A corrida para excelência não tem linha de chegada.
David Rye

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Como os cinquentões devem se preparar para a aposentadoria

Linda Stern | Reuters, de Washington

Não raro, quando as pessoas falam que alguém está passando por uma fase, elas se referem a uma criança de poucos anos ou a um adolescente. Mas há outra idade em que as pessoas passam por um importante período de transição, também marcado por ansiedade e revolta: essa fase pode ser chamada de pré-aposentadoria.
Ela começa quando os trabalhadores alcançam o fim da casa dos 50 anos, embora lhes seja dito que eles precisam trabalhar por pelo menos mais uma década para maximizar sua aposentadoria. É o período que a Prudential Financial chama de a zona vermelha e outra companhia de seguros, a Allianz Life Insurance Company, classifica de fase de transição.
As duas companhias tratam do período da pré-aposentadoria no contexto da venda de anuidades - produtos que oferecem benefícios fiscais e renda vitalícia em troca de grandes somas de dinheiro. Mas comprar um seguro ou algum outro produto financeiro é a parte fácil do planejamento de aposentadoria. O trabalho duro deve acontecer antes.
Eis alguns procedimentos para que a fase da pré-aposentadoria seja superada com o mínimo de tensão e nervosismo:
- Seja específico no planejamento de sua vida - Essa pode ser a parte mais difícil do exercício; o resto são apenas números. Quais são as atividades que realmente importam para você? Para onde você quer - ou necessita - viajar? Que tipo de estilo de vida você acha que terá? Há maneiras de ajudar nisso. Uma variedade de livros e sites da internet alega poder ajudar com o planejamento de estilo de vida. A companhia de fundos mútuos T. Rowe Price tem um novo exercício interativo on-line chamado Ready 2 Retire (Pronto para a Aposentadoria) que guia trabalhadores mais idosos em algumas dessas dúvidas. Faz sentido conseguir uma pessoa boa com números ou um contador que entenda disso para ajudá-lo a perceber qual é a estratégia mais adequada para o seu caso. Consulte pelo menos uma companhia especializada em aconselhamento financeiro.
- Faça um inventário de todos os seus ativos - Contas de aposentadoria, poupança, planos de aposentadoria da empresa, o valor de sua residência, entre outros. Tome como parâmetro o tempo que há de hoje até a aposentadoria de fato para decidir, por conta própria ou com a ajuda de um especialista, quais desses ativos vão bancar a aposentadoria antecipada e quais vão custear sua aposentadoria mais tardia - e quanto eles permitirão que você gaste.
- Estude também os impostos - Informe-se sobre as características de impostos dessas várias cestas de dinheiro. Quais delas provocarão eventos passíveis de recolhimento de impostos quando você sacar dinheiro? Seu estado e município oferecem isenções fiscais sobre propriedades ou renda para aposentados? Quanto você pode economizar com impostos se mudar a aposentadoria? Os impostos são apenas um item do orçamento familiar, mas os aposentados têm muitas opções para administrar seus gastos tributários.
- Organize suas dívidas - Pode parecer bom se aposentar com dívidas, especialmente quando se trata de algo como uma hipoteca de juros muito baixos. Mas esse não é o caso se você precisa sacar dinheiro de impostos diferidos para fazer pagamentos de empréstimos com juros altos. Além do mais, uma vez que você se aposenta, pode ser mais difícil obter uma linha crédito imobiliário residencial. Portanto, prepare-se para pagar os empréstimos que você não quer manter e defina os que você quer manter.
- Pense em conseguir ajuda - A decisão mais cara e perigosa que você pode tomar a essa altura é escolher o consultor financeiro errado e entregar todo o seu dinheiro para ele. Não se apresse em consolidar todo o seu dinheiro em apenas uma pessoa, mesmo que eventualmente você caminhe nessa direção. Descubra em quais aspectos do planejamento financeiro de aposentadoria você precisa ou não de ajuda. Informe-se sobre os diferentes tipos de consultores financeiros e no que eles são especializados. Converse com vários antes de escolher seu preferido.
- Pesquise os serviços de aposentadoria - Grandes corretoras de descontos e companhias de fundos mútuos poderão fazer muita coisa em troca de pouco dinheiro em termos de organização e retiradas automáticas de aposentadoria para você. Organizações sem fins lucrativos locais e governos oferecem muitos serviços e atividades para aposentados gratuitamente ou a custos reduzidos.
- Prepare-se para sua próxima ocupação - Você quer parar com tudo, trabalhar a toda um dia e aposentar-se totalmente no outro? Em caso negativo, use os seus últimos três ou quatro anos antes da aposentadoria para se preparar para a próxima fase. Faça cursos, estabeleça um negócio paralelo ou comece a preparar o terreno para a Fase II, de modo que, quando a aposentadoria vier, você esteja pronto. Também ajuda gastar dinheiro enquanto você ainda está ganhando. Equipe sua marcenaria ou estúdio de artes antes de você parar de trabalhar; assim será mais fácil arcar com as despesas.
- Comece a fazer experiência com o estilo de vida - Se você pretende mudar dramaticamente de vida na aposentadoria, use suas férias entre o momento presente e a chegada da aposentadoria para viver um pouco. Viaje para lugares onde você pretende passar algum tempo quando se aposentar. Envolva-se em atividades de fim de semana como aquelas que você acha que estará fazendo quando parar de trabalhar. Você poderá até mesmo mudar de ideia a respeito da aposentadoria, mas terá se divertido ao longo do caminho. (Tradução Mario Zamarian)


Fonte: Valor Econômico | Finanças | BR

Bradesco Seguros lança aplicativo para IPAD

O Grupo Bradesco Seguros lança ferramenta que unifica as informações das empresas que compõem o grupo - Bradesco Auto/RE, Bradesco Capitalização, Bradesco Saúde e Bradesco Vida e Previdência - em apenas um ambiente. Por meio do aplicativo, gratuito para iPad, o cliente poderá verificar suas movimentações e adquirir produtos.
"Trabalhamos para oferecer aos clientes todas as informações em um só lugar. Para isso criamos um aplicativo que unifica a visão do segurado e facilita o seu dia a dia", explica o diretor de Tecnologia da Informação e Soluções Digitais do grupo, Enrique Adan.


Fonte: Jornal do Commercio RJ | Empresas | RJ

Dilma sanciona lei da previdência do funcionalismo

A presidente Dilma Rousseff sancionou com três vetos a lei que institui as Fundações de Previdência Complementar do Servidor Público (Funpresp). O novo regime é uma tentativa para reduzir o deficit da Previdência do funcionalismo federal, em torno de R$ 60 bilhões por ano.
O Ministério da Previdência calcula que as fundações poderão contabilizar R$ 160 bilhões nos próximos 25 anos, valor semelhante ao registrado pela Previ, fundo dos funcionários do Banco do Brasil.
"Considero um passo importante para reforma da Previdência e para tranquilidade daqueles que viam a sangria dos recursos da Previdência", disse o ministro da Previdência, Garibaldi Alves.
A lei modifica o regime de contribuição somente para futuros servidores federais, que forem nomeados após a aprovação da criação dos fundos pela Previc, órgão que regula o setor de fundos de pensão no Brasil. O Funpresp não atingirá servidores antigos.
Os servidores só terão aposentadoria garantida até o teto de R$ 3.916,20 mensais aplicado hoje pelo INSS, que atende os trabalhadores da iniciativa privada. Para receber mais, eles terão de contribuir para as fundações. O governo também contribuirá para os fundos, empatando o índice aplicado pelo funcionário até o limite de 8,5%.
Segundo o Ministério da Previdência, o governo planeja um aporte inicial de R$ 100 milhões para as três fundações: R$ 50 milhões para a entidade do servidores do Executivo, R$ 25 milhões para o Legislativo e os outros R$ 25 milhões para o Judiciário.
Dilma vetou três pontos do texto aprovado: dois tratam da composição e do mandato da diretoria-executiva dos fundos, que deverão ser definidos no estatuto de cada entidade. O terceiro veto trata do Funpresp do Judiciário. O governo extinguiu a necessidade de aprovação do Conselho Nacional de Justiça para a aprovação do estatuto e de adesão de patrocinadores.


Fonte: Folha de S. Paulo | Poder | BR

Pesquisa indica: consumidor brasileiro pretende gastar mais

Os consumidores brasileiros estão com mais vontade de ir às compras. É o que aponta o Índice Nacional de Confiança do Consumidor (INEC) de abril, divulgado nesta sexta-feira pela Confederação Nacional da Indústria (CNI)
O indicador de compras de bens de maior valor subiu 1,5% em abril, na comparação com março. Em abril, o INEC ficou em 113 pontos, ante 113,2 pontos em março e 112 pontos em abril do ano passado.
A pesquisa foi feita entre os dias 12 e 16.04, pouco depois do primeiro ciclo de anúncio de redução das taxas de juros pelas instituições financeiras.

Por outro lado, o endividamento do brasileiro aumentou. Segundo a entidade, houve queda de 1,7% nesse indicador, uma piora no endividamento, na comparação com o mês anterior, com aumento de 0,7% na comparação com abril de 2011.
Fonte: CNI

Governo federal lança Plano Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho

Os ministérios do Trabalho e Emprego, Previdência Social e Saúde lançam, nesta sexta-feira, em Brasília, o Plano Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho. O projeto faz parte da programação do Dia Mundial de Segurança e Saúde no Trabalho, celebrado em 28,04.
Composto por oito objetivos, o plano é dividido em tarefas de curto, médio e longo prazo e outras de caráter permanente. Entre as metas, constam a harmonização das legislações trabalhista, sanitária e previdenciária sobre a saúde e segurança do trabalho; a integração das ações governamentais para o setor; adoção de medidas especiais para atividades com alto risco de doença e acidentes e a criação de uma agenda integrada de estudos em saúde e segurança do trabalho.
Os três ministérios irão compartilhar informações para fomentar as práticas pertinentes à área. De acordo com o Ministério do Trabalho, o Plano Nacional visa padronizar os critérios que caracterizam os riscos e agravos relacionados aos processos trabalhistas e construir um banco de dados relativo aos indicadores de gestão.
Outro item é a educação continuada, com a inclusão de conhecimentos básicos em prevenção de acidentes e SST no currículo do ensino fundamental e médio da rede pública e privada, bem como a revisão de referências curriculares para a formação de profissionais em saúde e segurança no trabalho, de nível técnico, superior e pós-graduação.
A elaboração do plano ficou a cargo de uma comissão com representantes do governo, órgãos de trabalhadores e de empregadores.

Fonte: Ministério do Trabalho

Concurso premia empresas com projetos ambientais

A oitava edição do Prêmio Brasil Ambiental já está com inscrições abertas. O objetivo do concurso é reconhecer as melhores práticas ambientais desenvolvidas por empresas que atuam no país.
A iniciativa vai premiar projetos já concluídos ou em fase final de implantação em seis categorias: responsabilidade socioambiental, preservação e manejo de ecossistemas, inovação ambiental, uso racional de recursos hídricos, inventário de emissões e resíduos sólidos.
Organizado pela Câmara de Comércio Americana do Rio de Janeiro, o tema central do prêmio de 2012 é “resíduos sólidos”. As inscrições devem ser feitas no site www.premiobrasilambiental.com até 06.07. Os projetos vencedores serão anunciados no início de agosto.
Segundo dados do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), o Brasil movimenta cerca de US$ 2 milhões por ano com reciclagem, o que impede a emissão de 10 milhões de toneladas de gases na atmosfera.
 
 
Fonte: Agência Brasil

Lei da transparência vai preservar estatais

O decreto que será baixado pela presidente Dilma Rousseff, nos próximos dias, com o objetivo de regulamentar a Lei de Acesso à Informação (LAI), vai preservar as empresas públicas e de economia mista da divulgação de informações que possam comprometer a atuação no mercado ou dar vantagens a competidores.
Para estabelecer os limites no acesso às informações dessas estatais, o governo vai se basear no princípio constitucional que garante que as informações relacionadas com a atuação competitiva entre as empresas sejam preservadas, explicou a diretora de Prevenção à Corrupção da Controladoria Geral da União (CGU), Vânia Vieira. "A Lei de Acesso à Informação não revogou os outros sigilos, como o fiscal e o bancário", argumentou Vânia, uma das responsáveis pela implementação da lei no Executivo federal. "Vamos analisar cada caso concreto", observou.
As empresas de economia mista e as empresas públicas também se subordinam ao regime da Lei de Acesso à Informação, que não estabeleceu que tipo de informação elas estão obrigadas a prestar. Os dirigentes dessas estatais já fizeram chegar ao Palácio do Planalto suas preocupações com a divulgação de informações que possam revelar planos ou estratégias de suas empresas e, assim, beneficiar os seus competidores.
O fornecimento de informações, solicitadas por um cidadão, sobre uma simples viagem de negócios feita por um alto executivo de uma estatal poderá ajudar outra empresa a entender a estratégia que está sendo adotada, observou fonte do governo. A ideia é submeter todos os pedidos feitos sobre as empresas de economia mista e públicas, que incluem bancos, à análise do Departamento de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (DEST), órgão do Ministério do Planejamento.
O governo admite, no entanto, que pode ocorrer a judicialização de alguns casos. O cidadão, que solicitou informações sobre uma empresa de economia mista que lhe foram negadas poderá ingressar com ação na Justiça questionando a decisão.
A LAI entrará em vigor dia 16 de maio e poderá provocar uma grande transformação na administração pública, acabando com a cultura do sigilo que sempre predominou no Brasil. O sigilo passará a ser a exceção. Qualquer cidadão poderá pedir informações, sem apresentar qualquer motivo, sobre dados, documentos, atividades exercidas por órgãos públicos, inclusive aquelas relativas à sua política, organização e serviços, e dados sobre a aplicações de recursos públicos. Os documentos estão sendo classificados para definir aqueles que serão considerados ultrassecretos, secretos e reservados - categorias previstas na Lei de Acesso à Informação.
O Brasil chega a essa lei com atraso, pois ela já existe em cerca de 90 países. Apenas na América Latina são 19 países. A lei de acesso à informação do México está completando dez anos e foi utilizada como principal referência para a brasileira. Há, no entanto, uma diferença importante. Lá, foi criado um instituto independente que supervisiona a execução da lei. No Brasil, é a CGU que terá essa atribuição.
Cada órgão público terá que criar um Serviço de Informações ao Cidadão (SIC). A CGU já treinou mais de 300 servidores para responder às solicitações feitas pelas pessoas. Cada ministério terá também uma página na internet, com um conjunto mínimo de informações que serão prestadas aos cidadãos. O servidor que se recusar a prestar a informação solicitada ou fornecê-la de forma incorreta poderá ser punido com advertência, suspensão e até mesmo com demissão.
No Brasil, a lei vem sendo apresentada como um novo e importante instrumento na luta da sociedade contra a corrupção. Mas a experiência do México mostrou um dado importante. Lá, as pessoas que mais solicitam informações aos órgãos públicos são os empresários. "A informação faz parte do processo de tomada de decisões estratégicas por parte dos empresários, por isso quanto mais eles tiverem dados disponíveis sobre os seus negócios, melhor para eles", explicou Enid Rocha, coordenadora do Comitê de Implementação da lei no âmbito do Ministério do Planejamento.
Os empresários poderão, portanto, solicitar dados sobre contratos, execução de projetos, editais, concessões, entre outras informações que deverão ser prestadas pelo governo de forma rápida, objetiva e clara. Na verdade, boa parte dessas informações hoje já são públicas, mas são difíceis de serem encontradas nos sites do governo na internet. Vânia Vieira, da CGU, acredita que a lei de acesso à informação será de fundamental importância para a melhoria da gestão tanto na administração pública, quanto na iniciativa privada.
Algumas questões relacionadas com a implementação da LAI ainda estão nebulosas. O decreto da presidente Dilma somente se aplicará ao Executivo federal. Cada um dos poderes e entes federados, no entanto, deverá adotar regulamentos próprios que detalhem e assegurem a aplicação da lei. Fontes do governo garantem que a presidente Dilma determinará que os órgãos do governo federal divulguem, em suas páginas na internet, os salários de todos os seus servidores.
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Carlos Ayres Brito, portanto, terá de baixar um regulamento determinando que o mesmo seja feito no âmbito do Judiciário, assim como os presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), e do Senado, José Sarney (PMDB-AP). Recentemente, servidores do Legislativo ingressaram na Justiça contra um órgão de comunicação que divulgou a lista de servidores que ganham mais do que o teto salarial do servidor público. Pela lei de acesso à informação, o cidadão tem direito a esse tipo de informação.



FONTE: VALOR ECONÔMICO

Grupo BB Mapfre conscientiza motorista sobre risco de enviar SMS ao dirigir

O seguro Mapfre Auto, do Grupo BB Mapfre, lança campanha de conscientização com o intuito de alertar sobre os riscos de dirigir e enviar mensagens de texto ao mesmo tempo. A ação multiplataforma, elaborada pela QG Propaganda, tem como objetivo causar impacto e trazer à tona um perigo muitas vezes esquecido nas campanhas de segurança no trânsito, já que a maioria é voltada para os efeitos do álcool na direção.


Com versões de 30” e 45”, o filme mostra um celular atingindo o rosto de uma mulher, que se deforma com o impacto enquanto os estilhaços do visor do aparelho se espalham, em um paralelo com o que seria o choque do rosto de um motorista com o vidro dianteiro de um carro. As cenas foram gravadas com uma câmera especial, que roda 2.500 quadros por segundo (contra 30 quadros por segundo das convencionais), trazendo mais realismo à peça. O ritmo em câmera lenta ao som da trilha gravada e composta pela cellista Adriana Holtz, da Osesp, conferem maior dramaticidade ao filme.

A produção será veiculada na TV aberta e paga, na internet e nos cinemas das redes Kinoplex e Cinemark. O conceito da campanha também norteia os anúncios de mídia impressa em quatro execuções que circularão em publicações como a revista Veja SP edição Luxo, os jornais Metro e Destak e em versão para iPad da revistas 4 Rodas.

“Conscientizar sobre as consequências causadas pela falta de atenção ao volante foi o caminho escolhido para colaborar com a segurança de motoristas e pedestres. Colocamos em prática a filosofia da empresa, que é gente cuidando de gente”, afirma Benedito Luiz Alves da Silva, diretor geral de Marketing do Grupo BB Mapfre.

“Abordar o tema explicitamente é a melhor forma de alertar as pessoas sobre um problema que vem se repetindo diariamente no país. Digitar no celular é algo automático, por isso muita gente não percebe os perigos da utilização do telefone enquanto dirige”, completa Marcello Droopy, diretor de criação da QG.”

Segundo uma pesquisa divulgada pelo National Highway Traffic Safety Administration (NHTSA, departamento do governo americano que trata da segurança no trânsito), dirigir usando celular é mais perigoso do que o consumo de bebidas alcoólicas, aumentando em 23 vezes a probabilidade de ocorrência de acidentes, além de ser infração média, que ocasiona multa de R$ 85 e mais quatro pontos na carteira de habilitação.

A campanha traz como destaque uma ação inovadora que será realizada em estacionamentos conveniados da seguradora. Uma tag com as imagens dos anúncios e a mensagem “Não mande SMS enquanto dirige”, além de um QR Code do filme da campanha, será colocada por manobristas no retrovisor dos veículos. A estratégia conta também com mídia out of home, como pôsteres que trazem informações sobre o perigo do uso do celular ao volante que serão utilizados nos Centros Automotivos, e a fan page facebook.com/Mapfrebr, que se transformará no portal oficial do movimento e terá a missão de mobilizar o maior número de pessoas (iniciativa criada pela agência R18 em parceria com a QG).

Data: 02.05.2012 - Fonte: Revista Apólice

Seguradoras são obrigadas a refazer serviço de oficinas credenciadas

Se o conserto do veículo não ficar bom, consumidor deve reunir provas.


Diretor do Procon de Rio Claro disse que segurado pode ser ressarcido.

Muitas corretoras de seguros de carros oferecem aos clientes opções de oficinas credenciadas. O consumidor pode até ganhar desconto na franquia se consertar o veículo nesses locais. Só que, se o carro não ficar bom, o segurado pode exigir que o serviço seja refeito.

A publicitária Caroline Alves foi vítima de um acidente de carro que deixou a traseira do veículo amassada. Ela foi até a funilaria indicada pela seguradora e, quando o carro ficou pronto, ela percebeu que as novas peças foram trocadas por outras, já usadas.

"Quando eu fui ver, uma das peças estava toda 'machucada' eu pensei, 'o que é isso?'. Colocaram uma peça velha no meu carro", lamentou a publicitária.

O diretor da Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) de Rio Claro (SP), Sérgio Santoro, explicou que isso também vale para quem foi vítima, ou seja, quem teve o carro consertado pelo seguro de quem provocou o acidente. Para provar que o serviço não foi bem feito, é preciso procurar outras oficinas.

"É preciso três orçamentos, que a gente trata de laudos, fotos, principalmente, que comprovam que o serviço não ficou bom, que tem falhas e defeitos. E ele tem o direito de ser ressarcido e também de entrar com uma ação judicial de danos materiais neste caso", explicou o representante do Procon.

O Sindicato dos Corretores de Seguros (Sincor) informou ainda que devem ser usadas peças novas e o consumidor que se sentir insatisfeito com o serviço deve entrar em contato com a seguradora e pedir a análise de um perito.

Data: 02.05.2012 - Fonte: G1

Você sabe o que é o seguro residencial e quais são seus benefícios?

Encerrou essa semana mais uma enquete do portal SindsegSC


Encerrou nesta segunda-feira, dia 30 de abril, a enquete do portal SindsegSC sobre seguro residencial. A pergunta feita aos internautas foi “Você sabe o que é o seguro residencial e quais são seus benefícios?”. O resultado final para a pergunta foi de 64.29% Sim e 35.71% Não.


Abaixo, uma explicação sobre este importante seguro.


“O seguro residencial é um produto com coberturas multirriscos, isto é, oferece um conjunto de seguros conjugados ou agrupados numa única apólice. Este tipo de seguro é destinado a residências individuais, como casas e/ou apartamentos utilizados como moradia habitual ou de veraneio. Todo seguro residencial possui uma garantia básica (cobertura), que cobre os prejuízos provocados por incêndio, queda de raio e explosão. A partir da garantia básica, existem outras adicionais que também podem ser contratadas, visando a complementar o seguro e proteger o imóvel contra outros riscos. Dentre estas, temos: roubo, desmoronamento, impacto de veículos, queda de aeronaves, vendaval, furacão, ciclone, chuva de granizo, danos elétricos, etc. Além dessas garantias (coberturas) adicionais, também há uma enorme variedade de serviços que podem ser concedidos ou contratados, dependendo da seguradora. Você pode contratar, também, ressarcimento de prejuízos causados a outras pessoas involuntariamente, por você e por quem morar ou trabalhar na sua casa. Isso inclui danos que animais de estimação podem provocar, como aquele cãozinho que você acha maravilhoso, mas que tem a ideia fixa de um dia pegar o carteiro. Esta cobertura, por exemplo, faz parte do seguro de responsabilidade civil e pode ser contratada na apólice multirriscos. A propriedade segurada está sujeita a diversos riscos e para cada um existe uma cobertura (garantia) específica, como pagamento do aluguel, para o proprietário ou para o inquilino, no caso de incêndio. As opções oferecidas pelas seguradoras são muitas. Entre elas, a associação do seguro residencial ao de vida e ao de acidentes pessoais. Este último se destina à prevenção de acidentes domésticos sofridos por quem estiver na sua casa.” (portal www.tudosobreseguros.org.br)


Para o Sr. Jean Carlo de Borba, coordenador da comissão de Ramos Diversos do SindsegSC, responsável pela enquete, é de extrema importância que o resultado da enquete tenha sido positivo, mostrando que a sociedade conhece um seguro tão essencial quanto o residencial. “O seguro residencial ainda possui mitos que precisam ser apagados. Muitas pessoas acreditam que ele é caro, porém o benefício que ele propõe e gera acaba sendo muito maior do que o investimento" comenta o coordenador.


As enquetes do portal SindsegSC são uma importante maneira do sindicato aproximar a sua relação com a sociedade, descobrindo as dúvidas de quem acessa o portal. Participe das enquetes e ajude o SindsegSC à trabalhar cada vez mais na disseminação da cultura do seguro em Santa Catarina!

Data: 02.05.2012 - Fonte: SindsegSC

Susep consegue importante vitória na Justiça acerca da legalidade da comercialização dos títulos

A Susep (Superintendência de Seguros Privados) obteve importante vitória judicial na defesa da legalidade da comercialização dos títulos de capitalização na ação civil pública (nº 5001433-96.2010.404.7002) referente a promoção comercia denominada Mega Sorte Cap. A sentença proferida pela Juíza Federal Catarina Volkart Pinto confirmou a decisão liminar, ressaltando que a atividade de sorteio de títulos de capitalização tem previsão legal e é regulada por circulares expedidas pela autarquia.


Segundo a juíza “o título de capitalização Mega Sorte Cap não é espécie de jogo de azar nem se caracteriza como bingo, pois ao adquiri-lo se está cedendo o direito de resgate à Confederação Brasileira de Tênis (entidade sem fins lucrativos). Portanto, a priori, estamos tratando de atividade comercial desenvolvida nos termos da legislação que rege a matéria, não subsistindo a alegação ministerial de que o Mega Sorte Cap é um desvirtuamento ou uma simulação para prática de atividades ilícitas (jogos de azar)”.


A sentença judicial concluiu como improcedentes os pedidos do Ministério Público Federal, resolvendo o mérito do feito, nos termos do art. 269, inciso I, do CPC.

Data: 02.05.2012 - Fonte: CQCS

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Responsabilidade civil de veículos

Seguro de veículos é a soma de três apólices diferentes comercializadas num só pacote que garante danos ao próprio veículo, a terceiros e aos passageiros e ao motorista


Faz algum tempo, o Estadão noticiou um acidente raro, não pela batida, mas pelas circunstâncias. Um automóvel e uma moto colidiram e, como consequência, o motociclista teve de amputar uma perna. Nada que as ruas brasileiras não vejam diariamente, mas com uma particularidade que torna o evento mais raro. Quem dirigia o veículo era o funcionário de uma empresa de valet. Quer dizer, de uma empresa que é remunerada para providenciar o estacionamento dos veículos de clientes de um determinado estabelecimento comercial.


Aqui, por conta das causas que levaram ao acidente e das variáveis envolvidas num contrato de seguro de responsabilidade civil facultativo de veículos, teríamos uma enorme gama de hipóteses que poderiam interferir no fato. Então, para não perder o foco, vamos supor que todas as situações passíveis de estarem fora da lei estavam regulares, ou seja, que a empresa tem registro está autorizada a funcionar prestando esse tipo de serviço e que seu funcionário é registrado e tem habilitação para dirigir o veículo que se envolveu no acidente.


De outro lado, como não conhecemos os detalhes do acidente, vamos deixar a ideia de culpa de lado e analisar apenas e tão somente se um seguro de veículos com garantia de responsabilidade civil parada nos corporais, o chamado seguro de danos a terceiros, pagaria a indenização.


O seguro de veículos é, em verdade, a soma de três tipos de apólices diferentes, comercializadas num único pacote que garante danos ao próprio veículo, a terceiros e aos passageiros e ao motorista.


Ainda que o segurado recebendo tudo como se fosse apólice única, as condições de cada garantia estão escritas de forma separada, justamente por se tratarem de garantias diferentes e com condições específicas, impossíveis de serem tratadas juntas.


Esse produto é composto por um seguro de bens, um seguro de responsabilidade civil e um seguro de acidentes pessoais. Cada um se destina a indenizar um tipo de dano. O primeiro paga dano a um bem material; o segundo, um dano patrimonial, decorrente da obrigação de ressarcir dano causado a terceiro; e o terceiro é um seguro de acidentes pessoais, ou seja, indeniza dano decorrente de um acidente pessoal em função da existência e funcionamento do veículo.


No caso do acidente entre a moto e o veículo dirigido pelo funcionário do valet, pela natureza dos danos possíveis de gerarem indenização, o que chama a atenção é a amputação da perna do motociclista. E esse tipo de evento estaria coberto na garantia de responsabilidade civil, danos corporais.


Seria possível também se falar na ocorrência de danos ao próprio veículo e danos à moto, que estariam cobertos, respectivamente, nas garantias de casco e responsabilidade civil danos materiais.


Rezam as condições desse tipo de seguro que o segurado da apólice é o proprietário do bem e não o próprio carro. E as garantias, em regra, não são individualizadas, dando cobertura apenas às situações em que o motorista responsável pelo acidente é o proprietário do veículo. Não, o seguro estende suas garantias a todos os motoristas legalmente habilitados que causem um acidente quando dirigindo o veículo de forma legal, ou seja, autorizados pelo proprietário ou seu preposto.


Ora, no caso, sem entrar no mérito de quem foi a culpa pelo acidente que deu origem ao artigo, o que deverá ser apurado em competente laudo da polícia e confirmado em eventual ação judicial, a apólice de seguro de veículo padrão comercializada no Brasil indenizaria uma situação semelhante, caso o acidente se desse por culpa do funcionário do valet, já que, no exemplo, ele é legalmente habilitado e está dirigindo o veículo com autorização do proprietário.


Nem mesmo o fato de ele não estar relacionado numa eventual lista integrante do "perfil do segurado" encaminhado para a seguradora teria o condão de suspender o dever de indenizar. O seguro de veículos padrão garante cobertura para acidentes causados por motoristas eventuais.


Data: 30.04.2012 - Fonte: O Estado de S. Paulo | Economia | Antonio Mendonça

Novas opções reduzem a figura do fiador na garantia de aluguéis

Nos últimos anos, os títulos de capitalização vêm ganhando contornos interessantes e até mesmo inusitados, indo muito além dos atrativos tradicionais do dinheiro acumulado e dos prêmios que permitem a realização de sonhos e projetos de vida. A Brasilcap, por exemplo, desenvolveu um produto que substitui a necessidade de um fiador na hora de locar um imóvel, o Cap Fiador, que acaba de ser lançado em Macaé, no Rio de Janeiro.

Macaé é a segunda cidade do Estado do Rio de Janeiro a contar com o Cap Fiador, além da capital. Para oferecer o produto na região, a companhia fechou uma parceria com a Renomac Corretora de Seguros. De acordo com a empresa, o cliente que está em busca de um imóvel terá a chance de optar por um instrumento menos burocrático.

“Percebemos nas corretoras e imobiliárias os balcões mais adequados para implantar o produto, oferecendo garantia de fiança locatícia”, explica o gerente da área de Relacionamento Parcerias da Brasilcap, Ronaldo Novo.

O valor do pagamento pelo Cap Fiador pode variar de R$ 2 mil a R$ 30 mil por título. Há um sorteio por mês, de mais de 23 vezes o valor do pagamento único, durante toda a vigência do produto, que é de 15 ou 30 meses. Após o fim do prazo de capitalização, o título conta com a devolução de 100% do valor despendido pelos clientes, com atualização monetária pela Taxa Referencial (TR).

O produto já foi lançado no Rio de Janeiro, no Distrito Federal e em outros 12 Estados: Alagoas, Bahia, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Espírito Santo, Ceará, São Paulo, Rio Grande do Norte, Goiás e Tocantins.

Seguro fiança da Porto Seguro cresce 17% em 2011

A procura pelo Porto Seguro Aluguel, seguro fiança locatícia da Porto Seguro, teve crescimento de 17% em 2011 em relação ao volume de apólices contratadas no ano anterior. O ramo empresarial foi um dos principais responsáveis pelo resultado, com aumento de 28% no faturamento dessa modalidade em 2011.

De acordo com dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), no decorrer de 2011, as contratações do seguro fiança locatícia em todo o mercado movimentaram mais de R$ 239,4 milhões em prêmios diretos. O volume é 25% maior em relação ao apurado em 2010, quando as apólices do seguro movimentaram R$ 190,4 milhões.

Segundo o diretor do Porto Seguro Aluguel, Edson Frizzarim, o seguro fiança locatícia garante mais agilidade no recebimento de aluguéis atrasados e agrega vantagens exclusivas aos locadores. A apólice também oferece coberturas para encargos, como IPTU e despesas de condomínio, além de serviços emergenciais 24 horas, como chaveiro e conserto de eletrodomésticos para o inquilino.

“Esses são alguns dos atrativos que explicam a crescente preferência pelo seguro-fiança como garantia locatícia. A procura também aumenta porque os locatários querem ter mais independência na hora de alugar, ou seja, não querem pedir favores a terceiros. Nas grandes cidades, por exemplo, torna-se cada vez mais difícil encontrar um fiador”, acrescenta o executivo.

Apesar de ainda ser o mais utilizado no mercado de locação imobiliária, o fiador vem reduzindo sua participação, por não garantir ao proprietário do imóvel o recebimento total dos aluguéis, encargos e danos ao imóvel deixados pelo inquilino. Além disso, com as mudanças na “Lei do Inquilinato”, o fiador pode, inclusive, exonerar-se de sua função em situações específicas.

 

Data: 30.04.2012 - Fonte: Escola Nacional de Seguros

Seguros de carro ampliam cobertura e oferecem encanador e eletricista

Para conquistar o cliente, tem cobertura para quase tudo: para consertar a geladeira, o freezer, o varal e até o cano que entupiu. Além de serviços de informática e pet-shop.

Tem cobertura para quase tudo. Para consertar a geladeira, o freezer, o varal e até o cano que entupiu.

Os seguros de automóveis estão oferecendo cada vez mais serviços variados. Tudo para conquistar o cliente.

A cobertura de serviços vai de encanador a eletricista, de informática a pet-shop.Algumas pessoas que usam esses benefícios dizem que as principais vantagens são a comodidade e a segurança.

Há 30 anos, a administradora Ana Andrade tem seguro de carro e só usou duas vezes para consertar pequenas batidas. Em compensação, em casa, ela chama a seguradora sempre que precisa de um reparo.

O serviço de assistência residencial já consertou microondas, freezer, secadora e até cano entupido. A confirmação da visita do técnico chega pelo celular, e o cliente só paga as peças. A mão de obra está embutida no seguro do carro: R$ 1,4 mil por ano. “Quando eu faço a conta de quanto eu teria que gastar chamando outras pessoas para fazer conserto ao longo de um ano, eu abato desse valor. Eu poderia comprar o seguro sem o serviço, mas eu prefiro contratar com o serviço”, afirma.

Na casa da artesã Néia Frias, os técnicos do seguro já consertaram a lavadora. Agora, o problema foi no chuveiro elétrico. “A vantagem é que eu ao pago nada. Eu tenho uma segurança, porque eu sei que não é qualquer pessoa que está entrando na minha casa. Eles vêm muito rapidamente, em questão de minutos. Eu tenho até a garantia do serviço”, conta.

A oferta cada vez maior de serviços é tendência e reflexo da concorrência entre as seguradoras. Como o seguro é um produto que muita gente compra, mas torce para não precisar usar, os serviços são vistos como um retorno do investimento.

Hoje, as seguradoras oferecem serviços de emergência até para quem não tem seguro. Os pacotes custam a partir de R$ 10 por mês. Além de eletricistas e encanadores, os mais completos incluem conserto de eletrodomésticos, de varal, instalação de cortinas, assistência para computador e até consultas e cirurgias para animais de estimação. Em alguns casos, há um limite de solicitações por ano.

Em 2011, o mercado de seguros de carros cresceu 11% e atingiu R$ 22 bilhões. Para 2012, o aumento esperado é de 10%. “Na verdade, o interesse maior dessas empresas é em angariar cada vez mais clientes, e a amplitude de coberturas propicia isso. Quanto maior a cobertura maior, as pessoas se interessam para contratar esse tipo de serviço”, destaca o diretor sindical dos Corretores de Seguros de SP, Carlos Lima.

Com Ana a estratégia deu certo. O seguro do carro virou o conforto do lar. “É de carro, mas eu compro principalmente por causa dos benefícios para casa, porque tem sido muito úteis para mim”, comenta.

Segundo o presidente do sindicato dos corretores e empresas de seguro do estado de São Paulo, houve um reajuste em torno de 6% nos primeiros quatro meses do ano. Isso é justificado pelo aumento de sinistros.

Data: 30.04.2012 - Fonte: Bom Dia Brasil

Seguro Mapfre Auto lança campanha de conscientização para motoristas

O Seguro Mapfre Auto, produto da Mapfre Seguros, empresa do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre, lança campanha de conscientização com o intuito de alertar sobre os riscos de dirigir e enviar mensagens de texto ao mesmo tempo. A ação multiplataforma, elaborada pela QG Propaganda, tem como objetivo causar impacto e trazer à tona um perigo muitas vezes esquecido nas campanhas de segurança no trânsito, já que a maioria é voltada para os efeitos do álcool na direção.


Com versões de 30” e 45”, o filme mostra um celular atingindo o rosto de uma mulher, que se deforma com o impacto enquanto os estilhaços do visor do aparelho se espalham, num paralelo com o que seria o choque do rosto de um motorista com o vidro dianteiro de um carro. As cenas foram gravadas com uma câmera especial, que roda 2.500 quadros por segundo (contra 30 quadros por segundo das convencionais), trazendo mais realismo à peça. O ritmo em câmera lenta ao som da trilha gravada e composta pela cellista Adriana Holtz, da Osesp, conferem maior dramaticidade ao filme.

A produção será veiculada na TV aberta e paga, na internet e nos cinemas das redes Kinoplex e Cinemark. O conceito da campanha também norteia os anúncios de mídia impressa em quatro execuções que circularão em publicações como a revista Veja SP edição Luxo, os jornais Metro e Destak e em versão para iPad da revistas 4 Rodas.

“Conscientizar sobre as consequências causadas pela falta de atenção ao volante foi o caminho escolhido para colaborar com a segurança de motoristas e pedestres. Colocamos em prática a filosofia da empresa, que é gente cuidando de gente”, afirma Benedito Luiz Alves da Silva, diretor geral de Marketing do Grupo BB e Mapfre.

“Abordar o tema explicitamente é a melhor forma de alertar as pessoas sobre um problema que vem se repetindo diariamente no país. Digitar no celular é algo automático, por isso muita gente não percebe os perigos da utilização do telefone enquanto dirige”, completa Marcello Droopy, diretor de criação da QG.”

Segundo uma pesquisa divulgada pelo National Highway Traffic Safety Administration (NHTSA, departamento do governo americano que trata da segurança no trânsito), dirigir usando celular é mais perigoso do que o consumo de bebidas alcoólicas, aumentando em 23 vezes a probabilidade de ocorrência de acidentes, além de ser infração média, que ocasiona multa de R$ 85 e mais quatro pontos na carteira de habilitação.

Data: 30.04.2012 - Fonte: Investimentos e Notícias

Seguro Milionário

A CSN, maior siderúrgica brasileira, realizou em abril uma concorrência para escolher a corretora de seguros que cuidará das apólices de seu patrimônio, avaliado em 8,5 bilhões de reais. A vencedora foi a americana Willis, terceira maior corretora do mundo, que apresentou uma proposta de 150 milhões de dólares. A cobertura inclui acidentes, riscos operacionais e incêndios para equipamentos, usinas, veículos e prédios da empresa.
Para ficar com a conta, a Willis precisou superar as rivais americanas AON e Marsh, as britânicas JLT e Coleman e a brasileira Lazam MDS. A seguradora do Itaú será a responsável pela cobertura e o resseguro ficará com a alemã Munich.

Data: 30.04.2012 - Fonte: Revista Exame

Seguradoras criam produtos para todos os públicos

As seguradoras estão empacotando novos produtos para as pequenas e médias empresas. Há proteção para clientes de salões de beleza contra acidentes causados por queimaduras durante o uso do secador e da chapinha, coberturas para deterioração de vacinas em pet shops e indenizações para floriculturas em caso de roubo nas entregas.


Segundo Calil Buainaim, presidente da Mezzo Planejamento, consultoria de seguros para pequenas empresas, os contratos mais vendidos hoje são produtos de vida, automóveis e empresariais, que cobrem equipamentos e instalações. A cobertura ideal é aquela que não exagera nos bens listados, para que os custos não fiquem altos, mas que também não minimiza a proteção e deixa a companhia descoberta.


Para especialistas do setor, a contratação de um seguro em um pequeno empreendimento deve ser personalizada, de acordo com o ramo do negócio. Precisa considerar a região de atuação e o tipo de atividade desenvolvida, diz o presidente da Bradesco Seguros, Marco Antônio Rossi.


A Cadiz, empresa de serviços de segurança e vigilância, com 80 funcionários, investe cerca de R$ 2,5 mil em seguros ao mês. É preciso tranquilidade para solucionar eventos, sem a necessidade de desembolsar grandes valores e colocar em risco a saúde financeira da organização, justifica o sócio João Batista Diniz Jr.


Com um faturamento de R$ 8 milhões ao ano, a Cadiz contratou seguros de proteção patrimonial e de responsabilidade civil, conhecido por RC. O produto garante proteção ao segurado contra reclamações para reparos de danos involuntários, materiais ou corporais, causados a terceiros. Os dois contratos serão renovados em 2012, afirma Diniz.


Antes de assinar uma apólice, ele recomenda selecionar contratos adequados à realidade da empresa, com o melhor custo-benefício. É importante encontrar uma seguradora ou corretor que conheça as necessidades do empresário, como o tipo de serviço prestado e os clientes atendidos, além de um seguro que caiba no bolso.


A Liberty Seguros aposta, desde o ano passado, em uma linha de produtos segmentados para pequenos e médios negócios. Há opções para restaurantes, pousadas, consultórios, escritórios e escolas, além de pet shops, lavanderias e floriculturas. Desde janeiro, também temos seguros para livrarias, papelarias e salões de beleza, diz o diretor Luciano Calheiros.


Os pacotes integram mais de 30 coberturas, que vão desde os riscos tradicionais, como incêndio e queda de raios, a serviços adicionais, como responsabilidade civil, roubo e furto. No segmento de pet shops, a apólice prevê blindagem para casos de deterioração de vacinas e danos causados a veículos deixados no estacionamento da loja.


Nas lavanderias, pode ser incluída a proteção a mercadorias em trânsito e, nas floriculturas, indenização por danos às plantas por paralisação da câmara fria e furto durante as entregas.


Uma das inovações no setor é a proteção a clientes de salões de beleza contra acidentes causados por tesouras, queimaduras decorrentes do uso do secador, da chapinha ou substâncias químicas, afirma Calheiros. Os produtos são desenvolvidos com o apoio de um grupo de formadores de opinião.


As apólices da Liberty têm prazos anuais e a conta varia de acordo com o tipo de cobertura e o patrimônio segurado. Se uma livraria declara R$ 500 mil como valor de risco e contrata proteção contra danos elétricos, responsabilidade civil ou roubo de bens, entre outros, o seguro será de cerca de R$ 5 mil ao ano. A anuidade pode variar de acordo com a infraestrutura do estabelecimento, existência de hidrantes, sistemas de alarme e vigilância.


A SulAmérica lançou no ano passado um novo portfólio de produtos de seguro saúde e odontológico, segundo o diretor de operações Marco Antunes. A linha garante reembolso no Brasil e no exterior. Os clientes também contam com descontos em medicamentos em mais de cinco mil farmácias no país. As apólices custam a partir de R$ 62.


O aumento gradativo nos seguros empresariais ocorre por conta do crescimento do empreendedorismo no Brasil, avalia Luis Alberto Mourão, diretor de riscos industriais e comerciais da SulAmérica.


Na Bradesco Seguros, com 88 mil apólices de vida e 1,3 milhão de segurados no segmento de pequenas e médias empresas, o crescimento do número de apólices em 2011, ante 2010, foi de 23%. Na área de saúde, a carteira de pequenos e médios negócios, que compreende de quatro a 99 vidas, possui 500 mil coberturas individuais. Até dezembro de 2011, o nicho cresceu 30%, em relação a 2010. Há produtos que custam a partir de R$ 25 ao mês por segurado.


No setor empresarial, o Bradesco oferece facilidades a partir de R$ 161 ao ano, com cobertura de incêndio, raio e explosão e R$ 100 mil de indenização. O momento econômico permite às pequenas e médias empresas adquirir, além de seguros patrimoniais, produtos de vida, saúde e previdência privada, diz Rossi.


Na Zurich Seguros, um pequeno escritório que paga um prêmio anual de R$ 1,2 mil tem direito a coberturas de incêndio e perda de pagamento de aluguel, entre outras vantagens. Há mais contratações no comércio, como padarias, cafés e bares, diz Hyung Sung, vice-presidente de linhas pessoais de seguros da Zurich para a América Latina. A seguradora também oferece a cobertura de despesas fixas, que serve para bancar gastos com folha de pagamento, energia, telefone, luz e impostos, no caso da empresa ficar fechada.


Na Allianz, a cobertura mais vendida para os pequenos empresários são as de proteção para eventos naturais, como vendavais, além de danos elétricos e roubo de bens. Consultórios, clínicas, bares e restaurantes, além de escolas, lojas de roupas e concessionárias são as que mais contratam nesse nicho, explica Rafael Rodrigues, superintendente de produtos patrimoniais.


Data: 30.04.2012 - Fonte: Jacilio Saraiva | Para o Valor, de São Paulo

sábado, 28 de abril de 2012

Marítima cresce 16,4% em 2011 e reforça capacitação para quase 10 mil corretores

De acordo com os dados disponibilizados no site da Susep, a Marítima Seguros registrou crescimento de 16,4% na comparação anual. A expansão foi puxada pelas seguintes carteiras: Pessoas (19,8%), Automóvel (18,7%) e Ramos Elementares (16,3%).


Quanto ao índice combinado, o percentual obtido com o total de gastos com os sinistros retidos, despesas de comercialização e despesas administrativas sobre os prêmios ganhos, apresentou um aumento de 3,2%, passando de 100,5% em 2010 para 103,6% em 2011.


O relatório enfatiza que a Marítima possui um portfólio diversificado que é comercializado por mais de 16,5 mil corretores ativos. Os parceiros estão estrategicamente distribuídos nas principais cidades do país, que concentram aproximadamente 80% do PIB nacional, ou seja, região com maior potencial econômico para o mercado de seguros.


Bom te ver bem capacitado…


Outro aspecto relevante é a política de treinamento direcionada aos parceiros de negócios. Com a finalidade de investir no crescimento do mercado e no conhecimento dos corretores de seguros, consequentemente potencializando a produção de novos negócios, a seguradora investiu na capacitação de quase 10 mil profissionais independentes.


O balanço destaca também que a operação da Marítima está alinhada com o Projeto CSC (Central de Soluções Corporativas), cujo objetivo é melhorar a eficiência operacional, bem como reduzir as despesas administrativas com o propósito de se tornar mais competitiva o mercado. A previsão de conclusão é de três anos.


“A companhia tem como objetivo reverter seus lucros para fazer frente ao Projeto CSC e, para os próximos 10 anos, elaborou plano de negócios aprovado pelo Conselho de Administração que contempla o reinvestimento necessário para viabilização do referido projeto”, reforça o texto, assinado pela KPMG, prestigiada consultoria internacional.


Data: 27.04.2012 - Fonte: CQCS | Pedro Duarte

Minas ganha unidade de negócios da Marítima

A Marítima Saúde chegou a Minas Gerais, dentro de seu processo de expansão que já consumiu investimentos de cerca de R$ 7,5 milhões no novo sistema de seguro-saúde.


A meta é que o mercado mineiro represente 20% do faturamento total da seguradora em três anos, com a captação estimada de 40 mil vidas seguradas e R$ 100 milhões em receita de prêmios.


Em todo o Brasil, em 2012, os planos são de superar 180 mil vidas atendidas, com mais de 2 mil empresas clientes, e obter faturamento aproximado de R$ 430 milhões.


A atuação da companhia em Minas Gerais prevê atingir o público formado por pequenas empresas, com o mínimo de cinco vidas, e grandes corporações, com mais de 2 mil empregados.


Rede referenciada


A seguradora diz que "já conta com ampla cobertura e seus planos são aceitos pela maior parte dos hospitais e laboratórios de Belo Horizonte e de municípios como Contagem, Nova Lima, Santa Luzia e Ribeirão das Neves, por exemplo".


A rede referenciada também está em processo de expansão, na capital e nas cidades até 150 quilômetros de distância, como Matozinhos, Sete Lagoas, Divinópolis, Lagoa Santa, Betim, Juiz de Fora e Cataguazes, entre outras.



Data: 27.04.2012 - Fonte: Jornal do Commercio RJ | Seguros | RJ

Bradesco Auto/RE apresenta lucro líquido de R$ 165 milhões em 2011

A Bradesco Auto/RE divulgou os resultados financeiros de 2011. De acordo com os dados, publicados no site da Susep, a companhia registrou lucro líquido de R$ 165,950 milhões, com crescimento de 22,93%.


Em Ramos Elementares, a seguradora atuou em seguros corporativos e massificados, obtendo um aumento de prêmios de 41,2% na carteira de Seguro Residencial, alcançando quase 1,9 milhão de moradias seguradas.


Nesse contexto, a Bradesco Auto/RE foi a empresa melhor avaliada na pesquisa feita pela Associação ProTeste, que analisou as ofertas existentes no ramo. Pelo segundo ano consecutivo, a seguradora recebeu o título “Escolha Certa” por apresentar as melhores condições para a contratação de apólices residenciais.


O relatório também destaca a atuação da companhia na área de marketing, reforçando a importância da expansão da rede Bradesco Auto Center (BAC) no país. As novas unidades foram inauguradas na região do Ipiranga e em Indianópolis, ambas em São Paulo. “Os novos centros automotivos oferecem atendimento de sinistros, retirada de carro reserva, vistoria prévia, instalação de equipamento antifurto reparos ou troca de vidros, entre outros serviços”.


Data: 27.04.2012 - Fonte: CQCS | Lorena Orsi