Companhias internacionais de seguro, principalmente as norte-americanas, calculam o custo do seguro baseando-se no índice de massa corpórea. Caso o cliente seja obeso, o valor pago é maior.
Essa prática é comum desde o fim da década de 1970. As tabelas simplificadas apresentam falhas, pois não levam em consideração índice de gordura. Porém, do ponto de vista fisiológico, a obesidade é considerada uma doença.
Em 1985, o NIH (National Institute of Health) --órgão norte-americano equivalente ao Ministério da Saúde-- concluiu que a obesidade influi na incidência de outras doenças graves, reduzindo a longevidade e a qualidade de vida.
"A Obesidade", escrito por Ricardo Cohen e Maria Rosária Cunha, enumera as principais formas de tratamento, explica as vantagens das dietas e esclarece quando há necessidade de procedimentos medicamentosos ou cirúrgicos.
O volume é parte da coleção Folha Explica, uma série de livros que abrangem temas atuais e diversas áreas do conhecimento.
Saiba como calcular o IMC (índice de massa corpórea), referencial mais aceito pela comunidade científica. O trecho abaixo foi extraído do exemplar.
CÁLCULO DO ÍNDICE DE MASSA CORPÓREA
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Ele corresponde ao peso da pessoa, em quilos, dividido por sua altura, em metros, elevada ao quadrado:
IMC = peso (em kg) / altura 2 (em metros)
Quando o resultado dessa divisão fica entre 19 e 25, diz-se que o indivíduo é normal. Entre 26 e 30, diz-se que há sobrepeso e, acima de 30, obesidade. É internacionalmente aceito que pessoas com IMC maior que 39 são obesas graves, ou obesas mórbidas.
Assim, se alguém atingiu um IMC de 30, cuidado! Problemas sérios estão à vista, requerendo mudanças de estilo de vida. O assunto é sério.
Fonte: Folha.com
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