A corrida para excelência não tem linha de chegada.
David Rye

segunda-feira, 28 de março de 2011

ANS realiza evento sobre garantia de acesso à informação no Rio

Na próxima terça-feira, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) realiza, no Hotel Marina Palace (RJ) o evento "Garantia de acesso à informação", no qual apresentará projeto desenvolvido para o seu novo portal corporativo.


Serão abordadas também as próximas ações propostas pela ANS para levar ao público informações cada vez mais úteis, além da participação do setor regulado neste processo.


Fonte: Monitor Mercantil

Previdência privada: um adicional que diminui a aposentadoria

Cada vez mais, bancos e seguradoras se sofisticam e oferecem, com os planos básicos de previdência privada - que garantem a renda para a aposentadoria -, coberturas adicionais, com benefícios como pensão por invalidez ou por morte, por exemplo. O investidor, no entanto, deve ficar atento. A inclusão desses produtos tende a significar um custo maior para o participante. Além disso, fará com que o valor que sai mensalmente do bolso para a instituição que administra sua previdência não seja integralmente direcionado ao seu fundo para a aposentadoria. E nem sempre essa informação é clara, mostra reportagem de Lucianne Carneiro, publicada na edição desta segunda-feira do GLOBO.



Na Brasilprev, por exemplo, quem deseja contribuir com menos de R$ 400 por mês tem que pagar também pelo benefício do pecúlio, que é uma indenização paga no caso de morte do participante. Isso ocorre porque os únicos planos disponíveis para contribuições entre R$ 100 (valor mínimo da instituição) e R$ 400 são os PGBL (Plano Gerador de Benefícios Livre) Pecúlio ou VGBL (Vida Gerador de Benefícios Livre) Pecúlio, em que o benefício é obrigatório. Apenas nos planos PGBL Exclusivo e VGBL Exclusivo - onde a contribuição mínima é de R$ 400 - este benefício é opcional.


Isso significa que uma pessoa que paga R$ 150 por mês para sua previdência na Brasilprev não verá a totalidade desses recursos revertida para sua aposentadoria, porque parte do dinheiro é reservado para o pagamento do pecúlio.


Procurada pelo GLOBO para comentar a política de cobrança dos benefícios, a Brasilprev não se manifestou.


- O plano de previdência é uma decisão de longo prazo. E o participante deve ler com atenção as coberturas e ter cuidado para saber exatamente quanto de sua contribuição mensal será destinado para o fundo que vai gerar sua aposentadoria - alerta o vice-presidente jurídico da Academia Nacional de Seguros e Previdência, Homero Stabeline Minhoto.


O principal problema é a falta de clareza sobre a política de cobrança dessas coberturas adicionais. O engenheiro Homero Vieira de Freitas Júnior descobriu, depois de cinco anos pagando seu plano de previdência, que estava contribuindo também para uma cobertura que nem sabia que tinha: pensão por prazo certo e renda por invalidez.


- Não me informaram na hora da venda que o valor dos seguros seria descontado. Ao longo do tempo, não estava claro nos extratos que parte do dinheiro não ia para a previdência de longo prazo - aponta o engenheiro, que só descobriu a confusão quando um novo gerente de sua conta no HSBC fez um resumo de suas aplicações na instituição.


Segundo ele, a questão acabou sendo solucionada a contento pelo banco, depois de muita procura pelos canais de atendimento e até um contato com o diretor mundial da instituição.


O superintendente-executivo de varejo do HSBC Seguros, Edson Lara, explicou que o caso de Homero foi solucionado, como uma exceção, com a reversão dos recursos que tinham sido pagos como seguro para seu fundo de previdência privada.


A situação, no entanto, segundo ele, reforça a importância da atenção na hora da contratação do produto.


Fonte: O Globo

Seguradoras gaúchas deverão pagar mais de R$ 3 mi para segurados de São Lourenço do Sul

O mercado segurador gaúcho estima que o volume de indenizações com a enchente verificada no último 9 de março em São Lourenço do Sul deverá ultrapassar os R$ 3 milhões. De acordo com dados levantados pelo Sindicato das Seguradoras no RS – Sindseg-RS, foram avisados 118 sinistros em três seguradoras, envolvendo automóveis, residenciais e empresariais. As ocorrências estão sendo reguladas, mas as estimativas apontam para indenizações integrais, sobretudo no seguro Automóvel.  A Bradesco Seguros registrou 25 sinistros na cidade, estimando um volume total de indenizações na ordem de R$ 758 mil. Foram registrados 16 sinistros residências, oito de automóvel e um sinistro empresarial. A Mapfre Seguradora recebeu 57 avisos de ocorrências que deverão ultrapassar os R$ 1,5 milhão em pagamentos aos segurados, todos em seguro automóvel. Já a Liberty e Indiana, empresas do mesmo grupo, computaram 36 sinistros auto, sendo 95% dos casos de indenização integral, com uma estimativa de prejuízo na ordem de R$ 1,1 milhão. Cabe
destacar que para garantir a cobertura para alagamentos, esta cláusula tem que estar prevista no contrato de seguro. 


Fonte: Rose Scherer

Marketing de relacionamento nos Seguros é tema de matéria na revista do Sinog

Presidente da Primavida afirma que estratégia é fundamental para alavancar o setor


Em entrevista à revista do SINOG, o presidente da PrimaVida, Kleber Bernardes, afirmou que o marketing de relacionamento aproxima o cliente do convívio da empresa, o que é fundamental para esclarecer dúvidas sobre os serviços oferecidos e ajudam a divulgar os novos produtos no mercado de planos de saúde. “Como em qualquer empresa, é o marketing de relacionamento que aproxima o cliente do nosso convívio. Hoje em dia, não existe mais lugar para uma relação meramente comercial, pois é o intercâmbio de comunicação que faz a fixação da marca e a relação entre os segmentos da empresa”, disse.


Um dos eventos de mais sucesso promovidos pela empresa foi a palestra motivacional ministrada pelo técnico da seleção brasileira de vôlei masculino, Bernardinho, aos corretores de seguros, que teve como principal objetivo apresentar a empresa ao mercado de Seguros utilizando uma figura marcante, um líder. “Na ocasião, Bernardinho comparou a busca de resultados no esporte e no mundo corporativo, além de incentivar os corretores a buscarem diferenciais para concluírem seus objetivos. Foi uma experiência muita boa para todos nós”, explicou Bernardes à publicação.


Fonte: VTN Comunicação

Corretores denunciam que Seguradora não paga comissão

Corretores que integram a comunidade do CQCS reclamam do não pagamento de comissões pela Federal de Seguros. O problema foi inicialmente levantado pelo corretor Raphael Vidal, da Vidal Corretora de Seguros. “Essa seguradora não está pagando minha carteira vitalícia do ramo vida há cerca de um ano. Soube também que outros corretores não estão recebendo”, denunciou.


A questão chamou a atenção de outros profissionais, tais como Sergio Herescu, que sugeriu uma imediata execução judicial de cobrança, já que o valor é devido. Por sua vez, Evaldo Alves de Paula revelou que sua corretora está enfrentando o mesmo problema. “Aqui em Minas Gerais utilizei os serviços do Sincor-MG e boa parte dos atrasos foi resolvida. O que essa seguradora tem que entender é que a comissão é nossa, pois o cliente pagou o prêmio”, comentou.


Pior ainda é a situação enfrentada por Luiz Adalberto da Silva. Segundo ele, há mais de seis anos que a Federal de Seguros não paga a comissão referente a carteira vitalícia que lhe deve. “Isso é um ultraje”, disparou.


Diante da denúncia, alguns corretores anunciaram que não pretendem mais operar com a Federal. “Isso é um absurdo, estava até pensando em fazer um cadastro com eles”, revelou Rosemary dos Santos Duque.


Já o corretor Joubert Moreira de Abreu disse que o problema não se restringe ao não pagamento das comissões dos corretores. “A Federal não paga as indenizações de sinistros também. Tenho um processo de sinistro e tivemos de acionar a Justiça para cobrança. Já ganhamos na 1ª e 2ª instâncias por unanimidade e a Federal recorreu mais uma vez. Porém, sem apresentar nenhuma justificativa, recorreu somente para atrasar o pagamento. Essa cobrança já dura dois anos”, criticou.


Mas, para o corretor Dener Portugal, a saída é procurar operar com outras seguradoras. “Já procuraste saber quantas seguradoras há no país? O que estás esperando para procurar outra?!”, sugeriu.


Essa proposta provocou a reação imediata de Mirtes Oliveira Santos, para quem, de fato, existem centenas de seguradoras no Pais, porém, não é fácil tirar um cliente já colocada em uma companhia e levar para outra. “Existem vários fatores em questão: a dificuldade criada pela própria Federal em não aceitar pedido de cancelamento mesmo feito pelo próprio cliente; idade, carências e tempo de contribuição. Tudo isso dificulta migrar o cliente”, argumentou.


Fonte: CQCS

Indenizações em São Lourenço do Sul devem chegar a R$ 3 mi

O mercado segurador gaúcho estima que o volume de indenizações com a enchente verificada no último 9 de março em São Lourenço do Sul deverá ultrapassar os R$ 3 milhões. De acordo com dados levantados pelo Sindseg-RS, foram avisados 118 sinistros em três seguradoras, envolvendo automóveis, residenciais e empresariais. As ocorrências estão sendo reguladas, mas as estimativas apontam para indenizações integrais, sobretudo no seguro Automóvel. A Bradesco Seguros registrou 25 sinistros na cidade, estimando um volume total de indenizações na ordem de R$ 758 mil. Foram registrados 16 sinistros residências, oito de automóvel e um sinistro empresarial. A Mapfre Seguradora recebeu 57 avisos de ocorrências que deverão ultrapassar os R$ 1,5 milhão em pagamentos aos segurados, todos em seguro automóvel. Já a Liberty e Indiana, empresas do mesmo grupo, computaram 36 sinistros auto, sendo 95% dos casos de indenização integral, com uma estimativa de prejuízo na ordem de R$ 1,1 milhão. Para garantir a cobertura para alagamentos, esta cláusula tem que estar prevista no contrato de seguro.


Fonte: Revista Apólice

Instituto da Criança mantém programa de crescimento profissional

Jovens de 18 a 25 anos podem participar do Programa Pense Alto, criado pelo Instituto da Criança em 2008. Desde seu lançamento, o objetivo é a profissionalização de jovens, em situação de risco social, de forma a abrir portas para o ingresso no mercado formal de trabalho ou para realização de um negócio próprio.


O Programa, que é totalmente gratuito, oferece aos alunos disciplinas de diversas áreas como vendas, atendimento e call center, com vários benefícios de apoio ao público-alvo, como auxílio alimentação, auxílio transporte, doação de cestas de alimentos e, ainda, premiações para os jovens que se destacam.


De acordo com o Instituto da Criança, o Programa foi desenhado para estabelecer um elo com as diversas oportunidades no setor comercial que, muitas vezes, tornam-se inacessíveis aos jovens de comunidades de baixa renda, devido às exigências de qualificação e capacitação.


O curso é dividido em três etapas: Ciclo Básico (matemática, português e inteligência emocional), Ciclo de Manutenção (atividades de leitura e aulas de relações humanas) e Ciclo Específico (administração, marketing, informática, vendas, call center e atendimento, etc).


O Instituto confirma que o Pense Alto gera grande impacto na vida dos jovens e também de suas famílias, pois representa uma chance e mudança, buscando a concretização de um futuro com novas oportunidades para ?vencer na vida?.


História do IC


O Instituto da Criança iniciou suas atividades de modo informal em 1994 e, desde então, evoluiu e se consolidou como uma OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público), sem fins lucrativos.


Entre suas atividades, apoia instituições existentes, realiza programas de educação, atua como incubadora social para novos programas e instituições e dá suporte para empresas no exercício da responsabilidade social no Rio de Janeiro e São Paulo.


O Instituto capta recursos junto a pessoas físicas e jurídicas, através de doações permanentes e esporádicas, além da promoção e realização de eventos para arrecadação de donativos.


A instituição também consegue ajuda no exterior através de uma ação permanente, chamada Children?s Call to Action, fornecendo incentivo fiscal aos doadores, iniciada em 2005 nos EUA, em parceria com a Brazil Foundation (www.brazilfoundation.org), uma organização sediada em Nova Iorque cuja missão é gerar recursos para os programas que promovem mudança social no Brasil.


Todos os processos são acompanhados em reuniões periódicas e todas as ações são realizadas com absoluta transparência, com auditoria anual pela PricewaterhouseCoopers, por meio de relatórios no site, onde o investidor pode conferir a gestão dos recursos. 


Fonte: CQCS | Pedro Duarte

Corretores discutem código de ética

Questão levantada inicialmente pelo corretor Gustavo Mota, o código de ética da Fenacor gerou debate na comunidade do CQCS. O ponto de partida foi a pergunta feita por Mota, que colocou em discussão “há mais vantagens ou desvantagens em aderir ao código”. A pronta resposta veio do próprio presidente do Comitê Nacional de Ética da Fenacor, Roberto Barbosa. “Não se trata de ter vantagens ou não ao aderir-se ao Código de Ética dos Corretores de Seguros. A importância de uma classe se pautar em normas de comportamento moral é a demonstração pública que existe respeito pelo próximo, que é um consumidor de seus serviços, além do respeito pelas leis e normas existentes”, afirma Barbosa, que já presidiu a Fenacor e o Sincor-MG.

Segundo ele, outro objetivo é despertar valores nas pessoas, que muitas vezes estão esquecidos. “O comportamento ético ou moral está no EU das pessoas. É preciso despertá-lo, pois a dureza da sobrevivência pode sobrepor a eles”, acrescenta Roberto Barbosa.

Já o corretor Paulo Ibanes, frisa que “para falar em ética é preciso praticar ética”. Na visão dele, a lei que regulamenta a profissão é clara em seu artigo 17º, que veda aos corretores de seguros e aos prepostos: aceitarem ou exercerem empregos de pessoa júrídica de direito público, inclusive de entidade paraestatal; ou serem sócios, administradores, procuradores, despachantes ou empregados de empresas de seguros. “temos os colegas, que exercem cargos públicos que no mínimo ignoram a lei e praticam escancaradamente a falta de ética. E existem os colegas que possuem assessorias/plataformas que também não estão nem aí para a prática de ética”, critica Ibanes, para quem a profissão “está homeopaticamente sendo atirada no valo em decorrência dos maus exemplos”.

Por sua vez, Maurien da Silva, diz concordar com os argumentos apresentados por Roberto Barbosa, mas ressalta que “infelizmente” a ética tem afrouxado. “Há muito tempo a "lei de gerson" se instalou no Brasil. Falar em ética implica obrigatoriamente em falar de atitudes que muitas vezes nos fariam perder negócios por não atenderem a premissa de que ele tem que ser bom para três partes: segurado, seguradora e corretor. Quem está disposto a trabalhar desta forma? Quem não estiver não concordará nunca com a implantação do Código de Ética”, observa.

Oposição semelhante tem José Carlos Souza, segundo o qual o Código “seria bom se fosse respeitado por todos e não somente pelo corretor”.

Ele critica, particularmente, os bancos que “atravessam nossa profissão” e os “vendedores ambulantes de seguros, acobertados por outros corretores”. José Carlos também questiona a postura das seguradoras. “Patrocinam treinamentos de uma nova cobertura ou risco e enchem a sala de vendedores. A presença marcante é de 90% vendedores e 10% corretores”, assinala.

O corretor Omario Gonçalves Botelho também vê, no mercado, vários comportamentos pouco ou nada éticos, citando o desrespeito dos bancos oficiais com a profissão e a comercialização de seguros através de associações, entre outros.


Fonte: CQCS

domingo, 27 de março de 2011

Procura por seguro de vida feminino cresce 300%

O resultado da campanha lançada em março pela Caixa para promover a importância do seguro de vida e divulgar a necessidade de exames na detecção precoce do câncer de mama alcançou resultados acima do esperado.
No mês em que se comemorou o Dia da Mulher, a empresa aumentou em 300% o faturamento do seu seguro de vida feminino, comparado com o mesmo período de 2008, e conseguiu contribuir para a redução dos índices de câncer tipicamente femininos.
Parte das vendas do produto Caixa Vida Mulher foram repassados ao projeto Te Toca Brasil, da Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (Femama). "A cultura do seguro está começando a ganhar corpo entre os brasileiros, que se preocupam, sim, em deixar a família protegida no futuro, em caso de qualquer eventualidade", afirmou o diretor da Caixa Vida & Previdência, Juvêncio Braga.

Fonte: Monitor Mercantil

Seguro reage à crise e sobe 11,3%

Depois de recuar 2,5% em janeiro, a atividade de seguros reagiu em fevereiro, crescendo 11,3% sobre idêntico mês de 2008, ao faturar R$ 5,383 bilhões. Sobre janeiro, contudo, o faturamento caiu 3,2%. Ainda em fevereiro, os dados da Susep mostram que o VGBL continua influindo fortemente o desempenho do setor.

Sem o produto, que é tido como um plano de previdência complementar, a expansão da receita diminui para 6,7%, na casa de R$ 3,563 bilhões, na comparação com fevereiro do ano passado.

No bimestre, as estatísticas da Susep, que não incluem o ramo saúde, apontam prêmios de R$ 10,947 bilhões, crescimento de 3,8% sobre os dois meses iniciais de 2008. As vendas do VGBL, que chegaram a R$ 3,5 bilhões, 32,6% do total, subiram 3,6%. Na 2a maior carteira do mercado, a de automóvel, somada à cobertura RC facultativa, o incremento foi de 5,6%, para R$ 2,4 bilhões.

Desempenho ainda mais expressivo no bimestre foi verificado nos seguros de vida e de acidentes pessoais, cuja captação de R$ 1,6 bilhão cresceu 18,4% frente a janeiro e fevereiro de 2008.

A mesma linha expansionista foi exibida pelos seguros de patrimônio empresarial, que incluem os pacotes de coberturas e os riscos operacionais, com receita 21,8% maior, na casa de R$ 475 milhões.

Na proteção ao patrimônio pessoal, expresso no seguro residencial, as vendas subiram 11,7%, para R$ 153,5 milhões.

 
Fonte: Seguros dia-a-dia

Três estados geram mais de 70% da receita nacional

Dados da Susep indicam que a participação dos três maiores mercados - São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais – na receita global do setor de seguros permaneceu praticamente estável – com ligeira oscilação, de 69,3% para 70,1% - entre fevereiro de 2008 e o mesmo mês, no atual exercício. O destaque foi a evolução da fatia correspondente ao Rio de Janeiro, que deu um salto expressivo entre os dois períodos comparados, passando de 9,7% para 12,2%. Já a participação de São Paulo caiu de 50,4% para 48,7% e a de Minas Gerais manteve-se em 9,2%.

Quarto maior mercado do país, o Rio Grande do Sul experimentou ligeira evolução, de 6% para 6,2%.

Em contrapartida, o Distrito Federal – sétimo do ranking nacional e o maior mercado do Centro-Oeste – teve queda expressiva, de 4,1% para 2,8%.

A Bahia manteve o status de estado nordestino com a maior fatia no bolo nacional. A participação do mercado baiano também apresentou pequena oscilação, indo de 2,2% para 2,1% entre os dois períodos comparados.

 
Fonte: CQCS/ Jorge Clapp

Inter Partner em campanha pelas vitimas no Japão

Pioneira em serviços de assistência 24 horas, a Inter Partner Assistance (www.interpartner.com.br), empresa do Grupo AXA, utiliza sua expertise em prol da comunidade japonesa e promove campanha interna para arrecadar fundos para destinar ao Japão.  
Em decorrência da catástrofe que sacudiu o Japão com o terremoto, assim como as sequelas provocadas pelas ondas, a Inter Partner, junto às demais empresas do Grupo, incentiva a doação de euros entre seus colaboradores e também contribui doando a mesma quantia arrecadada. Ou seja, a cada euro doado pelos colaboradores, as empresas acrescentarão mais um.


Sobre a Inter Partner Assistance - empresa de origem francesa pertencente ao Grupo AXA, atua no Brasil há 27 anos e é pioneira em serviços de assistência 24 horas. Referência em assistência a pessoas, veículos, domicílios, viagem e concierge, a Inter Partner Assistance conta, atualmente, com cerca de 60 clientes corporativos no Brasil que atuam nas áreas de seguro, administração de cartões de crédito, bancos, montadoras de automóveis, planos de saúde, comércio varejista, entre outros. Entre os produtos de maior destaque da Inter Partner Assistance estão: Concierge; Assistência a Veículos; Multiviagem, Assistência Residencial, Assistência Informática, além do serviço Célula de Crise. Entre os clientes, destacam-se a, Ace Seguros, Amil, Banestes Seguros, Chubb Seguros, Fast Shop, GVT, HSBC Premier, Itaucard, Itaú Personnalité, MasterCard, Porto Seguro, Unimed Paulistana, Visa, Volkswagen, Lojas Riachuelo,Tokio Marine, Zurich Seguros, entre outros.


Fonte: Oficina da Comunicação Integrada

Tokio Marine anuncia entrada no rama Garantia

A Tokio Marine, subsidiária de uma das maiores seguradoras do mundo, anuncia sua entrada no ramo Garantia, modalidade de seguro que tem o objetivo de garantir o fiel cumprimento de obrigações contratuais. Com forte atuação em Riscos de Engenharia, a Companhia complementa sua oferta de produtos para atender o mercado de forma cada vez mais completa.
Com a iniciativa, a Tokio Marine já conquistou sua primeira apólice, com uma importância segurada de R$ 166 milhões. A Companhia é a seguradora da Usina Hidrelétrica Teles Pires, que será implantada na região da divisa dos Estados de Mato Grosso e Pará, próxima ao rio Tapajós. “Esta conquista demonstra que estamos preparados para atender às demandas do mercado brasileiro. Temos uma equipe preparada e com bastante experiência para garantir aos nossos Clientes sempre os melhores serviços”, garante Felipe Smith, Diretor Técnico Corporate da seguradora.
A Tokio Marine pretende alcançar 7% de participação neste mercado em até cinco anos, além de atuar também nos segmentos voltados para as pequenas e médias empresas. Para oferecer ao mercado apólices com certificação digital e atuar com agilidade e excelência, a Companhia está, durante o primeiro semestre, reforçando seus sistemas.


Usina Hidrelétrica Teles Pires


A projeção é que a usina gere 1820 Megawatts, quantidade suficiente para atender aproximadamente 6 milhões de pessoas, o que corresponde, por exemplo, à cidade do Rio de Janeiro. O empreendimento, estimado em R$ 3,3 bilhões, tem previsão para começar sua operação comercial no final de 2015. O consórcio é formado pelas empresas Furnas Centrais Elétricas, ELETROSUL, Neoenergia e Odebrecht.


Fonte: PLANIN Worldcom

Dívida pública federal tem crescimento nominal de 2,63% em fevereiro

A dívida pública federal teve crescimento, em termos nominais, de 2,63%, passando de R$ 1,628 trilhão, em janeiro, para R$ 1,671 trilhão, em fevereiro, informa o Tesouro Nacional. A dívida pública mobiliária interna (em títulos públicos) cresceu 2,82% no período, de R$ 1,542 trilhão para R$ 1,586 trilhão. Para rolar a dívida mobiliária interna, o governo federal emitiu títulos públicos no valor de R$ 27,25 bilhões. Foram incorporados à dívida ainda R$ 16,24 bilhões em juros. A dívida pública federal externa totalizou R$ 85,79 bilhões (US$ 51,64 bilhões) em fevereiro, uma redução ante o valor de janeiro (R$ 86,49 bilhões). A parcela referente à dívida mobiliária ficou em R$ 65,69 bilhões (US$ 39,54 bilhões) e à dívida contratual, em R$ 20,10 bilhões (US$ 12,10 bilhões).


Fonte: Viver Seguro

Transações correntes fecham fevereiro no vermelho e elevam déficit para US$ 49,2 bi em 12 meses

Mais uma vez as transações correntes do Brasil ficaram no vermelho, como um déficit de US$ 3,4 bilhões no mês passado, apesar do superávit de US$ 9,6 bilhões do balanço de pagamentos em fevereiro. Segundo o Relatório do Setor Externo, divulgado nesta sexta-feira pelo Banco Central (BC), o déficit acumulado nos últimos 12 meses em transações correntes é de US$ 49,2 bilhões, 2,31% do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma das riquezas produzidas no País.
A conta financeira gerou ingressos líquidos de US$ 12,8 bilhões, com destaque para a entrada de US$ 7,7 bilhões líquidos em investimento estrangeiro direto (IED)- são recursos voltados para o setor produtivo- e o retorno de US$ 2,1 bilhões referentes a investimentos brasileiros lá fora.
Já a conta de serviços teve déficit de US$ 2,2 bilhões, crescimento de 6,4% em relação a fevereiro do ano passado, com peso maior das despesas líquidas com viagens internacionais (US$ 761 milhões), que tiveram aumento de 54,1% na comparação com fevereiro de 2010, e com transportes (US$ 441 milhões), que cresceram 7% na mesma base de comparação. As remessas líquidas de renda para o exterior totalizaram US$ 2,9 bilhões, com incremento de 56,6% sobre o mesmo mês de 2010, como resultado, principalmente, das saídas líquidas de renda de invertimento direto, que totalizaram US$ 2,2 bilhões, ou 77,3% a mais do que em fevereiro do ano passado.

 
Fonte: Viver Seguro

Construção: desaceleração também em fevereiro não afeta otimismo do mercado

A construção civil, um dos carros-chefe do crescimento da economia, registrou recuo no ritmo de atividade pela segunda vez consecutiva em 2011. Dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI), no âmbito da pesquisa Sondagem da Construção Civil, dão conta de que, no mês passado, a evolução da atividade do setor registrou 49 pontos, tendo com parâmetro uma variação de 0 a 100. Valores abaixo de 50 representam queda. Em janeiro, a mesma sondagem apresentou 47,2 pontos ante os 51 pontos de dezembro. Um ano antes, em fevereiro de 2010, o nível de atividade foi de 53,2 pontos. De acordo com a CNI, fevereiro é um período de chuvas, o que termina desacelerando o ritmo das obras. Também há uma queda sazonal de atividade no início de cada governo, que diminui a contratação de novas obras. Embora a atividade do setor tenha ficado em níveis normalmente observados para meses de fevereiro, o indicador da atividade efetiva em relação à usual (50,1) pela primeira vez não se situou nos patamares registrados desde o início da série em dezembro de 2009. Em janeiro de 2011, ficou em 51,6 pontos e, em fevereiro de 2010, chegou a registrar 55,6 pontos. A Sondagem retrata o quadro de emprego e informa ter havido uma leve variação em fevereiro em comparação a janeiro, com o índice passando de 49,5 para 51,2 pontos.
O estudo ainda avalio o nível de confiança dos empresários do setor. Por ora, o viés é otimismo para os próximos seis meses, confirmado pea pontuação de todos os índices acima dos 50 pontos. Em março, o nível de atividade do setor ficou em 61,1 pontos ante os 63 de fevereiro e os 67,3 de março de 2010. O otimismo foi mantido também quando se trata de novos empreendimentos e serviços, que atingiram 61,1 pontos ante os 61,4 de fevereiro e os 67,4 de março de 2010.
A compra de insumos e matérias-primas também apresentou resultado acima de 50 pontos (60,2). Em fevereiro, o índice chegou a 61,5 e em março de 2010, a 66,4 pontos. Os empresários também demonstraram, na sondagem da CNI, que pretendem contratar mais nos próximos seis meses. O indicador de expectativa de novas contratações variou de 61,3 pontos em fevereiro para 61,5 pontos em março.


Fonte: Viver Seguro

Caixa Capitalização premia mais de 6 mil brasileiros em 2010

Nunca tantos brasileiros realizaram seus sonhos com a ajuda da Caixa Capitalização. No último ano, a empresa premiou 6.489 clientes que, juntos, receberam R$ 47,9 milhões. Uma média de 540 premiados por mês ou 18 premiados por dia. Com os resultados, a empresa bateu, simultaneamente, dois recordes: em 13 anos de história, a empresa registrou o maior número de clientes premiados e o mais alto valor em prêmios distribuídos ? R$ 4,4 milhões a mais do que no ano anterior.
O número de sortudos de 2010 superou em mais de 27% os 5.105 premiados do ano anterior. "O número de brasileiros com títulos de capitalização cresceu bastante", destaca o diretor da Caixa Capitalização, Maurício Maciel da Rocha. O executivo atribui esse bom desempenho ao trabalho conjunto do setor e da Caixa de conscientizar o público sobre as vantagens da capitalização. "Cada vez mais os brasileiros reconhecem o sistema de capitalização como uma maneira inteligente de economizar dinheiro e ainda concorrer a prêmios", completa.

Vida nova
O maior prêmio do período, de R$ 1 milhão, foi pago ao cliente João da Silva*, morador de Diadema, no ABC Paulista. Com a bolada, o ganhador pretende mudar a vida de toda a família. "Vou comprar minha primeira casa própria e garantir um futuro tranquilo para os meus filhos", comemora o paulista, que comprou cinco títulos de capitalização da empresa em 2009.
Assim como seus clientes, a Caixa Capitalização também comemorou os resultados alcançados em 2010. "O ano passado foi excelente para o mercado e também para a nossa empresa", comenta Rocha. "Nosso faturamento aumentou 11,7% e o número de premiados superou em 1.384 o do ano anterior. É a chance que muitos brasileiros têm de realizar sonhos, adquirir bens materiais e dar à família uma vida mais confortável", completa.
*Nome fictício para preservar a identidade do ganhador

J.N.
Revista Apólice

Banestes Seguros lucra R$ 10 milhões em 2010

A Banestes Seguros divulgou os resultados colhidos em 2010. Empresa do Sistema Financeiro Banestes (SFB), a seguradora lucrou R$ 10,537 milhões no ano passado, valor que representa uma rentabilidade de 15,42% sobre seu Patrimônio Líquido (PL).
Em 2010, a empresa registrou o montante de R$ 110, 112 milhões em prêmios emitidos, o que representou expansão de 8% em comparação ao ano anterior. A seguradora também devolveu à sociedade, sob a forma de pagamento de sinistros, um total de R$ 70,168 milhões. Seu Patrimônio Líquido (PL) fechou 2010 em R$ 75.986 milhões.
"Uma existência de 40 anos é motivo de comemoração, ainda mais diante da elevada participação que a seguradora tem no mercado capixaba. Enfrentamos uma concorrência em um mercado altamente competitivo, mas a credibilidade da marca Banestes e a dedicação de nossos empregados fazem com que disputemos nosso espaço com determinação", afirma o diretor-presidente da Banestes Seguros, José Carlos Lyrio Rocha. A empresa completou 40 anos este mês.


J.N.
Revista Apólice

CORRETOR MELHOR

CORRETOR MELHOR 1

O Sindicato dos Corretores de Seguros do Estado de São Paulo (Sincor-SP) deu início à campanha "Corretor Melhor é Corretor Sincor-SP", que visa estimular a adesão de corretores de seguros ao Sindicato. O lançamento aconteceu no dia 17, durante coletiva em restaurante de São Caetano. Durante o evento serão debatidos assuntos pertinentes ao mercado de seguros e temas de interesse da categoria. "Nossa expectativa é triplicar o número de associados no ABC. Por isso, a ideia desse encontro é que cada sócio convide pelo menos um colega não sindicalizado para aderir ao Sindicato", destaca Mário Sérgio de Almeida Santos, presidente do Sincor-SP.

CORRETOR MELHOR 2

No Grande ABC há cerca 800 corretores associados ao Sincor-SP, o equivalente a 38% dos corretores da região. Uma vez sindicalizado, o corretor passa a contar com uma gama de serviços que visam seu aprimoramento profissional, como cursos de capacitação e atualização técnica oferecidos pela Universidade Corporativa Sincor (UniSincor), assessoria jurídica focada no mercado de seguros e acesso à certificação digital, entre outros benefícios. A campanha "Corretor Melhor é Corretor Sincor-SP" percorrerá, ao longo deste ano, as 30 regionais do Sincor-SP distribuídas pelo Estado.

Fonte: Diário do Nordeste

CRÉDITO ALAVANCA VENDAS DE VEÍCULOS E DAS APÓLICES

A expansão acelerada do setor de seguros automotivos no Brasil, que fechou 2010 com um acréscimo de 15,3% na carteira de clientes, é alavancada pelos recordes de vendas de veículos e, em especial, pela nova massa de consumidores que está comprando pela primeira vez um carro zero. São clientes pertencentes em sua maioria à chamada nova classe C, que tiveram acréscimo de renda, e que compram os carros com prazos de financiamentos mais longos.

"Há uma grande leva de novos consumidores chegando ao mercado. Cerca de 25% dos seguros de automóveis estão sendo vendidos para pessoas que nunca tinham adquirido este produto", diz o diretor-presidente da Bradesco Auto/RE Companhia de Seguros, Ricardo Saad. Ele acredita que o mercado deve continuar aquecido em 2011, mesmo com um crescimento mais modesto da economia.

Saad lembra que as vendas do setor automotivo voltaram a bater recordes em fevereiro, mesmo após as medidas de desestímulo ao consumo e restrição ao crédito tomadas pelo Banco Central. Em fevereiro, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), as vendas de automóveis e comerciais leves cresceram 24,1 % em relação a fevereiro de 2010. Em 2010, ano de recorde histórico da indústria, as vendas tinham subido 10,63% sobre 2009.

A expansão dos seguros de automóveis no Brasil têm relação direta com os recordes de vendas do setor automotivo", diz o diretor de vendas da SulAmérica Seguros, Anderson Mello. Ele avalia que mercado deve se manter em alta, lembrando que a chegada de novos montadoras ao país - como a chinesa Jac Motors - ajuda a estimular a competição no setor.

O vice-presidente da Cardif Brasil, Adriano Romano, diz que o mercado de seguros de automóveis, mesmo com a expansão recente, tem muito a espaço a conquistar. "Cerca de 70% das pessoas que possuem automóvel no Brasil não têm seguro. E o mercado de seguros no Brasil ainda penaliza quem é jovem ou tem um veículo mais velho", diz.

Para atingir o público principalmente o público classe C que está chegando ao mercado, mas que ainda tem capacidade limitada de pagamento, a Cardif lançou o Autofácil, uma espécie de seguro popular com foco em roubo e furto do veículo, sem cobertura de sinistros. Segundo Romano, o produto é 50% mais barato que um seguro tradicional.

Na outra ponta do mercado, as vendas de automóveis importados, incluindo os de valor mais alto, cresceram 144,1% em 2010, o que estimula o mercado segurador a oferecer produtos para este segmento. Conforme explica o superintendente técnico do setor de autos da ADD Corretora de Seguros, Gilberto Reina, há um crescimento da "massa crítica" neste mercado, ou seja, há mais veículos de marcas de luxo e peças disponíveis para reposições em casos de sinistros, o que barateia os custos. "Há um mercado de veículos AAA que vem crescendo muito no Brasil e que desperta o interesse do setor de seguros", afirma.

Criado em 1974, o Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres, ou por sua Carga, a Pessoas Transportadas ou Não (DPVAT) é pago todo ano pelos proprietários de veículos, junto com o licenciamento, mas continua desconhecido da maioria das pessoas.

O desconhecimento provoca a ação de intermediários em pronto-socorros e IMLs, aproveitando-se da vulnerabilidade das vítimas para dar entrada no seguro, mediante comissões de até 30% do valor a ser recebido. Graças a um convênio assinado em dezembro do ano passado entre o sindicato dos corretores de seguros (Sincor-SP) e a Polícia Militar do Estado de São Paulo, o número de pessoas atendidas para recebimento aumentou 40%. Segundo levantamento da Seguradora Líder, de um total de 38.899 acidentes comunicados à polícia entre janeiro e setembro do ano passado, apenas 57% foram indenizados. Dos 16.758 restantes, 35% não tiveram acesso ao DPVAT por desconhecer o direito.


Fonte: Valor Econômico