Pesquisa quer mostrar como a chamada “consumerização de TI” ganha espaço e pode afetar as organizações e seus funcionários |
Cotidiano Digital - Da Redação
A pesquisa “Consumerização de TI” patrocinada pela Unisys e conduzida pelo IDC apontou que os brasileiros checam suas caixas de e-mail simplesmente de qualquer lugar, inclusive os e-mails corporativos, mesmo não estando no ambiente e no horário de trabalho.
Por exemplo, 17% dos brasileiros disseram que acessam seus e-mails do trabalho quando estão em cultos religiosos – mais do que o dobro apontado nos Estados Unidos (7%), Europa (5%) e Austrália/Nova Zelândia (4%).
Também 36% dos entrevistados no Brasil checam seus e-mails do trabalho quando estão em aviões - quase o dobro dos australianos/neozelandeses (19%) e ultrapassando os europeus (24%) e os norte-americanos (22%).
Além disso, 21% dos funcionários iWorkers (funcionários aficionados por tecnologia) brasileiros disseram checar suas caixas de e-mail enquanto estão dirigindo carro – mais uma vez, quase o dobro do número obtido na Austrália/Nova Zelândia (11%) e superando os 15% dos entrevistados nos Estados Unidos e Europa.
“Estes dados sobre o uso da tecnologia de qualquer lugar para fins de trabalho de qualquer lugar demonstram ainda mais que a consumerização de TI já é uma realidade tanto para os funcionários como para as organizações no Brasil, que precisam cada vez mais entendê-la e explorá-la”, conclui Paulo Roberto de Carvalho.
O objetivo do estudo é mostrar como a chamada “consumerização de TI” – que significa como os equipamentos pessoais e as redes sociais, utilizadas pela sociedade de modo geral, estão ganhando espaço nos escritórios – pode afetar as organizações e seus funcionários.
Por exemplo, 17% dos brasileiros disseram que acessam seus e-mails do trabalho quando estão em cultos religiosos – mais do que o dobro apontado nos Estados Unidos (7%), Europa (5%) e Austrália/Nova Zelândia (4%).
Também 36% dos entrevistados no Brasil checam seus e-mails do trabalho quando estão em aviões - quase o dobro dos australianos/neozelandeses (19%) e ultrapassando os europeus (24%) e os norte-americanos (22%).
Além disso, 21% dos funcionários iWorkers (funcionários aficionados por tecnologia) brasileiros disseram checar suas caixas de e-mail enquanto estão dirigindo carro – mais uma vez, quase o dobro do número obtido na Austrália/Nova Zelândia (11%) e superando os 15% dos entrevistados nos Estados Unidos e Europa.
“Estes dados sobre o uso da tecnologia de qualquer lugar para fins de trabalho de qualquer lugar demonstram ainda mais que a consumerização de TI já é uma realidade tanto para os funcionários como para as organizações no Brasil, que precisam cada vez mais entendê-la e explorá-la”, conclui Paulo Roberto de Carvalho.
O objetivo do estudo é mostrar como a chamada “consumerização de TI” – que significa como os equipamentos pessoais e as redes sociais, utilizadas pela sociedade de modo geral, estão ganhando espaço nos escritórios – pode afetar as organizações e seus funcionários.
A pesquisa patrocinada pela Unisys foi realizada em duas fases em vários países do mundo. No Brasil, a primeira etapa contou com entrevistas a 301 trabalhadores usuários de aparelhos existentes no mercado (celulares, smartphones, palms, laptops etc) e redes sociais (blogs, Twitter, Facebook etc) das seguintes cidades: São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Porto Alegre, Belo Horizonte, Curitiba, Salvador e Fortaleza. Essas entrevistas fizeram parte de uma pesquisa global com 2820 funcionários de 10 países.
A segunda fase da pesquisa entrevistou 100 executivos de diversas empresas localizadas no Brasil. Globalmente, o estudo entrevistou aproximadamente 650 tomadores de decisão na área de TI em 10 países.
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