderão ser multadas em até R$ 80 mil ou sofrer auditoria da agência.


Fonte: Monitor Mercantil

Seis em cada 10 usuários têm reclamações contra planos

Quase 60% dos usuários de plano de saúde enfrentaram algum problema no serviço ofertado no último ano. É o que revela uma pesquisa encomendada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) ao Instituto Datafolha.


A demora em conseguir atendimento em pronto-socorro, laboratório ou clínica é a queixa mais comum, apontada por 26% dos entrevistados. Em segundo lugar, aparece a pouca opção de profissionais, hospitais e laboratórios credenciados (21%). Além disso, 14% dos ouvidos disseram que procuraram serviços do Sistema Único de Saúde (SUS) por negativa ou restrição de cobertura por parte do plano de saúde.


"Essa pesquisa veio confirmar a insatisfação com os planos que já falamos há tempos", disse o vice-presidente do CFM, Aloísio Tibiriçá.


No entanto, 76% dos entrevistados afirmaram estar satisfeitos com os serviços. Para o vice-presidente, a satisfação dos usuários ocorre depois de terem sido atendidos pelos médicos. "Isso é depois que é atendido. O problema é chegar no médico, é o acesso", disse.


O instituto ouviu 2.061 pessoas em 145 municípios, nos dias 4 e 5 de abril deste ano. Do total de entrevistados, 545 afirmaram possuir plano de saúde.

Fonte: Monitor Mercantil

Susep vai agir “imediatamente” no combate ao seguro pirata

O novo superintendente da Susep, Luciano Portal Santanna, voltou a afirmar, nesta terça-feira (21), que o combate às cooperativas e associações que vendem a “proteção veicular” é prioridade máxima da autarquia. Segundo ele, será adotada uma “nova estratégia”, que engloba, entre outras ações, recursos ao Judiciário com pedido de liminares visando a interromper a atuação dessas empresas. “Vamos agir imediatamente”, prometeu.


Ele reafirmou que o consumidor deve ficar atento a essas cooperativas e associações, que, em geral, são formatadas para serem extintas após um determinado período de atuação. “Muitas são montadas com esse propósito de ter vida útil curta. Fecham as portas e reabrem com outros nomes. Então, é preciso ficar atento”, alertou.


Ao tomar posse, em Brasília, nesta segunda-feira, Luciano Portal Santanna anunciou ainda que pretende melhorar a gestão interna da Susep. A intenção é dividir a fiscalização por grupos especializados e por ramo de atuação: seguros, capitalização, resseguro, previdência complementar e corretagem de seguros.


Segundo ele, o setor de resseguro é a que mais demandará especialização, pois a abertura do segmento é muito recente.


Com relação aos corretores, a Susep vai priorizar as parcerias com as entidades autorreguladoras para aprimorar a fiscalização.

Fonte: CQCS

Previdência aberta: VGBL e PGBL geram 93% da receita

Dados da Fenaprevi, divulgados nesta terça-feira (21) indicam que, juntos, o VGBL (com 80,8% de participação) e o PGBL (12,2%) geraram 93% da receita total apurada pelo setor de previdência privada aberta entre janeiro e abril. No total, a arrecadação desse segmento somou R$ 15,6 bilhões, com crescimento de 14,02% na comparação com o mesmo período do ano anterior. O VGBL cresceu 16,12%, para R$ 12,6 bilhões; e o PGBL, 14,7%, para R$ 1,9 bilhão.


Já a fatia correspondente aos planos tradicionais é cada vez menor. No primeiro quadrimestre deste ano, por exemplo, os aportes nessa modalidade somaram apenas R$ 1,06 bilhão, o correspondente a menos de 0,7% da receita global.


Segundo o presidente da federação, Marco Antonio Rossi, o bom desempenho do VGBL pode, em parte, ser atribuído ao aumento da renda média dos brasileiros. “Uma parcela significativa da população saiu da classe D e E para a classe C e passou a ter condição de poupar. Por outro lado, as seguradoras se interessaram em oferecer produtos que captassem a poupança da população bancarizada”, explica o executivo, que também preside a Bradesco Seguros e Previdência.


Ele acrescenta que o PGBL também tem tido uma procura significativa. Na visão de Marco Antonio Rossi, o investidor de maior renda tem procurando mais por esta modalidade “para usufruir do benefício fiscal”.


Ainda de acordo com o presidente da Fenaprevi, a alta na arrecadação do VGBL e do PGBL tem relação direta com a combinação de três fatores: estabilidade econômica, cenário próximo ao pleno emprego e aumento substancial da renda dos brasileiros. “O número de contratos de planos de previdência privada aberta cresceu 3,95% no primeiro quadrimestre e saltou de 10,2 milhões para 10,6 milhões. E cerca de 101,7 mil pessoas já recebem benefícios da previdência privada”, afirma Marco Antonio Rossi.

Fonte: CQCS

Marítima incentiva corretores a diversificar carteira

O potencial de desenvolvimento do mercado de seguros no Brasil tem provocado também um movimento de expansão da Marítima Seguros. Atualmente, a companhia possui 14 mil corretores cadastrados, que cooperam para o crescimento da operação, de forma que a companhia tem incentivado os parceiros a diversificar o campo de atuação.


“Temos que aproveitar o momento de expansão do mercado de todas as formas. Os corretores precisam conhecer e explorar novos produtos e nichos”, diz o diretor executivo da Marítima, Mário Jorge Pereira.


Nesse contexto, ele ressalta a política de incentivo da companhia, reforçando que o objetivo principal é prestar auxílio aos profissionais na conquista de clientes. “O corretor de seguros é o canal que vai impulsionar o mercado de seguros em todo o Brasil”.


Já o diretor Comercial, Wilson Lima , enfatiza a importância do parceiro na estratégia da companhia. Para o executivo, a possibilidade de atuar em diversos segmentos é uma atitude necessária, a fim de ampliar os negócios.


“Hoje não adianta vender só um produto. Temos que vender o Seguro de Automóvel, Empresarial, Vida e Saúde , e o corretor pode contar com a Marítima, porque nós prestaremos o melhor serviço”, garante Wilson.

Fonte: CQCS | Alex Lins

Depósitos em previdência privada crescem 14% até abril

Os depósitos em planos de previdência privada (PGBL, VGBL e outros) somaram R$ 15,6 bilhões entre janeiro e abril, em um aumento de 14% sobre o total arrecadado no mesmo período em 2010. Conforme levantamento da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi), somente os planos VGBL foram responsáveis por R$ 12,6 bilhões dessa arrecadação total, em um crescimento de 16,12% sobre o montante de depósitos registrado nos quatro meses do ano passado.


Já os planos do tipo PGBL registraram uma arrecadação de R$ 1,9 bilhão, em um incremento de 14,77% sobre os depósitos totais contabilizados entre janeiro e abril de 2010.


Os planos tradicionais de previdência privada arrecadaram R$ 1,065 bilhão até abril. Enquanto os fundos VBGL são indicados para quem faz a declaração simplificada, o PGLB é o produto de previdência mais indicado para quem faz a declaração completa do Imposto de Renda e que permite deduzir até 12% do montante a ser pago à Receita Federal.


Fonte: Monitor Mercantil

Reajuste de plano de saúde por faixa etária deve ser visto caso a caso, diz STJ

O reajuste de plano de saúde por mudança de faixa etária deve ser analisado caso a caso, segundo julgamento da Quarta Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça).


Ao julgar improcedente uma ação coletiva ajuizada pelo Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), o STJ considerou que não se pode extrair das normas que disciplinam o regulamento da matéria que todo e qualquer reajuste que se baseie em mudança de faixa etária seja considerado ilegal.


Para o ministro Raul Araújo, deve se admitir o reajuste em razão da faixa etária, desde que atendidas algumas condições, como previsão contratual, respeito aos limites e demais requisitos estabelecidos em lei e observância da boa fé objetiva.


O ministro lembra que a Lei Federal 9.656/98, no artigo 35-E, permite o reajuste em razão da faixa etária, com algumas restrições. Caso o consumidor perceba abuso no aumento de sua mensalidade, em razão de mudança de faixa etária, aí sim se pode cogitar ilegalidade, cujo reconhecimento autoriza a revisão do índice aplicado, seja em ação individual, seja em ação coletiva.


Aumento abusivo


Para o relator do recurso, ministro Luis Felipe Salomão – voto vencido no julgamento –, a Justiça de São Paulo agiu corretamente ao barrar um reajuste respaldado de forma exclusiva na variação da idade do segurado.


Na opinião dele, a conduta da seguradora, que cobra menos dos jovens, é predatória e abusiva. “A conclusão é de que o que se pretende é ganhar ao máximo, prestando-se o mínimo”, diz o ministro.


A advogada do Idec, Juliana Ferreira, informou que o instituto "recebeu com bastante tristeza e surpresa o resultado". Ela informa que, após publicação do acórdão, a entidade irá recorrer da decisão.

Fonte: InfoMoney

Escola Nacional de Seguros está com inscrições abertas para curso sobre relações de consumo

A Escola Nacional de Seguros está com inscrições abertas até 4 de julho para o curso inédito Relações de Consumo em Seguros. As aulas, em São Paulo, serão ministradas pela advogada Angélica Carlini, membro da Comissão de Direito Securitário da OAB-SP. Segundo ela, a relação entre empresas de seguro e consumidores pode melhorar.


“Os contratos de seguro são quase sempre vistos como ‘mal necessário’, quando na verdade deveriam ser vistos como planejamento estratégico de vida. Precisamos investir tempo e dedicação para modificar essa visão dos segurados. Esse encontro pretende ser parte do início de uma sensibilização para o assunto que, no futuro, dependendo da resposta dos participantes, poderá ter continuidade por meio de outras atividades da Escola Nacional de Seguros, como seminários, cursos, mini-cursos, encontros, enfim, uma gama de possibilidades de ensino-aprendizagem”, avalia a advogada.


As relações de consumo no setor de seguros são tema cada vez mais contantes no mercado. Ao assumir a Superintendência de Seguros Privado (Susep), na última semana, o procurador federal Luciano Portal Santanna anunciou que sua prioridade à frente da autarquia será “a tutela dos interesses dos adquirentes de planos de previdência, seguros e capitalização”. “Esta é a razão de ser da estatal. Redução de custos, a fim de viabilizar o acesso a tais produtos a camadas mais baixas da população, e maior proteção do consumidor serão prioridades. Para isso teremos que repensar a gestão interna”, disse.


A proposta é que o curso seja dinâmico, com informações extraídas do cotidiano, e que não utilize linguagem técnica jurídica. Ele terá duração de 3 horas e é destinado aos interessados em pensar a proteção do consumidor como um instrumento de pró-atividade das empresas. O investimento é de R$ 200,00 e as informações completas estão no www.funenseg.org.br.

Fonte: Escola Nacional de Seguros

Previdência privada avança

O mercado de previdência privada fechou o primeiro quadrimestre com arrecadação de R$ 15,6 bilhões, o que representa alta de 14,02% ante igual período de 2010. Os fundos VGBL foram destaque, com captação de R$ 12,6 bilhões (alta de 16,12%), segundo a Federação Nacional de Previdência Privada e Vida. Em nota, o presidente da entidade, Marco Antônio Rossi, destaca que a expansão do VGBL é atrelada ao aumento da renda média dos brasileiros.

Fonte: Correio do Povo

Grupo Bradesco Seguros estreia merchandising em “Morde e Assopra”

O Grupo Bradesco Seguros terá uma série de ações de merchandising que acontecerão ao longo da novela “Morde & Assopra” da TV Globo, a partir dessa semana. A nova ação dá prosseguimento à estratégia iniciada na novela “Tititi”, com o objetivo de agregar valores e atributos necessários para a marca Bradesco Seguros, criando proximidade com o público final e buscando se tornar referência no segmento de seguros e previdência.


“Estar presente nessa mídia diferenciada, aproxima os nossos produtos cada vez mais do público e consolida a marca Bradesco Seguros como referência no mercado segurador”, explica Alexandre Nogueira, Diretor Executivo do Grupo Bradesco Seguros.


A primeira ação será do Bradesco Seguro Residencial, que dá direito ao cliente a ter serviços de Assistência Residencial Dia e Noite como chaveiro, bombeiro hidráulico entre outros. As outras inserções irão ao ar ao longo da novela e envolverão seguro de automóvel, de vida, saúde além de previdência privada.


 Fonte: Monitor Mercantil

Brasil tem mais de 100 seguradoras irregulares

A pirataria no mercado segurador brasileiro acendeu um sinal de alerta no gabinete do ministro da Fazenda, Guido Mantega. Além de abocanhar mais de R$ 3 bilhões ao ano de maneira irregular, essas empresas operam à margem da lei, enganando os consumidores e causando prejuízos a eles. São mais de 100 no Brasil vendendo seguros falsos, sobretudo para automóveis e para pessoas pobres que buscam o serviço de auxílio funeral. Apenas entre janeiro de 2010 e maio foram aplicados cerca de R$ 110 milhões em multas a apenas 29 dessas firmas. Outras 44 estão respondendo a inquérito na Superintendência de Seguros Privados (Susep), órgão que regula e fiscaliza o mercado.


O alarme chegou a tamanho nível no gabinete do ministro que ao nomear Luciano Santanna como novo dirigente para a Susep, Mantega determinou explicitamente que ele mexa nesse vespeiro, identifique as empresas irregulares e as expurgue do mercado. Com a ordem do chefe, Santanna colocou como prioridade máxima da sua gestão aprimorar a fiscalização. Se tudo correr como o governo deseja, será promovida uma caçada às companhias que não cumprem exigências legais, como manter uma provisão para fazer frente às indenizações e que misturam o patrimônio dos sócios aos da empresa.


"O público consumidor tem que ser informado acerca desse tipo de irregularidade porque as pessoas fazem opções por preços mais baixos e acabam tendo prejuízos futuros", alertou Santanna. "Em quatro ou cinco anos esse tipo de empresa desaparece. Aliás, elas são formatadas para serem extintas sem pagar os sinistros", explica. Outra situação recorrente é a de firmas estrangeiras que operam no Brasil sem seguir as regras locais e não pagam os prêmios e indenizações devidos aos clientes.


O setor de seguros é considerado estratégico pelo governo por ser uma das principais fontes de formação de poupança do país. Um dinheiro que vai financiar obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), da Copa do Mundo e das Olimpíadas. Pode ser fonte ainda para o crédito imobiliário. A preocupação principal da Fazenda é de que a pirataria acabe com a credibilidade do setor e o brasileiro deixe de usar esse serviço por medo de cair em uma armadilha. O poderio econômico do segmento é tamanho que apenas em 2010 arrecadou R$ 183,8 bilhões, o equivalente a 5,2% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todas as riquezas do país). Apenas em provisões para fazer frente a necessidade dos clientes, as seguradoras guardaram R$ 90,4 bilhões no ano passado, um montante que cresceu 13,18% comparado a 2009.


Ilegais


O advogado José Carlos Mattos, de São Paulo, defendeu uma cliente que estava sendo lesada por uma corretora norte-americana que atuava ilegalmente no mercado brasileiro. Depois de um ano e meio, a causa foi vencida na Justiça dos EUA. A consumidora brasileira recebeu indenização de US$ 300 mil referente a um seguro de vida. "Essa corretora atuava ilegalmente no Brasil e continua atuando. Os corretores são brasileiros e vendem seguros de corretoras de outros países. O consumidor é mal informado e precisa ser alertado sobre esse tipo de situação." Atualmente, segundo estimativa da Susep, as estrangeiras ilegais faturam no Brasil R$ 60 milhões ao ano.


"O seguro pirata vem crescendo e não se consegue medir a dimensão exata dele. No caso da chamada proteção veicular, 500 mil carros estão protegidos, se é que a gente pode chamar esse produto de proteção", criticou Renato Bita, superintendente da Central de Serviços da Confederação Nacional das Empresas de Seguros (CNSeg). "O consumidor precisa ficar atento. Sempre que contratar um serviço desses, tem de exigir uma apólice de seguros de uma seguradora. É preciso cuidado porque essas empresas copiam a documentação usada nessas operações e entregam papéis muito parecidos com uma apólice, mas que não garantem nada", explicou.


Fonte: Portal Uai Notícias

Legalizar carros na Bolívia sem documentação poderá impactar mercado de seguros, afirma especialista

No início do mês, o governo boliviano promulgou lei que torna legais os carros em circulação no país que estejam sem a devida documentação. O presidente Evo Morales garantiu que irá reforçar as fronteiras com o Brasil a fim de evitar a entrada de carros roubados. Mas, para muitos especialistas, o problema é bem mais grave e a lei boliviana poderá, na prática, facilitar ainda mais o transporte de veículos roubados no Brasil para o país vizinho.


Para a advogada Natália Velasques Sanches, especialista em Direito de Seguro do escritório Mesquita Pereira, Marcelino, Almeida, Esteves Advogados, a conduta do governo Evo Morales poderá incentivar a atividade criminosa. “É fato notório que muitos dos veículos roubados ou furtados no Brasil têm como destino países da fronteira, com o fim do desmanche, ou ainda, comercializados, sob um emplacamento falso no novo país”, destaca.


Para ela, a permissão dada pela Bolívia é uma forma de se regularizar uma situação ilícita, facilitando o repasse dos veículos depois de cruzar a fronteira para vendê-lo, não mais como um carro roubado, mas pelo seu preço regular de mercado. Isso, na avaliação da advogada, poderá afetar diretamente o mercado de seguros. “No Brasil, o mercado segurador poderá sofrer um forte impacto com um eventual aumento da sinistralidade nos seguros de automóvel. Isto porque, a subtração de carros pode se tornar um bom negócio para aqueles que correm o risco de seguir para a Bolívia — o que traz impacto direto na carteira de seguro de automóvel”.


Natália explica que quando um dos principais elementos que contribuem para formar o preço da apólice de seguros de um automóvel é o seu índice de sinistralidade. Ou seja, se determinado tipo de carro costuma ser o mais roubado pelos ladrões, esse modelo terá um preço de seguro possivelmente maior que outros similares com menor índice de sinistralidade. “O cenário que se observa é o de um possível aumento de sinistros de roubo ou furto, estimulado pela facilidade em se regularizar a documentação do veículo e a quase impossível recuperação do automóvel, que poderá estar circulando pelas ruas da Bolívia como um legítimo boliviano”.


O problema, segundo a especialista, é que não só as seguradoras sofrerão as consequências pelo aumento do número de indenizações, como também a população dos estados que fazem fronteira com a Bolívia acabarão por ter acréscimos aos prêmios cobrados pelo aumento do risco na região, além da distribuição do custo das indenizações no mútuo formado pela carteira.


Fonte: Original123 Comunicação

Resolução da ANS pode não ter eficácia

A resolução da ANS que estabelece prazos máximos para as operadoras de planos de saúde assegurar aos seus clientes a prestação de serviços e procedimentos prometidos terá êxito apenas se atingir seu objetivo maior: a ampliação da rede de cobertura garantida aos seus clientes no momento da assinatura dos contratos. Essa é a avaliação do 2º vice-presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Aloísio Tibiriçá Miranda, após analisar a proposta que entra em vigor, efetivamente, em 90 dias.


Para ele, que também é coordenador da Comissão de Saúde Suplementar (Comsu), a medida surge no momento em que se constata a problema crescente dos usuários com a extensão da cobertura. “Hoje a ANS desconhece o número de médicos que trabalha para os planos de saúde, o que permitiria um real diagnóstico do tamanho da rede assistencial”.


Não são raros os relatos que apontam dificuldades em marcar consultas e exames ou confirmar procedimentos em hospitais ou laboratórios. “Esse problema é visível, especialmente, nos prontos-atendimentos dos planos de saúde, onde o tempo de espera por atendimento é igual ou maior que em unidades semelhantes da rede pública”, apontou.


Tibiriçá faz ainda um alerta sobre a importância dos usuários e da ANS entenderem claramente que a responsabilidade pela ampliação da cobertura é das operadoras e não dos médicos. Segundo ele, as empresas caminham na contramão das necessidades da assistência com a possibilidade de credenciamento de novos serviços fechada, com descredenciamentos constantes dos já existentes e pela fuga dos profissionais, insatisfeitos com as condições oferecidas.

Fonte: Monitor Mercantil

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Vai pra cima deles Santos.

Bradesco Vida e Previdência aumenta capital em R$ 620 milhões

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) sancionou as deliberações tomadas pelos acionistas da Bradesco Vida e Previdência, que, em Assembléia


Geral, aprovaram o aumento do capital social da companhia em R$ 620 milhões.


De acordo com a portaria publicada, hoje, no Diário Oficial da União, com a decisão, o capital social da seguradora passa de R$ 1,480 bilhão para R$ 2,100 bilhões.


Segundo dados divulgados nesta terça-feira (21) pela Fenaprevi, a Bradesco Vida e Previdência consolidou a sua posição de líder do setor de previdência aberta no primeiro quadrimestre de 2011, com market share de 29,18%.

Fonte: CQCS

Porto Seguro oferece proteção contra roubos de restaurantes

Apenas na cidade de São Paulo, foram registrados 17 casos de arrastões desde o início do ano. Mas a estimativa do sindicato que representa o setor (Sinhores-SP) é que ocorram com 50% a mais de frequência, inclusive em estabelecimentos afastados da região central. “É importante considerar a necessidade de investir em garantias que evitem prejuízos ao patrimônio e às pessoas nessas ocorrências”, comenta Edson Frizzarim, diretor de Ramos Elementares da Porto Seguro.

Para evitar que os proprietários de restaurantes tenham prejuízos com a “onda” de arrastões, a Porto Seguro oferece coberturas próprias para esse tipo de situação no Porto Seguro Bares e Restaurantes.

O produto conta com garantias para roubo de bens e quantias em dinheiro (Subtração de Bens e Valores). Nesse contexto, as proteções disponíveis são direcionadas a mercadorias, equipamentos e quantias em dinheiro. Além disso, os bens que pertencem aos clientes agora também são cobertos, com indenização variável, conforme o sistema de proteção do estabelecimento.

Já a cobertura de Responsabilidade Civil garante indenização aos funcionários do estabelecimento segurado em casos de morte, invalidez permanente ou danos corporais ocorridos durante o exercício do trabalho. É possível segurar também os prejuízos em decorrência de danos causados aos clientes pelo fornecimento de comestíveis e bebidas para consumo.

A contratação dessas coberturas está condicionada à cobertura básica de Incêndio, Explosão e Fumaça. O Porto Seguro Bares e Restaurantes também possui outras garantias, que podem ser acopladas conforme a necessidade do segurado:

- Contaminação e deterioração de mercadorias em ambientes frigorificados: garante perdas causadas às mercadorias, em decorrência de danos no sistema de refrigeração ou da falta de energia, desde que o evento perdure por um período superior a 24 horas.

- Perda de Ponto Comercial: cobre despesas para a aquisição de um novo ponto comercial, em decorrência de incêndio, explosão ou fumaça, limitadas a 10% do limite máximo de indenização da garantia Despesas Fixas.

- Impacto de veículos para áreas externas: cobertura para ocorrências, abrangendo inclusive mesas, cadeiras e demais utensílios localizados em áreas abertas ou semiabertas.

- Quebra de louças: cobertura especial para problemas cotidianos, como quebra de louças, porcelanas e cristais (pratos, copos, xícaras, taças, travessas e jarros), de uso exclusivo e regular do estabelecimento segurado.

Fonte: CQCS

Allianz leva adolescentes para treinar futebol na Alemanha

O concurso Acampamento de Futebol Allianz leva adolescentes de


14 a 16 anos para cinco dias de atividades na região de Munique.


Inscrições abertas até 8 de julho.


Viajar para Alemanha já é uma experiência inesquecível. Agora imagine ter a possibilidade de treinar com a equipe técnica de um dos maiores clubes do mundo, o Bayern de Munique, conhecer os jogadores do time profissional, assistir a um jogo do campeonato alemão no moderno estádio Allianz Arena e, ainda, interagir com pessoas da mesma idade de diversos países. É o que propõe a Allianz Seguros ao lançar a 3ª edição do concurso cultural “Acampamento de Futebol Allianz”, que levará duas meninas e dois meninos do Brasil, de 14 a 16 anos, à região de Munique, com tudo pago, em agosto.


“Essa experiência inesquecível reunirá jovens de 17 países onde a Allianz atua. Para participar não é necessário ser craque com a bola nos pés, basta gostar da modalidade e ter criatividade”, explica a superintendente de Marca e de Ações de Relacionamento da Allianz Seguros, Ariane Landim.


As inscrições estão abertas até 8 de julho. O candidato deve acessar o site do concurso football-for-life.com, ler o regulamento, e enviar um depoimento que descreva “o seu melhor momento no futebol”, acompanhado de uma fotografia em que demonstre a sua paixão pelo esporte mais popular do planeta. Podem participar adolescentes de qualquer região do Brasil. A Allianz não tem nenhuma influência no processo de escolha, já que a comissão especial de julgamento é formada por jornalistas da crônica esportiva nacional.


A interação entre os jovens começa pela internet. A Allianz disponibilizou o perfil “Allianz Junior Football Camp” no Facebook, para informar os concorrentes sobre o concurso e, ainda, fornecer dicas valiosas para quem deseja fazer bonito nos gramados.


Qual é o seu conselho? Três dos quatro vencedores brasileiros da edição do ano passado dão conselhos para quem deseja convencer o júri e ser escolhido. “Para participar, o interesse pelo futebol deve ser amplo e verdadeiro. Muito mais do que mostrar o quanto se gosta de jogar, é associar o futebol com inúmeros momentos do seu cotidiano, e como ele faz parte da sua vida", aconselha Rafael Fabiani, 15, de São Paulo, capital.


Victor Walczak, 16, também da capital paulista, jamais imaginou que venceria o concurso, mas obteve sucesso ao conseguir transmitir em palavras exatamente o que o universo da bola representa para ele. “Diga de coração o que você sente. Faça quem estiver lendo seu texto sentir que o futebol em sua vida não é apenas um esporte, mas sim uma paixão”, recomenda.


Já para Tamiris Rodrigues, 17, da cidade gaúcha de Cachoeira do Sul, além da paixão pelo esporte é necessário ir além. “Um conselho para os que desejam ganhar é que sejam criativos. Pensem em algo diferente de tudo o que já ouviram”, indica.


Um sonho em Munique – Ao desembarcar na Alemanha, jovens de diversas partes do mundo participarão de um programa exclusivo. No Centro de Treinamento do Bayern, os adolescentes treinarão sob a orientação da comissão técnica do clube. Os participantes também terão a chance de conhecer as estrelas do Bayern, como Arjen Robben, Thomas Müller, Bastian Schweinsteiger e os brasileiros Breno e Luiz Gustavo.


Outro ponto alto da viagem será a visita a um dos estádios mais modernos e seguros do mundo, o Allianz Arena, que foi palco da abertura do mundial de futebol de 2006. Será a hora de se juntar à torcida do Bayern e incentivar a equipe durante uma partida do campeonato alemão. A viagem inclui ainda city tour pelos principais pontos turísticos de Munique e uma guia profissional, que acompanhará os jovens durante toda a programação.


Sobre a Allianz Seguros


No país há 106 anos, a Allianz Seguros está presente em todo o território nacional por meio de suas 60 filiais, 1400 funcionários e com o apoio de mais de 16 mil corretores, os responsáveis pela comercialização de seus produtos e serviços para pessoas e empresas. A Allianz Seguros atua no Brasil em ramos elementares e saúde empresarial.


A Allianz Seguros é uma empresa do Grupo Allianz SE, um dos líderes mundiais em seguros e o maior da Europa. O grupo conta com 153 mil funcionários que atendem cerca de 75 milhões de clientes em mais de 70 países. Além de oferecer produtos e serviços, a Allianz também se destaca na área de pesquisa de grandes riscos, estudos de sustentabilidade e nos investimentos em fontes renováveis de energia.


A Allianz SE é membro da Transparência Internacional e apóia os princípios do Pacto Global das Nações Unidas e as Diretrizes da OCDE para Multinacionais por meio de seu Código de Conduta. A organização é uma das líderes do setor de seguros no índice Dow Jones de Sustentabilidade, listado no FTSE4GOOD e no Carbon Disclosure Leadership Index (Carbon Disclosure Project, CDP6).

Fonte: Allianz

Corretor que apoia agenciador de seguros provoca reação da categoria

O CQCS mantém o compromisso de divulgar as novidades que podem afetar o dia-a-dia do profissional corretor de seguros, mesmo que na forma de projetos que ainda se encontram em trâmite ou discussão.


Nesse sentido, a possível regulamentação do agenciador de seguros de pessoas tem provocado diversas reações, a partir do depoimento de Geraldo Vasconcellos de Paula, conforme publicamos na seção “Debate Seguro”, dia 21 de junho.


O corretor Roberto Loiacono, da Appunto Corretora de Seguros (São Paulo/SP), lembra que grande parte das empresas corretoras fazem uso de agenciadores ou prepostos para comercialização dos seguros, mas ele não concorda com essa situação, em especial no segmento de saúde.


“Veja o caso dos planos de assistência médica que são comercializados por supostos corretores, sem habilitação pela Susep e que não estão preocupados com possíveis vendas erradas e clientes descontentes. Obtive informação que já existe um sindicato para congregar estes profissionais. Gostaria de ver a opinião de outros corretores a respeito”, denuncia e convoca Loiacono.


Também de São Paulo, Ryun Suk Che, da Chae Corretora, acredita que o agenciador significa o fim dos corretores de seguros. “Dizer que corretor apoia agenciador é no mínimo irresponsável. Para que então estudar, profissionalizar, se um agenciador pode fazer tudo isso? Temos é de tirar do mercado pessoas assim, que acham que um agenciador pode resolver tudo, ou seja, é o mesmo que dizer que pedreiro pode fazer a obra sem o engenheiro”, dispara Che.


O corretor Marcos Schiavini, de Brasília, declara que não acredita no que leu. “Como podem certas pessoas concordarem com tais absurdos? Daqui a pouco teremos agenciadores de médicos, advogados, engenheiros, contadores etc”, prevê Schiavini.


Já o corretor Luis Augusto Severo, da Itu Corretora de Seguros (Porto Alegre/RS), indaga a necessidade do corretor, diante do projeto da regulamentação do agenciador. “Então para que corretor? Assumir todas as responsabilidades cíveis e criminais, investir num treinamento, assumir custos de uma corretora...não estou entendendo o que estão propondo”, indaga Severo.


O tom geral dos comentários indica que o debate está só começando. E você, qual a sua opinião?

Fonte: CQCS | Pedro Duarte

Clientes Porto Seguro Auto têm acesso a serviço diferenciado de rotas

Os segurados de Auto da Porto Seguro contam com um serviço especial na hora de enfrentar o trânsito. É o PortoVias, guia que permite consultar, em tempo real, as condições climáticas, o índice de congestionamento e traçar a melhor rota para chegar ao destino desejado.

Utilizando um sistema de rastreamento específico, o sistema acompanha diariamente o tráfego de veículos das capitais São Paulo e Rio de Janeiro. “Com as informações anônimas de mais de 400.000 carros, conseguimos monitorar todas as avenidas da cidade, o que compreende quase 2.000 km de extensão”, explica o gerente de Canais Eletrônicos, Rafael Caetano.

Ele ainda destaca as vantagens múltiplas do benefício. “O motorista pode cadastrar quantos trajetos quiser entre um ponto e outro. Se tiver gravadas duas opções de caminho da sua casa até o seu trabalho, é possível escolher a melhor, antes de sair”, aponta.

“A condição do tempo é visualizada pela manhã, tarde e noite, permitindo a prevenção para uma eventual mudança climática que possa interferir no trânsito”, completa Caetano.

O condutor pode acessar as informações por duas maneiras: através de cadastro gratuito no www.portovias.com.br, ou pode ligar para o Fone PortoVias no 333-PORTO, opção 7. Todas as pessoas que possuem um e-mail e um CPF podem acessar o site.

O benefício conta ainda com uma seção de aplicativos, que facilita a consulta por outros dispositivos, como telefone, celulares e desktop. Dessa forma, o segurado pode solicitar informações diretamente nas redes sociais e interagir com outros usuários.


Fonte: Planeta Seguro

Arrecadação da previdência privada aberta acumula R$ 15,6 bilhões no primeiro quadrimestre de 2011

O mercado de previdência privada fechou o primeiro quadrimestre com arrecadação de R$ 15,6 bilhões, consolidando crescimento de 14,02% na comparação com o mesmo período do ano anterior. No primeiro quadrimestre o VGBL arrecadou R$ 12,6 bilhões com crescimento de 16,12%. “O crescimento do VGBL está atrelado ao aumento da renda média dos brasileiros. Uma parcela significativa da população saiu da classe D e E para a classe C e passou a ter condição de poupar. Por outro lado, as seguradoras se interessaram em oferecer produtos que captassem a poupança da população bancarizada”, explica Marco Antônio Rossi, presidente da Fenaprevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida).

O presidente da entidade lembra que o produto VGBL é indicado, principalmente, para quem não declara imposto de renda pessoa física pelo modelo completo de declaração anual de ajustes. Mas, pode ser também, contratado por aquelas pessoas que querem aportar valores acima do limite de 12% que podem ser deduzidos na declaração completa do imposto de renda.

A arrecadação do plano PGBL acompanha praticamente a mesma curva de crescimento no período. O volume de recursos investidos na modalidade cresceu 14,77% e acumulou R$ 1,9 bilhão. Este plano é voltado para quem utiliza o modelo completo da declaração anual de ajustes do imposto de renda pessoa física. “O PGBL também tem tido uma procura significativa. O investidor de maior renda tem procurando mais por esta modalidade para usufruir do benefício fiscal”, afirma.

O presidente da Fenaprevi explica que a alta na arrecadação do VGBL e do PGBL tem relação direta com a combinação de três fatores: estabilidade econômica, cenário próximo ao pleno emprego e aumento substancial da renda dos brasileiros. “O número de contratos de planos de previdência privada aberta cresceu 3,95% no primeiro quadrimestre e saltou de 10,2 milhões para 10,6 milhões. E cerca de 101,7 mil pessoas já recebem benefícios da previdência privada”, afirma Rossi.

Já os planos tradicionais totalizaram aportes no valor R$ 1,065 bilhão no período. Outros produtos de previdência (FAPI, PGRP e VGRP) arrecadaram R$ 4,7 milhões.


Fonte: Planeta Seguro